Primeiro dia - Sexta - Feira
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Segundo dia - Sábado
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CURA E LIBERTAÇÃO
VÍDEO 3 -
Como se proteger dos objetos contaminados - Pe Stephen Rossetti
Domingo da Misericórdia
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MOMENTO FORTE DE ORAÇÃO
Primeiro dia - Sexta - Feira
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Segundo dia - Sábado
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CURA E LIBERTAÇÃO
VÍDEO 3 -
Domingo da Misericórdia
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MOMENTO FORTE DE ORAÇÃO
1º Aula de Formação
2º Aula de Formação
3º Aula de Formação



Das
visões e revelações divinas com as quais foi favorecido São José, o
principal é o fato de ter vivido na companhia de Cristo Senhor Nosso e
de sua Mãe durante tantos anos, como verdadeiro Esposo da Rainha e
considerado pai do mesmo Senhor.
Tenho entendido que, por sua grande
santidade, concedeu-lhe o Altíssimo certos privilégios em favor de
quem, nas devidas condições, invocarem sua intercessão:
Primeiro: alcançar a virtude da castidade e vencer os perigos da sensualidade carnal.
Segundo: obter grandes auxílios para sair do pecado e voltar à amizade de Deus.
Terceiro: alcançar, por seu intermédio, devoção a Maria santíssima.
Quarto: ter uma boa morte e proteção contra os demônios naquela hora.
Quinto: privilégio do nome São José para afugentar os demônios.
Sexto: alcançar saúde corporal e auxílio noutros sofrimentos.
Sétimo:
para os casais terem filhos. Estes, e outros muitos favores, são
concedidos por Deus àqueles que, como convém, lhos peçam pela
intercessão de São José. Todos os fiéis da santa Igreja que lhe tenham
grande devoção, poderão experimentara, se se dispuserem como é preciso,
para merecer alcançar seus favores.
Excelência de São José
São
José é nobilíssimo entre os santos e príncipes da celestial Jerusalém.
Nós, os mortais, não somos capazes de compreender completamente sua
eminente santidade, antes da visão da Divindade. Ali, na admiração e
louvor de Deus, poderemos compreendê-la.
No dia do juízo final –
quando todos os homens forem julgados –, os condenados chorarão
amargamente por não terem, por causa de seus pecados, conhecido e
aproveitado este meio tão poderoso e eficaz, para adquirir a amizade do
justo Juiz e a salvação.
As pessoas mundanas se desinteressam pelos
privilégios e prerrogativas que o Altíssimo Senhor concedeu a São José, e
de quanto pode sua intercessão junto ao Senhor Deus e à Nossa Senhora.
Na presença da divina justiça, São José é um dos grandes validos para
apaziguá-la a favor dos pecadores.
FONTE:http://www.aascj.org.br/home/2012/03/20/privilegios-e-virtudes-de-sao-jose/?

Ladainha em honra a São José
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.
Deus, Pai dos Céus, tende piedade de nós.
Deus Filho, Redentor do mundo, tende piedade de nós.
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.
Santa Maria, rogai por nós.
São José, rogai por nós.
Ilustre filho de Davi, rogai por nós.
Luz dos Patriarcas, rogai por nós.
Esposo da Mãe de Deus, rogai por nós.
Casto guarda da Virgem, rogai por nós.
Sustentador do Filho de Deus, rogai por nós.
Zeloso defensor de Jesus Cristo, rogai por nós.
Chefe da Sagrada Família, rogai por nós.
José justíssimo, rogai por nós.
José castíssimo, rogai por nós.
José prudentíssimo, rogai por nós.
José fortíssimo, rogai por nós.
José obedientíssimo, rogai por nós.
José fidelíssimo, rogai por nós.
Espelho de paciência, rogai por nós.
Amante da pobreza, rogai por nós.
Modelo dos trabalhadores, rogai por nós.
Honra da vida de família, rogai por nós.
Guarda das virgens, rogai por nós.
Sustentáculo das famílias, rogai por nós.
Alívio dos miseráveis, rogai por nós.
Esperança dos doentes, rogai por nós.
Patrono dos moribundos, rogai por nós.
Terror dos demônios, rogai por nós.
Protetor da Santa Igreja, rogai por nós.
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós.
V. Ele constituiu-o senhor de sua casa.
R. E fê-lo príncipe de todos os seus bens.
Oremos. Ó Deus, que por inefável providência vos dignastes escolher a São José por esposo de vossa Mãe Santíssima; concedei-nos, vo-lo pedimos, que mereçamos ter por intercessor no céu, aquele que veneramos na terra como protetor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém.
fonte: https://padrepauloricardo.org
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O maior santuário do mundo dedicado a são José fica no Canadá
Oratório de São José em Montreal, Canadá. Crédito: L'Oratoire SaintJoseph du Mont-Royal.
Por Redação central
19 de mar de 2024 às 06:30
O Oratório de São José em Montreal não é apenas o maior templo católico do Canadá, é o maior santuário do mundo dedicado ao santo que é pai adotivo de Jesus.
O templo tem um comprimento total de 105 metros e uma altura total de 97 metros, do chão até a cruz na cúpula externa.
Também tem capacidade para 10 mil pessoas, 2.400 delas sentadas.
Interior da Basílica. Crédito: L’Oratoire SaintJoseph du Mont-Royal.
Estátua de São José no centro da igreja da cripta do santuário, realizada pelo artista italiano A. Giacomini em 1917. Mede 2,75 metros de altura. Crédito: L'Oratoire SaintJoseph du Mont-Royal.
A atual Basílica Menor e Santuário começou como um pequeno oratório, fundado em 1904 por santo André Bessette, da Congregação de Santa Cruz.
Imagem de Santo André Bessette. Crédito: L'Oratoire SaintJoseph du Mont-Royal.
Depois de várias ampliações do oratório, a Congregação de Santa Cruz aprovou a construção do santuário em 1914. A pequena capela com a qual tudo começou foi realocada quatro anos depois.
Em 1924, foi abençoada a pedra angular do santuário, com a presença de cerca de 35 mil fiéis.
Santo André Bessette, também conhecido como irmão André, morreu em 1937. Seu velório foi assistido por cerca de um milhão de pessoas. Sua causa de beatificação foi apresentada em Roma em 1960.
São João Paulo II proclamou o irmão André beato em 1982. No dia 11 de setembro de 1984, o “Papa Peregrino” visitou o Oratório de São José em Montreal.
São João Paulo II em visita ao Oratório de São José em 1984. Crédito: L’Oratoire SaintJoseph du Mont-Royal.
No dia 17 de outubro de 2010, Bento XVI canonizou santo André Bessette.
O templo foi elevado à categoria de Basílica Menor em 1955, e sua inauguração oficial ocorreu no ano seguinte.
Em 17 de outubro de 2004, a basílica foi consagrada pelo então arcebispo de Montreal, cardeal Jean-Claude Turcotte, dando início às celebrações pelos 100 anos do oratório.
fonte:https://www.acidigital.com/noticia/46816/este-e-o-maior-santuario-do-mundo-dedicado-a-sao-jose
ESSE TÓPICO É PARA PUBLICAÇÃO DOS VÍDEOS DO INSTITUTO HESED.
INÍCIO DIA 11 DE ABRIL
1º DIA
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ROSÁRIO DO DIA 18 DE ABRIL, VALE A PENA ACOMPANHAR, TESTEMUNHOS E ORAÇÕES. EMOCIONANTE!
PERDOAR
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15º DIA - ROSÁRIO COM AS RELÍQUIAS DE SANTA TERESINHA
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TERÇO DO COMBATE COM A CONSAGRAÇÃO A SÃO JOSÉ

SÃO SIMPLÍCIO - 02 de Março
Origens
Simplício nasceu em Tivoli, Itália. Sabe-se que seu pai era chamado Castino. Não se sabe mais nada sobre sua infância, adolescência ou juventude. Os dados que existem sobre ele são referentes ao pontificado que ele exerceu na Igreja. E, diga-se, ele comandou a “Barca da Igreja” numa época muito difícil historicamente: no tempo da queda do poderoso Império Romano do Ocidente. E, mesmo num tempo tão difícil, tempestuoso, Simplício teve um longo pontificado de quinze anos, entre 468 e 483.
Papa durante a queda de Roma
Quando Simplício começava seu pontificado, Roma tinha resistiu a invasões de godos, visigodos, vândalos, hunos, e vários povos chamados bárbaros. Depois, acabou sendo derrotada pelos hérulos, liderados pelo rei Odoacro, que defendia arianismo. Ele depôs o imperador romano Rômulo Augusto.
Herdeiro moral de São Leão Magno
Quando membro do clero romano, São Simplício adquiriu grande experiência na atividade pastoral da igreja. Tornou-se um grande pastor. Além disso, conviveu com o Papa Leão Magno que, mais tarde, foi canonizado. Essa convivência transmitiu a ele as virtudes da fé e da coragem. O Papa Leão Magno foi aquele que conseguiu pessoalmente barrar a invasão dos hunos, liderados por Átila. Isso influenciou o futuro Papa Simplício.
Única autoridade moral
Desse momento em diante, invasores de vários lugares saquearam, destruíram e dividiram o que restou do Império que, por séculos, foi o centro do mundo. Roma, a capital do império, sobreviveu, mas decaiu em todos os aspectos. Nesse triste fim, O Papa Simplício passou a ser a única autoridade moral que restou. A única que ficou do lado do povo sofrido. A única que deu acolhida, socorro, esconderijo, abrigo e ajuda para o povo pudesse enfrentar o horror da guerra. Seu testemunho fez com que Roma, em decadência, deixasse de ser a Roma dos césares e passasse a ser a Roma dos Papas.
Grandes obras do Papa São Simplício
Ele conseguiu manter em plena atividade as grandes basílicas de Roma: a de São Pedro, a de São Paulo Fora dos Muros e a basílica de São Lourenço. A partir do pontificado de São Simplício essas igrejas passaram a receber os peregrinos católicos que iam visitar os túmulos dos Apóstolos. Além disso, São Simplício construiu várias igrejas. Algumas se tornaram famosas, como a de Santa Bibiana e a de Santo Estêvão Rotondo. O Papa Simplício fortaleceu e expandiu as dioceses e confirmou a obediência à Igreja de Roma e à fé em Cristo.
Combate a heresias
Estão conservadas várias cartas do Papa Simplício dirigidas aos bispos. Nelas, ele orienta sobre como enfrentar as heresias conhecidas como nestorianismo e o monofisitismo. Essas heresias ameaçavam a doutrina católica e se espalhavam no mundo cristão. A ação de São Simplício foi decisiva para a conservação da pureza da fé católica durante esses tempos conturbados.
Preservando a arte em favor da humanidade
O santo Papa Simplício nunca deixou de estar ao lado do povo, como um verdadeiro pastor que ama, ensina, prega, admoesta e dá exemplo de vida. Além disso ele reconhecia o grande valor da arte para a humanidade. Por isso, ele mandou que se escondessem os mosaicos da igreja de Santo André, preservando-os da invasão dos bárbaros. Estes mosaicos eram tidos como pagãos. Mesmo assim, por causa de seu valor artístico, São Simplício quis preserva-los.
Morte
São Simplício faleceu amado e respeitado pelo povo e até mesmo pelos reis hereges, Era o dia 10 de março do ano 483. Suas relíquias passaram a ser veneradas em Tívoli, sua cidade natal. A festa litúrgica do Papa São Simplício foi instituída no dia 2 de março.
Oração a São Simplício
“Deus eterno e todo-poderoso, quiseste que São Simplício governasse todo o vosso povo, servindo-o pela palavra e pelo exemplo. Guardai, por suas preces, os pastores de vossa Igreja e as ovelhas a eles confiadas, guiando-os no caminho da salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.”
Fonte: https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-sao-simplicio/350/102/
São Marino, mártir -03 de Março
Eusébio começa a contar a história de são Marino afirmando que a Igreja estava em paz em todos os lugares. Marino era bravo e nobre oficial do exército imperial em Cesareia da Palestina. De fato Galieno, em 260, emanara um edito de tolerância aos cristãos. Porém, nem todos os magistrados condividiam a política da distensão. Por isso houve casos isolados de intolerância, como o do nosso mártir.
Eis a história contada por Eusébio. Aquele cargo era de Marino. Ele fora sido notificado e aguardava a entrega da vara de videira, símbolo do grau de centurião romano. Outros, porém, ambicionavam aquela promoção. Um dos mais obstinados pretendentes se fez presente declarando que Marino, conforme as antigas leis, não podia ter acesso a dignidades romanas, pois era cristão e por isso se recusaria a sacrificar ao imperador.
O juiz, certo Aqueu, irritado com este contratempo perguntou a Marino qual era a sua religião. Ele prontamente respondeu: “Sou cristão”. O juiz lhe deu três horas para refletir. Ao sair do tribunal encontrou o bispo Teotecno que conversou com ele e o levou a uma igreja. Aos pés do altar o bispo colocou-o entre uma espada e uma Bíblia e mandou que escolhesse. Não titubeou. Escolheu a Bíblia. O bispo o abençoou e ele saiu todo feliz e pronto ao sacrifício.
Passadas as três horas ele voltou decidido e proclamou a sua fé. Foi imediatamente condenado à pena capital. Sem demora foi executada a sentença. Ao martírio do jovem estava presente o velho senador Astério, para estimulá-lo ao sacrifício. Ele tomou o corpo do mártir e lhe deu uma digna sepultura e estava ciente de que ia se comprometer. Logo após foi a vez de ele ser martirizado. Divide-se assim com Marino a honra do martírio.
Extraído do livro:
Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.
fonte:https://www.paulus.com.br/portal/santo/sao-marino-martir/
Origens
São Casimiro nasceu em 1458. Era o
terceiro filho de Casimiro IV, o rei da Polônia e grão-duque da
Lituânia, e sua esposa Isabel de Áustria. Na infância, teve como
instrutor João Dugloss, bispo de Lemberg. Apresentou imediatamente boa
aptidão para o estudo e disciplina, foram sobretudo as lições
espirituais que ele aproveitou.
Insigne no zelo pela fé
Desde muito cedo, deu a impressão de
pretender seguir o caminho da santidade, manifestando-se indiferente às
honras e prazeres, vigiando os sentidos, chorando ao meditar nos
sofrimentos do Senhor e encontrando toda a sua felicidade na oração.
Graças a servo discreto, foi-lhe possível, sem despertar atenções, pôr
em prática as suas penitências.
A Renúncia
O Rei Casimiro IV colocou a Boêmia
sobre o domínio e o reinado de seu primogênito. Para o terceiro filho,
São Casimiro, resolveu dar o trono da Hungria, mas renunciou à coroa da
Hungria porque o Papa era contrário.
São Casimiro: sempre fiel aos propósitos de DeusA Recusa
De 1479 a 1483 teve de governar a
Polônia, na ausência do pai. Tentaram nessa altura levá-lo a desposar a
filha de Frederico III de Augsburg, cujo objetivo era expandir os
confins do reino, mas, São Casemiro, recusou o pedido de casamento.
Páscoa
São Casimiro, no dia 4 de março de
1484, aos 25 anos, vítima da tuberculose, na cidade de Grodno, perto de
Vilna, na Lituânia, hoje na Bielorrússia, descansou piedosamente no
Senhor, não caindo nas tentações do luxo e do poder. Foi canonizado, em
1522, e declarado patrono da Polônia em 1602.
O Legado
São Casimiro foi
um príncipe insigne no zelo pela fé, na castidade e na penitência, na
benignidade para com os pobres e na piedosa veneração da Sagrada
Eucaristia e da bem-aventurada Virgem Maria.
Minha oração
“São Casimiro, te rogamos a mesma
caridade para com os mais necessitados, assim como a nobreza de coração,
para não perder a oportunidade de fazer o bem a todos. Que o Senhor nos
cumule da virtude do desapego e caridade. Amém.”
Origens da Santa
Rosa de Viterbo foi uma menina de família pobre da cidade de
Viterbo (Itália). Foi educada na fé católica e defendia o catolicismo a
todo custo.
Perseguida desde cedo
Mostrou-se defensora da Igreja
na disputa entre o Papa Inocêncio IV e o imperador Germanico Frederico
II. Foi perseguida pelo imperador Frederico II, mas não abriu mão de
sua fé em Cristo. Demonstrava uma fé madura e penitente, a ponto de se
impor severas penitências.
Milagre aos 4 anos
A pequena Rosa foi ao velório de
sua tia. Achegando-se ao lado do caixão, a menina de 4 anos, envolvida
por uma força sobrenatural, chamou pelo nome de sua tia, que ressuscitou
em meio a todos que estavam no funeral. Entende-se que essa
ressurreição foi uma forma de ressuscitar também a fé do povo de
Viterbo, que tiveram suas esperanças também ressuscitadas e passaram a
lutar novamente pela Santa Sé, que era ameaçada pelo imperador.
Senhor, vós inflamastes São João de Deus no fogo da caridade
para que fosse na terra apóstolo dos pecadores,
socorro dos pobres e
saúde dos enfermos;
e no céu o constituístes alívio dos que sofrem,
padroeiro e modelo dos profissionais de saúde.
Ensinai-nos a imitá-lo na Hospitalidade,
e a comprometer-nos na construção
do vosso Reino de paz e misericórdia.
E, por sua intercessão,
concedei-nos as graças de que necessitamos.
Por nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho
na unidade do Espírito Santo. Amém.
fonte;http://saojoaodedeus.org.br/o-fundador.asp

Padroeiro
Desde 1886 é o patrono oficial dos doentes e dos Hospitais,
junto com São Camilo e, desde 1930, padroeiro dos enfermeiros e suas
associações católicas. Alguns países também o tomam como padroeiro dos
bombeiros.
Origens
Nasceu em Montemor-o-Novo,
próximo de Évora, Portugal. Recebeu o nome de João Cidade, que depois se
tornaria João de Deus. Aos 8 anos, decidiu seguir um clérigo até a
cidade de Oropesa na Espanha. Lá, ele morou com uma família rica,
colaborando com seus pastores e serventes, até os 27 anos.
Vida: de soldado até livreiro
Alistou-se no exército e
combateu pelo menos duas batalhas importantes em Fuenterrabia e em
Viena, invadidas pelos turcos. Depois de Viena voltou a Portugal, seus
pais já tinham morrido e não quis ficar por lá. Retornou a Espanha,
seguindo para Sevilha e depois para Gibraltar e Ceuta, onde serviu, com
heroísmo, uma família portuguesa, exilada, que ficou doente. A seguir
retornou a Gibraltar, começando a vender livros, como ambulante, para
sobreviver. Buscando vida mais estável, se mudou para Granada, onde
abriu uma livraria. Entre todos os empregos que teve até então, o de ser
livreiro foi o que mais gostou: apaixonou-se logo pelos livros, que os
considerou também como uma ajuda para a oração e a fé, sobretudo aqueles
com imagens sagradas.
Doentes
Certo dia, em Granada, João
ouviu um sermão do místico João de Ávila que o iluminou e o perturbou
tanto que precisou de internação hospitalar. Então, decidiu vender tudo e
dar aos pobres. Logo, começou a sair pelas ruas pedindo esmolas para os
pobres, utilizando uma fórmula especial que se tornaria o lema de sua
futura congregação: “Fazei bem, irmãos, a vós mesmos, ajudando os pobres”.
O que acontecia no hospital psiquiátrico?
No hospital, João descobriu os
últimos entre os doentes, trancados por suas famílias para se esconder e
se livrar deles. Além do mais, experimentou os métodos com os quais
eram tratados os doentes: verdadeiras torturas. Assim, entendeu que
deveria fazer algo para aqueles irmãos mais infelizes, porque Deus
queria. Quando terminou a sua experiência no manicômio, João foi ter com
o Bispo, diante do qual se comprometeu em viver pelos que sofriam e a
acolher os que quisessem fazer a mesma coisa.
A Ordem Hospitaleira
A Providência deu-lhe dois
confrades de início: Eles seriam os primeiros Irmãos de São João de
Deus. Apesar de não ter noções de medicina, estava ciente de que devia
tratar dos doentes de modo novo, ou seja, ouvindo-os e satisfazendo as
suas necessidades de diversas maneiras. Desta forma, conseguiu fundar um
primeiro hospital, segundo estes ditames, em Granada, dedicando-se, ao
mesmo tempo, aos órfãos, prostitutas e desempregados. Seu foco era a
certeza de que a cura do espírito gerava a cura do corpo.
Páscoa
João faleceu aos 55 anos, enquanto rezava de joelhos e apertava ao peito
um crucifixo. Ele não deixou nenhuma regra escrita, mas a sua obra de
caridade já estava bem encaminhada e seus coirmãos continuavam
inspirados por ele. São João de Deus foi canonizado em 1690, 60 anos
após sua beatificação.
fonte;https://santo.cancaonova.com/santo/sao-joao-de-deus/
Origens
Francisca é filha de um casal cristão que, na fé católica, educou a
criança. E quem imaginaria que aquela pequena menina teria um dos
corações mais caridosos que a Cidade Eterna já viu? Desde a mais tenra
idade, Francisca manifestou aos seus pais e à comunidade o seu amor
pelas coisas de Deus. Imitava sua mãe nas práticas de piedade e
devoção.
Obediência acima do desejo
Fez voto de virgindade a Deus
aspirando se tornar uma religiosa. No entanto, em obediência ao seu
confessor e ao seu pai, a jovem é prometida em casamento a Lourenço
Ponziani. O jovem é de família nobre, bom caráter e grande fortuna.
A serviço do Reino de Deus como esposa
Do matrimônio de Francisca com
Lourenço nascem João Batista, João Evangelista e Inês. Sendo da nobreza
de Roma, Francisca tinha a obrigação de se apresentar na sociedade
usando belas joias e trajes deslumbrantes. Porém, a sua piedade não era
sufocada por esses ricos vestidos, aproveitando todo tempo livre que
tinha para se dedicar à oração. Não se esquecia das práticas de piedade
que aprendera com sua mãe na infância.
Sinal de paz
A sua própria família a
considerava um anjo da paz, pois não omitia o ardente anseio que tinha
por estar com Deus. Amava, de todo o seu coração, o Senhor, e por isso
dedicou-se com inteireza na educação dos filhos, assumindo
conscientemente a vocação matrimonial que Deus lhe permitiu viver.
Advogada da Cidade Eterna
O cenário que Roma se encontra é
miserável e devastador. A fome, a doença e a guerra deixam suas marcas
nas residências, nas famílias e nas ruas da cidade. A caridade floresce
ainda mais no coração de Francisca. Por meio das obras, ela manifesta a
sua fé através das generosas doações. Ela ajudava os mais necessitados,
distribuindo alimentos entre eles. Quando o seu sogro a proibiu dessa
prática, ela não se envergonhou em sair pelas ruas de Roma pedindo
esmola para aqueles que viviam na miséria. Verdadeiramente, Francisca
atraia consigo a manifestação da glória de Deus.
Luta contra a fome e a miséria
Certo dia, em companhia de uma
amiga, buscando num celeiro vazio os grãos de trigo, com muito custo,
recolheram alguns quilos para doar aos pobres. Após a sua saída, seu
esposo Lourenço entrou no lugar e ali foi surpreendido com 40 sacos de
trigo, cada um pesando 100 quilos. Os milagres começaram a deixar
rastros por onde a Advogada da cidade de Roma passava. Lourenço, tocado
pela fé da esposa, permitiu que ela trabalhasse para defender o povo
romano da fome e da miséria.
O palácio dos doentes
A Santa Romana enfrentou grandes
provações: seu marido foi ferido gravemente em uma primeira invasão dos
Colonna a Roma. O palácio da família foi saqueado e todos os bens
confiscados. Para maior dor de Francisca, seu esposo Lourenço e seu
filho João Batista partiram para o exílio. Com o flagelo da peste
devastando a cidade, a Francisca fez do seu palácio um verdadeiro
hospital, acolhendo os doentes e cuidando com amor maternal das vítimas
que batiam a sua porta. Os seus dois filhos que restaram foram feridos
pela peste e morreram. Nem ela escapou da doença, mas, por graça e
milagre de Deus, foi curada, continuando sua incansável caridade.
Dons extraordinários
Francisca Romana recebeu de Deus
muitas visões: o inferno e até mesmo o céu. Deus a consolou e lhe deu a
graça de ver o seu anjo da guarda, tendo-o como um fiel companheiro e
conselheiro de sua missão. Na luz desse Arcanjo, ela podia ver os
pensamentos mais íntimos dos corações. Recebeu o dom do discernimento
dos espíritos e do conselho, os quais usava para converter os pecadores.
A fé sem obras é morta
Francisca tem a alegria de
receber em sua casa o seu esposo Lourenço e seu filho Batista, que
retornaram do exílio. A mãe se alegrou com o casamento do filho e com a
presença leal e compreensiva do marido, que bondosamente permitiu que a
santa fundasse uma associação de religiosas seculares: a Sociedade das
Oblatas da Santíssima Virgem Maria. Francisca vivia os conselhos
evangélicos em sua casa, assim como as demais consagradas da ordem.
Comprometida como estava pelo matrimônio, somente depois da morte do
esposo, em 1436, Francisca finalmente fez-se religiosa. Entrou como
postulante na congregação por ela fundada. Mas foi obrigada — pelo
capítulo da comunidade e pelo diretor espiritual —, a aceitar os
encargos de superiora e fundadora.
Páscoa
Santa Francisca Romana, após três anos no
convento, por força maternal, viu-se obrigada a retornar para o palácio
para cuidar de seu filho. Ali mesmo ela foi acometida por uma pleurisia
e percebeu que se aproximava o dia de sua páscoa. Em meio aos
sofrimentos da doença, aconselhou suas filhas espirituais, partindo
desse mundo no dia 9 de março após a oração das vésperas. Ao elevá-la às
honras dos altares, em maio de 1608, o Papa Paulo V qualificou-a de “a mais romana de todas as santas”. E o Cardeal São Roberto Belarmino, que contribuiu, decisivamente, com seu voto, para a canonização, declarou no Consistório: “A
proclamação da santidade de Francisca será de admirável proveito para
classes muito diferentes de pessoas: as virgens, as mulheres casadas, as
viúvas e as religiosas”.
Minha oração
“Virgem Maria, nossa querida
Santa Francisca Romana, seguiu Seu exemplo de caridade extrema. Pedimos
a sua intercessão para que as mulheres e homens do nosso tempo vivam a
caridade acima de tudo.”
Neste dia 9 de março, a Igreja celebra a Festa de Santa Francisca Romana, padroeira dos motoristas. Suportou muitas provações, como a morte de seus filhos, ficar viúva e ter suas terras confiscadas. Em meio ao sofrimento, teve a graça de poder ver seu anjo da guarda que velava por ela o tempo todo e a guiava.
Em entrevista ao Grupo ACI, o beneditino olivetano, Pe. Teodoro Muti, expressou que “Santa Francisco Romana foi a Madre Teresa do século IV. Era a santa dos pobres e necessitados. Pertencia a uma família rica e nobre, mas ajudava os enfermos nos hospitais e se preocupava também com a saúde espiritual”.
Santa Francisco nasceu em Roma no ano de 1384. Apesar da dura época em que viveu, dividiu seus bens entre os pobres e atendia com bondade e paciência os enfermos. Todos encontravam nela consolo.
(imagem ilustrativa )
Ela descreveu assim seu anjo da guarda: “Era de uma beleza incrível, com uma pele mais branca que a neve e um rubor que superava a vermelhidão das rosas. Seus olhos, sempre abertos olhando para o céu, o cabelo comprido e cacheado cor do ouro”.
“Sua túnica era comprida até os pés e era branca um pouco azulada e, outras vezes, com brilhos avermelhados. Era tal a irradiação luminosa que o seu rosto emanava, que podia ler as matinas em plena meia noite”.
Certo dia, o cético pai de Francisca pediu a ela a honra de que lhe apresentasse a criatura que ele considerava imaginária. Ela segurou a mão do anjo, juntou com a de seu pai e os apresentou. O homem pode ver o ser celestial e não duvidou nunca mais.
Santa Francisco instituiu a Congregação das Oblatas de Maria (Oblatas de Tor de' Specchi), sob a regra de São Bento. Partiu para a Casa do Pai em 1440 e seu confessor, Pe. John Matteotti, escreveu sua biografia. Foi canonizada em 1608.
No dia 9 de março, há uma grande tradição romana de reunir vários carros nas imediações da Igreja de Santa Francisca Romana (ou também conhecida com o nome de Santa Maria Nova) para receber a bênção da santa, padroeira dos condutores.
https://www.acidigital.com/noticia/47387/9-de-marco:-santa-francisca-romana-padroeira-dos-motoristas
SÃO PATRÍCIO - 17 de Março
A assim chamada “Couraça de São Patrício”, que reproduzimos abaixo, é uma oração popular atribuída a um dos mais queridos santos padroeiros da Irlanda. De acordo com a tradição, São Patrício a teria escrito por volta do ano 433 para invocar a proteção divina, depois de converter com êxito, do paganismo ao cristianismo, o rei irlandês e seus súditos.
O termo “couraça” se refere a uma peça de armadura que se usa para uma batalha; em sentido simbólico, ele se refere a essa oração como uma verdadeira couraça espiritual de proteção na luta contra o mal.
Estudos recentes sugerem que o autor desta oração não seria de fato São Patrício, mas, de qualquer modo, ela reflete muito bem o espírito com que o Apóstolo da Irlanda levou a fé católica a esse país.
Levanto-me, neste dia que amanhece,
Por uma grande força,
Pela invocação da Trindade,
Pela fé na Tríade,
Pela afirmação da unidade Do Criador da Criação.
Levanto-me neste dia que amanhece,
Pela força do nascimento de Cristo em Seu batismo,
ela força da crucificação e do sepultamento,
Pela força da ressurreição e ascensão,
Pela força da descida para o Julgamento Final.
Levanto-me, neste dia que amanhece,
Pela força do amor dos Querubins,
Em obediência aos Anjos, A serviço dos Arcanjos,
Pela esperança da ressurreição e da recompensa,
Pelas orações dos Patriarcas,
Pelas previsões dos Profetas,
Pela pregação dos Apóstolos
Pela fé dos Confessores,
Pela inocência das Virgens santas,
Pelos atos dos Bem-aventurados.
Levanto-me neste dia que amanhece,
Pela força do céu: Luz do sol, Clarão da lua, Esplendor do fogo,
Pressa do relâmpago,
Presteza do vento,
Profundeza dos mares,
Firmeza da terra, Solidez da rocha.
Levanto-me neste dia que amanhece,
Pela força de Deus a me empurrar,
Pela força de Deus a me amparar,
Pela sabedoria de Deus a me guiar,
Pelo olhar de Deus a vigiar meu caminho,
Pelo ouvido de Deus a me escutar,
Pela palavra de Deus em mim falar,
Pela mão de Deus a me guardar,
Pelo caminho de Deus à minha frente,
Pelo escudo de Deus que me protege,
Pela hóstia de Deus que me salva,
Das armadilhas do demônio,
Das tentações do vício,
De todos que me desejam mal,
Longe e perto de mim, Agindo só ou em grupo.
Conclamo, hoje, tais forças a me protegerem contra o mal,
Contra qualquer força cruel que ameace meu corpo e minha alma,
Contra a encantação de falsos profetas,
Contra as leis negras do paganismo,
Contra as leis falsas dos hereges,
Contra a arte da idolatria,
Contra feitiços de bruxas e magos,
Contra saberes que corrompem o corpo e a alma.
Cristo guarde-me hoje,
Contra veneno, contra fogo,
Contra afogamento, contra ferimento,
Para que eu possa receber e desfrutar a recompensa.
Cristo comigo,
Cristo à minha frente,
Cristo atrás de mim,
Cristo em mim,
Cristo em baixo de mim,
Cristo acima de mim,
Cristo à minha direita,
Cristo à minha esquerda,
Cristo ao me deitar,
Cristo ao me sentar,
Cristo ao me levantar,
Cristo no coração de todos os que pensarem em mim,
Cristo na boca de todos que falarem em mim,
Cristo em todos os olhos que me virem,
Cristo em todos os ouvidos que me ouvirem.
Levanto-me, neste dia que amanhece,
Por uma grande força, pela invocação da Trindade,
Pela fé na Tríade,
Pela afirmação da Unidade,
Pelo Criador da Criação.
https://pt.aleteia.org/2017/01/16/oracao-de-sao-patricio-contra-feiticos-e-maleficios/
Origens
São Patrício nasceu na Grã-Bretanha por volta de 380. Oração, penitência
e uma vida de entrega a Deus foram capacitando São Patrício a
responder, em Cristo, diante das tribulações da vida.
Os piratas
Aos 16 anos, foi capturado e preso
por piratas irlandeses. No perdão, na oração e na atenção de encontrar
um espaço para a fuga, conseguiu fugir para a França, onde continuou seu
discernimento na busca da vontade de Deus.
Sacerdote e missionário
Tornou-se sacerdote missionário,
evangelizando na Inglaterra e na Irlanda. Já como bispo, salvou muitas
almas através de seu testemunho de santidade, a ponto de tornar a antiga
Irlanda toda católica, do empregado ao rei.
São Patrício: Padroeiro da Irlanda
Páscoa
A história da Irlanda ficou marcada com a contribuição de São Patrício, que, através da construção que fez de diversos mosteiros, deixou nesse lugar a fama de “ilha dos mosteiros”. Faleceu com cerca de 80 anos.
A Couraça de São Patrício
De acordo com a tradição, São Patrício escreve “A Couraça” por volta de 433 d.C., para invocar a proteção divina, depois de converter com êxito, do paganismo ao cristianismo, o rei irlandês e seus súditos.
fonte:https://santo.cancaonova.com/santo/sao-patricio/
SÃO JOSÉ - 19 de Março
Inicie com:
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém! Creio em Deus Pai (…). Pai nosso que estás no céu (…). Ave Maria, cheia de Graça (…) (3x).
Logo após, diga: Jesus, para Ti eu quero viver. Ensina-me a amar e a cuidar.
1º Mistério: Jesus, abençoe meu afilhado. (10X)
2º Mistério: Jesus, proteja meu afilhado. (10X)
3º Mistério: Jesus, ilumine meu afilhado. (10X)
4º Mistério: Jesus, guarde meu afilhado. (10X)
5º Mistério: Jesus, guie meu afilhado. (10X)
Meu querido afilhado, que Deus abençoe sua vida, te proteja de todo mal, ilumine seu caminho, te guarde dos perigos do mundo e guie seus passos.
Encerre com: Meu afilhado, onde estiveres, que Deus te mantenha de pé! (3X)
Glorioso
Patriarca São José, cujo poder consegue tornar possíveis as coisas
impossíveis, vinde em minha ajuda nestes momentos de angústia e
dificuldade. Tomai sob a vossa proteção as situações tão graves e
difíceis que Vos confio, para que obtenham uma solução feliz. Meu amado
Pai, toda a minha confiança está colocada em Vós. Que não se diga que eu
Vos invoquei em vão, e dado que tudo podeis junto de Jesus e Maria,
mostrai-me que a vossa bondade é tão grande como o vosso poder. Amém.
São José, esposo castíssimo da Virgem Maria,
homem justo e fiel aos desígnios de Deus Pai,
ensinai-nos a silenciar, quando as tempestades das palavras
ofuscarem o equilíbrio da paz em nosso lar.
Que, na confiança divina, recuperemos a serenidade e,
por meio do diálogo, possamos estar unidos no amor.
Maria, Virgem Santíssima,
Mãe do Amor Misericordioso,
auxiliai-nos com a sua intercessão, diante das situações difíceis;
cubra-nos com teu manto maternal, diante das incompreensões
e desventuras da caminhada;
e mostrai-nos o caminho da ternura seguindo os passos
de vosso amado Filho Jesus Cristo.
fonte:https://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/oracao/oracao-pela-paz-na-familia/
Sempre bendito e glorioso São José, pai amável e carinhoso, amigo que ajuda todos os que sofrem.
Sois o protetor dos órfãos, defensor de quem não têm quem os defenda, patrono de todos os necessitados e os aflitos. Olhais benignamente para o meu pedido. Os meus pecados atraíram sobre mim a justa cólera de Deus e, por isso, vivo rodeado de infelicidade.
A Vós, guardião amoroso da Família de Nazaré, recorro e peço ajuda e proteção. Ouvi, pois, eu Vos suplico, com paternal atenção as minhas orações prementes e obtende-me os favores que peço.
Eu vo-lo peço pela misericórdia infinita do Filho Eterno de Deus, que o levou a tomar a nossa natureza e a vir a este mundo de sofrimento.
Eu vo-lo peço pela amargura e sofrimento que suportaste quando não encontraste abrigo na hospedaria de Belém para a Santíssima Virgem, nem um lugar onde o filho de Deus pudesse nascer. Depois, tendo-lhe sido recusado lugar em toda a parte, tiveste de permitir que a Rainha do Céu desse à luz o Redentor do mundo numa gruta.
Eu vo-lo peço pelo amor e pelo poder do Santo Nome de Jesus que vós destes à criança adorável.
Eu vo-lo peço pela tortura dolorosa que sentiste quando da profecia de Santo Simeão que declarou que o Menino Jesus e a Sua Santa Mãe seriam vítimas futuras dos nossos pecados e do seu grande amor por nós.
Eu vo-lo peço pelo vosso grande sofrimento e dor que sentiste na alma quando o Anjo vos disse que a vida do Menino Jesus e a Sua Santa Mãe seriam vítimas futuras dos nossos pecados e do seu grande amor por nós.
Eu vo-lo peço pelo vosso grande sofrimento e dor que sentiste na alma quando o anjo vos disse que a vida do menino Jesus estava ameaçada pelos seus inimigos. Tiveste de fugir do plano deles com o Menino e Sua Mãe Santíssima para o Egito.
Eu vo-lo peço por todo o sofrimento, mágoa e trabalhos que essa longa e perigosa viagem vos causou.
Eu vo-lo peço por todo o cuidado que tiveste em proteger o Divino Menino e Sua Mãe Imaculada durante a vossa viagem de regresso, de volta à vossa terra.
Eu vo-lo peço pela vossa vida tranquila em Nazaré onde tiveste tantas alegrias e também penas.
Eu vo-lo peço pela vossa grande tristeza quando o Divino Menino se perdeu de Vós e de Sua Mãe durante três dias.
Eu vo-lo peço pela vossa alegria, quando O encontraste em Jerusalém, quando vivíeis na companhia do Menino Jesus.
Eu vo-lo peço pela maravilhosa submissão que Ele mostrou em obedecer-vos.
Eu vo-lo peço pelo amor perfeito e pela conformidade que mostraste ao aceitardes a ordem divina de partirdes desta vida, deixando assim Jesus e Maria.
Eu vo-lo pelo pela alegria que encheu a vossa alma, quando o Redentor do mundo, triunfando da morte e do inferno, entrou na posse do Seu Reino e vos levou até lá com honras especiais.
Eu vo-lo peço pela gloriosa Assunção de Maria e por essa felicidade sem fim que partilhaste com Ela na presença de Deus.
Oh Pai de bondade! Eu vos suplico, por todos os vossos sofrimentos, mágoas e alegrias que me escuteis e me obtenhais o que vos peço (Indique aqui o sue pedido ou pense nele).
Concedei a todos os que pedirem as minhas orações tudo o que eles precisarem, no plano de Deus. Finalmente meu querido patrono e Pai, ficai comigo e com todos os que me são queridos à hora da nossa morte, que possamos cantar eternamente os louvores de Jesus, Maria e José.
"São José que vivamos uma vida sem mancha pela Vossa amável proteção livrai-nos do perigo".
Oração a São José pelas famílias*
O marido de Santa Catarina logo se revelou um homem ambicioso, amante dos prazeres do mundo e terminou dilapidando todos os seus bens. Ela rezou muito, e Deus na sua imensa bondade atendeu às suas preces, pois o marido terminou convertendo-se. Santa Catarina permaneceu casada durante 13 anos.
Após a morte do marido, ela realizou o desejo de entrar para a Ordem Terceira de São Francisco, entregando-se inteiramente à oração, à prática de obras de misericórdia e em especial ao cuidado com os doentes, num hospital de Nápoles.
Durante os anos de 1497 a 1501, por ocasião de uma epidemia de peste que se abateu sobre a cidade, ela não descansava, percorrendo as ruas e ajudando as vítimas da doença. Nos seus últimos anos de vida foi acometida por uma enfermidade que muito a fez sofrer. Entretanto, mesmo em meio às maiores dores, ela não cessava de bendizer a Deus por tudo, inclusive pelo sofrimento.
Santa Catarina de Gênova deixou alguns escritos nos quais descreve sua caminhada espiritual. Esses escritos foram reunidos num livro intitulado “Vida e Doutrina”, e que foi publicado após sua morte. Catarina de Gênova faleceu em 1510.

Santa Catarina da Suécia, conhecida também como Santa Catarina de Vadstena, foi uma figura marcante na história religiosa e social da Suécia do século XIV. Nascida em 1331, em Uppland, Catarina era filha de Santa Brígida da Suécia, uma das santas mais veneradas da Escandinávia.
Desde muito jovem, Catarina demonstrou uma profunda devoção religiosa e um forte desejo de servir a Deus. Aos 12 anos, ela foi prometida em casamento ao nobre alemão Eggert von Kürnen, mas logo após o casamento, o casal fez um voto de castidade e passou a viver em continência, dedicando-se inteiramente à vida espiritual.
Após a morte de Eggert, Catarina sentiu um chamado interior para seguir os passos de sua mãe e se tornar uma religiosa. Ela ingressou na Ordem de São Domingos e se dedicou ao serviço dos pobres, doentes e necessitados. Sua compaixão e generosidade a tornaram uma figura querida entre o povo sueco, e ela era frequentemente procurada por conselhos espirituais e ajuda prática.
Santa Catarina também desempenhou um papel importante na fundação do Mosteiro de Vadstena, uma comunidade monástica que seguia a regra de São Agostinho e se dedicava à oração, ao estudo e ao serviço aos outros. Ela se tornou a primeira abadessa do mosteiro e trabalhou incansavelmente para estabelecer uma comunidade onde os valores do Evangelho pudessem ser vividos plenamente.
Além de suas atividades religiosas, Santa Catarina também desempenhou um papel ativo na política e na diplomacia de sua época. Ela serviu como conselheira real e intermediária em negociações entre os reinos nórdicos, buscando promover a paz e a estabilidade na região.
Após uma vida dedicada ao serviço de Deus e dos outros, Santa Catarina faleceu em 1381, deixando para trás um legado de santidade e amor ao próximo. Ela é lembrada como uma mulher de grande fé, coragem e compaixão, cuja vida continua a inspirar os cristãos até os dias de hoje. Sua canonização em 1484 confirmou sua posição como uma das santas mais veneradas da Suécia e da Igreja Católica.
Santa Catarina da Suécia, rogai por nós!
fonte:https://www.nossasagradafamilia.com.br/santos-de-marco/santa-catarina-da-suecia-24-de-marco

Da Anunciação, 25 de março ao Natal, 25 de dezembro.
Quando Isabel estava no sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem prometida em casamento a um homem de nome José... A virgem se chamava Maria. O anjo entrou onde ela estava e disse: "Alegra-te, cheia de graça! O Senhor está contigo"... Não tenhas medo, Maria! Encontraste graça junto a Deus. Conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus... Maria, então, perguntou ao anjo: "Como acontecerá isso, se eu não conheço homem?". O anjo respondeu: "O Espírito Santo descerá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer será chamado santo, Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na sua velhice. Este já é o sexto mês daquela que era chamada estéril, pois para Deus nada é impossível". Maria disse: "Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra". E o anjo retirou-se. Lc 1,26-38)
Dia 25 de março é a Festa da Anunciação
O Arcanjo Gabriel, mensageiro de Deus, foi enviado a Maria, que morava em Nazaré, com um recado do Céu. A saudação foi aquela que repetimos até hoje: “Ave, Maria, cheia de Graça!”... e Isabel continuou: “O senhor é convosco, bendita sois vós, entre as mulheres!
Eu não estava lá naquele dia, mas posso imaginar que:
Com certeza, Maria estremeceu de alegria ao ser saudada e receber o celestial convite.
Com certeza, Maria recordou-se de tudo o que havia lido nas Escrituras sobre o Messias tão esperado.
Com certeza, Maria ponderou os prós e os contras, e fez perguntas ao Mensageiro de Deus.
Com certeza, Maria silenciou e, numa atitude de profunda fé e adoração, acolheu a Palavra- Jesus, que veio morar entre nós.
Com certeza, Maria pensou também em nós, que a receberíamos por Mãe, como presente de Jesus!
Com certeza, o SIM de Maria foi repetido muitas outras vezes, e de várias formas, durante sua vida.
Com certeza, é isso que Deus espera de nós:
Que saibamos permanecer com Ele, procurando descobrir Sua vontade a nosso respeito!
Que sejamos discípulos atentos, generosos e usemos com sabedoria o dom da liberdade!
Que tenhamos a coragem de assumir a vida com fidelidade, confiando sempre na ajuda divina para as situações difíceis!
Sugestões:
1) Do dia 25 de março a 25 de dezembro, acompanhemos a gestação de Jesus, com momentos diários ou semanais de sintonia com Maria, pedindo a ela que nos ajuda a amar Jesus como ela amou, a responder SIM, com fidelidade aos apelos de Deus.
2) Façamos a leitura do Evangelho segundo São Lucas Capitulo 1, versículos 26 a 38. Lendo pausadamente, contemplemos a cena, saboreando as palavras.
3) Coloquemo-nos no lugar do Arcanjo Gabriel e contemos o que aconteceu naquele dia. Coloquemo-nos no lugar de Maria. Saberíamos interpretar e narrar os sentimentos dela? Depois disso, o que podemos tirar como lição de vida?
4) Convide a família ou colegas para realizar as sugestões acima.
De nós também Deus espera um "SIM", nas muitas etapas da vida.
Que Maria, o primeiro sacrário vivo de Jesus, nos acolha e nos abençoe!
Felizes dias, com Jesus e Maria!
Da Anunciação, 25 de março ao Natal, 25 de dezembro.
fonte:https://www.apostolas-pr.org.br/noticias/maria-recebe-um-recado-trazido-pelo-anjo-gabriel