CONTATO

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sábado, 7 de fevereiro de 2026

SANTOS DO MÊS DE FEVEREIRO

 

Santos do mês de Fevereiro

Origens
Italiana, Santa Veridiana nasceu em Castelfiorentino, na Toscana, em 1182. De família nobre, ela gozava de grande prestígio.

Cotidiano
Seu tio, muito rico, encarregou-a de ser administradora de seus bens. Ela assumiu tal cargo, pois viu nisso maior oportunidade de praticar a caridade.

Sobrenatural
Conta-se que, certo dia, seu tio, após acumular muitos alimentos, vendeu-os por um alto preço, por causa da carestia da época. Quando o comprador chegou, o celeiro estava sem nada. Veridiana havia dado tudo aos pobres. O tio enfureceu-se e pediu ao comprador um prazo de 24 horas para encontrar uma solução. No dia seguinte, o celeiro foi encontrado miraculosamente cheio.

Virgem e reclusa, Santa Veridiana é intercessora das presidiárias e dos presídios femininos
Solidão e penitência
Após peregrinar ao túmulo de São Tiago de Compostela, que era a grande meta dos peregrinos cristãos após a recente perda da Terra Santa aos muçulmanos, Veridiana sentiu maior desejo de solidão e penitência. Seus contemporâneos, para conservá-la próxima, edificaram-lhe uma cela onde a santa viveu por 34 anos. Por uma janelinha, ela assistia à Missa, falava com as visitas e recebia o escasso alimento para conservá-la viva.

Interessante
Por ser contemporânea de São Francisco de Assis, recebeu a visita do Santo símbolo de humildade em 1221, quando foi admitida na Ordem Terceira dos Franciscanos.

Badalar dos sinos
Conta-se que sua morte, em 1º de fevereiro de 1242, aos 60 anos, foi anunciada pelo repicar dos sinos de Castelfiorentino sem que ninguém tivesse tocado.

Devoção
O culto de Santa Veridiana, adotado pela congregação Vallombrosana, foi aprovado pelo Papa Clemente VII 300 anos após sua morte, e é muito popular na Toscana, Itália. É invocada como protetora dos presídios femininos e intercessora das presidiárias. O fato deu-se por, em 1865, após Repressão Napoleônica, autoridades civis da Itália revogarem o uso do então Mosteiro de Santa Veridiana, para se tornar um presídio feminino.

Iconografia
Em sua vida reclusa, Santa Veridiana foi fortemente atormentada pelo mal. Relata-se que ela viveu em sua cela durante décadas com duas cobras. Não se sabe objetivamente se foram dois animais literalmente ou alusão a dois tormentos malígnos sobrenaturais.

Minha oração
“Senhor Jesus, se Santa Veridiana venceu o mal, mesmo convivendo com ele e sendo assolada tantas e tantas vezes, eu Te peço: dai-me a graça de não desistir dos meus propósitos de bondade, conversão, oração e penitência. Amém!”

Santa Veridiana, rogai por nós!
Origens
A Festa da Apresentação do Senhor, pelos gregos chamada Hypapante, ocorre em quarenta dias depois do nascimento do Senhor. Jesus foi levado ao templo por Maria e José, cumprindo externamente a lei mosaica (sobre os primogênitos e a purificação da mãe), mas na verdade indo ao encontro do seu povo crente e exultante, como luz para se revelar às nações e glória do seu povo Israel.

O nome da Festa Litúrgica
A celebração de hoje era chamada no século IV de Purificação de Nossa Senhora lembrando a lei mosaica. Com a reforma litúrgica de 1960, querendo dar o verdadeiro sentido ao acontecimento de origem, que é a oferta de Jesus ao Pai, símbolo do sacrifício da Cruz, deu o nome de Apresentação do Senhor. 

No Oriente
A celebração, no Oriente, remonta às tradições do século IV e, desde o ano 450, é chamada “Festa do Encontro”. A festa recebe este nome, porque Jesus “encontra” os sacerdotes do Templo, mas também Simeão e Ana, que representam o povo de Deus.  

Apresentação do Senhor nos dá, mais uma vez, o exemplo de humildade
Um Exemplo
Nem Jesus, nem Maria estavam sujeitos a essa lei, pois eram sem pecado, mas quiseram dar-nos exemplo de submissão às autoridades. É uma comovente lição de humildade, juntamente com aquela de pobreza demonstrada no presépio.

A Profecia
O encontro do Senhor com o profeta Simeão e a profetisa Ana no Templo ressalta o caráter sacrificial da celebração e a comunhão pessoal de Maria com a morte de Jesus na cruz. Simeão profetizou a respeito de Maria: “Uma espada traspassará tua alma”. Maria, por causa da sua íntima união com a pessoa de Cristo, foi associada ao sacrifício do Filho. 

A Luz que ilumina as Nações: Jesus
A Festividade em Roma
Roma adotou a festividade na metade do século VII. O papa Sérgio I instituiu a mais antiga das procissões penitenciais de Roma. Partia da igreja de Santo Adriano e chegava até Santa Maria Maior. O rito da bênção das velas se inspirava nas palavras do velho Simeão: “Meus olhos viram a tua Salvação que preparaste diante de todos os povos, como luz para iluminar as Nações.” 

A Liturgia
Apresentação do Senhor é narrado pelo evangelista Lucas no capítulo 2. A esta solenidade  foi acrescentada a esta festa a “bênção das velas”, recordando que Jesus é a “Luz dos Gentios”.

Minha oração
“Senhor Jesus, assim como foste apresentado no templo, apresente a nossa vida ao Pai para que sejamos verdadeiramente consagrados a ti. Quero me dedicar a ti inteiramente na minha família, comunidade e trabalho, em tudo ser teu e servir-te. Amém.”

Nosso Senhor, rogai por nós!
Origens
São Brás, médico no século III, entrou em crise porque não se sentia totalmente realizado. Sua insatisfação não estava relacionada à sua profissão, pois ele era bom médico e prestava um ótimo serviço à sociedade, mas vivia uma crise existencial.

Novo comportamento
São Brás buscou a Deus e viveu uma experiência com Ele. Não se sabe se ele já era batizado ou pediu a graça do Santo Batismo, mas a sua vida sofreu uma guinada. Essa mudança não foi somente no âmbito da religião; sua busca por Jesus Cristo estava ligada ao seu profissional. Muitas pessoas começaram a ser evangelizadas por meio da busca de santidade daquele médico.

Necessidade de penitência e oração
Numa outra etapa de sua vida, ele discerniu que precisava se retirar. Para ele, o retiro era permanecer no Monte Argeu, na penitência, na oração, na intercessão para que muitos encontrassem a verdadeira felicidade como ele a encontrou em Cristo e na Igreja.

São Brás de Sebaste: padroeiro e protetor
Protetor da garganta
Conta a história que, ao dirigir-se para o martírio, uma mãe apresentou-lhe uma criança de colo que estava morrendo engasgada por causa de uma espinha de peixe na garganta. Ele parou, olhou para o céu, orou, e Nosso Senhor curou aquela criança. Também é padroeiro dos operários de construção, veterinários, garotos, pedreiros e escultores.

Sacerdócio e episcopado
Ao falecer o bispo de Sebaste, na Armênia, onde nasceu e viveu o santo, o povo foi buscá-lo para ser pastor. Ele, que vivia naquela constante renúncia, aceitou ser ordenado padre e depois bispo, não por vontade própria, mas por obediência.

Comportamento
Sucessor dos apóstolos e fiel à Igreja, era um homem corajoso, de oração e pastor das almas, pois cuidava dos fiéis na sua totalidade. Evangelizava com o seu testemunho.

O final da vida de São Brás
Contexto histórico
São Brás viveu num tempo em que a Igreja foi duramente perseguida pelo imperador do Oriente, Licínio, que era cunhado do imperador do Ocidente, Constantino. Por motivos políticos e por ódio, Licínio começou a perseguir os cristãos, porque sabia que Constantino era a favor do Cristianismo. O prefeito de Sebaste, dentro deste contexto e querendo agradar ao imperador, por saber da fama de santidade do bispo São Brás, enviou os soldados para o Monte Argeu, lugar que esse grande santo fez sua casa episcopal. Dali, ele governava a Igreja, embora não ficasse apenas naquele local.

Páscoa
São Brás foi preso e sofreu muitas chantagens para que renunciasse à fé. Por amor a Cristo e pela Igreja, preferiu renunciar à própria vida. Em 316, foi degolado.

O culto de São Brás
São Brás é um dos santos cuja fama de santidade chegou a muitos lugares e, por isso, é venerado em quase todas as partes do mundo. O milagre da garganta é recordado, no dia 3 de fevereiro, com um rito litúrgico particular, durante o qual o sacerdote abençoa a garganta dos fiéis com duas velas cruzadas diante da garganta.

Minha oração
“Senhor Jesus, em tempos de pandemia, muitos de nós sofremos desde os pequenos incômodos na garganta até a perseguição por sermos cristãos. Dai-nos a graça de, pela intercessão de São Brás, permanecermos unidos a Ti. Cura-nos, Senhor Jesus, de tudo o que nos impede de te seguir, assim como de todos os males da garganta. Amém.”

São Brás, rogai por nós!
origens

São Ricardo foi rei da Inglaterra no século VII. Ele governou esse país europeu e manteve-se em santidade, caridade e vida reta. Sendo assim, a Igreja atesta: sim, mesmo em meio à tentação do poder, pode um governante, junto com sua família, alcançar os santos altares.

Núcleo familiar
São Ricardo teve três filhos, que também foram reconhecidos pela Igreja como santos. Ao descobrir a sua vocação para a vida matrimonial, quis ser santo, mas também quis que seus filhos o fossem, formando uma família santa para Deus. Ele fez, diariamente, a sua opção, porque a santidade passa pela adesão da nossa liberdade. 

Peregrinação, doença e morte
O santo inglês quis fazer uma peregrinação juntamente com os seus filhos chamados Winebaldo, Wilibaldo e Walberga. Mas, ao saírem da Inglaterra rumo à Terra Santa, passaram por Luca, norte da África, onde São Ricardo adoeceu gravemente e faleceu no ano de 722. 

Testemunho
Para os filhos ficaram o testemunho, a alegria do pai, a doação, o homem que em tudo buscou a santidade, não apenas para si, mas para os outros e para seus filhos. São Bonifácio, parente muito próximo, convocou os três filhos de São Ricardo para a evangelização na Germânia. Walberga tornou-se abadessa, Wilibaldo foi sagrado Bispo e Winebaldo fundou um mosteiro. Todos eles, como o pai, viveram a santidade.

Nobreza interior
De família nobre, viveu uma nobreza interior, que precisa ser a de todos os cristãos. Depois do seu reinado, São Ricardo abdicou a coroa e distribuiu esmolas. Os frutos mais próximos que podemos perceber na vida deste santo são seus filhos que, assim como o pai, também foram santos. Ele quis ser santo e batalhou para tal, por isso, assim como Nosso Senhor Jesus Cristo foi, é e continuará sendo, sejamos santos.

A minha oração
Se você é pai ou mãe, ouse rezar assim: “Senhor Jesus, pela intercessão de São Ricardo, eu te suplico: conserva-me no caminho de santidade, a ponto de que meus filhos também sejam um dia acolhidos no céu, santos e irrepreensíveis. Amém!”.

São Ricardo, rogai por nós!
Origens
Nasceu em 235 na Sicília, de família rica e nobre.

Pontos fortes de sua vida
Desde a infância, desejou consagrar-se a Deus. Com o rito da velatio, recebeu do seu Bispo o flammeum, o véu vermelho que as virgens consagradas usavam na época. Com base na tradição, ela era uma diaconisa dedicada ao serviço da comunidade cristã.

Via de santificação
Santificou-se por meio do serviço pastoral na comunidade e, principalmente, pela via do sofrimento até o cume do martírio. 

Protetora das mamas, intercessora das virgens em perigos contra a perda da castidade
Páscoa
Tudo iniciou-se com o édito governador Quinciano, a fim de perseguir os cristãos, isso desencadeou a fuga da santa para Catânia. Ali, ela foi presa e obrigada a relações sexuais com ele. Por negá-lo, permanecendo virgem e consagrada, foi submetida aos maus tratos, presa e torturada. Teve seus mamilos arrancados e, por fim, submetida às brasas acesas. Ao ser retirada do fogo, foi posta de volta à prisão, mas já estando desfalecida, morreu. Mesmo em meio a tanta tortura, permaneceu fiel a Deus, demonstrando grande fortaleza.

O Relato
Nos seus últimos momentos, Santa Águeda relata os atos do martírio: 

“Senhor, que me criastes e me protegestes, desde a minha infância; na minha juventude, me fizestes agir com coragem; que me libertastes dos prazeres mundanos; que preservastes meu corpo da contaminação; que me fizestes vencer os tormentos do algoz, dos ferros, do fogo e das correntes; que me destes, entre os tormentos, a virtude da paciência, vos peço, agora, acolher o meu espírito, por que já é hora que eu deixe este mundo, segundo a vossa vontade, para gozar da vossa misericórdia”.

Ao pronunciar essas palavras, já com voz fraca, na presença de muitas pessoas, entregou seu espírito. Era o dia 5 de fevereiro de 251.

O culto
Seu culto já iniciou no ano seguinte, sendo aclamada popularmente como santa. Dessa maneira, tem suas relíquias colocadas na catedral dedicada a ela em Catânia. Sua imagem traz consigo a palma do martírio somado a uma bandeja com os seios que dela foram arrancados, em sinal de sua fidelidade extrema em meio ao sofrimento. 

“A máxima liberdade e nobreza consistem em demonstrar ser serva de Cristo.” | Santa Águeda
Milagres
Os atos do martírio de Santa Águeda narram ainda: “Após um ano, o vulcão Etna entrou em erupção; como um grande incêndio e um rio ardente, o fogo desceu impetuoso, liquefazendo a terra e as pedras, rumo à cidade de Catânia”. Então, muitos se dirigiram ao túmulo de Águeda, para pedir a sua intercessão para que a cidade não fosse incendiada. Seu véu foi exposto diante da lava que, milagrosamente, parou de escorrer.

Devoção no Brasil
A Diocese de Pesqueira (PE) foi dedicada a Santa Águeda, em 1870, onde se vive a devoção a essa santa italiana.

Novena pela saúde das mamas
“Ó gloriosa virgem e mártir Santa Águeda, que, para não trair a fé em Jesus Cristo, preferiste ter os seios arrancados no martírio e miraculosamente curados na prisão, olha por tuas filhas que, cheias de confiança, se dirigem a ti. Tu, que soubeste conservar-te íntegra diante de Deus, liberta-nos da tentação de trocar nossa fé por valores passageiros que nos afastam de Deus. Jovem que foste, livra nossos jovens das drogas, do consumismo, da prostituição e de todo tipo de exploração.

E como disseste ao teu torturador: ‘Não te envergonhas de mutilar na mulher o que tua mãe te deu para dele tirares o alimento?’, livra-nos de todos os males da mama para que, a cada dia, vivendo como verdadeiras cristãs, possamos dizer contigo: ‘Tenho na minha alma os seios íntegros, com os quais nutro todos os meus sentidos que, desde a infância, consagrei a Cristo Jesus’. Amém.”

Reze um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória ao Pai.

Minha oração
“Ó santa Águeda, concedei-nos a fidelidade a Deus, em meio às tentações contra a castidade; e, pelos méritos de sua paixão e seu martírio, dai-nos o dom da fortaleza, a fim de amar Jesus ao extremo, contra tudo e contra todos. Isso vos peço com o coração aberto para o serviço do Evangelho, por Cristo Nosso Senhor. Amém.”

Santa Águeda, rogai por nós!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Fulton Sheen- postagens da página do Facebook

Leitura do Dia com Fulton Sheen - 9 de agosto
Tema: O Coração que Ouve
 "Maria guardava todas essas coisas, meditando-as em seu coração." – Lc 2,19
"A santidade começa quando deixamos Deus falar, e Maria foi a primeira a escutá-Lo plenamente." – Fulton Sheen

 Meditação
Maria não se apressava em responder; ela ouvia, ponderava e confiava. Sua vida foi feita de silêncios cheios de Deus. Em um mundo que grita e corre, Maria nos ensina a escutar a voz suave do Senhor e a guardar Suas palavras no coração. A escuta atenta é a raiz da fé madura.

 Oração
Mãe da Palavra Viva, ajuda-me a silenciar meu coração para que a voz de Deus seja mais clara do que o ruído do mundo.

 Ação para hoje
Reserve cinco minutos de silêncio absoluto, imaginando-se sentado(a) ao lado de Maria, aprendendo com ela a ouvir a Deus.
https://www.facebook.com/share/1Ao6PSrj3q/
Leitura do Dia com Fulton Sheen - 11 de agosto 

Tema: A paz começa dentro de nós

 “Muitos procuram a paz no mundo exterior — nas circunstâncias, nas pessoas, nas posses. Mas a verdadeira paz só floresce quando entregamos o controle da nossa vida a Deus. É então que descobrimos que a tempestade pode continuar lá fora, mas dentro reina a calma de Cristo.”
— Fulton Sheen

Reflexão:
A paz não é ausência de problemas, mas presença de Deus. Quando o coração está ancorado n’Ele, o medo perde a força e a ansiedade cede lugar à confiança. É um dom que não depende do que acontece, mas de Quem habita em nós.

Oração do Dia:
 Senhor, hoje coloco minhas preocupações em Tuas mãos. Ensina-me a descansar na Tua vontade e a manter meu coração sereno mesmo quando as ondas do mundo se levantam. Que minha paz seja reflexo da Tua presença em mim. Amém.

Se quiser, posso preparar também a leitura da noite com Sheen para fechar o dia em oração.
"Por sua natureza, o amor é uma ascensão em Cristo e uma assunção em Maria"

O fenômeno espiritual da levitação é devido a um amor tão intenso por Deus que os santos são literalmente erguidos do chão. O amor, como o fogo, queima, porque é basicamente desejo. Tente se unir cada vez mais ao objeto amado.
- Fulton Sheen
Leitura do dia com Fulton Sheen - 12 de agosto

> "A vida espiritual não é feita de grandes emoções, mas de pequenas fidelidades repetidas dia após dia. Deus constrói santos com a matéria-prima da perseverança."

Meditação:
Muitas vezes esperamos sentir algo extraordinário para acreditar que estamos crescendo espiritualmente. No entanto, Fulton Sheen lembra que a santidade se constrói nos detalhes: levantar-se para rezar mesmo sem vontade, resistir a uma tentação pequena, tratar alguém com paciência. É nesses momentos que Deus trabalha silenciosamente, moldando o coração.

Oração:
Senhor, ensina-me a ser fiel nas pequenas coisas, a perseverar mesmo quando não sinto nada, e a lembrar que o amor verdadeiro é paciente, constante e humilde. Amém.
Assunção de Maria 
“Dormição da Virgem Maria”

Esta Solenidade nos faz recordar que Maria, a primeira redimida pelo Cristo em vista da sua divina missão, foi também a primeira glorificada em corpo e alma nos céus. O dogma da Assunção de Nossa Senhora, proclamado pelo Papa Pio XII em 1950, não se preocupa em dar detalhes como se, por exemplo, Maria morreu ou não. Todavia, esta antiquíssima solenidade, celebrada desde os primórdios, sobretudo pelos cristãos orientais que a chamavam de “Dormitio Virginis Mariae”, ou seja, “Dormição da Virgem Maria”, não exclui a possibilidade da morte da Virgem Maria, uma vez que para nós cristãos, a partir de Cristo e sua Páscoa, a morte ganhou um novo sentido, passou a ser a nossa Páscoa pessoal.

O que o dogma da Assunção de Nossa Senhora afirma é que Maria não experimentou a corrupção da morte, ou seja, morrendo, foi imediatamente glorificada pelo seu Filho, sendo elevada em corpo e alma ao céu. Maria experimentou antecipadamente aquilo o que é o destino de todo cristão.
Nós sabemos que também morreremos, porém, diferentemente da Virgem Imaculada, experimentaremos a corrupção do sepulcro, e só na Parusia a nossa alma será novamente unida ao corpo glorioso que Cristo vai nos restituir. É o que nos afirma São Paulo "Como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos reviverão. Porém, cada qual segundo uma ordem determinada: Em primeiro lugar, Cristo, como primícias; depois, os que pertencem a Cristo por ocasião da sua vinda.” (1Cor 15,22-23)
O que nós experimentaremos por ocasião da Parusia do Senhor, Maria já experimentou e, por isso, já está unida em corpo e alma a Cristo nas alturas. É isto o que nos afirma o dogma da Assunção de Nossa Senhora
"Maria, que é a Mãe da Eucaristia, escapa à decomposição da morte"

Pelas portas de Maria, a eternidade tornou-se jovem e apareceu-nos como um Menino; através dela, como através de outro Moisés, não as Tábuas da Lei, mas o Logos foi dado e escrito em seu próprio coração; por ela, não um maná, que os homens comem e do qual morrem, mas a Eucaristia desce, que impede que os homens que a comem morram. Mas se aqueles que se comunicam com o Pão da Vida nunca morrem, o que diremos então daquele que foi o primeiro cibório vivo desta Eucaristia, e que no dia de Natal o ofereceu sobre a mesa sagrada de Belém para dizer aos Magos e aos pastores: "Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo?".
- Fulton Sheen
Nenhum adulto gostaria que a casa em que cresceu, mesmo que ninguém vivesse nela agora, estivesse sujeita à destruição violenta de uma bomba e o Todo-Poderoso que habitava em Maria não permitiria que sua casa de carne fosse submetida ao dissolução da tumba. Se os adultos amam voltar para a casa em que nasceram quando alcançam a plenitude da vida, e se tornam cada vez mais conscientes do que devem às suas mães, então por que a Vida Divina não deveria ter voltado para buscar seu berço vivo? E levar aquele "paraíso revestido de carne" para o céu para que pudesse ser cultivado pelo novo Adão?

- Fulton Sheen
Ele constrói o argumento com base em três paralelos:

1. O valor sentimental da casa natal – Sheen lembra que, mesmo que ninguém viva mais nela, ninguém gostaria que a casa onde passou a infância fosse destruída. Isso serve como analogia: o corpo de Maria foi a “casa” onde o próprio Deus habitou durante nove meses.

2. O amor filial e a gratidão – Assim como adultos maduros valorizam ainda mais suas mães, Jesus, na plenitude de Sua glória, teria um amor ainda maior por Maria. Esse raciocínio parte de uma lógica profundamente encarnacional: Jesus é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, e, como homem, viveu o amor filial perfeito.
3. O “paraíso revestido de carne” – Aqui Sheen une tipologia bíblica e poesia: Maria é o “paraíso” onde o novo Adão (Cristo) habitou. Como o primeiro paraíso foi perdido por causa do pecado, esse novo paraíso não poderia ser entregue à corrupção.
No fundo, Sheen está dizendo: se até nós, com amor imperfeito, cuidamos das lembranças e das casas de quem amamos, quanto mais Cristo teria cuidado do corpo puríssimo de Sua Mãe, preservando-o da corrupção e levando-o ao céu.
Leitura do Dia com Fulton Sheen – Assunção de Maria

“O Senhor fez em mim maravilhas” vem do Magnificat (Lc 1,49)

A Assunção mostra que as maravilhas que Deus realizou em Maria são também um anúncio daquilo que Ele deseja fazer em nós dar-nos a ressurreição e a glória eterna.

"A Assunção de Maria não é apenas um privilégio concedido à Mãe de Deus; é também uma promessa para todos nós. O corpo que gerou o Verbo não conheceu a corrupção. Assim como Cristo ressuscitou, Maria foi elevada ao Céu em corpo e alma. O que Deus fez por Ela, Ele fará por nós, se permanecermos fiéis." – Fulton Sheen

Reflexão:
A Assunção é o coroamento da vida de Maria: humilde no início, gloriosa no fim. Ela viveu toda a sua existência dizendo “sim” a Deus, e por isso foi exaltada. Seu destino é o prenúncio do nosso — se vivermos na graça, também nós seremos chamados à glória da ressurreição.

Aplicação para hoje:
Viver na humildade e pureza de coração.
Confiar que Deus cumpre Suas promessas.
Lembrar que o Céu é o destino final dos que O amam.
Oração:
Maria Santíssima, elevada ao Céu em corpo e alma, ajuda-me a caminhar fielmente nesta vida, para que um dia eu possa participar da glória que Deus te concedeu. Amém.
Leitura do Dia com Fulton Sheen - 16 de Agosto 

Frase de Fulton Sheen:
"Se você não rezar, não terá forças para resistir à tentação."

Meditação:
A vida espiritual é como uma batalha. Sem oração, a alma fica desarmada diante do inimigo invisível. A oração não muda apenas as circunstâncias, mas sobretudo fortalece o coração, dando-lhe clareza, coragem e firmeza. Quando rezamos, não estamos simplesmente falando com Deus — estamos deixando que Ele nos revista de Sua própria força.
Oração breve:
Senhor, ensina-me a rezar todos os dias, mesmo quando eu não sentir vontade. Que a oração seja meu alimento e minha defesa em todas as lutas. Amém.
Leitura do Dia com Fulton Sheen - 21 de Agosto 

Frase de Fulton Sheen:
"Se você não vive para algo maior do que si mesmo, viverá para algo menor."
Comentário:
A vida só encontra plenitude quando é entregue a um propósito que vai além do próprio ego. Quem vive apenas para si acaba no vazio, mas quem vive para Deus e para o próximo descobre a alegria que não passa. O amor é sempre maior do que nós mesmos, e é nele que encontramos sentido.
Aplicação prática:
Hoje, faça um ato concreto de amor gratuito: um gesto de bondade sem esperar nada em troca.
Pequena oração:
“Senhor, livra-me do egoísmo e abre meu coração para viver por Ti e para os outros. Amém.”
Padre Pio e seu Anjo da Guarda

Para ele, o anjo não era uma ideia abstrata, mas uma presença viva, próxima e concreta em todas as fases de sua vida.

Alguns pontos importantes dessa experiência:

1. Desde a infância – Padre Pio já via e brincava com o Anjo da Guarda, mostrando que Deus lhe deu uma sensibilidade especial para perceber o mundo espiritual.

2. Consolação e ajuda – o Anjo cantava para ele quando estava triste, ensinava-o em estudos e até o ajudava a traduzir cartas em línguas que ele não conhecia bem.

3. Combate espiritual – nos momentos de sofrimento, quando era agredido pelos demônios, Padre Pio contava com a assistência do Anjo, que aliviava suas dores e lhe dava força.

4. A carta de 1912 – revela a grande familiaridade entre os dois: Padre Pio até chegou a “repreender” seu Anjo por parecer demorar a socorrê-lo, mas logo percebeu que seu companheiro celestial nunca o abandonava, mesmo quando o deixava passar por provações.

 A frase do Anjo a Padre Pio – “Eu estou sempre perto de você, meu amado jovem...” – é uma mensagem que vale para todos nós. Cada pessoa tem o seu Anjo da Guarda, dado por Deus, para guiar, proteger e inspirar no caminho da fé.
Osmogenesia, ou “perfume de santidade” 

Na vida de alguns santos místicos. No caso de Padre Pio, as testemunhas contam que o perfume podia ser percebido de diferentes formas: para alguns tinha cheiro de flores (rosas, violetas, lírios), para outros lembrava incenso, vinho ou até tabaco. Curiosamente, não era um perfume comum: aparecia de repente, sem causa natural, e muitas vezes servia como sinal de consolo espiritual, de presença ou de intercessão.

Na tradição cristã, o perfume é frequentemente símbolo da graça de Deus e da santidade que se difunde. Por isso, São Paulo escreve em 2Cor 2,15-16 que os cristãos são “o bom odor de Cristo” no mundo:

Para quem acolhe a fé, esse perfume é vida, esperança e alegria;
Para quem rejeita, torna-se sinal de juízo e de perda.
Assim, os “Perfumes de Padre Pio” não são apenas um fenômeno extraordinário, mas remetem a essa realidade espiritual: a santidade deixa marcas, e até um “odor” especial que aponta para Cristo.
O Crucifixo de São Padre Pio

O crucifixo de Padre Pio representa sua profunda união com a Paixão de Cristo. Diante dele, o santo capuchinho encontrava forças para suportar as provações e para oferecer sua vida em sacrifício pela salvação das almas. A ligação com o Crucificado era tão íntima que, por permissão divina, Padre Pio carregou em seu corpo os estigmas de Jesus, sentindo as dores e o sofrimento da Cruz durante grande parte de sua vida.
Mesmo em meio às maiores angústias e padecimentos, Padre Pio não perdeu a fé, não deixou de irradiar paz e jamais abandonou a alegria interior que caracteriza os filhos de São Francisco. Para ele, o crucifixo não era apenas um símbolo, mas um chamado diário a viver unido ao amor redentor de Cristo.
Diante do crucifixo, Padre Pio rezava por todos aqueles que recorriam à sua intercessão, oferecendo suas dores e suas lágrimas para que muitos encontrassem consolo, perdão e esperança. Assim, o crucifixo de Padre Pio permanece como um sinal vivo da vitória do amor sobre o sofrimento e da certeza de que, com Cristo, a Cruz se transforma em caminho de ressurreição.
Aqui estão algumas frases conhecidas de São Padre Pio, refletindo sua espiritualidade profunda e prática da fé:

1. “Nunca perca a paz, mesmo que todos estejam contra você.”

2. “A oração é a melhor arma que temos; é a chave do coração de Deus.”

3. “Aceite tudo o que Deus permitir, mas com amor e paciência.”

4. “Não tenha medo de amar a Jesus; Ele nunca rejeita quem O procura com sinceridade.”

5. “A fé é a força que nos sustenta em todos os momentos da vida.”

6. “Quem tem paciência pode obter tudo; quem não a tem, perde tudo.”

7. “A dor e o sofrimento são permitidos por Deus para nos purificar e aproximar d’Ele.”

8. “Reze, reze muito, e que sua vida seja um reflexo da misericórdia de Deus.”

9. “A confissão frequente é um caminho seguro para a paz da alma.”

10. “Nunca subestime o poder da oração silenciosa e do amor ao próximo.”
DEVEMOS SER "PEQUENO JESUS" COMO SANTA TERESINHA

A Igreja deu-nos uma santa para os nossos tempos, uma jovem freira, Santa Teresinha de Lisieux. Ela nos mostrou o caminho para nos tornarmos santos, um caminho antes de tudo muito simples.

Certa vez, durante uma conversa com o Papa João XXIII, ele me disse: “Sabe, sempre tentei evitar as coisas complicadas da vida. Sempre quero ser simples ”.
E Santa Teresinha queria ser simples em tudo. Ele, portanto, tinha duas regras. A primeira é nunca buscar satisfação e a segunda é fazer tudo, tudo suportar, por amor de Nosso Senhor. (...)

Portanto, voltando ao nosso ponto, digo que para viver nestes tempos difíceis, devemos nos tornar santos. Santo é aquele que torna Cristo amável. Esta é a definição de um santo.
- Fulton Sheen
https://www.facebook.com/share/1KZPyRrVEH/
Na tarde de 30 de setembro de 1897, uma cena inesquecível desdobrava-se na enfermaria do Carmelo de Lisieux. Cercada de toda a comunidade ajoelhada em torno de seu leito de dores, Santa Teresinha do Menino Jesus, fitando os olhos no crucifixo, pronunciava suas últimas palavras nesta terra de exílio:
"Ó eu O amo meu Deus!!
Eu Vos amo!"
Subitamente, seus amortecidos olhos de agonizante, recuperam vida e fixam-se num ponto abaixo da imagem de Nossa Senhora. Seu rosto retoma a aparência juvenil de quando ela gozava de plena saúde. Parecendo estar em êxtase, ela fecha os olhos e expira. Um misterioso sorriso aflora-lhe aos lábios e aumenta a formosura de sua fisionomia.
"Eu não morro, eu entro na Vida."
Havia ela escrito poucos meses antes.
Sua morte, aos 24 anos, foi um reflexo de sua breve existência.
Uma vida de virtude heróica, de amor a Deus e ao próximo, levado a limites extremos e, de sofrimentos suportados, com uma radiante alegria e uma santa despretensão.
Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!
Conta a história de uma freira que um dia espanou uma imagem de Nosso Senhor na capela. Durante seu trabalho, ele a fez cair no chão. Ela o pegou intacto, deu-lhe um beijo e o colocou de volta no lugar, dizendo: "Se você não tivesse caído, não o teria recebido". Eu ficaria surpreso se Nosso Senhor não sentisse o mesmo por nós, pois se nunca tivéssemos pecado, nunca teríamos sido capazes de chamá-lo de Salvador.
- Fulton Sheen
Os cabelos da Virgem de Guadalupe

Os cabelos soltos sob o véu de Nossa Senhora de Guadalupe possuem um simbolismo claríssimo para os astecas: indicavam que a mulher era virgem. Esse era o estilo característico usado pelas jovens donzelas do povo asteca. Assim, a imagem proclama que Maria é Virgem e Mãe, em plena harmonia com a doutrina católica.

O rosto da Virgem de Guadalupe

O rosto de Nossa Senhora não é espanhol nem indígena, mas mestiço, representando uma jovem por volta de 15 ou 16 anos. Isso é profundamente simbólico: em 1531 praticamente não existiam jovens mestiças dessa idade. É, portanto, uma profecia visível da união de dois povos, realizada por Cristo.

Além disso, entre os indígenas olhar alguém diretamente nos olhos era sinal de desafio e agressão. Por isso, Maria aparece com a cabeça levemente inclinada, o gesto náhuatl chamado “itla toloa”. Esse movimento expressa respeito, ternura e acolhimento. Ela nos diz que não somos seus escravos, mas seus filhos amados, por quem ela pensa e intercede sem cessar.
Por fim, a inclinação do rosto comunica algo ainda mais profundo:

 Maria não se apresenta como deusa.
Ela não ergue o rosto como quem exige culto.
Ela se inclina, mostrando humildade.
É uma serva, não uma divindade.

A posição da cabeça inclinada indica que:
Ela adora o Deus verdadeiro,
reverencia Aquele que está em seu ventre,
reconhece que todo poder vem de Deus e não dela,
e convida o povo a fazer o mesmo.
As estrelas do manto da Virgem de Guadalupe

O manto da Virgem não tem estrelas decorativas:
ele é um mapa do céu real.

E isso torna esse detalhe um dos mais incríveis da imagem.

As estrelas correspondem ao céu de 12 de dezembro de 1531

Astrônomos descobriram que o padrão estelar do manto corresponde exatamente à disposição das constelações no amanhecer do solstício de inverno mexicano de 1531, data da aparição.

Mais impressionante:

O manto mostra constelações visíveis do hemisfério norte,

na posição invertida como se vistas não da Terra, mas do ponto de vista de Deus olhando de cima para a Terra.

Isso é teologicamente perfeito:
 é o céu visto do céu.

As estrelas estão nos lugares certos do corpo

As constelações correspondem simbolicamente às partes do corpo da Virgem:

No ombro direito: Virgem

No peito: Leão (onde estaria o coração → o Leão de Judá)

No ventre: Gêmeos (símbolo de duas naturezas → Cristo, Deus e homem)

Na perna: Órion, o caçador, que na simbologia indígena representa o grande guerreiro de luz

Nada disso é aleatório: o corpo da Mãe carrega a linguagem do céu.

Não há pinceladas nas estrelas

Assim como em outras partes da tilma:

as estrelas não têm traço,

não têm contorno,

não mostram depósito de pigmento,

e se comportam como luz refletida, não tinta aplicada.

As estrelas indicam uma mensagem indígena

Para os nahuas, o manto estrelado significava:

“Ela é rainha do céu”

“Carrega em si o Deus que fez o sol, a lua e as estrelas”

Era um golpe direto contra as religiões astecas, que adoravam astros.
A imagem mostrava que ela é maior que o firmamento, mas traz o Deus vivo consigo.

As estrelas têm brilho próprio

Estudos fotográficos mostram que, diferentemente de pigmentos normais:

as estrelas refletem luz com intensidade uniforme,

sem desgaste,

e sem alterar a fibra.

É como se fossem parte natural do tecido, e não aplicadas a ele.
A resposta do Anjo Gabriel à Virgem Maria afirma:

“A força do Altíssimo te cobrirá com sua sombra” (Lc 1,35).

No Antigo Testamento, a “sombra” e a “nuvem” sinalizam a presença de Deus.

Durante o Êxodo, por exemplo:

Deus precedia seu povo na coluna de nuvens (Ex 13,21).

Uma nuvem cobria a tenda onde Moisés entrava para se encontrar com Deus (Ex 40,34-35).

Quando Deus descia sobre o Sinai para falar com Moisés, a montanha era coberta por densa nuvem (Ex 19,16).

Ao dizer que sobre Maria pousou a sombra do Altíssimo, Lucas quer indicar a presença real do próprio Deus nela.

Estamos diante de uma profissão de fé na divindade do Filho de Maria.

Por isso Maria é chamada Arca da Aliança, o Tabernáculo vivo, pois acolhe em si a presença divina.

No Antigo Testamento, o Fiat de Deus cria todas as coisas do nada; agora, o Fiat de Maria (“Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra”, Lc 1,38) torna possível a redenção de toda criatura.

Maria é o templo da Nova Aliança, muito mais precioso que aquele que Davi desejou construir ao Senhor: templo vivo, que não encerra apenas a Arca da Aliança – símbolo da presença divina – mas o próprio Emanuel, “Deus conosco”.

Maria é fidelíssima, totalmente aberta e disponível à vontade do Altíssimo. Pela colaboração de sua fé e obediência, realiza-se o mistério da salvação universal em Cristo Jesus.
O “Milagre de Natal”.

Na noite de 24 para 25 de dezembro de 1886, Santa Teresinha do Menino Jesus recebeu a grande graça de sua conversão interior.
Ela tinha então 13 anos, quase 14. Apesar de já ser adolescente, ainda conservava uma sensibilidade infantil e, segundo o costume europeu da época, colocava seus sapatos junto à lareira, esperando pequenos presentes na noite de Natal. Sem perceber que Teresinha estava ouvindo, seu pai cansado comentou que estava contente, pois aquele seria o último ano em que ela faria aquilo. Para Teresinha, foi um golpe profundo: ouvir isso de seu amado pai, a quem chamava carinhosamente de “meu rei”, feriu-lhe o coração.

Mas foi exatamente ali que ocorreu o milagre. Em vez de se deixar dominar pelo choro e pela sensibilidade excessiva, algo mudou em seu interior. Ela mesma relata que, naquele instante, Jesus a libertou de sua hipersensibilidade e lhe deu uma força de alma nova. Desceu as escadas com serenidade, recebeu os presentes com alegria sincera e, naquele momento, sua alma amadureceu. Ela dirá mais tarde que ali começou sua verdadeira vida espiritual: foi uma cura, uma conversão, uma graça profundamente ligada ao Natal.

Não é por acaso que essa transformação acontece diante do Mistério do Menino Jesus. A partir daí, Teresinha desenvolve uma devoção cada vez mais profunda ao Cristo pequeno, pobre e humilde. Ela compreende que Deus não se impõe pela força, mas se oferece na fragilidade de uma criança. É desse mistério que nascerá sua famosa “pequena via”: o caminho da confiança, da infância espiritual e do abandono total ao amor misericordioso de Deus.

Por isso, ao entrar no Carmelo, tomou o nome de Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face. Para ela, o Natal tornou-se o centro de sua espiritualidade: o Deus que se faz pequeno para ensinar o caminho do amor.
Primeiro Sábado do Ano Com Maria, Mãe do Silêncio e da Fidelidade

Fulton Sheen disse: Maria não foi grande por fazer muitas coisas, mas por fazer a vontade de Deus perfeitamente. No primeiro sábado do ano, ela nos convida a entregar o tempo que se inicia não ao medo do futuro, mas à providência divina. Quem coloca o ano nas mãos de Maria aprende que o sofrimento não é ausência de Deus, mas lugar de fidelidade.
Ela é, dizia Sheen, a mulher do “sim” silencioso, que transforma o cotidiano em oferta e o ordinário em eternidade. Consagrar o primeiro sábado do ano a Maria é pedir a graça de não viver para si, mas para Cristo, como ela viveu.
Que neste novo ano aprendamos com Maria a ouvir mais, a reclamar menos e a confiar sempre. Onde Maria entra, Cristo permanece; e onde Cristo permanece, o ano nunca é vazio, mesmo quando é difícil.
James Fulton Engstrom é o nome do bebê cujo caso foi reconhecido oficialmente pela Igreja Católica como milagre atribuído à intercessão do Venerável Fulton J. Sheen, abrindo caminho para sua beatificação.

Em 16 de setembro de 2010, em Illinois (EUA), James nasceu sem batimentos cardíacos e sem respiração. Durante 61 minutos, médicos tentaram reanimá-lo sem sucesso, e o óbito foi declarado. Diante da situação humanamente irreversível, os pais, Bonnie e Travis Engstrom, rezaram pedindo a intercessão de Fulton Sheen, a quem tinham grande devoção, pedindo que o menino vivesse.
De modo inesperado e sem explicação científica, o coração de James voltou a bater espontaneamente após esse longo período.

Mais impressionante ainda: o menino não apresentou danos neurológicos, algo considerado impossível pela medicina após tanto tempo sem oxigenação.

O caso foi submetido a rigorosa investigação médica, teológica e científica pelo Vaticano. Especialistas independentes confirmaram a ausência de explicação natural, e a Igreja concluiu tratar-se de um milagre verdadeiro, atribuído à intercessão de Fulton Sheen.

Este milagre é visto por muitos fiéis como um sinal claro de que Deus continua agindo na história e confirma a santidade de um dos maiores pregadores católicos do século XX.
O Sagrado Coração de Jesus é uma das devoções mais profundas e tradicionais da fé católica. Ele representa o amor infinito e misericordioso de Cristo por toda a humanidade. Essa devoção une aspectos espirituais, teológicos e simbólicos da vida, paixão e ressurreição de Jesus.

O Sagrado Coração de Jesus simboliza:

Amor incondicional: Um coração que ama até o fim, mesmo diante da rejeição e do pecado humano.

Misericórdia divina: Um coração ferido, mas sempre disposto a perdoar.

Sacrifício redentor: Um coração que sangra por amor, remetendo à crucifixão e ao lado perfurado de Cristo.

Presença viva de Cristo: Um convite ao encontro íntimo com Jesus, especialmente por meio da Eucaristia.

IMAGENS RELIGIOSAS E ORAÇÕES









A devoção a Nossa Senhora das Lágrimas, que teve origem no Brasil (Campinas-SP) na década de 1930 com a Irmã Amália de Jesus Crucificado, traz uma promessa poderosa de Jesus: "Tudo o que Me pedirem pelas lágrimas de Minha Mãe, Eu amorosamente concederei".

Aqui está uma proposta de oração focada na intercessão por nossa nação:
Oração por Intercessão de Nossa Senhora das Lágrimas pelo Brasil

"Ó Maria, Mãe do amor, das dores e da misericórdia, nós vos pedimos, uni as vossas súplicas com as nossas, para que Jesus, Vosso Divino Filho, a quem nós nos dirigimos, atenda os nossos pedidos".

Mãezinha do Céu, olhai com ternura para o nosso amado Brasil, terra de Santa Cruz. Pelas vossas Lágrimas de Sangue derramadas na Paixão de Jesus, vos pedimos:
Trazei a paz aos nossos lares, ruas e governantes.
Defendei o povo brasileiro de toda violência, injustiça e desespero.
Iluminai os corações, convertendo os que se afastaram de Deus e livrando a nossa nação dos males espirituais.
Curai as feridas das famílias que sofrem.

Meu Jesus, pelas Lágrimas de Vossa Mãe Santíssima, ouvi os nossos rogos pelo Brasil! Salve o Brasil, Mãe querida!.

Ó Virgem Dolorosíssima, as Vossas Lágrimas derrubaram o império infernal!.

Nossa Senhora das Lágrimas, rogai por nós que recorremos a Vós.
Amém.
 
Oração a Nossa Senhora Aparecida pelo Brasil

"Ó Maria Imaculada, Senhora da Conceição Aparecida, Rainha do Brasil! Por vossa intercessão, temos recebido inúmeros benefícios das mãos de Deus.

Abençoai, pois, o Brasil que vos ama; defendei e salvai o vosso Brasil! Protegei a Santa Igreja, preservai a nossa fé, assisti os nossos Bispos, santificai o nosso Clero, socorrei as nossas famílias, amparai o nosso povo, esclarecei o nosso governo e guiai a nossa gente no caminho do Céu.

Mãe Aparecida, trazei a paz que vem do coração de Cristo aos lares brasileiros, acabando com as divisões e trazendo justiça e amor. Debaixo do vosso manto protetor, guardai nosso país de todo mal, violência e insegurança.

Sim, ó Rainha do Brasil, venha à nossa Pátria o Reino de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor Nosso. Amém!"
.

 
Esta oração clama a misericórdia divina pelas almas do purgatório, pedindo alívio de suas penas e o descanso eterno, invocando o auxílio maternal de Maria e a proteção de São Miguel Arcanjo para libertá-las, unindo tais preces ao Preciosíssimo Sangue de Jesus.

Aqui estão opções de orações baseadas na tradição católica:


1. Oração Geral com Intercessão (Maria e São Miguel)


"Ó Deus de bondade e misericórdia, tende piedade das benditas almas do purgatório. Aliviai as suas penas, dai-lhes, Senhor, o descanso eterno e fazei nascer para elas a luz perpétua.

Clamo, Senhor, pela intercessão de vossa Santa Mãe, a Virgem Maria, e pelo poder de São Miguel Arcanjo, que estas almas sejam libertas de suas prisões e passem da dor ao regozijo, da agonia à paz e bem-aventurança eterna do Céu.

Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno, e brilhe para elas a luz perpétua. Descansem em paz. Amém."

2. Oração Pedindo o Auxílio de São Miguel

"São Miguel Arcanjo, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, defendei as almas do purgatório, sede o nosso refúgio e auxílio para libertá-las das ciladas e do sofrimento. Que vossa intercessão as leve à presença de Deus."

Fonte: google IA




 

"Santíssimos Corações de Jesus e Maria, unidos no amor perfeito, como nos olhais com carinho e misericórdia, consagramos nossos corações, nossas vidas e nossas famílias a Vós

Que nosso lar seja cheio de alegria. Que o afeto sincero, a paciência, a tolerância e o respeito mútuo sejam dados livremente a todos.

Sagrado Coração de Jesus, ofereço-vos, através do Coração Imaculado de Maria, as orações, obras, sofrimentos e alegrias deste dia, em reparação das nossas ofensas e pela salvação de todos os homens.

Doce Coração de , sede o meu amor. Doce Coração de Maria, sede a minha salvação.

Sagrados Corações de Jesus e Maria, escutai nossa oração. Amém." 
 

Adore Jesus Sacramentado e ore a Ele

Meu Jesus, amo-­Vos de todo o meu coração. Arrependo-­me de, no passado, ter ofendido tantas vezes Vossa bondade infinita. Proponho, com Vossa graça, não mais Vos ofender no futuro. Nesta hora, miserável como sou, consagro-­me todo a Vós, dou e entrego-Vos minha vontade, meus afetos, meus desejos e tudo o que me pertence. Daqui em diante, fazei de mim e de tudo o que sou eu o que Vos aprouver.

Somente Vos peço e quero Vosso amor, a perseverança final e o perfeito cumprimento da Vossa vontade.

Recomendo-Vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do Santíssimo Sacramento e da Virgem Maria. Recomendo-­Vos também todos os pobres pecadores. Enfim, amado Salvador meu, uno todos os meus afetos aos afetos do Vosso coração amantíssimo e, assim unidos, eu os ofereço a Vosso eterno Pai, pedindo-­Lhe em Vosso nome e, por Vosso amor, que se digne a aceitá-­los e atendê-­los.

Ó Jesus, Pão vivo descido do Céu, como é grande Vossa bondade! Para perpetuar a fé em Vossa presença real na Eucaristia, com extraordinário poder, dignastes-Vos mudar as espécies do pão e do vinho em Carne e Sangue, como se conservam no Santuário Eucarístico de Lanciano.

Aumentai sempre mais a nossa fé em Vós, Senhor sacramentado! Ardendo de amor por Vós, fazei com que, nos perigos, nas angústias e necessidades, só em Vós encontremos auxílio e consolação, ó divino Prisioneiro dos nossos tabernáculos, ó fonte inesgotável de todas as graças.

Suscitai em nós a fome e a sede do Vosso alimento eucarístico, para que, saboreando este pão celeste, possamos gozar da verdadeira vida, agora e sempre. Amém.

Oração ao Coração de Jesus na Eucaristia

Coração de Jesus na Eucaristia, amável companheiro do nosso exílio, eu Vos adoro! Coração Eucarístico de Jesus, Coração solitário, eu Vos adoro!
Coração humilhado, eu Vos adoro!
Coração abandonado, Coração esquecido, Coração desprezado, Coração ultrajado, eu Vos adoro!
Coração desconhecido dos homens, Coração amante, eu Vos adoro! Coração bondoso, eu Vos adoro!
Coração que desejais ser amado, Coração paciente em esperar-nos, eu Vos adoro!
Coração interessado em atender-­nos, Coração desejoso de ser suplicado, eu Vos adoro!
Coração, fonte de novas graças, silencioso, que desejais falar às almas, eu Vos adoro!
Coração, doce refúgio dos pecadores, eu Vos adoro!
Coração, que ensinais os segredos da união divina, eu Vos adoro!
Coração Eucarístico de Jesus, eu Vos adoro!

Oração a Jesus Sacramentado

Meu Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, eis-­me aqui em companhia da Santíssima Virgem, dos Anjos, dos Santos do Céu e dos justos da Terra, para visitar-­Vos e adorar-Vos nesta Hóstia Consagrada. Creio firmemente que estais tão presente, poderoso e glorioso como estais no Céu; e pelos Vossos méritos, espero alcançar a glória eterna, seguindo em tudo Vossas divinas inspirações; e em agradecimento de Vosso divino amor, quero amar-­Vos com todo o meu coração e minha alma, potências e sentidos.

Suplico-­Vos, Salvador de minha alma, pelo Sangue precioso que derramastes em Vossa circuncisão e em Vossa Santíssima Paixão, que exerciteis comigo este ofício de Salvador, dando-­me, pela intercessão de Vossa Santíssima Mãe, os dons da oração juntamente com a perseverança, para que, quando deixar esta vida, me guieis à glória eterna que gozais no Céu. Amém.

fonte: canção nova 

Papa Francisco consagra as famílias à Família de Nazaré

Jesus, Maria e José, em Vós contemplamos o esplendor do verdadeiro amor e, confiantes, a Vós nos consagramos.

Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, autênticas escolas do Evangelho e pequenas igrejas domésticas.

Sagrada Família de Nazaré, que nunca mais haja nas famílias episódios de violência, de fechamento e divisão; e quem tiver sido ferido ou escandalizado, seja rapidamente consolado e curado.

Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos conscientes do caráter sagrado e inviolável da família e da sua beleza no projeto de Deus.

Jesus, Maria e José, ouvi-nos e acolhei a nossa súplica. Amém.

Papa Francisco



O "Terço das Lágrimas de Nossa Senhora" é uma devoção católica especial, com um rosário de contas brancas, focado nas lágrimas de Maria e nas Sete Dores de Nossa Senhora, pedindo conversão e graças através de orações como "Ó Jesus, ouvi-nos pelas lágrimas de Vossa Mãe Santíssima" e uma medalha específica, com a imagem de Nossa Senhora das Lágrimas e Jesus Manietado. É diferente do terço comum, focado nas 7 Dores de Maria, pedindo intercessão e bênçãos para o mundo, com forte ligação com a aparição para a Irmã Amália em Campinas.


Estrutura e Componentes:

Contas Brancas:
Geralmente 49 contas brancas, divididas em grupos de sete, intercaladas por contas maiores.
Medalha:
Essencial, com imagem de Nossa Senhora das Lágrimas (um lado) e Jesus Manietado (outro).

Como Rezar (Simplificado):

Oração Inicial:
Ajoelhar-se e rezar a oração inicial, oferecendo as lágrimas de Maria a Jesus.
Mistérios/Dores:
Rezar os 7 Mistérios (as Dores de Maria).
Ave-Marias:
Em vez das Ave-Marias tradicionais, reza-se 7 vezes: "Ó Jesus, atendei as nossas súplicas pelas Lágrimas de Vossa Mãe Santíssima" ou variações.

Oração Final:
Rezar a oração final, pedindo que Maria una suas súplicas às nossas para alcançar as graças desejadas.

Significado:

Intercessão: Pede a Virgem Maria para unir suas preces às nossas, alcançando as graças através das Lágrimas de Sangue.
Conversão: Foco principal é a conversão dos pecadores e a salvação das almas.
Memória das Dores de Maria: Honra a Paixão de Cristo através das dores de Sua Mãe.
Origem:

A devoção foi revelada por Nossa Senhora à Irmã Amália, em Campinas (Brasil), em 1930, que recebeu um rosário com essa configuração e a medalha específica.
A Coroa (ou Rosário) que a Mãe de Deus entregou à Irmã Amália tinha 49 contas brancas, divididas em grupos de 7, por sete contas igualmente brancas. É, portanto, semelhante à Coroa das Dores de Maria, embora de cor diferente. Tinha ainda mais três contas finais e uma medalha com a imagem de Nossa Senhora das Lágrimas – de um lado – e a imagem de Jesus Manietado – de outro lado. A medalha é uma parte essencial desta Coroa, devendo ser exatamente como aquela que a Mãe de Deus mostrou à Irmã Amália, em Campinas, a 8 de abril de 1930 quando lhe disse: “Minha filha, o que os homens Me pedem pelas lágrimas de Minha Mãe, Eu amorosamente concedo.” “Este rosário alcançará a conversão de muitos pecadores, especialmente dos possuídos pelo demônio.”


Oração inicial:
Eis-nos aqui aos Vossos pés, ó dulcíssimo Jesus Crucificado, para Vos oferecermos as lágrimas d’Aquela que, com tanto amor, Vos acompanhou no caminho doloroso do Calvário. Fazei, ó bom Mestre, que nós saibamos aproveitar da lição que elas nos dão, para que, na Terra, realizando a Vossa Santíssima Vontade, possamos um dia, no Céu, Vos louvar por toda a eternidade.

Nas contas grandes
Vêde, ó Jesus, que são as lágrimas d’Aquela que mais Vos amou na Terra, e que mais Vos ama no Céu.

Nas 7 contas pequenas
Meu Jesus, ouvi os nossos rogos, pelas Lágrimas de Vossa Mãe Santíssima.

Repete por 7 vezes.

No fim, repete-se três vezes, nas três contas brancas finais:
Vêde, ó Jesus, que são as lágrimas d’Aquela que mais Vos amou na Terra, e que mais Vos ama no Céu.

Oração final:
Virgem Santíssima e Mãe das Dores, nós Vos pedimos que junteis os Vossos rogos aos nossos, a fim de que Jesus, Vosso Divino Filho, a quem nos dirigimos em nome das Vossas lágrimas de Mãe, ouça as nossas preces e nos conceda, com as graças que desejamos, a coroa da vida eterna. Amém.
Jaculatórias finais (para rezar contemplando e beijando a medalha):
– Por Vossa mansidão divina, ó Jesus Manietado, salvai o mundo do erro que o ameaça!
– Ó Virgem Dolorosíssima, as Vossas Lágrimas derrubaram o império infernal!
 
Fonte: https://blog.comfebrasil.com.br/como-rezar-a-coroa-rosario-de-nossa-senhora-das-lagrimas/