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segunda-feira, 13 de julho de 2026

Nossa Senhora da Rosa Mística

Rosa Mística, Mãe da Graça, 
para a honra de Vosso Divino Filho, 
nos ajoelhamos diante de Vós
implorando a misericórdia de Deus:
não por nossos méritos,
mas pelo Amor
de Vosso Coração Maternal,
nós Vos suplicamos
que nos concedais proteção e graça
com a certeza de que nos haveis de atender. 

Ave Maria…

Rosa Mística, Mãe de Jesus,
Rainha do Santo Rosário e Mãe da Igreja,
Corpo Místico de Jesus Cristo,
nós Vos pedimos que concedais ao mundo,
dilacerado pela discórdia, a unidade e a Paz,
e todas aquelas graças
que podem mudar o coração
de tantos filhos e filhas. 

Ave Maria…

Rosa Mística, Rainha dos Apóstolos,
faça florescer muitas vocações
sacerdotais, religiosas e leigas,
que propaguem por toda a terra,
com a santidade de sua vida
e com o zelo apostólico pelas almas,
o Reino de Vosso Filho Jesus Cristo,
e derramai sobre nós
a abundância dos bens celestiais!

Amém!
Fonte: https://www.a12.com/redacaoa12/igreja/oracao-a-nossa-senhora-da-rosa-mistica
🌹 A HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA DA ROSA MÍSTICA VAI TOCAR O SEU CORAÇÃO! 🌹
13-07 - N S da Rosa Mística ❣️
Nossa Senhora da Rosa Mística é um título mariano ligado às aparições relatadas pela enfermeira italiana Pierina Gilli, na década de 1940. Nelas, Maria apareceu vestida de branco, com três rosas sobre o peito: uma branca, simbolizando a oração; uma vermelha, representando o espírito de sacrifício; e uma dourada, lembrando a penitência e a conversão.

Essa devoção convida todos os cristãos a viverem uma vida mais próxima de Deus, fortalecida pela fé, pela confiança e pelo amor ao próximo. Para milhões de fiéis, Nossa Senhora da Rosa Mística é um sinal de esperança, consolo e proteção nos momentos mais difíceis.

Que a Virgem Maria interceda por você e sua família, derramando paz, saúde e bênçãos sobre o seu lar.

🌹 Amém 🙏
Em 13 de julho de 1947, iniciou-se, conforme relata a enfermeira Pierina Gilli, uma série de aparições em que Nossa Senhora, sob o título de Rosa Mística.

Nestas aparições Nossa Senhora apareceu com três espadas em seu peito, e depois com três rosas. Ela pediu a nós empenho na oração, penitência e sacrifício em reparação dos pecados cometidos por sacerdotes e religiosos consagrados.

De acordo com os relatos, na primeira aparição, Nossa Senhora estava vestindo um véu branco e uma túnica púrpura.

Ela tinha três espadas perfurando seu coração e aparentava estar com uma tristeza muito profunda. Foi então que a Virgem, chorando, disse à enfermeira: “Oração, Penitência e Expiação”.

Passado um tempo, Nossa Senhora realizou uma segunda aparição. Nela, as três espadas se transformaram em três rosas: uma vermelha, uma branca e uma dourada. Quando apareceu, pediu que todos orassem pelos sacerdotes por meio de uma nova devoção mariana que seria difundida pelo mundo.

Em suas aparições, Nossa Senhora falou sobre as vocações sacerdotais e religiosas, e a necessidade de oração para que os religiosos do mundo inteiro possam cumprir a sua missão evangelizadora e que sejam, de fato, instrumentos do amor de Deus.

Suas aparições marianas, que aconteceram na Itália, já contam com aprovação eclesiástica do bispo local para o culto e celebrações. Vários outros relatos de aparições surgiram em outros locais do mundo, incluindo no Brasil.

Existe um significado para as três rosas e para as três espadas que apareceram no coração de Maria. Uma das espadas simboliza a escassez das vocações; outra representa os pecados mortais dos religiosos e a última simboliza o sofrimento sentido pelos sacerdotes e monges que cometeram a mesma traição de Judas.

As rosas que substituíram as espadas também têm grandes significados. A rosa branca simboliza a oração; a rosa vermelha, o sacrifício; e a rosa amarela, a penitência.

Conheça mais sobre essas importantes aparições na matéria especial em nosso site. 

Acesse:


Santos do mês de Julho

Religiosa e cofundadora do Instituto das Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo, foi uma monja exemplar ao serviço dos órfãos dos imigrantes italianos; ela viu Jesus presente nos pobres, nos órfãos, nos doentes, nos migrantes.

Maria Assunta Caterina Marchetti 

Nasceu em Lombrici di Camaiore (Lucca) em 15 de agosto de 1871. Desde muito jovem, desejou uma vida de total dedicação e entrega a Deus, mas o trabalho doméstico, a doença da mãe e a morte prematura do pai a impediram de realizar suas aspirações imediatamente.

Missionária

Em 1895, aceitou o pedido de seu irmão, Pe. Giuseppe Marchetti, para acompanhá-lo em sua missão no Brasil, para cuidar dos órfãos dos imigrantes italianos. Ela seguiu sua vocação e, junto com sua mãe e outros dois jovens, foi apresentada a Giovanni Battista Scalabrini, constituindo os Servos dos Órfãos e Abandonados . Era 25 de outubro de 1895.

Espiritualidade maternal 

Para a Madre, Jesus estava presente nos pobres, nos órfãos, nos doentes, nos migrantes. Ficou feliz por ser chamada, à honra do apostolado, ao serviço da caridade entre os mais abandonados. Dedicou sua juventude aos pequeninos, tornando-se mãe daqueles que ficaram órfãos; ele ansiava, em seu coração, terminar seus dias terrenos na companhia de seus entes queridos, os pequenos órfãos.

Modelo de vida

As Irmãs Missionárias Scalabrinianas têm nela um pilar e modelo de incansável dedicação missionária e corajosa ao serviço da caridade. Sua dedicação gerou uma grave lesão na perna, causada durante uma visita a uma pessoa doente, que lhe causou longos anos de sofrimento. Ele morreu no orfanato em São Paulo, Brasil, em 1º de julho de 1948. Sua Beatificação ocorreu, em 25 de outubro de 2014, por meio do Papa Francisco.

A minha oração

“Mãe dos pobres e abandonados, olhai para aqueles que mais sofrem e intercedei por eles. Assim como cuidai de nós como vossos filhos, aqueles a quem tu adotastes com amor e carinho. Por Cristo, nosso Senhor. Amém!”

Beata Madre Marchetti , rogai por nós!
Fonte Ironi Spuldaro
Sacerdote da Companhia de Jesus que resplandeceu por caridade e bondade. Rejeitando as honras mundanas, dedicou-se à pastoral dos presos e doentes e ao ministério da palavra e da penitência. Tornou-se um santo padroeiro de uma cidade toda mesmo em vida. 

Jovem dedicado ao estudo e às festas

Bernardino Realino nasceu em Carpi (Modena), em 1 de dezembro de 1530. Filho mais velho de um senhor ao serviço dos tribunais no norte da Itália, Bernardino lança-se com alma aberta e ardente na vida juvenil das Universidades, passando de umas para as outras, sempre dedicadas com a mesma vivacidade e com feliz sucesso à medicina e à literatura, à filosofia e ao direito, feliz companheiro nos círculos estudantis de Modena e parceiros em suas diversões barulhentas.

Companhia de Jesus

Depois de se formar em Direito em Bolonha, em 1556, entrou ao serviço do Marquês Francesco Ferdinando d’Avalos; vice-rei da Sicília, mudou-se para Nápoles e, em 1564, decidiu tornar-se religioso da Companhia de Jesus. Ele realiza um trabalho apostólico ativo, especialmente em Lecce, onde morreu em 2 de julho de 1616 aos 86 anos. As relíquias são mantidas na Igreja do Gesù em Lecce. 

Homilia de canonização

Canonizado em 1947 pelo Papa Pio XII, ele diz: “Tendo partido em uma ladeira tão escorregadia, para onde ele irá? A contenção de sua profunda fé religiosa o manterá à beira do abismo, enquanto um amor honesto cultivado no segredo de seu coração o guarda […] Diante de seus passos, abre-se o caminho brilhante do judiciário, a voz de Deus, que discretamente fala ao seu coração […] você o vê aos trinta e quatro anos apresentando-se ao noviciado em Nápoles […] Bernardino conhece cada vez mais a fugacidade do que o cerca, desprende-se cada vez mais resolutamente de tudo o que passa, riquezas, honras, laços de afeições mesmo legítimas, mas demasiado humanas, para consagrar-se sem reservas Àquele que permanece imutável, Senhor, Inspirador, Governante e Recompensador de todo o bem no meio do fluxo desta vida mortal”. 

A minha oração

“Depois de experimentar o mundo, tu descobristes que o melhor é estar ao lado de Deus. Por isso, ensina-nos a viver com piedade e livrai-nos das tentações e seduções do mundo para que sejamos santos. Que a tua bondade nos ajude a crescer nos estudos sem descuidar da espiritualidade. Amém!”

São Bernardino, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova.
Fonte Ironi Spuldaro
Origem

Nasceu na Espanha no ano de 1271. Pertencia à família real de Aragão, que lhe concedeu uma ótima formação, digna do seguimento de Cristo. Ela foi criada por seu avô, Tiago I, que estava recém-convertido ao cristianismo.
Casamento

Foi entregue em casamento ao rei Diniz, rei de Portugal, com apenas 12 anos de idade, e já dava testemunho de uma esposa cristã, uma mulher de oração e centrada na Eucaristia. Seu matrimônio foi um lugar de humilhação e santificação: ela permaneceu fiel e amável mesmo diante das traições e dificuldades com o esposo.
Era rainha, mas nunca esqueceu que também era irmã dos mais necessitados.

Mulher religiosa e de caridade

Ela ajudou a propagar a grande devoção a Nossa Senhora da Conceição.
Refundou, em 1314, o Mosteiro de Santa Clara de Coimbra; também fundou, em 1321, em Santarém, o Hospital de Nossa Senhora dos Inocentes, voltado para crianças que, por algum motivo, eram abandonadas por suas mães.

Uma de suas últimas obras de caridade talvez tenha sido cuidar do seu próprio esposo. Dom Diniz, que tanto a fez sofrer, agora precisava dos cuidados de Isabel, que se dispôs, quis cuidar dele. Ele ficou doente em 1324, e faleceu no ano seguinte.

Viúva e Clarissa

Então, Isabel deixou a sua condição de viver no palácio como rainha, abdicando seus bens e títulos para receber o hábito no Mosteiro das Clarissas em Coimbra, ingressando na Ordem Terceira Franciscana.

Em 1336, saiu de Coimbra e foi ao encontro de seu filho devido a um novo conflito familiar. Mesmo enferma, conseguiu chegar. Foi acolhida e ouvida por seu filho.
Páscoa

Faleceu no dia 4 de julho de 1336, e foi sepultada no Mosteiro em Coimbra.

Foi canonizada pelo Papa Urbano VIII em 1665.
Padroeira de Portugal

Santa Isabel foi declarada padroeira de Portugal, recebendo do povo o título de “rainha santa da concórdia e da paz”.

A minha oração

“Santa Isabel, fostes uma exímia esposa, mãe, serva, rainha e religiosa, porque em tudo se dedicou ao amor a Deus e ao próximo, intercede por nós junto ao Senhor, para que também saibamos amar e nos doar a Ele e aos nossos irmãos. Amém!”

Santa Isabel, rogai por nós!
Fonte Ironi Spuldaro
05/07 - Santo Antônio Maria Zaccaria

Antônio Maria nasceu na rica família Zacarias, da tradicional nobreza italiana, na cidade de Cremona, em 1502. Era o filho único de Lázaro e Antonieta, e seu pai morreu quando ele tinha apenas dois anos de idade. Nessa ocasião não faltaram os pretendentes à mão da jovem viúva, que contava com dezoito anos de idade. Mas Antonieta preferiu afastar-se de todos. Tornou-se exemplo de vida austera, séria e voltada para a fé, dedicando-se exclusivamente à educação e formação do filho. E seu empenho ilustra a alma do homem que preparou para o mundo e para a Igreja. Em pouco tempo, Antônio Maria era conhecido por sua inteligência precoce e, ao mesmo tempo, pela disposição à caridade e humildade. Contam os escritos que era comum chegar do colégio sem seu caro manto de lã, pois o deixava sobre os ombros de algum mendigo que estava exposto ao rigor do frio. Ao completar dezoito anos de idade, doou toda sua herança para sua mãe, e foi estudar filosofia em Pávia e medicina em Pádua. Ao contrário dos demais estudantes, que pouco aprendiam e mais se dedicavam à vida de diversões das metrópoles, como em todas as épocas, Antônio Maria usava todo o seu tempo para estudar e meditar. Em vez de vestir-se como fidalgo, preferia as roupas simples e comportava-se com humildade. Depois de formado, exerceu a medicina junto ao povo, cuidando principalmente dos que não tinham recursos. Conta a tradição que, além de curar os males do corpo, ele confortava as tristezas da alma de seus pobres pacientes.
Distribuía os remédios científicos juntamente com o conforto, a esperança e a paz de espírito. Finalmente, sua espiritualidade venceu a ciência e, em 1528, Antônio Maria ordenou-se sacerdote. Com as bênçãos da mãe, que ficou feliz, mas sozinha, ele foi exercer seu apostolado em Milão. Ali, na companhia de Tiago Morigia e Bartolomeu Ferrari, fundou a Congregação dos Clérigos Regulares de São Paulo, cujos membros ficaram conhecidos como "barnabitas", pois a primeira Casa da Ordem foi erguida ao lado da igreja de São Barnabé, em Milão. Depois, com apoio da condessa de Guastalla, Ludovica Torelli, fundou também a Congregação feminina das Angélicas de São Paulo e criou o Grupo de Casais, para os leigos. Toda a sua Obra se voltou à reforma do clero e dos leigos, reaproximando-os dos legítimos preceitos cristãos. Tendo como modelo são Paulo, era também um devoto extremado da santa eucaristia. Foi o padre Antônio Maria que instituiu as "quarenta horas de adoração ao Santíssimo Sacramento", e também o soar dos sinos às quinze horas para indicar a Paixão de Jesus na cruz. Durante uma de suas numerosas missões de oração e pregação que efetuava na Itália meridional, foi acometido pela epidemia que se alastrava na região. Não tinha ainda completado os trinta e sete anos de idade quando isto aconteceu. Como médico que era, sabia que a morte se aproximava, voltou então para os braços da dedicada mãe Antonieta. Ele morreu, sob o teto da mesma casa onde nasceu, em 5 de julho de 1539, e foi canonizado em 1897. Tendo em vista a criação do Grupo de Casais, santo Antônio Maria Zacarias é considerado o pioneiro da Pastoral Familiar na história da Igreja.

Fonte:http://www.arquidiocesedemaringa.org
SANTO DO DIA
Santa Maria Goretti, Virgem e Mártir, Padroeira das virgens cristãs (1890-1902)

Maria Goretti, humilde camponesa, nasceu em 16 de outubro de 1890 na cidade de Corinaldo, província de Ancona, Itália. Seus pais, Luiz e Assunta, criavam os sete filhos em meio à penúria de uma vida de necessidades, mas dentro dos preceitos ditados por Jesus Cristo. A menina Maria, por ser a mais velha, cresceu cuidando dos irmãos pequenos em casa, enquanto os pais labutavam no campo. Uma de suas irmãs, mais tarde, tornou-se freira franciscana. As dificuldades financeiras eram tantas que a família migrou de povoado em povoado até fixar-se num povoado inóspito chamado Ferrieri. Nessa localidade, a família passou a residir na mesma propriedade de João Sereneli, ancião de sessenta anos de idade que tinha dois filhos, Gaspar e Alexandre, este com dezoito anos de idade. Assim, todos trabalhavam na lavoura enquanto a jovem Maria cuidava da casa e dos irmãos pequenos.
 
Desse modo, Maria nunca pôde estudar, mas ao lado da família sempre freqüentou a igreja. Ela só estudou o catecismo para fazer a primeira comunhão, aos doze anos de idade, um ano após a morte de seu pai. Quando isto ocorreu, o senhor João, compadecido, manteve tudo como estava, contando apenas com a viúva para o trabalho na lavoura. Porém o problema era seu filho Alexandre, que passara a assediar Maria. Apesar da pouca idade, ela era bonita e bem desenvolvida, já atraindo os olhares masculinos. Como recusasse todas as aproximações do rapaz, este se irritou ao extremo. Até que, no dia 5 de julho de 1902, ele perdeu a razão e a tragédia aconteceu.
 
Naquele dia, Alexandre trabalhava ao lado de Assunta quando inventou um pretexto, deixou a lavoura. Foi para o lar dos Goretti portando uma barra de ferro com ponta afiada, sabia que Maria estaria sozinha e indefesa. Primeiro insinuou, depois exigiu, por fim ameaçou a jovem de morte se não satisfizesse seus desejos. Mesmo temendo o pior, Maria resistiu dizendo que aquilo era um pecado mortal. Alexandre, transtornado por não alcançar seu intento, passou a golpear violentamente o corpo da menina.
 
Ela ainda foi levada com vida a um hospital, após ser vitimada com quatorze perfurações. E teve tempo de perdoar seu agressor, pedindo a sua mãe e seus irmãos que fizessem o mesmo, por amor a Jesus. Maria Goretti morreu no dia seguinte ao ataque, no dia 6 de julho de 1902.
Quanto a Alexandre, foi preso, quase linchado e condenado a trabalhos forçados. Porém, depois de vinte e sete anos de prisão, foi solto por bom comportamento. Depois de ir a Corinaldo pedir perdão à mãe de Maria Goretti, ingressou num convento capuchinho, onde viveu sua sincera conversão até morrer.
 
Muitos milagres passaram a acontecer por intercessão da pequena menina virgem. A fé na sua santidade cresceu e espalhou-se de tal forma no mundo cristão que, em 1950, ela foi canonizada.

Na solenidade, estava presente a sua mãe Assunta, então com oitenta e quatro anos, ao lado de quatro de seus filhos e Alexandre Sereneli, o agressor sinceramente convertido.
 
O papa Pio XII declarou santa Maria Goretti padroeira das virgens cristãs. Atualmente continuam as romarias ao Santuário de Nossa Senhora das Graças, em Nettuno, onde se encontra a sepultura da santa, há dez quilômetros do povoado onde tudo aconteceu.
Origens

São Bento nasceu em Núrcia, próximo de Roma, em 480, numa nobre família que o enviou para estudar na Cidade Eterna.

Por conta das invasões dos bárbaros e indignados, São Bento optou por se retirar e manter-se isolado em uma gruta, nas montanhas da Úmbria.

Vida de meditação e oração

No local, ele dedicou-se à vida de oração, meditação e aos diversos exercícios para a santidade.

Era alimentado por um outro monge que, através de um cesto erguido até o penhasco, mantinha-o munido de pão para completar a alimentação quase escassa.

Depois de três anos, passou a atrair outros que se tornaram discípulos de Cristo pelos passos traçados por ele, que buscou, nas Regras de São Pacômio e de São Basílio, uma maneira ocidental e romana de vida monástica.

Mosteiro de Monte Cassino

Aos 40 anos, Bento sai da gruta e vai para o sul de Roma a fim de fundar o que viria a ser o maior centro da vida beneditina de todos os tempos, o Mosteiro de Monte Cassino, berço da Ordem dos Beneditinos.

Ao todo, foram mais de 12 mosteiros fundados por ele ao longo da história.

Regra de São Bento

A Regra Beneditina dominou a Europa devido a sua eficácia de inspiração que formava cristãos santos por meio do seguimento dos ensinamentos de Jesus e da prática dos Mandamentos e conselhos evangélicos.

O lema principal era a máxima “Ora et labora” (Oração e trabalho), onde a oração era transformada em trabalho e o trabalho em oração, através da fé e da obediência.

Além disso, a Regra de São Bento deixava todos bem à vontade, e era aplicada e moldada de acordo com a capacidade e as limitações de cada um.

Expansão e consagração

Os mosteiros beneditinos tornaram-se centros de referência e deles saíram vários nomes e ícones da Igreja Católica. Ao todo, foram 23 papas, 5 mil bispos e cerca de 3 mil santos canonizados.

Medalha de São Bento

A medalha de São Bento é um dos maiores símbolos e heranças deixadas por esse santo.

As primeiras medalhas foram confeccionadas dentro do Mosteiro Cassino, e como símbolo principal carregam a cruz, muito usada por Bento em diversas situações de sua vida.

Para Bento, o sinal da cruz era como um sinal de coisas boas sendo feitas, um sinal de vitória contra o mal e a morte.

Em 1742, o Papa Bento XIV aprovou o uso da medalha oficializando-a assim como um instrumento de devoção de fé, ao contrário do que muitos pensavam ser apenas um amuleto de superstição.

Páscoa

Tradicionalmente, tinha-se o falecimento de São Bento como ocorrido em 543 d.C., mas estudos cronológicos mais recentes fixam o ano de 547 d.C. para a sua passagem para a glória.

São Bento tem o título de “padroeiro da Europa”.

Foi canonizado, em 1220, pelo Papa Honório III.

Oração de entrega a São Bento:

“Ó Padre São Bento, ajuda dos que a ti recorrem, aceitai-me sob a Tua Proteção,
defendei-me dos perigos que assaltam a minha vida,
obtém-me a graça do arrependimento sincero e de uma conversão verdadeira,
para que possa reparar os pecados cometidos
e glorificar a Deus todos os dias da minha vida.

Tu que conformaste o teu coração à vontade do Senhor,
recorda-te de mim junto do Altíssimo, para que,
dando-me o perdão de todas as minhas faltas,
Ele me faça forte na prática do bem,
não permita que jamais d’Ele me separe,
receba-me nos coros dos eleitos e, juntamente contigo,
associe-me às fileiras dos santos que, atrás de ti, entraram na Beatitude Celeste.

Deus Onipotente e Eterno,
pelos méritos e exemplo de São Bento,
de Sua Irmã Santa Escolástica e de todos os Santos Monges que estão no Céu
renovai em mim o Vosso Espírito Santo,
dai-me força no combate contra as seduções do maligno,
paciência nas tribulações da vida,
prudência nos perigos.

Aumentai em mim o amor à caridade,
o ardor na obediência
e uma fidelidade humana na prática da vida cristã.
Confrontado pelo Vosso auxílio e pela caridade de todos,
possa eu vos servir com alegria e chegar vitorioso à Pátria Celeste, morada de todos os Santos.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.”

São Bento, rogai por nós!
Fonte Ironi Spuldaro
Origens

Olavo II Haraldsso nasceu, em 995, na Noruega, em uma família real.

Quando jovem, foi enviado à Inglaterra em uma expedição, e teve contato com o Cristianismo.

Batismo 

Santo Olavo recebeu o batismo em 1014. Após ser batizado, Olavo retornou à Noruega para assumir o trono, já que o pai havia falecido.

No país, encontrou usurpadores, e entrou em conflito para manter o reinado.

Reinado de Santidade

Como rei, buscou a santidade, governando mais pela força do testemunho do que pela força das armas.

Empenhou-se muito para que seus súditos deixassem o paganismo. Construiu igrejas e viabilizou a vinda de sacerdotes estrangeiros, muitos deles naturais da Inglaterra, para que pudessem evangelizar e catequizar o povo.

Exílio 

Suas ações de converter o povo ao Rei dos Reis não agradou a todos. Por isso, Olavo exilou-se para a Rússia entre os anos 1028 e 1030.

Páscoa

Foi morto durante um conflito armado retornando a Noruega em 1030.

Ele foi canonizado, em 1164, por um bispo a pedido do Papa Alexandre III.

Minha oração

Santo Olavo, que lutou contra o paganismo a todo custo, dai-nos forças para proclamar o nosso amor a Jesus Cristo. Amém.” 

Santo Olavo, rei da Noruega, rogai por nós

Origens

Henrique era filho de duque Baviera, e nasceu num castelo na Alemanha em 973. Pertencia a uma família santa, e por isso foi educado pelos cânones de Hildesheim; depois, pelo bispo Saint Wolfgang, em Regensburg.

Seus outros irmãos também tiveram uma vida de santidade. Bruno foi o primeiro a abandonar o conforto da corte para tornar-se padre e, depois, bispo de Augusta. Das irmãs, Brígida fez-se monja, e Gisela foi mulher do rei Estêvão da Hungria, também um santo.

“Entre seis”

Quando jovem, sonhou com o seu falecido diretor espiritual, que teria escrito na parede do quarto do príncipe: “Entre seis”. Ele interpretou primeiramente que teria seis dias antes de morrer, mas, como não aconteceu, preparou-se em vista de seis meses. Porém, seis anos após o sonho, ele assumiu o trono da Alemanha em 1002, quando seu pai morreu.

Dois anos depois, também foi rei da Itália.

Em 1014, o Papa Bento VIII consagrou Henrique imperador do Sacro Império Romano.

Santa Cunegundes 

Casou-se com a filha de um conde, Cunegundes de Luxemburgo, também santa. Junto da esposa, Henrique concedeu a população benefícios sociais e assistenciais.  O casal não conseguiu ter filhos.

Páscoa 

Henrique II morreu em 13 de julho de 1024, e foi sepultado em Bamberg.

Foi canonizado, em 1152, pelo Papa Eugênio III.

Com a morte do marido, Cunegundes foi morar em um mosteiro, abdicando do trono e da fortuna.
Ela morreu em 3 de março de 1039, e foi sepultada ao lado do marido.
Foi canonizada em 1200 pelo Papa Inocêncio III.

Minha oração

“São Henrique, que amou a Deus acima do trono, vos pedimos a fortaleza de seguir uma vida santa, abandonando os caminhos fácies e luxuosos. Amém.”

São Henrique II, imperador Romano, rogai por nós!

Cartões com mensagens, orações e frases Bíblicas

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus

Amábile Lúcia Visintainer nasceu numa modesta família de Vigolo Vattaro, na província de Trento, no norte da Itália, no dia 16 de dezembro de 1865. Era a segunda filha do casal Antônio Napoleão e Ana, pobres lavradores, mas muito bons católicos.
Finalmente, aos 77 anos, Madre Paulina entregou sua alma a Deus na Casa Geral em São Paulo, no dia 9 de julho de 1942, já com fama de santidade.
Necessitando ajudar a família, já aos oito anos Amábile empregou-se numa fábrica de seda na cidade de Trento, onde separava os casulos para a indústria.

Ocorreu então naquela época um período de carestia e peste, que levou muitos italianos a emigrarem para outros países em busca de melhores condições de vida. Desse modo Antonio Napoleão Visintainer resolveu tentar a sorte no Brasil, para onde vinham muitos de seus conterrâneos. A família veio para cá em 1875, quando Amábile tinha 9 anos, estabelecendo na vila de Vígolo, em Nova Trento, Santa Catarina.

         Nessa vila Amábile conheceu outra conterrânea, Virgínia Rosa Nicolodi, que se tornou sua grande amiga. Muito piedosas, elas se ajudavam mutuamente para servirem a Nosso Senhor. As duas fizeram a Primeira Comunhão no mesmo dia, quando Amábile completou 12 anos. Desde então elas passaram a dedicar-se à caridade, consolando e ajudando os necessitados, os idosos e os abandonados, auxiliando o Pe. Servanzi na cataquese das crianças, assistência aos doentes, e na limpeza da capela do vilarejo, dedicada a São Jorge.
Aos 13 anos Amábile decidiu consagrar-se totalmente a Jesus, mas esse desejo foi adiado porque, com a morte da mãe em 1887, ela teve que assumir temporariamente a direção da casa e o cuidado dos irmãos, até o pai contrair novo casamento. Apesar disso, ela continuava a dedicar-se às obras de apostolado.

Naquela região do Brasil não havia comunidades religiosas femininas para o cuidado dos doentes. Quando Amábile tinha já por volta de 25 anos, conseguiu licença do pai e, a conselho do Pe. Marcelo Rocchi, S.J., mudou-se com Virginia para um casebre doado por Beniamino Gallotti próximo à capela, para aí rezar, cuidar dos doentes, e instruir as crianças.

A primeira paciente chegou no dia 12 de julho de 1890, data considerada como o dia da fundação da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, primeira congregação religiosa feminina fundada em solo brasileiro.

Após a morte da enferma em 1891, juntou-se a elas a jovem Teresa Anna Maule. Em 1894 o trio fundacional da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição transferiu-se para a cidade de Nova Trento.

Em 1895 a congregação foi aprovada pelo Bispo de Curitiba e, em dezembro desse ano, as jovens fizeram os votos religiosos. Amábile recebeu o nome de Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus.

A santidade e a vida apostólica de madre Paulina e de suas irmãzinhas atraíram muitas vocações, apesar da pobreza e das dificuldades em que viviam. Além do cuidado dos doentes, das crianças órfãs, dos afazeres da paróquia, para se manter elas trabalhavam também na pequena indústria da seda.
         Em 1903 Santa Paulina abriu uma casa em São Paulo, no bairro do Ipiranga, para cuidar dos filhos dos antigos escravos. As religiosas receberam o apoio do Pe. Luiz Maria Rossi, e ajuda de benfeitores, em especial do conde José Vicente de Azevedo.

No Capítulo Geral reunido em fevereiro de 1903, a Irmã Paulina foi eleita Superiora Geral por toda vida, mas seu governo durou apenas seis anos pois, por dissentimentos internos e dificuldades provenientes do exterior, em agosto de 1909 a Madre Paulina foi deposta do cargo pela autoridade eclesiástica, e enviada para Bragança Paulista, a fim de cuidar de asilados. Ali também deu testemunho de sua humildade heróica e amor ao Reino de Deus.

Nesse ano de 1909 a Congregação cresceu nos Estados de Santa Catarina e em São Paulo. As Irmãs assumiram então a missão evangelizadora na educação, na catequese, no cuidado às pessoas idosas, doentes e crianças órfãs.

         Durante 9 anos (de 1909 a 1918), não faltaram à Madre Paulina sofrimentos no corpo e na alma. Padeceu inclusive a noite mística do espírito. Segundo o Pe. Luís Maria Rossi, S.J., naqueles anos ela, por manifesta permissão divina, foi vítima de amor e expiação pela santificação de suas filhas espirituais.

         No ano de 1918, depois de serem novamente reconhecidas suas comprovadas virtudes por todas as Irmãs, elas obtiveram que Madre Paulina pudesse voltar ao noviciado de São Paulo, para edificação das noviças, que viam nela um modelo acabado de todas as virtudes.

Devota do Santíssimo Sacramento, costumava passar horas inteiras na capela em adoração a Jesus Sacramentado. Imbuída de grande entusiasmo e forte espírito missionário, Madre Paulina costumava dizer que queria ser a última de todas, contanto que a Congregação seguisse adiante.

         Entretanto, seu calvário não tinha terminado. Por causa da diabetes, teve que submeter-se a contínuas amputações, e finalmente à perda total da vista. Com paciência heróica aceitou todos esses sofrimentos.

A veneranda Madre alegrou-se quando, em 1934, algumas Irmãs foram enviadas aos povos indígenas em Mato Grosso. Rejubilou-se também com o Decreto de Louvor dado pelo Papa Pio XI, em 1933, à Congregação.
Madre Paulina do Coração Agonizante de Jesus foi beatificada por João Paulo II em 1991, e por ele canonizada em 2002.
https://ipco.org.br/09-07-santa-paulina-do-coracao-agonizante-de-jesus-virgem/
A oração do cartão é do site: https://santo.cancaonova.com/santo/santa-paulina-do-coracao-agonizante-de-jesus/

VIRGEM MARIA, MÃE