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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Santos do mês de Maio

Inspiração e iniciativa
Em 1955, o Papa Pio XII instituiu a festa de “São José Operário” para dar um protetor aos trabalhadores e um sentido cristão à “festa do trabalho”. Uma vez que todas as nações celebram tal festa em 1º de maio, na presença de mais de 200 mil pessoas na Praça de São Pedro, as quais gritavam alegremente: “Viva Cristo trabalhador, vivam os trabalhadores, viva o Papa!”, o Papa deu aos trabalhadores um protetor e modelo: São José, o operário de Nazaré.

Cristocêntrico
A figura de São José, o humilde e grande artesão de Nazaré, orienta para Cristo, Salvador do homem, Filho de Deus, que participou em tudo da condição humana. 

A dignidade do trabalho
A Igreja, nesta festa do trabalho, deu um lindo parecer sobre todo esforço humano que gera, dá a luz e faz crescer as obras produzidas pelo homem: “Queremos reafirmar, em forma solene, a dignidade do trabalho, a fim de que inspire, na vida social, as leis da equitativa repartição de direitos e deveres.”

Homem justo
São José, que na Bíblia é reconhecido como um homem justo, é quem revela com sua vida que o Deus que trabalha sem cessar na santificação de Suas obras é o mais desejoso de trabalhos santificados: “Seja qual for o vosso trabalho, fazei-o de boa vontade, como para o Senhor, e não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a herança como recompensa… O Senhor é Cristo” (Col 3,23-24).

Sentido do trabalho
É firmado, antes de tudo, que o trabalho dá ao homem o maravilhoso poder de participar na obra criadora de Deus e de aprimorá-la; que ele possui um autêntico valor humano. O homem moderno tomou consciência desse valor ao reivindicar o respeito aos seus direitos e à sua personalidade.

A Igreja “batiza” a festa do trabalho para proclamar o real valor do trabalho, aprovar e bendizer a ação das classes trabalhadoras na luta que, em alguns países, prosseguem para obter maior justiça e liberdade. Fá-lo também para pedir a todos os fiéis que reflitam sobre os ensinamentos do Magistério eclesiástico nestes últimos anos: Mater et Magistra de João XXIII e Populorum Progressio de Paulo VI, por exemplo.

Centro na Eucaristia
Nesta “festa do trabalho”, sob o patrocínio de São José Operário, reunimo-nos em assembleia eucarística, sinal de salvação, não para pôr a Eucaristia a serviço de um valor natural, mesmo nobilíssimo, mas porque Deus, que trabalhou na criação, na qual colaboram os que se tornaram filhos de Deus, se efetiva principalmente pela Eucaristia. A Eucaristia encontra seu lugar numa festa do trabalho, porque esta revela ao mundo técnico o valor sobrenatural de suas buscas e iniciativas.

Nossa participação na Eucaristia, enquanto nos permite colaborar mais e melhor no trabalho iniciado por Deus para criar o mundo novo, santifica a contribuição que damos ao trabalho humano, ensinando-nos que isso é colaboração com a ação criadora de Deus, e que o verdadeiro objetivo de todo trabalho é a construção do novo Reino.

A minha oração
“Ó Deus, criador do universo, que destes aos homens a lei do trabalho, concedei-nos, pelo exemplo e a proteção de São José, cumprir as nossas tarefas e alcançar os prêmios prometidos. Amém.”

São José Operário, rogai por nós!
A Igreja celebra, no dia 3 de maio, a memória dos apóstolos São Filipe e São Tiago, companheiros leais de Nosso Senhor, escolhidos por Ele para propagar o Evangelho por todo o mundo. Pouco se sabe sobre a vida desses dois apóstolos além do que consta nos Evangelhos, nos Atos dos Apóstolos e em algumas Cartas do Novo Testamento.

São Tiago
Os Evangelhos citam dois apóstolos chamados Tiago: um, comumente chamado de “Tiago Maior”, era o irmão de São João e filho de Zebedeu; enquanto o outro, identificado como “filho de Alfeu”, natural de Nazaré, portanto, conterrâneo de Jesus, é uma figura sobre quem pairam algumas dúvidas quanto à identidade. Isso porque, com frequência, ele também é identificado como “Tiago, o Menor”, que seria filho de Maria de Cléofas e primo de Jesus. Este Tiago Menor teve papel fundamental na Igreja de Jerusalém – foi o seu primeiro bispo –, especialmente ao dizer (cf. At 15,13) que os pagãos podiam ser acolhidos na Igreja sem antes ter de se submeter à circuncisão. Além disso, São Paulo diz que Jesus apareceu especificamente para ele (cf. 1 Cor 15,7) e o nomeou uma das colunas da Igreja (cf. Gl 2,9). A esse mesmo Tiago Menor é atribuída a Carta que leva seu nome, na qual consta a conhecidíssima afirmação de que “a fé sem obras é morta”.  O famoso historiador judeu Flávio José relata a informação mais antiga sobre a morte de São Tiago. Ele narra que o Sumo Sacerdote Anano, filho de Anás, aproveitou o intervalo entre a deposição de um Procurador romano e a chegada do seu sucessor para decretar a pena de morte de Tiago por lapidação no ano de 62.

São Filipe
Filipe era natural de Betsaida, mesma terra de Pedro e André. Apesar de sua origem hebraica, seu nome é grego, o que indica uma abertura cultural que, ressalta o Papa Bento XVI, não se deve subestimar. Os momentos em que Filipe é citado nos Evangelhos são pontuais, mas significativos: São João diz que ele foi chamado por Jesus e, tendo encontrado Natanael, diz-lhe (Jo 1,45-46): “Encontramos aquele sobre o qual escreveram Moisés, na Lei, e os Profetas: Jesus, filho de José, natural de Nazaré”. “De Nazaré pode sair alguma coisa boa?” – perguntou Natanael. “Vem e verás”, replica Filipe, demonstrando, conforme aponta o Papa Bento XVI em catequese específica sobre esse apóstolo, as características da verdadeira testemunha, que “não se contenta em propor o anúncio, como uma teoria, mas interpela diretamente o interlocutor, sugerindo-lhe que faça ele mesmo uma experiência pessoal do que foi anunciado”. Filipe aparece novamente por ocasião da multiplicação dos pães, quando Jesus lhe pergunta onde eles comprariam pão para alimentar aquela multidão. Filipe responde de maneira sensata, considerando o número de pessoas ali presentes, dizendo que duzentos denários – ou seja, duzentas vezes o valor da diária de um trabalhador – não bastariam para que cada um comesse um pedaço. Jesus ter se dirigido a Filipe demonstra que ele era uma figura de destaque entre os discípulos, o que é reforçado pelo fato de que ele sempre aparece em quinto lugar nas listas dos apóstolos. Antes da Paixão de Cristo, Filipe é procurado por alguns gregos, que lhe pediram para ver Jesus (Jo 12,20-22). Muito possivelmente, o próprio Filipe falava grego, motivo pelo qual os estrangeiros o procuraram. Por fim, Filipe aparece recebendo uma espécie de reprimenda do Senhor, quando, na Última Ceia, Jesus dissera que o conhecer significava conhecer também o Pai (Jo 14,7-11). Filipe replica pedindo: “Senhor, mostra-nos o Pai, e isso basta!”, ao que Jesus responde: “Há tanto tempo estou convosco e não me conheces, Filipe? Quem me viu, viu o Pai: Como pedes que te mostre o Pai? Não crês que estou no Pai e o Pai em mim?” Após a morte de Jesus e o recebimento do Espírito Santo, certamente Filipe creu que quem via Jesus via o Pai, tanto que se tornou um grande evangelizador, tendo anunciado Cristo na Grécia e na Frígia, onde acabou encontrando a morte pela crucifixão ou lapidação.

O que aprendemos com os dois apóstolos
São Filipe e São Tiago foram privilegiados, porque conviveram de perto com Jesus, foram catequizados, formados pelo Senhor. Não podemos esquecer, contudo, que muitos dos discípulos de Jesus não suportaram seus ensinamentos e O abandonaram, como narrado por São João. A santidade desses dois apóstolos não vem do fato de eles terem sido chamados por Jesus e convivido com Ele, mas pela maneira como eles corresponderam ao chamado, desapegando-se da sua vida por amor ao Senhor, gastando a própria vida para anunciar Jesus e, por fim, perdendo a própria vida para ganhá-la, como ensinou seu Divino Mestre.

Minha oração
São Filipe e São Tiago, vós convivestes com tanta proximidade com Jesus. São Tiago, talvez tu brincaste com Nosso Senhor quando éreis crianças, talvez fostes à sinagoga juntos aprender a Lei de Deus. Vós fostes formados pelo Mestre, ouvistes d’Ele tantos ensinamentos, partilhastes o pão, partilhastes também as perseguições e preocupações! Peço-vos que me ensine, a mim, que só vi a Cristo sob o véu dos sacramentos, a perseverar no seguimento do Evangelho.  Peço-vos que me ajudeis a ter a coragem de me lançar na evangelização, sem medo dos perigos, das censuras, da humilhação.  Peço-vos que rogueis para que eu esteja sempre atento para ajudar aqueles que querem conhecer Jesus como tu estiveste, São Filipe. Peço-vos vossa intercessão para que eu seja firme na defesa da verdade como tu sempre foste, São Tiago. Peço-vos auxílio para nunca ter uma fé apenas da boca para fora, mas sim uma fé sustentada pelas obras, uma fé de quem realmente conheceu a Cristo e se converteu. Uno-me, por fim, à Igreja, que hoje reza:

“Ó mártires ilustres, faróis de tanta luz, na fé e na esperança, já vemos a Jesus.

E um dia em plena glória, então sem véu algum, vejamos face a face o Deus que é trino e um!”

São Filipe e São Tiago, apóstolos de Nosso Senhor Jesus Cristo, rogai por nós!
Fonte Ironi Spuldaro
Origem do nome

Antonina é o feminino do antigo nome latino Antonius, derivado, provavelmente, do grego Antionos, que significa “nascido antes”. É um dos nomes mais difundidos entre os povos latinos, que ganhou muitos adeptos entre os cristãos. Mas, antes de Cristo, era muito comum também.
Morte
A mártir Antonina morreu em Nicéia, na Bitínia, atual Turquia, no final do século III. No Martirológio Romano, ela foi citada três vezes: dia 1o de março, 4 de maio e 12 de junho, e cada vez de maneira diferente, como se fossem três pessoas distintas. Vejamos o porquê.

Calendários Litúrgicos
No século XVI, o cardeal e bibliotecário do Vaticano, César Baronio, unificou os calendários litúrgicos da Igreja, a pedido do papa Clemente VIII, com os santos comemorados em datas diferentes no mundo cristão. A Igreja dos primeiros séculos foi exclusivamente evangelizadora. Para consolidar-se, adaptava a liturgia e os cultos dos santos aos novos povos convertidos. Muitas vezes, as tradições se confundiam com os fatos concretos, devido aos diferentes idiomas, mas assim mesmo os cultos se mantiveram.
Homenagens 

O trabalho de Baronio foi chamado de Martirológio Romano, uma espécie de dicionário dos santos da Igreja de Cristo de todos os tempos. Porém ele, ao lidar com os calendários egípcio, grego e siríaco, que comemoravam santa Antonina em datas diferentes, não se deu conta de que as celebrações homenageavam sempre a mesma pessoa. Isso porque o nome era comum e os martírios, descritos de maneira diversa entre si.

Santa Antonina, rogai por nós!
Contextualizando
Era comum, na Antiguidade, que o azeite fabricado nas primeiras prensas do fruto da oliveira fossem destinados aos fins mais nobres: o peso da primeira pedra que produzia o azeite mais puro era usado nos ritos de consagração, as cerimônias de unção. Também o azeite que se fabricava a seguir era utilizado para queimar as lâmpadas “continuamente diante do Senhor” (Lv 24,2). As forjas mais duras produzem o melhor produto, de mais nobre fim!
Na Igreja
Assim também é na vida da Igreja: ao longo de sua história, as forjas da vida produziram, pelo auxílio da graça, verdadeiros dons; homens e mulheres que, mesmo diante das intempéries da existência humana, se deixaram moldar por Deus e se tornaram modelos de seguimento de Cristo. Um desses ‘azeites’ fabricados na forja dos santos, celebramos no dia 10 de maio. Estamos falando de São João D’Ávila, proclamado doutor da Igreja pelo Papa emérito Bento XVI em outubro de 2012.
Sobre o santo
João de Ávila nasceu em 6 de janeiro de 1499, em Almodóvar del Campo, na Espanha. Estudou Direito na Universidade de Salamanca, mas passou por uma profunda experiência de conversão, decidindo abandonar os estudos, voltar para casa dos pais e tornar-se sacerdote. Com 27 anos, foi ordenado padre em 1526. Nutria em si o desejo de ser missionário na América, mas a vontade de Deus era outra, e ele acabou exercendo seu ministério no seu país natal. Começava a experimentar na vida as prensas de Deus.
Vida
Outra prensa veio pouco tempo depois de ordenado. Em 1531, por causa de uma má interpretação de uma pregação, João foi preso pela Inquisição Real. Passando dois anos no cárcere, deu início à primeira versão da sua obra “Audi, filia”, em que fala do amor esponsal entre Cristo e a sua Igreja, em conselhos de ascética a uma jovem que acompanhava. Segundo Bento XVI, foi ali, naquele tempo de privação, de perseguição injusta e de incompreensão, que João “recebeu a graça de penetrar com profundidade singular no mistério do amor de Deus e no grande benefício feito à humanidade pelo Redentor Jesus Cristo”. 
Vontade de Deus
Absolvido em 1533, retoma com fervor a pregação do Evangelho na Espanha em várias cidades. O seu único desejo era converter as almas. Era sensível às inspirações do Espírito à Igreja de sua época, que passava por difíceis provas, provenientes do humanismo e do processo de reforma que se instalava na Europa. Atendia incessantemente os penitentes através do Sacramento da Reconciliação.
Particularidade
Na vida interior, prezava pela pobreza e pela instrução das crianças e dos jovens, sobretudo daqueles que se preparavam para o sacerdócio. Além de Audi filia, classificado por Bento XVI como um clássico da espiritualidade, escreveu “O Catecismo, ou Doutrina cristã”, “O Tratado do amor de Deus”, “O Tratado sobre o sacerdócio”, “Os Sermões e Homilias”, além de comentários bíblicos da Carta aos Gálatas à Primeira Carta de João. 
Méritos
Tornou-se um grande teólogo, mas, como filho de seu tempo, também deu contribuições humanistas como invenções de algumas obras de Engenharia, fundação de colégios menores e maiores que, depois do Concílio de Trento, se transformaram em seminários conciliares, criação da Universidade de Baeza, além da proposta da criação de um Tribunal Internacional de arbitragem para evitar as guerras.
Frutos
Foi responsável pela conversão de São João de Deus e São Francisco Borgia. No seu processo de beatificação, consta que “nunca pregou um sermão sem que várias almas se convertessem a Deus”. A eficácia de sua oratória estava, segundo o próprio João dizia, em amar muito a Deus, em dedicar-se muito mais à oração que aos livros: em perder-se na presença do Senhor. Era, nas palavras de Paulo VI, que o canonizou, “uma cópia fiel de São Paulo”.
Amigos santos
Foi contemporâneo e amigo de outros santos: Inácio de Loyola, Pedro de Alcântara, Teresa de Jesus, João da Cruz… Sinais de que uma vida cercada de santas amizades nunca é estéril. “Um grande Amigo, que é Deus, o qual arrebata os nossos corações para o seu amor […] e Ele pede-nos que tenhamos muitos outros amigos, que são os seus santos”, escreveu João de Ávila (Carta 222).
Uma dessas amizades lhe levaria a viver mais uma prensa. Pela proximidade com Santo Inácio de Loyola, pensou em se tornar jesuíta, mas o projeto foi inviabilizado pelo comprometimento da saúde de João de Ávila. O Mestre de Ávila, como ficou conhecido, passou os últimos 16 anos da sua vida gravemente doente. Quase cego, morreu com 79 anos, em 10 de Maio de 1569, com um crucifixo na mão, na cidadezinha de Montilla. 

A minha oração
“Senhor Jesus, assim como escreveu o santo: ‘que a cruz é elemento inegociável da vida de um cristão; que as prensas quando são vividas por um coração apaixonado por Deus produzem os mais nobres azeites dos altares do Senhor’, dá-me a graça de passar pela cruz crendo em Ti.”

São João D’Ávila, rogai por nós!
Nascimento e escola salesiana!
Zeffirino Namuncurá nasceu em 26 de agosto de 1886, em Chimpay, às margens do rio Negro. Seu pai Manuel, o último grande cacique das tribos indígenas araucanas, havia se rendido três anos antes às tropas da República Argentina. Depois de onze anos de vida rural livre, Manuel Namuncurá envia Zeffirino para estudar em Buenos Aires, para que pudesse defender a sua raça. A atmosfera familiar no colégio salesiano fez com que ele se apaixonasse por Dom Bosco.

Crescimento espiritual
A dimensão espiritual cresceu nele e ele começou a desejar ser sacerdote salesiano para evangelizar seu povo. Escolheu Domingos Sávio como modelo e, durante cinco anos, através do esforço extraordinário de entrar numa cultura totalmente nova, ele próprio tornou-se outro Domingos Sávio. O compromisso com a piedade, a caridade, os deveres diários e o exercício ascético é exemplar.

Aspirante salesiano
Esse menino, que achou difícil “entrar na fila”, gradualmente se tornou um verdadeiro modelo. Como queria Dom Bosco, estava certo em cumprir seus deveres de estudo e oração. Ele foi o árbitro nas recreações: sua palavra foi bem recebida pelos camaradas em disputa. A lentidão com que ele fazia o sinal da cruz, como se estivesse meditando em cada palavra, era impressionante; e, com seu exemplo, corrigiu os seus companheiros, ensinando-os a fazê-lo devagar e com devoção. Em 1903, Dom Cagliero o aceita no grupo de aspirantes em Viedma, capital do Vicariato Apostólico, para começar o latim.

Itália
Por causa de sua saúde precária, o bispo salesiano decide levá-lo à Itália, para que continue seus estudos de maneira mais séria num clima que parecia mais adequado. Na Itália, ele conhece o padre Rua e o Papa Pio X, que o abençoam com emoção. Ele frequentou a escola em Turim e, depois, no colégio salesiano de Villa Sora, em Frascati. Ele estuda muito para ser o segundo da classe.

Morte
Mas um mal não diagnosticado a tempo, talvez porque nunca reclamou, minou-o: tuberculose. Em 28 de março de 1905, ele foi levado ao hospital Fatebenefratelli, na Ilha Tiberina, em Roma. Ele morreu pacificamente em 11 de maio. A partir de 1924, seus restos mortais descansam em sua terra natal, em Fortín Mercedes, onde multidões de peregrinos vêm venerá-lo.

Os altares
– Tornou-se venerável em 22 de junho de 1972;
– Beatificado em 11 de novembro de 2007 sob o pontificado de Bento XVI.

A minha oração
“Senhor Jesus, o Beato Zeferino Namuncurá rendeu-se ao amor de Deus e abriu mão de sua cultura e costumes para responder ao seu apelo de doação. Que cada um de nós, que lemos essa oração, abramos o nosso coração para dizer ao Senhor: ‘Jesus, crava em nosso coração um amor ardente por Ti. Amém’.”

Beato Zeferino Namuncurá, rogai por nós!
Padroeiro
Padroeiro dos trabalhadores, camponeses e agricultores de algumas cidades espanholas e italianas.

Resumo
Nascido em Madrid, por volta de 1070, Isidoro torna-se santo rezando, trabalhando nos campos e partilhando os seus bens com os mais pobres. Um agricultor que,  junto com a sua esposa, a Beata Maria de la Cabeza, esperou com empenho no trabalho dos campos, colhendo pacientemente a recompensa celestial ainda mais do que os frutos terrestres, e foi um verdadeiro modelo de agricultor cristão.

Trabalho e Oração
Apesar de trabalhar arduamente no campo, participava todos os dias da Eucaristia e dedicava muito espaço à oração, tanto que alguns colegas invejosos o acusavam, aliás, injustamente, de se afastar horas do trabalho. Inveja não falta, mas ele supera tudo também graças à ajuda de sua esposa Maria. Dessa maneira, revelou a profunda relação e importância entre trabalho santificado e oração. 

Matrimônio
Com sua esposa, Maria de La Cabeza, viveu um casamento que sempre se caracterizou pela grande atenção aos mais pobres, com quem compartilhavam o pouco que possuíam. Ninguém saiu de Isidoro sem ter recebido algo. Os dois se santificaram mutuamente e Maria também foi reconhecida pela Igreja como Beata. 

Morte e canonização
Morreu em 15 de maio de 1130. Foi canonizado em 12 de março de 1622 pelo Papa Gregório XV. Seus restos mortais estão preservados na igreja madrilena de Sant’Andrea.

A minha oração
“Querido santo, tu nos dá testemunho de que oração e trabalho são pilares de espiritualidade. Mostra-nos que a caridade advém também dessa experiência. Interceda para que tenhamos boas colheitas, interceda para que sejamos trabalhadores exemplares e pessoas generosas por excelência. Por Cristo Nosso Senhor. Amém!”

Santo Isidoro lavrador, rogai por nós!
Ucraniano
Vladimiro nasceu na Ucrânia, em 14 de fevereiro de 1907, em uma aldeia na província de Ternopol. 

Infância e vida religiosa
Em 1922, frequentou o ginásio na cidade de Čertkov e, em 4 de setembro de 1924, ingressou na ordem de São Basílio, o Grande, segundo a regra de São Iosafat, tomando o nome monástico de Vitalij. Depois de completar o noviciado em Krechov, estudou teologia nas escolas monásticas de Lavrov, Dobromil e Kristinopol, todas na Ucrânia. 

Serviço na abadia
Aos 26 anos, fez votos solenes e foi ordenado sacerdote em Žovkva, onde foi nomeado vice-responsável do mosteiro e, ao mesmo tempo, coadjutor da Igreja do Sagrado Coração de Jesus. Em julho de 1941, foi nomeado responsável pelo mosteiro em Drogobyč, província de Lviv, substituindo os anteriores presos e mortos, Serafim Baranik e Ioakim Sen’kovskij.

Perseguição
O padre Vitalij foi preso por agentes da NKVD, a polícia política soviética, em 17 de setembro de 1945, acusado de ter participado na aldeia de Turinka de um funeral no túmulo dos militantes ucranianos do exército subversivo em 1941, de ter feito propaganda antissoviética durante um sermão. Também foi perseguido por publicar um artigo falso contra o partido bolchevique no calendário antissoviético “Missioner” de 1942.

Condenação
Em 13 de novembro de 1945, o padre Vitalij foi condenado pelo tribunal militar a 8 anos de prisão e confisco de ativos.

Ele morreu poucos dias antes da Páscoa de 1946, depois de ter sido brutalmente espancado durante o interrogatório: foi levado de volta para a prisão do NKVD em uma maca e enterrado na própria prisão. 

Beatificação
O padre Vitalij Bajrak foi beatificado, em 27 de junho de 2001, durante a visita do Papa João Paulo II à Ucrânia, junto com outros 24 greco-católicos vítimas da perseguição soviética.

A minha oração
“Senhor Jesus, hoje são outros milhares de ucranianos que sofrem por perseguição, além de religiosa, mas civil e desleal. Que a nossa oração console os ucranianos que sofrem e providencie para cada um o renovar da esperança. Assim seja, por intercessão do Beato Vital Vladimiro Bajrak.”

Beato Vital Vladimiro Bajrak, rogai por nós!
Realidade familiar
Leonardo Murialdo nasceu no dia 26 de outubro de 1828, na cidade de Turim, na Itália. Aos cinco anos, já era órfão de pai. A família era abastada, numerosa, profundamente cristã e muito tradicional em Turim, sua cidade natal. Isso lhe garantiu uma boa formação acadêmica e religiosa.

Escolhas
A mãe, sua primeira educadora, o enviou para Savona, a fim de estudar no colégio dos padres Scolapi. Na adolescência, atravessou uma séria crise de identidade, ficando indeciso entre ser um oficial do rei Carlos Alberto ou engenheiro. Mas a vida dos jovens pobres e órfãos, sem oportunidades e perspectivas, lhe trazia grandes angústias e desejava fazer algo por eles. Por isso, Leonardo escolheu o caminho do sacerdócio e da caridade para aplacar essa grande inquietação de sua alma.

Títulos
Com muito estudo, tornou-se doutor em teologia em 1850; depois, em 1851, foi ordenado sacerdote. Seus primeiros anos de ministério se distinguiram pela dedicação à catequese das crianças e à criação de vários orfanatos dedicados aos jovens pobres da periferia, aos órfãos e abandonados.

Amor à juventude
A sua mentalidade aberta e o trabalho voltado à juventude lhe trouxeram o convite para ser reitor do colégio de jovens artesãos, o qual aceitou com amor. Na direção do colégio, Leonardo instaurou um clima de moralidade, harmonia, formação religiosa e disciplina familiar, apoiado por competentes colaboradores, leigos e religiosos. Com essa política, assegurou a muitos jovens o acesso a uma adequada formação cristã, cultural e profissional. Ali, os jovens, assistidos de perto por Leonardo, ingressavam com a idade de oito anos e recebiam formação até os vinte e quatro anos, quando conseguiam um trabalho qualificado.

Fundador
O êxito da pedagogia do amor fez com que o pequeno colégio crescesse em tamanho e expressão. Surgiram, de várias partes da Itália, solicitações para a criação desses colégios de apoio à juventude. Nesse momento, Leonardo criou a Pia Sociedade Turinense de São José, mais conhecida como Congregação de São José, que se espalhou pela Europa, África e Américas. A entrega total a essa missão e as extenuantes horas de trabalho lhe custaram graves danos à saúde. Em 30 de março de 1900, depois de várias crises de pneumonia, Leonardo morreu.

Em 1970, foi canonizado pelo Papa Paulo VI. A festa de São Leonardo Murialdo foi designada para o dia 18 de maio.

A minha oração
“Jesus Cristo, nosso amigo, dai-nos a graça de, a exemplo de São Leonardo Murialdo, amarmos os jovens que precisam de uma experiência Contigo. Amém.”

São Leonardo Murialdo, rogai por nós!
Resumo

Padre Manuel Gómez González (1877-1924) e seu coroinha Adílio Daronch (1908-1924), mártires que, no Brasil, depois de serem maltratados e amarrados a duas árvores em um morro, foram fuzilados, morrendo por causa do ódio que seus algozes tinham da fé cristã e da Igreja Católica.

Vida de González

Emmanuel Gómez González, filho de José e Josefina, nasceu em 29 de maio de 1877 em São José de Ribarteme, na Diocese de Tuy, Espanha. Ele foi batizado no dia seguinte. Ordenado sacerdote, em 24 de maio de 1902, exerceu seu ministério sacerdotal em sua diocese natal por dois anos. 

Missionário

Em 1904, seu pedido para ser incardinado na vizinha Diocese de Braga, Portugal, foi atendido. Ele serviu lá como pároco de 1905 a 1913. Quando a perseguição política e religiosa começou, em 1913, Padre González foi autorizado a navegar para o Brasil. Após breve passagem pelo Rio de Janeiro, Dom Miguel de Lima Valverde o acolheu na Diocese de Santa Maria (RS), e, em 23 de janeiro de 1914, confiou-lhe o cargo de pároco da Saudade. Em dezembro de 1915, o Padre González foi transferido para a parte norte da diocese, para uma grande paróquia de Nonoai (RS), que poderia ser considerada uma pequena diocese. 

Restos mortais

Embora os seres humanos se recusassem a aceitar a mensagem de respeito mútuo dos santos mártires, parece que a natureza o fez, pois nenhuma fera ou animal os tocou: os habitantes de Três Passos encontraram seus corpos ainda intactos quatro dias depois. Seus restos mortais foram enterrados nas proximidades por 40 anos. Em 1964, seus corpos foram exumados e trasladados para a igreja paroquial de Nonoai (RS), e um monumento foi erguido no local de seu martírio. Em 16 de dezembro de 2006, o Papa Bento XVI proclamou o decreto de martírio desses dois fiéis servos de Cristo assassinados por causa de sua fé.

A minha oração

“Segundo a amizade dos mártires, que foram fiéis a Cristo e companheiros um do outro na hora da morte, pedimos o dom da amizade que nos leva a evangelizar doando a nossa vida. Fazei-nos anunciadores da Palavra a todo custo e evangelizadores dos lugares mais remotos, por Cristo, nosso Senhor. Amém!”

Beatos padre Manuel e Adílio mártires, rogai por nós!

*Evangelho de hoje, 21 de maio (Jo 15,1-8): «Eu sou a videira; vós sois os ramos»*

Disse Jesus: «Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que não dá fruto em mim, ele corta; e todo ramo que dá fruto, ele limpa, para que dê mais fruto ainda. Vós já estais limpos por causa da palavra que vos falei. Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto se não permanecerdes em mim». Eu sou a videira e vós, os ramos. Aquele que permanece em mim, como eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim, nada podeis fazer. Quem não permanecer em mim será lançado fora, como um ramo, e secará. Tais ramos são apanhados, lançados ao fogo e queimados. Se permanecerdes em mim, e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes, e vos será dado. Nisto meu Pai é glorificado: que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos».

COMENTÁRIO: 
«Se alguém permanece em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto». 
O Senhor afirma que é a videira, para nos ensinar a nos unirmos ao seu 

Orai sem cessar: “Quem poderá nos separar do amor de Cristo?” (Rm 8,35)
São Cristóvão Magalhães e Companheiros, rogai por nós e pela Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo!
A Jesus, toda honra, louvor e adoração!
Shalom🙏
Fonte Ironi Spuldaro
Uma infância cheia de devoção

A pequena periferia de Roccaporena, na Úmbria, foi berço de Margarida Lotti, provavelmente por volta de 1371, chamada com o diminutivo de “Rita”. Seus pais, humildes camponeses e pacificadores, procuraram dar-lhe uma boa educação escolar e religiosa na vizinha cidade de Cássia, onde a instrução era confiada aos Agostinianos. Naquele contexto, amadurece a devoção a Santo Agostinho, São João Batista e São Nicolau de Tolentino, que Rita escolheu como seus protetores.

Mulher e mãe dedicada

Por volta de 1385, a jovem se uniu em matrimônio com Paulo de Ferdinando de Mancino. A sociedade de então era caracterizada por diversas contendas e rivalidades políticas, nas quais seu marido estava envolvido. Mas a jovem esposa, através da sua oração, serenidade e capacidade de apaziguar, herdadas pelos pais, o ajudou a viver, aos poucos, como cristão de modo mais autêntico. Com amor, compreensão e paciência, a união entre Rita e Paulo tornou-se fecunda, embelezada pelo nascimento de dois filhos: Giangiacomo e Paulo Maria. Porém, a espiral de ódio das facções políticas da época acometeram seu lar doméstico.

Assassinato do esposo e perdão

O esposo de Rita, que se encontrava envolvido também por vínculos de parentela, foi assassinado. Para evitar a vingança dos filhos, escondeu a camisa ensanguentada do pai. Em seu coração, Rita perdoou os assassinos do seu marido, mas a família Mancino não se resignou e fazia pressão, a ponto de desatar rancores e hostilidades. Rita continuava a rezar, para que não fosse derramado mais sangue, fazendo da oração a sua arma e consolação. 

Doença dos filhos

Entretanto, as tribulações não faltaram. Uma doença causou a morte de Giangiacomo e de Paulo Maria; seu único conforto foi pensar que, pelo menos, suas almas foram salvas, sem mais correr o risco de serem envolvidos pelo clima de represálias, provocado pelo assassinato do marido. Tendo ficado sozinha, Rita intensificou sua vida de oração, seja pelos seus queridos defuntos, seja pela família de Mancino, para que perdoasse e encontrasse a paz.  

A Santa das rosas

Cada vez mais imersa na contemplação de Cristo, Rita pediu-lhe para participar da Sua Paixão. Em 1432, absorvida em oração, recebeu a ferida na fronte de um espinho da coroa do Crucifixo. O estigma permaneceu, por quinze anos, até a sua morte. No inverno, que precedeu a sua morte, enferma e obrigada a ficar acamada, Rita pediu a uma prima, que lhe veio visitar em Roccaporena, dois figos e uma rosa do jardim da casa paterna. Era janeiro, período de inverno na Itália, mas a jovem aceitou seu pedido, pensando que Rita estivesse delirando por causa da doença. Ao voltar para casa, ficou maravilhada por ver a rosa e os figos no jardim e, imediatamente, os levou a Rita. Para ela, estes eram sinais da bondade de Deus, que acolheu no Céu seus dois filhos e seu marido.

Santa Rita de Cássia , rogai por nós!
Origens

Não se sabe muito sobre a vida de Agostinho antes de sua ida à Inglaterra em 596. Era um monge beneditino que vivia como prior no mosteiro de Santo André em Roma, fundado por São Gregório Magno.

Pedido do Papa

O Papa São Gregório, vendo a situação das ilhas britânicas, que após a invasão dos Saxões, tinha recaído no paganismo, e vendo, no recém-casamento do rei de Kent com uma princesa cristã, uma oportunidade de evangelização, enviou missionários para anunciar a Boa Nova na ilha.

Fama cruel dos Saxões

40 monges estavam sob o comando de Agostinho que, corajosamente, avançou em direção à missão confiada. Durante o percurso, ao ouvirem sobre a crueldade do povo que teriam de enfrentar, perderam todo o entusiasmo e pensaram em desistir. Mais uma vez, o Papa conferiu a Agostinho a dignidade abacial e muitas cartas de recomendação. Finalmente, seguiram para o destino.

Diante do rei

Ao chegar, apresentaram-se ao rei, cantando hinos sagrados. Agostinho expôs ao rei de Kent a sua pregação, pedindo-lhe autorização para pregar com seus irmãos. Santo Agostinho recebeu a concessão e conduziu os seus companheiros para a Cantuária, capital do reino. Instalaram-se numa capela de São Martinho, que tinha resistido às invasões.
Batismo

O trabalho de evangelização foi tão fecundo, que, em menos de um ano, mais de dez mil pessoas se converteram e foram batizadas. Também o rei Etelberto e toda a sua corte se converteram. Agostinho, na Grã-Bretanha, exerceu santamente sua missão de levar muitos à santidade e, assim, santificar-se.
Arcebispo
Ajudado sempre pelo Papa, Santo Agostinho, na obediência, acolheu as direções do Espírito e foi ordenado Bispo. Com o surgimento de novas necessidades pastorais, tornou-se Arcebispo. Com a ajuda de muitos outros missionários, alcançou a graça da conversão, praticamente para todos da ilha.
Páscoa
Entrou na Igreja Triunfante com outros em 604 ou 605.
A minha oração

“Meu Senhor Deus, muito antes de se tornar missionário e conhecido, Santo Agostinho esteve em uma intensa e profunda intimidade com o Senhor; assim que logo iniciou sua missão, obteve os frutos de conversão e santificação. A Ti, Senhor, peço a mesma graça: ter uma vida interior tão íntima a Ti, que transborde em obras de santificação e de salvação a mim e ao povo que o Senhor me confiar. Assim seja!”

Santo Agostinho de Cantuária, rogai por nós!
Resumo

Virgem que trabalhou com todas as suas forças em favor dos africanos oprimidos pela escravidão e fundou a Congregação de São Pedro Claver e a Ordem das Irmãs Ursulinas do Sagrado Coração de Jesus em Agonia.

Família nobre

Julia Maria Urszula Ledóchowska nasceu em Loosdorf, Áustria, em 17 de abril de 1865, a segunda de sete filhos, de uma família nobre de origem polonesa. Ela nasceu em uma família que, por parte da mãe, era de nacionalidade suíça descendente de uma linhagem cavalheiresca dos Salis. E, por parte do pai, descendente de uma antiga família polonesa, numerosos estadistas, soldados, eclesiásticos e consagrados, comprometidos com a história da Europa e da Igreja. Cresceu sábio e exigente, num ambiente familiar, cheio de amor entre numerosos irmãos e irmãs. Os três primeiros irmãos escolheram o caminho da consagração.

Experiência vocacional

Chamam a atenção o seu amor ao Senhor, o seu talento educativo e a sua sensibilidade para com as necessidades dos jovens nas mudanças sociais, políticas e morais desses tempos. Quando as mulheres adquirem o direito de estudar na universidade, elas conseguem organizar a primeira pensão para estudantes na Polônia, onde podem encontrar não apenas um lugar seguro para viver e estudar, mas também uma sólida formação religiosa. Aos 24 anos, sendo noviça no convento das Ursulinas em Cracóvia, dizia: “Só sabia amar! Queime, me consuma no amor” – assim escreve Giulia Ledóchowska. No dia de sua profissão, leva o nome de Maria Úrsula de Jesus, e as palavras aqui relatadas tornam-se as diretrizes para toda a sua vida. Viveu no convento de Cracóvia por 21 anos. 

Ambiente hostil

A mesma sensibilidade a impele a trabalhar no coração da Rússia em ambiente hostil, com a bênção do Papa Pio X. Quando, com outra freira, vestida à paisana (a vida religiosa era proibida na Rússia), partem para Petersburgo. Lá, a Madre e a crescente comunidade de freiras (logo erigida como casa autônoma das Ursulinas) vivem escondidas e, mesmo que continuamente monitoradas pela polícia secreta, realizam um intenso trabalho educativo e de formação religiosa, também voltado para aproximação nas relações entre poloneses e russos. Quando a guerra de 1914 estourou, Maria teve de deixar a Rússia. Ela partiu para Estocolmo. Durante o período da peregrinação escandinava (Suécia, Dinamarca, Noruega), a sua atividade centra-se, além do trabalho educativo, no empenho na vida da Igreja local, no trabalho em favor das vítimas da guerra e no empenho ecumênico. 

Fundação

A casa de suas irmãs torna-se um apoio para pessoas de diferentes orientações políticas e religiosas. O seu amor ardente pela pátria anda de mãos dadas com a abertura à diversidade, aos outros. Questionada uma vez sobre qual é a orientação de sua política, respondeu sem demora: “minha política é o amor”. Em 1920, Maria Úrsula com as freiras e um grande grupo de órfãos de famílias emigrantes voltaram para a Polônia. A Sé Apostólica transforma seu convento autônomo das Ursulinas na congregação das Ursulinas do Sagrado Coração de Jesus Agonizante.

A espiritualidade

A espiritualidade da Congregação se concentra na contemplação do amor salvífico de Cristo e na participação em sua missão por meio do trabalho educativo e do serviço ao próximo, especialmente àqueles que sofrem, sozinhos, marginalizados, em busca do sentido da vida. Ela educa as irmãs a amar a Deus sobre todas as coisas; e, em Deus, cada pessoa humana e toda a criação. Considera o sorriso, a serenidade de alma, a humildade e a capacidade de viver o cinzento da vida cotidiana como caminho privilegiado de santidade como testemunho particularmente credível do vínculo pessoal com Cristo e instrumento eficaz da influência evangelizadora e educativa. E ela mesma é um exemplo transparente de tal vida. A Congregação se desenvolve rapidamente. As comunidades das monjas Ursulinas nascem na Polônia e nas fronteiras orientais do país, pobres, multinacionais e multiconfessionais. 
Expansão

Em 1928, nasceu a casa geral em Roma e uma pensão para as meninas menos abastadas, para que pudessem conhecer a riqueza espiritual e religiosa do coração da Igreja e da civilização europeia. As irmãs também começam a trabalhar entre os pobres nos subúrbios de Roma. Em 1930, as irmãs, acompanhando as meninas que partiam em busca de trabalho, se estabeleceram na França. Em todos os lugares onde é possível, Maria Úrsula funda centros de trabalho educativo e docente, envia as irmãs à catequese e ao trabalho em bairros pobres, organiza edições para crianças e jovens e ela mesma escreve livros e artigos. Procura iniciar e apoiar organizações eclesiásticas para crianças (Movimento Eucarístico), jovens e mulheres. Participa ativamente da vida da Igreja e do país, recebendo altas condecorações estatais e eclesiásticas.
Fim da vida
Quando a sua vida laboriosa e difícil chegou ao fim, em Roma, em 29 de maio de 1939, as pessoas diziam que uma santa havia morrido. O Santo Padre João Paulo II beatificou Maria Úrsula, em 18 de maio de 2003, na Praça de São Pedro, Cidade do Vaticano. 
A minha oração
“Que a vossa coragem pastoral nos inspire a buscar os mais necessitados da graça de Deus, os mais excluídos e, com muito ardor para com eles, possamos ser mais santos e divulgadores do verdadeiro amor de Deus.”

Santa Úrsula, rogai por nós!
Fonte: Ironi Spuldaro

quinta-feira, 28 de maio de 2026

IMAGENS RELIGIOSAS E ORAÇÕES











 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
"Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.
Enviai o vosso Espírito e serão criados. E renovareis a face da terra.
Oremos: Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas, segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém."
Outras orações poderosas ao Espírito Santo:
Oração de Inspiração: "Ó, Espírito Santo, Amor do Pai e do Filho, inspirai-me sempre o que devo pensar, o que devo dizer, como devo dizê-lo, o que devo escrever, como devo agir, o que devo fazer para obter a vossa glória, o bem das almas e minha própria santificação! Amém."
Nossa Senhora Rainha: A Mãe Coroada no Céu e na Terra
O Senhor fez em mim maravilhas
A Coroa da Humildade que se fez Rainha do Universo
Quando contemplamos a Virgem Maria, nosso coração se enche de reverência e amor. Ela, a humilde serva do Senhor, foi elevada por Deus à mais sublime dignidade: Rainha do Céu e da Terra. Não por mérito humano, mas pela graça infinita de Deus, que escolheu aquela que trouxe ao mundo o Rei dos reis. Ser rainha não diminuiu sua doçura de mãe; ao contrário, fez de Maria a intercessora mais poderosa diante do trono divino. Nesta reflexão, mergulharemos no mistério da realeza de Nossa Senhora, deixando-nos tocar por sua ternura real, sua força espiritual e sua missão de guiar a humanidade para Cristo.
Maria Rainha: A Serva Exaltada pelo Altíssimo
A Igreja proclama Maria como Rainha não apenas por sua maternidade divina, mas também por sua íntima participação na obra redentora de Cristo. No Magnificat, ela mesma reconhece: “O Senhor fez em mim maravilhas”. Aquele que a revestiu de graça infinita foi o mesmo que a coroou, após sua Assunção, no Reino eterno. O título de Rainha é a consequência da sua união perfeita com Jesus, Rei do Universo. Onde está o Rei, ali também está a Rainha.
A Coroação de Maria: Vitória do Amor e da Fidelidade
Ao ser coroada no Céu, Maria não recebeu apenas um título honorífico, mas uma missão concreta: ser nossa protetora, medianeira e advogada. São João Paulo II recordava que a coroa da Virgem não é feita de ouro passageiro, mas do brilho de sua fé, humildade e maternidade universal. Cada coroa de rosas que rezamos no Santo Rosário é como um gesto de amor que nos une à sua vitória. Olhar para a Virgem coroada é olhar para a esperança da Igreja que caminha entre lutas, mas que já vê, na Mãe, o triunfo definitivo da graça.
A Rainha que Reina com o Coração de Mãe
Diferente das rainhas terrenas, cuja autoridade pode ser distante, Maria reina com ternura materna. Ela não se afasta dos filhos, mas os atrai para junto de Cristo. Seu trono é de misericórdia e seu cetro é o amor. É por isso que a Igreja a invoca com tantos títulos: Rainha dos Anjos, Rainha dos Mártires, Rainha da Paz, Rainha do Santo Rosário. Cada invocação é um reflexo da riqueza espiritual de sua presença na vida da Igreja. Sua realeza não afasta, mas aproxima, não impõe, mas acolhe.
Nossa Senhora Rainha: Guia Segura no Caminho da Santidade
Em meio às tempestades da vida, Nossa Senhora Rainha se apresenta como luz que guia e porto seguro. Ao coroar Maria, Deus quis dar ao mundo uma certeza: não estamos sozinhos. A Rainha está conosco, caminhando ao nosso lado e conduzindo nossos passos rumo à eternidade. Para aqueles que se sentem fracos, Maria mostra que sua coroa é também promessa de vitória. Para os que sofrem, sua presença é bálsamo de consolação. Para os que buscam santidade, sua vida é modelo de fidelidade absoluta a Cristo.
Viver sob o Reinado de Maria: Caminho de Graça e Esperança
Reconhecer Maria como Rainha é mais do que venerar sua glória celestial; é assumir o compromisso de viver sob sua orientação. Assim como um filho confia plenamente em sua mãe, devemos confiar na Rainha do Céu, que nos conduz com segurança até Jesus. Quando nos consagramos ao Imaculado Coração de Maria, entramos debaixo de seu manto real, que é escudo contra o mal e fonte de paz. Viver sob seu reinado é caminhar em esperança, sabendo que sua intercessão nunca falha diante de Deus.
Nossa Rainha, Nossa Esperança
Ao invocarmos Nossa Senhora Rainha, reconhecemos que o Céu tem uma Mãe que nos ama e intercede por nós. Sua coroa é sinal de vitória, mas também de promessa: quem permanecer fiel como Maria, também reinará com Cristo. Que nossos corações aprendam a buscar sua intercessão e que nossas vidas reflitam a alegria de ser filhos da Rainha. Rezemos, portanto, com confiança: “Salve, Rainha, Mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa, salve!”
Que a Rainha do Céu e da Terra nos conduza sempre ao trono de seu Filho Jesus, onde encontraremos a coroa da vida eterna.
Oração a Nossa Senhora Rainha
Ó Maria, Rainha do Céu e da Terra,
Mãe coroada pela Santíssima Trindade,
acolhe hoje nossas vidas sob o brilho de tua coroa de glória.
Tu que és Rainha dos Anjos e dos Santos,
guia-nos com teu manto real,
protege-nos das tentações do mundo
e ensina-nos a viver com fidelidade ao teu Filho Jesus.
Rainha de misericórdia,
derrama tuas bênçãos sobre nossas famílias,
cura nossas feridas, consola nossos corações
e fortalece nossa esperança na vitória da graça.
Nós te consagramos, ó Rainha bendita,
nossos trabalhos, sofrimentos e alegrias.
Recebe-nos como teus filhos amados
e conduz-nos um dia à coroa da vida eterna
junto a Cristo, Rei dos reis.

VAMOS PEDIR A INTERCESSÃO DE SANTA CATARINA PARA QUE ESSA LEI QUE PRETENDE LEGALIZAR O ABORTO, QUER DIZER ASSASSINATO DE INOCENTES, NÃO SEJA APROVADA.
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É protetora contra os abortos.

Sua festa é celebrada no dia 24 de março

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Oração de Santa Catarina da Suécia

Dignai-Vos, meu Deus, permitir que eu tenha em Santa Catarina da Suécia uma poderosa e eficaz advogada, diante do Vosso Poder, a fim de que seja afastado de mim o mal que me ameaça.
Que ela me conduza, pela sua proteção, sã e salva, através de todos os perigos, a fim de mostrar-me a glória do Vosso Nome e para quem eu possa louvar-Vos, meu Deus, eternamente.
Peço-Vos por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Assim seja.

Repetir três vezes:
Santa Catarina da Suécia, protetora das mães de família, orai por nós.



















Nossa Senhora da Agonia

Maria conhece todas as nossas necessidades, mágoas, tristezas, misérias e esperanças. Interessa-se por cada um de seus filhos, roga por cada um com tanto ardor como se não tivera outro. (Serva de Deus, Madre Maria José de Jesus)

Ó Maria, Rainha dos Mártires, Senhora da Agonia, vós que permaneceste de pé junto à Cruz de Vosso Divino Filho Jesus e, às suas palavras: Mulher, eis o teu Filho; filho, eis a tua Mãe , tornaste-vos nossa Mãe; acolhei, com bondade, nossa prece filial.

Ó Senhora da Agonia, assim como o discípulo acolheu-Vos em sua casa, também nós queremos abrir-Vos as portas de nossos corações, de nossos lares, consagrando-vos toda a nossa vida passada, presente e futura.

Exercei, pois, Vossa função de Mãe, ensinando-nos a viver, em todos os momentos e vontade de Deus, levando-nos assim a imitar o Vosso sim de Nazaré, que culminou com o sim do Calvário. Vinde, ó Mãe, em socorro de nossas angústias, não permitindo que nos desviemos do caminho do bem, da verdade e do amor. Conduzi nossas vidas ao porto seguro da salvação que é Jesus. Ousando somar nossas agonias às vossas, diante desta dificuldade pedir a graça desejada, recorremos à vossa maternal proteção, com a confiança de que não ficaremos decepcionados em nossas súplicas. Amém.

Nossa Senhora, rogai por nós. Amém.

fonte: site do padre Reginaldo Manzotti














Lembrai-vos, ó Doce Mãe,
Nossa Senhora dos aflitos,
Que nos fostes dada por Jesus
para Nosso amparo e proteção!

Cheios de confiança na vossa bondade,
nós imploramos o vosso auxílio.

Socorrei a mim e aqueles pelos quais eu rezo.
(No silêncio do seu coração,
apresente as suas intenções e os seus pedidos)

Mãe Querida, Senhora dos Aflitos,
acolhei benigna essas nossas súplicas
e dignai-vos atendê-las.

Estendei sobre nós a vossa intercessão,
voltai para nós vossos olhos misericordiosos.

(Ave Maria cheia de graça...)

Coração de Jesus Crucificado,
fonte de Amor e de Perdão,
tende piedade de nós!

Ó Virgem, Mãe dos Aflitos,
estendei vosso manto protetor
sobre mim e a minha família,
Ó Virgem gloriosa e Bendita.

Amém!

fonte: https://www.a12.com/redacaoa12/igreja/oracao-a-nossa-senhora-dos-aflitos

 

A Oração a Nossa Senhora Rosa Mística é uma poderosa prece, que deve ser feita com muita fé e de coração aberto, para pedir graças, misericórdia, proteção e paz à Nossa Senhora Rosa Mística.

Também a fazemos para agradecer às graças e bênção alcançadas por intercessão da Santíssima Virgem e por seu amor maternal.

Oração a Nossa Senhora Rosa Mística

Rosa Mística, Virgem Imaculada, Mãe da Graça, para honra de Vosso Divino Filho, nos prostramos diante de Vós implorando a misericórdia de Deus: Não por nossos méritos mas pelo amor de Vosso Coração Maternal, nós vos suplicamos que nos concedais proteção e graça com a certeza de que nos haveis de atender.

Ave Maria…

Rosa Mística, Mãe de Jesus, Rainha do Santo Rosário e Mãe da Igreja, Corpo Místico de Cristo, nós vos pedimos que concedais ao mundo, dilacerado pela discórdia, a unidade e a paz e todas aquelas graças que podem mudar o coração de tantos de teus filhos.

Ave Maria…

Rosa Mística, Rainha dos Apóstolos, fazei florescer à volta da Mesa da Eucaristia muitas vocações sacerdotais a religiosas que difundam, com a santidade de sua vida e com o zelo apostólico pelas almas, o Reino de Vosso Filho Jesus por todo o mundo. E derramai sobre nós também a abundância de Vossas graças celestiais!

Ave Maria…
Salve Rainha…

Nossa Senhora da Rosa Mística, Mãe da Igreja, rogai por nós!

Curiosidades da Oração a Nossa Senhora Rosa Mística

Também conhecida como Maria Rosa Mystica, a Nossa Senhora Rosa Mística é o título dado à Santíssima Virgem que fez sua aparição pela primeira vez a Pierina Gilli, uma enfermeira italiana.

Existem duas festas litúrgicas em celebração à Nossa Senhora Rosa Mística, que acontecem no dia 13 de julho e no dia 8 de dezembro ao meio-dia, na chamada “Hora da Graça Universal”.

https://www.drafilo.com.br/oracao-a-nossa-senhora-rosa-mistica/



No dia 19 de Setembro de 1846, Nossa Senhora apareceu a dois pastores — Maximino e Melânia — em La Salette, uma aldeia dos Alpes, na França. Vestida de camponesa, chorando, sentada sobre uma pedra, levantando-se, acolhe as crianças: e dirigiu a elas uma profunda mensagem de reconciliação, convocando o povo à conversão, à oração, à vivência cristã.

Como Maximino e Melânia, vejamos algumas palavras da mensagem que Nossa Senhora deixou em Salette: “Vinde, meus filhos, não tenhais medo, aqui estou para vos contar uma grande novidade!”.

Nossa Senhora é mensageira da paz. É esta paz que nos revela a “grande novidade” da Boa Nova do Evangelho, — a “Alegria do Evangelho” — como nos lembra também o Papa Francisco. As primeiras palavras de Nossa Senhora anunciam claramente o motivo da sua aparição. Ela nos pede para vencermos o medo de colaborar com o sonho de Deus, anunciando e vivenciando a Boa Nova que o Cristo nos deixou, Boa Nova de Paz e de alegria para todos os corações reconciliados.

Agora vamos aprender a oração a Nossa Senhora de La Salette!

Oração:

LEMBRAI-VOS, Ó, Nossa Senhora de La Salette, das lágrimas que derramastes por nós, no Calvário. Lembrai-vos também dos cuidados que, sem cessar, tendes por vosso povo, a fim de que, em nome de Cristo, se deixe reconciliar com Deus.

E vede se, depois de tanto terdes feito por vossos filhos, podeis agora abandoná-los. Reconfortados por vossa ternura, ó, Mãe, eis-nos aqui, suplicantes, apesar de nossa infidelidade e ingratidão. Não rejeiteis nossa oração, ó, Virgem Reconciliadora, mas volvei nosso coração para vosso, Filho.

Alcançai-nos a graça de amar Jesus acima de tudo, e de vos consolar por uma vida de doação, para a glória de Deus e o amor de nossos irmãos. 

Nossa Senhora de La Salette, Reconciliadora dos pecadores, rogai sem cessar por nós que recorremos a vós!

Amém!

fonte: https://www.a12.com/redacaoa12/oracoes/oracao-a-nossa-senhora-de-la-salette

 
 

A Coroa das Sete Dores de Nossa Senhora relembra as principais dores que a Virgem Maria sofreu em sua vida terrena, culminando com a paixão, morte e sepultamento de Seu Divino Filho. E é junto à Cruz que a Mãe de Jesus torna-se Mãe de todos os homens e da Igreja. Unir-se às dores de Maria é unir-se também às dores de Nosso Senhor Jesus Cristo. Onde está a Mãe está também o Filho.

1ª Dor: Apresentação do Menino Jesus no templo

Nesta primeira dor veremos como o coração de Maria foi transpassado por uma espada, quando Simeão profetizou que seu Filho seria a salvação de muitos, mas também serviria para ruína de outros. A virtude que aprendemos nesta dor é a santa obediência.

Ao ouvir essa profecia Maria continuou firme na fé, confiando no Senhor: Quem confia em Deus jamais será confundido. Em nossas penas e angústias, confiemos em Deus e jamais nos arrependeremos dessa confiança. Mesmo prevendo sofrimentos e dores, ao buscar fazer a vontade de Deus, continuemos firmes e confiantes no Senhor.

2ª Dor: A fuga para o Egito

Após o nascimento de Jesus, o Rei Herodes quis matá-lo e, por causa disso, um anjo do Senhor apareceu a José e disse: “Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito; fica lá até que eu te avise”. Obediente, “José levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua mãe, e partiu para o Egito” (Mt 2, 13-14).

Unidos à dor que Maria sentiu nessa ocasião, peçamos forças para suportarmos com paciência as dores de nossa vida, e para nos mantermos afastados dos pecados. Estejamos unidos a tantos que sofrem perseguição e são obrigados a fugir de seus países.

3ª Dor: Perda do Menino Jesus

A dor de Maria pela perda de Jesus foi sem dúvida uma das mais amargas, porque ela então sofria longe do Filho; e a humildade fazia-lhe crer que Ele se tinha apartado dela por causa de alguma negligência sua. Sirva-nos esta dor de conforto nas desolações espirituais, e ensine-nos o modo de buscarmos a Deus, se jamais para nossa desgraça viermos a perdê-lo por nossa culpa.

Aqui nos unimos a tantas situações de famílias que “perdem” seus filhos para as drogas e o mundo do crime. Somente no retorno ao Senhor representado pelo templo é que serão reencontrados.

4ª Dor: Doloroso encontro no caminho do Calvário

Um dos momentos mais sofridos da Paixão é o encontro de Jesus com Sua Mãe no caminho do Calvário. Na ocasião, a troca de olhar com o Filho, a constatação das crueldades que Ele estava sofrendo, tudo causava imensa dor no Seu Coração de Mãe. Unidos à dor que Maria sentiu naquela ocasião, peçamos forças para suportarmos com paciência todas as dores de nossa vida e para nos mantermos afastados do pecado.

Nós nos unimos à dor de tantas mães que trocam olhares com seus filhos que carregam tantas cruzes e tantas dores no mundo de hoje. Aprendamos a sofrer em silêncio, como Maria e Jesus sofreram neste doloroso encontro no caminho do Calvário.

5ª Dor: Aos pés da Cruz

Maria acompanhou de perto todo o sofrimento de Jesus na Cruz, e assistiu de pé à sua morte: “junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena” (Jo 19, 25). Depois de três horas de tormentosa agonia, Jesus morre. Maria, sem duvidar um só instante, aceitou a vontade de Deus e, no seu doloroso silêncio, entregou ao Pai sua imensa dor, pedindo, como Jesus, perdão para os criminosos.

Quantas situações de cruzes e de morte existem em nossa sociedade! Miséria, fome, enfermidade, preconceito, indiferença, violência, insegurança, injustiça, maldades, maledicência! Quantas dores nos fazem sofrer! Unidos a Maria, estejamos em pé diante da Cruz.

6ª Dor: Uma lança atravessa o Coração de Jesus

Consideremos como, depois da morte do Senhor, dois de seus discípulos, José e Nicodemos, o descem da cruz e o depõem nos braços da aflita Mãe que, com ternura o recebe e o aperta contra o peito. A imagem de Nossa Senhora da Piedade nos mostra o amor de mãe ao ver o filho sem vida nos braços.

É a unidade com tantas situações que a Igreja, como mãe que é, vê seus filhos sem vida nos seus braços, seja pelos pecados, seja pelas injustiças ou perseguições. Com a mesma coragem e fé de Maria vivamos esses momentos difíceis deste conturbado século, sobretudo neste tempo de pandemia.

7ª Dor: Jesus é sepultado

Consideremos como a Mãe dolorosa quis acompanhar os discípulos que levaram Jesus morto à sepultura. Depois de tê-lo acomodado com suas próprias mãos, diz um último adeus ao Filho e ao Seu sepulcro, e volta para casa com as perguntas que toda mãe faz, ao mesmo tempo em que mergulha no mistério de Deus. À imitação de Maria, nós também encerremos nosso coração no sacrário onde reside Jesus Eucarístico, já não morto, mas vivo e verdadeiramente como está no céu.

Mas procuremos também encontrá-lo na pessoa dos irmãos, em especial dos mais pobres que nos fazem descobrir que Ele vive e está no meio de nós.

Maria suportou muitas dores, mas sempre esteve ao lado do Filho. Ela é exemplo de fiel discípula missionária. É aquela que vive a dor na esperança da Ressurreição.

https://diocesevaladares.com.br/as-sete-dores-de-nossa-senhora/









Oração Principal de Confiança (Santa Faustina)
"Jesus Misericordioso, eu confio em Vós! Nada me trará medo ou inquietação. Eu confio em Vós, de manhã e à noite, na alegria e no sofrimento, na tentação e no perigo, na felicidade e no infortúnio, Na vida e na morte, agora e para sempre. Amém

ORAÇÕES DE SANTA IRMÃ FAUSTINA

  “Ó Jesus estendido na cruz, suplico-Vos, concedei-me a graça de sempre, em toda parte e em tudo cumprir fielmente a Santíssima vontade de Vosso Pai. E, quando essa vontade de Deus me parecer penosa e difícil de cumprir, então suplico-Vos, Jesus, que das Vossas Chagas desça para mim força e vigor, e que a minha boca repita: Seja feita a Vossa vontade, Senhor. (...) Jesus cheio de compaixão, concedei-me a graça de me esquecer de mim mesma, a fim de viver inteiramente para as almas, ajudando-Vos na obra da salvação, segundo a santíssima vontade de Vosso Pai...” (Diário, 1265).

“Desejo transformar-me toda em Vossa misericórdia, para tornar-me o Vosso reflexo vivo, ó meu Senhor! Que a Vossa misericórdia, que é insondável e de todos os atributos de Deus o mais sublime, se derrame do meu coração e da minha alma sobre o próximo.
Ajudai-me, Senhor, para que os meus olhos sejam misericordiosos, de modo que eu jamais suspeite nem julgue as pessoas pela aparência externa, mas perceba a beleza interior dos outros e possa ajudá-los.
Ajudai-me, Senhor, para que os meus ouvidos sejam misericordiosos, de modo que eu esteja atenta às necessidades dos meus irmãos e não me permitais permanecer indiferente diante de suas dores e lágrimas.
Ajudai-me, Senhor, para que a minha língua seja misericordiosa, de modo que eu nunca fale mal dos meus irmãos; que eu tenha para cada um deles uma palavra de conforto e de perdão.
Ajudai-me, Senhor, para que as minhas mãos sejam misericordiosas e transbordantes de boas obras, nem se cansem jamais de fazer o bem aos outros, enquanto aceite para mim as tarefas mais difíceis e penosas.
Ajudai-me, Senhor, para que sejam misericordiosos também os meus pés, para que levem sem descanso ajuda aos meus irmãos, vencendo a fadiga e o cansaço (...)
Ajudai-me, Senhor, para que o meu coração seja misericordioso e se torne sensível a todos os sofrimentos do próximo. (...) Ó meu Jesus, transformai-me em Vós, porque Vós tudo podeis” (Diário, 163).

“Ó Jesus, desejo viver o momento presente, viver como se este dia fosse o último da minha vida: aproveitar cuidadosamente cada momento para a maior glória de Deus; fazer uso de cada circunstância, de tal maneira que a alma possa tirar proveito. Olhar para tudo do ponto de vista de que nada suceda sem a Vontade de Deus. Deus de insondável misericórdia, envolvei o mundo todo e derramai-Vos sobre nós, pelo compassivo Coração de Jesus” (Diário, 1183).

“Ó Deus de grande misericórdia, bondade infinita, eis que hoje a Humanidade toda clama do abismo da sua miséria à Vossa misericórdia, à Vossa compaixão, ó Deus, e clama com a potente voz da sua miséria. Ó Deus clemente, não rejeiteis a oração dos exilados desta Terra. Ó Senhor, bondade inconcebível, que conheceis profundamente a nossa miséria e sabeis que, com nossas próprias forças, não temos condições de nos elevar até Vós, por isso Vos suplicamos: adiantai-Vos ao nosso pedido com a Vossa graça e aumentai em nós sem cessar a Vossa misericórdia, a fim de que possamos cumprir fielmente a Vossa santa vontade durante toda a nossa vida e na hora da morte. Que o poder da Vossa misericórdia nos defenda dos ataques dos inimigos da nossa salvação, para que aguardemos com confiança, como Vossos filhos, a Vossa vinda última, dia que somente Vós conheceis...” (Diário, 1570).

fonte: https://www.jesus-misericordioso.com/oracoes-santa-faustina.htm 

















Nossa Senhora da Agonia

Maria conhece todas as nossas necessidades, mágoas, tristezas, misérias e esperanças. Interessa-se por cada um de seus filhos, roga por cada um com tanto ardor como se não tivera outro. (Serva de Deus, Madre Maria José de Jesus)

Ó Maria, Rainha dos Mártires, Senhora da Agonia, vós que permaneceste de pé junto à Cruz de Vosso Divino Filho Jesus e, às suas palavras: Mulher, eis o teu Filho; filho, eis a tua Mãe , tornaste-vos nossa Mãe; acolhei, com bondade, nossa prece filial.

Ó Senhora da Agonia, assim como o discípulo acolheu-Vos em sua casa, também nós queremos abrir-Vos as portas de nossos corações, de nossos lares, consagrando-vos toda a nossa vida passada, presente e futura.

Exercei, pois, Vossa função de Mãe, ensinando-nos a viver, em todos os momentos e vontade de Deus, levando-nos assim a imitar o Vosso sim de Nazaré, que culminou com o sim do Calvário. Vinde, ó Mãe, em socorro de nossas angústias, não permitindo que nos desviemos do caminho do bem, da verdade e do amor. Conduzi nossas vidas ao porto seguro da salvação que é Jesus. Ousando somar nossas agonias às vossas, diante desta dificuldade pedir a graça desejada, recorremos à vossa maternal proteção, com a confiança de que não ficaremos decepcionados em nossas súplicas. Amém.

Nossa Senhora, rogai por nós. Amém.

fonte: https://www.padrereginaldomanzotti.com.br/oracoes/nossa-senhora-da-agonia/

Ó Maria, Mãe da Igreja,
confio-te toda a vida consacrada, para que lhe obtenhas a plenitude da luz divina:
viva na escuta da Palavra de Deus, na humildade da sequela de Jesus, teu Filho e nosso Senhor, no acolhimento da visita do Espírito Santo,na alegria diária do magnificat,
a fim de que a Igreja seja edificada pela santidade de vida destes teus filhos e filhas,no mandamento do amor.
 Amém!
Papa Bento XVI
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 ATO DE VENERAÇÃO À IMACULADA NA PRAÇA DE ESPANHA

DISCURSO DO PAPA BENTO XVI

Solenidade da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria
Quarta-feira, 8 de Dezembro de 2010
(TEXTO E NO FINAL A ORAÇÃO ABAIXO)
Obrigado, ó Mãe Imaculada, por estares sempre connosco! Vela sempre sobre a nossa Cidade: conforta os doentes, encoraja os jovens, ampara as famílias. Infunde a força para rejeitar o mal, em todas as suas formas, e escolher o bem, mesmo quando é difícil e obriga a ir contra a corrente. Dá-nos a alegria de nos sentirmos amados por Deus, abençoados por Ele, predestinados a ser seus filhos.

Virgem Imaculada, nossa Mãe dulcíssima, intercede por nós!






 




SÚPLICA À SANTISSIMA VIRGEM PELAS ALMAS DO PURGATÓRIO

Oh! Mãe de misericórdia! tão grande é vossa bondade, que não podereis descobrir misérias sem compadecer-Vos.

Olhai, vos suplicamos, com caridosos olhos as aflitas almas que sofrem no Purgatório, sem poder procurar alívio algum em suas tremendas penas, e tenhais compaixão.

Por vossa piedade e pelo amor que tens a Jesus, vos pedimos olhai seus sofrimentos, e lhes procureis eterno descanso.

Mas ah! quão doloroso deve ser para vosso maternal coração, a conduta de inumeráveis cristão, que deixam no esquecimento as pobres almas do Purgatório!

Esperam nossos sufrágios, apenas quem se lembre delas!

Oh! Maria! dignai-Vos inspirar a todos os fiéis uma terna e viva compaixão por nossos irmãos defuntos: comunicai-lhes um ardente desejo de oferecer por elas obras satisfatórias, e ganhar, em seu favor, quantas indulgências lhes sejam aplicadas a fim de que logo possam estar com Deus.

Maria Santíssima ouvi as súplicas que por elas vos fazemos:

Para que saiam daquele tenebroso cárcere.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que Deus lhes perdoe a pena de seus pecados.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que se abrevie o tempo de seus sofrimentos.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que se apaguem suas chamas abrasadoras.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que um raio de luz celestial ilumine suas horrendas trevas.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que sejam consoladas em seu triste abandono.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que alcancem alívio em suas penas e amargas angústias.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que a tristeza se troque em perpétua alegria.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que saciem a ardente sede dos bens eternos.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que se realizem logo seus desejos de entrar na glória.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Pelas almas de nossos pais e filhos.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Pelas almas de nossos irmãos.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Pelas almas de nossos parentes.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Pelas almas de nossos amigos.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Pelas almas de nossos benfeitores.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Pelas almas que sofrem naquelas chamas por culpa nossa.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Pelas almas daqueles que em sua vida nos fizeram sofrer.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Pelas almas mais desamparadas.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Pelas almas que sofrem maiores tormentos.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.
Pelas almas que estão mais perto de entrar no céu.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Pelas almas que durante sua vida amaram mais a Vós e a vosso Divino Filho.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Pelas almas daqueles que sofrem a mais tempo.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Por todas as benditas almas do Purgatório.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Por vossa inefável misericórdia.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Por vosso imenso poder.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Por vossa maternal bondade.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Por vossa incomparável maternidade.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Por vossas preciosas lágrimas.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.
 

Por vossas acerbadas dores.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Por vossa santa morte.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Pelas cinco chagas de vosso amado Filho.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Pelo Sangue Divino derramado por nós.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Pela dolorosíssima morte no lenho da Cruz.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que se apliquem com abundância aos defuntos as súplicas dos vivos.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que a gloriosa legião dos santos as socorra sem cessar.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que os nove coros dos anjos as recebam com regozijo.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que vossos olhos maternais lhes concedam um olhar de compaixão.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que as faça felizes a visão de vosso Divino Filho.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que pela contemplação da Santíssima Trindade sejam bem-aventuradas.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que se faça cada dia mais fervorosa nossa devoção as almas.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que se ofereçam sempre mais orações, indulgências e obras satisfatórias por elas.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.

Para que as almas, que tivermos livrado do purgatório, façam um dia o mesmo por nós.
Imploramos vosso socorro, Oh! Mãe de Bondade.Amém.

fonte: https://quemrezasesalva.com.br/oracao/suplica-a-santissima-virgem-pelas-almas-do-purgatorio 




Esta oração homenageia a aparição de Nossa Senhora Aparecida nas redes dos pescadores em 1717, pedindo proteção, pesca abundante e fé renovada, transformando águas turvas em esperança. É uma prece de consagração e intercessão, confiando na mãe de Jesus para superar dificuldades, doenças e mazelas morais, fortalecendo os trabalhadores.




Oração a Nossa Senhora Aparecida (Pescadores)

"Ó Maria, nossa Mãe e padroeira do Brasil, Tu que aparecestes nas redes dos pescadores sem a cabeça para simbolizar o martírio dos teus filhos, libertai o povo brasileiro de toda a escravidão do pecado, das doenças e das mazelas morais.

Sede nossa mãe e consoladora, portadora da esperança e sinal do teu Filho Jesus. Intercedei por nós junto ao Vosso Filho, Jesus, para que não falte a ninguém o pão de cada dia, nem a paz e a harmonia.

Abençoai-me, ó celestial cooperadora, e com vossa poderosa intercessão, fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda eternidade.

Nossa Senhora Aparecida, rainha e padroeira do Brasil, rogai por nós pescadores e por todo o vosso povo. Amém."
fonte: google IA


ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DA GLÓRIA

“Maria conhece todas as nossas necessidades, mágoas, tristezas, misérias e esperanças. Interessa-se por cada um de seus filhos, roga por cada um com tanto ardor como se não tivera outro”. (Serva de Deus, Madre Maria José de Jesus)

Ó dulcíssima soberana, rainha da Glória, bem sabemos que, miseravéis pecadores, não éramos dignos de vos possuir neste vale de lágrimas, mas sabemos também que a vossa grandeza não vos faz esquecer a nossa miséria e, no meio de tanta glória, a vossa compaixão, longe de diminuir, aumenta cada vez mais para conosco.

Do alto desse trono que reinas sobre todos os anjos e santos, volvei para nós os vossos olhos misericordiosos; vede a quantas tempestades e mil perigos estaremos, sem cessar, expostos até o fim de nossa vida!
Pelos merecimentos de vossa bendita morte obtendo-nos o aumento da fé, da confiança e da santa perseverança na amizade de Deus, para que possamos, um dia, ir beijar os vossos pés e unir as nossas vozes às dos espíritos celestes, para louvar e cantar as vossas glórias eternamente no céu.

Nossa Senhora, rogai por nós. Amém.

Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai

fonte: https://evangelizarepreciso.com.br/oracoes/nossa-senhora-da-gloria/

Oração a Nossa Senhora do Carmo

“Ó Santíssima e Imaculada Virgem Maria, Ornamento e glória do Carmelo, vós que velais tão particularmente sobre os que vestem vosso sagrado escapulário, velai também sobre nós e cobri-nos com o manto da vossa maternal proteção. Fortalecei nossa fraqueza com o vosso poder e dissipai, com a vossa luz, as trevas do nosso coração. Aumentai em nós a fé, a esperança e a caridade, ornai nossa alma com todas
as virtudes, a fim de que ela se torne sempre mais amada pelo vosso divino Filho. Assisti-nos durante a vida, consolai-nos com a vossa amável presença na hora da morte, e apresentai-nos a Santíssima Trindade como vossos filhos e servos fiéis, para que nós possamos louvar-vos eternamente no céu. Assim seja.”

(três Ave-Marias)

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós! 
fonte: https://formacao.cancaonova.com/diversos/oracao-a-n-s-do-carmo/
 


Oração a Nossa Senhora de Fátima
"Santíssima Virgem, que em Fátima vos dignastes revelar a três humildes pastorinhos os tesouros de graças ocultas na prática do Rosário, incuti profundamente em nossa alma o apreço em que devemos ter esta devoção, para Vós tão querida, a fim de que, meditando os mistérios da nossa Redenção, que neles se comemoram, nos aproveitemos de seus preciosos frutos e alcancemos a graça que vos pedimos nesta oração..."
(Faça o seu pedido)
"...se for para maior glória de Deus, honra vossa e proveito de nossas almas. Nossa Senhora do Rosário de Fátima, rogai por nós. Amém

 




Rezemos uma oração a Nossa Senhora de Guadalupe

Perfeita, sempre Virgem Santa Maria,
Mãe do Verdadeiro Deus, por quem se vive.
Tu, que, na verdade, és nossa Mãe Compassiva,
te buscamos e te clamamos.
Escuta com piedade nosso pranto, nossas tristezas.
Cura nossas penas, nossas misérias e dores.
Tu, que és nossa doce e amorosa Mãe,
acolhe-nos no aconchego do teu manto,
no carinho de teus braços.

Que nada nos aflija nem perturbe nosso coração.
Mostra-nos e manifesta-nos a teu amado Filho,
para que n’Ele e com Ele encontremos
nossa salvação e a salvação do mundo.
Santíssima Virgem Maria de Guadalupe,
Faz-nos mensageiros teus,
mensageiros da Palavra e da vontade de Deus.
Amém.
Oração de São João Paulo II a Nossa Senhora de Guadalupe

Oh, Virgem Imaculada, Mãe do verdadeiro Deus e Mãe da Igreja, Tu, que desse lugar manifestas tua clemência e tua compaixão a todos que solicitam teu amparo, escuta a oração que te dirigimos, com filial confiança, e a apresente a teu Filho Jesus, nosso único Redentor. Mãe de Misericórdia, Mestra do sacrifício escondido e silencioso, a ti, que vens ao encontro de nós pecadores, te consagramos, neste dia, todo nosso ser e todo nosso amor.

Consagramos-te também nossa vida, nossos trabalhos, nossas alegrias, enfermidades e dores. Concede a paz, a justiça e a prosperidade a nossos povos. Tudo o que temos e somos colocamos sob teus cuidados, Senhora e Mãe nossa. Queremos ser totalmente teus e percorrer contigo o caminho de plena fidelidade a Jesus Cristo em sua Igreja. Não nos soltes de tua mão amorosa. Virgem de Guadalupe, Mãe das Américas, te pedimos por todos os bispos, para que conduzam os fiéis por caminhos de intensa vida cristã, de amor e humilde serviço a Deus e às almas.

Contempla essa imensa messe e intercede para que o Senhor infunda fome de santidade em todo o Povo de Deus, e envie abundantes vocações sacerdotais e religiosas, fortes na fé e zelosos dispensadoras dos mistérios de Deus. Concede aos nossos lares a graça de amar e respeitar a vida que começa com o mesmo amor com que concebeste, em teu seio, a vida do Filho de Deus.

Virgem Santa Maria, Mãe do Formoso Amor, protege nossas famílias, para que estejam sempre muito unidas, e abençoe a educação de nossos filhos. Esperança nossa, lança-nos um olhar compassivo, ensina-nos a procurar, continuamente, a Jesus e, se cairmos, ajuda-nos a nos levantar, a nos voltarmos a Ele, mediante a confissão de nossas culpas e pecados no sacramento da Penitência, que traz serenidade à nossa alma.

Nós te suplicamos para que nos concedas um grande amor a todos os santos sacramentos, que são as pegadas de teu Filho na terra. Assim, Mãe Santíssima, com a paz de Deus na consciência, com nossos corações livres do mal e do ódio, poderemos levar a todos a verdadeira alegria e a verdadeira paz, que vem de teu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, que com Deus Pai e com o Espírito Santo vive e reina pelos séculos dos séculos. Amém.

Sua Santidade João Paulo II México, janeiro de 1979.





Oração de Consagração às Santas Chagas

"Amado Jesus, Senhor das Santas Chagas. Quisestes conservar em Vosso Corpo Glorioso as cicatrizes das Vossas cinco Chagas, para que sejam uma lembrança de Vossa Paixão, uma prova de Vossa Ressurreição e da vitória sobre a morte e o pecado."

"Senhor Jesus, foste elevado na Cruz para que por Vossas Santas Chagas, sejam curadas as de nossas almas. Eu Vos louvo e agradeço pelo Vosso ato redentor. Carregaste em Vosso próprio corpo os meus pecados e de toda a humanidade. Nas Vossas Santas Chagas coloco minhas intenções, preocupações, ansiedades e angústias. Envolvei Senhor a mim e meus familiares protegendo-nos do mal
."
Oração de Cura e Libertação (Padre Reginaldo Manzotti)

"Eterno Pai, eu Vos ofereço as Santas Chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo, para curar as de nossas almas."
"Senhor das Santas Chagas, curai as feridas da alma."
"Senhor, basta uma gota do Teu Sangue Redentor, e eu serei curado. Senhor, basta uma gota do Teu Sangue Redentor, e eu serei libertado, nas Tuas Santas Chagas. Amém."


Oração à Chaga do Ombro de Jesus

"Ó amabilíssimo Jesus, manso cordeiro de Deus, apesar de ser eu uma criatura miserável e pecadora, vos adoro e venero a chaga causada pelo peso de vossa cruz...."
(Rezar 7 Ave Marias, finalizando com: "Minha Mãe Santíssima, imprimi no meu coração as chagas de Jesus crucificado. Ó dulcíssimo Jesus, não sejais meu Juiz, mas meu salvador").




Como rezar a COROA DE NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS.
Oração inicial:
Eis-nos aqui aos Vossos pés, ó dulcíssimo Jesus Crucificado, para Vos oferecermos as lágrimas d’Aquela que, com tanto amor, Vos acompanhou no caminho doloroso do Calvário. Fazei, ó bom Mestre, que nós saibamos aproveitar da lição que elas nos dão, para que, na Terra, realizando a Vossa Santíssima Vontade, possamos um dia, no Céu, Vos louvar por toda a eternidade.
Nas contas grandes
Vêde, ó Jesus, que são as lágrimas d’Aquela que mais Vos amou na Terra, e que mais Vos ama no Céu.
Nas 7 contas pequenas
Meu Jesus, ouvi os nossos rogos, pelas Lágrimas de Vossa Mãe Santíssima.
Repete por 7 vezes.
No fim, repete-se três vezes, nas três contas brancas finais:
Vêde, ó Jesus, que são as lágrimas d’Aquela que mais Vos amou na Terra, e que mais Vos ama no Céu.
Oração final:
Virgem Santíssima e Mãe das Dores, nós Vos pedimos que junteis os Vossos rogos aos nossos, a fim de que Jesus, Vosso Divino Filho, a quem nos dirigimos em nome das Vossas lágrimas de Mãe, ouça as nossas preces e nos conceda, com as graças que desejamos, a coroa da vida eterna. Amém.
Jaculatórias finais (para rezar contemplando e beijando a medalha):
– Por Vossa mansidão divina, ó Jesus Manietado, salvai o mundo do erro que o ameaça!
– Ó Virgem Dolorosíssima, as Vossas Lágrimas derrubaram o império infernal!
fonte: https://blog.comfebrasil.com.br/como-rezar-a-coroa.../

TERÇO DE JESUS DAS SANTAS CHAGAS
No início:
Fazer o sinal da Cruz, rezar o creio e após…
Oh! Jesus, Divino Redentor, tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.
Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro.
Graça, Misericórdia, Meu Jesus; nos perigos presentes, cobri-nos com Vosso preciosíssimo Sangue.
Eterno Pai, tende Misericórdia de nós, pelo Sangue de Jesus Cristo, Vosso Filho Unigênito,
tende Misericórdia de nós, Vos suplicamos. Amém.
Contas grandes:
Eterno Pai, eu Vos ofereço as santas Chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo; Para curar as de nossas almas.
Contas pequenas:
Meu Jesus, perdão e misericórdia: Pelos méritos de Vossa Santas Chagas.
Terminando o rosário, deve-se rezar três vezes:
Eterno Pai, eu Vos ofereço as Santas Chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo; Para curar as de nossas almas. Amém 
fonte: Padre Reginaldo Manzotti

Consagre a sua família pedindo a proteção de São Miguel Arcanjo

Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção. 

É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima, obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória.

 Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu.

fonte:https://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/devocao/consagracao-a-sao-miguel-arcanjo/

 

São João Paulo II e a devoção ao Sagrado Coração de Jesus
São João Paulo II sempre cultivou essa devoção e sempre a incentivou a todos que desejam crescer na amizade com Jesus. Em 1980, no dia do Sagrado Coração, ele afirmou: “Na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a liturgia da Igreja concentra-se, com adoração e amor especial, em torno do mistério do Coração de Cristo. Quero, hoje, dirigir, juntamente convosco, o olhar dos nossos corações para o mistério desse coração. Ele falou-me desde a minha juventude. A cada ano, volto a esse mistério no ritmo litúrgico do tempo da Igreja”.
Agora, conheça as 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque:
1° Promessa: “A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de Meu Sagrado Coração”;
2° Promessa: “Eu darei aos devotos de Meu Coração todas as graças necessárias a seu estado”;
3° Promessa: “Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias”;
4° Promessa: “Eu os consolarei em todas as suas aflições”;
5° Promessa: “Serei refúgio seguro na vida e principalmente na hora da morte”;
6° Promessa: “Lançarei bênçãos abundantes sobre os seus trabalhos e empreendimentos”;
7° Promessa: “Os pecadores encontrarão, em meu Coração, fonte inesgotável de misericórdias”;
Leia mais:
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8° Promessa: “As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas pela prática dessa devoção”;
9° Promessa: “As almas fervorosas subirão, em pouco tempo, a uma alta perfeição”;
10° Promessa: “Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais endurecidos”;
11° Promessa: “As pessoas que propagarem esta devoção terão o seu nome inscrito para sempre no Meu Coração”;
12° Promessa: “A todos os que comunguem, nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna”.







Oração à Sagrada Família
Jesus, Maria e José,
em Vós contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
confiantes, a Vós nos consagramos.
Sagrada Família de Nazaré,
tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
autênticas escolas do Evangelho
e pequenas igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré,
que nunca mais haja nas famílias
episódios de violência, de fechamento e divisão;
e quem tiver sido ferido ou escandalizado
seja rapidamente consolado e curado.
Sagrada Família de Nazaré,
fazei que todos nos tornemos conscientes
do caráter sagrado e inviolável da família,
da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José,
ouvi-nos e acolhei a nossa súplica.
Amém.
(Papa Francisco, Amoris Laetitia, 325)


 
Santo Anjo do Senhor,.
meu zeloso guardador,
se a ti me confiou a piedade divina,
sempre me rege, me guarda,
me governa e me ilumina
Amém 

Ó bem-aventurado São Brás, que recebeste de Deus o poder de proteger os homens contra as doenças da garganta e outros males, afastai de mim a doença que me aflige.
(Faça seu pedido)
Conservai a minha garganta sã e perfeita para que eu possa falar corretamente e assim proclamar e cantar os louvores de Deus. Com a graça de Deus e com a Vossa ajuda, prometo esforçar-me, ó glorioso Mártir São Brás, para que a fala que sair da minha garganta seja sempre:
De verdade e não de mentira;
De justiça e não de calúnia;
De bondade e não de aspereza;
De compreensão e não de intransigência;
De perdão e não de condenação;
De desculpa e não de acusação;
De respeito e não de desacato;
De conciliação e não de intriga;
De calma e não de irritação;
De desapego e não de egoísmo;
De edificação e não de escândalo;
De ânimo e não de derrotismo;
De conformidade e não de lamúrias;
De amor e não de ódio;
De alegria e não de tristeza;
De fé e não de descrença;
De esperança e não de desespero.
São Brás intercedei diante de Deus por mim, por minha família e por todos os que sofrem dos males da garganta. Que por nossas palavras possamos bendizer a Deus e cantar os seus louvores.
São Brás, rogai por nós! (3 x)
Ó Deus, por intercessão de São Brás bispo e mártir, nos livre dos males da garganta e de toda e qualquer doença. Amém."Por intercessão de São Brás, Bispo e Mártir, defenda-te Deus contra os males da garganta e contra qualquer outro mal, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo."
 
 https://evangelizarepreciso.com.br/novenas/sao-bras/
 
 
 
 
Oração a Nossa Senhora de Lourdes
Ó Virgem puríssima, Nossa Senhora de Lourdes, que vos dignastes aparecer a Bernadete,
no lugar solitário de uma gruta, para nos lembrar que é no sossego e recolhimento
que Deus nos fala e nós falamos com Ele, ajudai-nos a encontrar o sossego
e a paz da alma que nos ajudem a conservar-nos sempre unidos em Deus.
Nossa Senhora da Gruta de Lourdes, dai-me a graça que vos peço
e tanto preciso (pedir a graça).
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós.
Amém.








 
Oração de Consagração e Cuidados Maternais
"Ó minha Senhora, ó minha Mãe, eu me ofereço inteiramente todo a vós. E, em prova da minha devoção, eu hoje vos dou meu coração, consagro a vós meus olhos, meus ouvidos, minha boca, tudo o que sou. Desejo que a vós pertença. Por isso, ó Mãe amorosa, cuidai de mim e defendei-me como coisa e propriedade vossa. Amém."

















A devoção a Nossa Senhora das Lágrimas, que teve origem no Brasil (Campinas-SP) na década de 1930 com a Irmã Amália de Jesus Crucificado, traz uma promessa poderosa de Jesus: "Tudo o que Me pedirem pelas lágrimas de Minha Mãe, Eu amorosamente concederei".

Aqui está uma proposta de oração focada na intercessão por nossa nação:
Oração por Intercessão de Nossa Senhora das Lágrimas pelo Brasil

"Ó Maria, Mãe do amor, das dores e da misericórdia, nós vos pedimos, uni as vossas súplicas com as nossas, para que Jesus, Vosso Divino Filho, a quem nós nos dirigimos, atenda os nossos pedidos".

Mãezinha do Céu, olhai com ternura para o nosso amado Brasil, terra de Santa Cruz. Pelas vossas Lágrimas de Sangue derramadas na Paixão de Jesus, vos pedimos:
Trazei a paz aos nossos lares, ruas e governantes.
Defendei o povo brasileiro de toda violência, injustiça e desespero.
Iluminai os corações, convertendo os que se afastaram de Deus e livrando a nossa nação dos males espirituais.
Curai as feridas das famílias que sofrem.

Meu Jesus, pelas Lágrimas de Vossa Mãe Santíssima, ouvi os nossos rogos pelo Brasil! Salve o Brasil, Mãe querida!.

Ó Virgem Dolorosíssima, as Vossas Lágrimas derrubaram o império infernal!.

Nossa Senhora das Lágrimas, rogai por nós que recorremos a Vós.
Amém.
 
Oração a Nossa Senhora Aparecida pelo Brasil

"Ó Maria Imaculada, Senhora da Conceição Aparecida, Rainha do Brasil! Por vossa intercessão, temos recebido inúmeros benefícios das mãos de Deus.

Abençoai, pois, o Brasil que vos ama; defendei e salvai o vosso Brasil! Protegei a Santa Igreja, preservai a nossa fé, assisti os nossos Bispos, santificai o nosso Clero, socorrei as nossas famílias, amparai o nosso povo, esclarecei o nosso governo e guiai a nossa gente no caminho do Céu.

Mãe Aparecida, trazei a paz que vem do coração de Cristo aos lares brasileiros, acabando com as divisões e trazendo justiça e amor. Debaixo do vosso manto protetor, guardai nosso país de todo mal, violência e insegurança.

Sim, ó Rainha do Brasil, venha à nossa Pátria o Reino de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor Nosso. Amém!"
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Esta oração clama a misericórdia divina pelas almas do purgatório, pedindo alívio de suas penas e o descanso eterno, invocando o auxílio maternal de Maria e a proteção de São Miguel Arcanjo para libertá-las, unindo tais preces ao Preciosíssimo Sangue de Jesus.

Aqui estão opções de orações baseadas na tradição católica:


1. Oração Geral com Intercessão (Maria e São Miguel)


"Ó Deus de bondade e misericórdia, tende piedade das benditas almas do purgatório. Aliviai as suas penas, dai-lhes, Senhor, o descanso eterno e fazei nascer para elas a luz perpétua.

Clamo, Senhor, pela intercessão de vossa Santa Mãe, a Virgem Maria, e pelo poder de São Miguel Arcanjo, que estas almas sejam libertas de suas prisões e passem da dor ao regozijo, da agonia à paz e bem-aventurança eterna do Céu.

Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno, e brilhe para elas a luz perpétua. Descansem em paz. Amém."

2. Oração Pedindo o Auxílio de São Miguel

"São Miguel Arcanjo, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, defendei as almas do purgatório, sede o nosso refúgio e auxílio para libertá-las das ciladas e do sofrimento. Que vossa intercessão as leve à presença de Deus."

Fonte: google IA




 

"Santíssimos Corações de Jesus e Maria, unidos no amor perfeito, como nos olhais com carinho e misericórdia, consagramos nossos corações, nossas vidas e nossas famílias a Vós

Que nosso lar seja cheio de alegria. Que o afeto sincero, a paciência, a tolerância e o respeito mútuo sejam dados livremente a todos.

Sagrado Coração de Jesus, ofereço-vos, através do Coração Imaculado de Maria, as orações, obras, sofrimentos e alegrias deste dia, em reparação das nossas ofensas e pela salvação de todos os homens.

Doce Coração de , sede o meu amor. Doce Coração de Maria, sede a minha salvação.

Sagrados Corações de Jesus e Maria, escutai nossa oração. Amém." 
 

Adore Jesus Sacramentado e ore a Ele

Meu Jesus, amo-­Vos de todo o meu coração. Arrependo-­me de, no passado, ter ofendido tantas vezes Vossa bondade infinita. Proponho, com Vossa graça, não mais Vos ofender no futuro. Nesta hora, miserável como sou, consagro-­me todo a Vós, dou e entrego-Vos minha vontade, meus afetos, meus desejos e tudo o que me pertence. Daqui em diante, fazei de mim e de tudo o que sou eu o que Vos aprouver.

Somente Vos peço e quero Vosso amor, a perseverança final e o perfeito cumprimento da Vossa vontade.

Recomendo-Vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do Santíssimo Sacramento e da Virgem Maria. Recomendo-­Vos também todos os pobres pecadores. Enfim, amado Salvador meu, uno todos os meus afetos aos afetos do Vosso coração amantíssimo e, assim unidos, eu os ofereço a Vosso eterno Pai, pedindo-­Lhe em Vosso nome e, por Vosso amor, que se digne a aceitá-­los e atendê-­los.

Ó Jesus, Pão vivo descido do Céu, como é grande Vossa bondade! Para perpetuar a fé em Vossa presença real na Eucaristia, com extraordinário poder, dignastes-Vos mudar as espécies do pão e do vinho em Carne e Sangue, como se conservam no Santuário Eucarístico de Lanciano.

Aumentai sempre mais a nossa fé em Vós, Senhor sacramentado! Ardendo de amor por Vós, fazei com que, nos perigos, nas angústias e necessidades, só em Vós encontremos auxílio e consolação, ó divino Prisioneiro dos nossos tabernáculos, ó fonte inesgotável de todas as graças.

Suscitai em nós a fome e a sede do Vosso alimento eucarístico, para que, saboreando este pão celeste, possamos gozar da verdadeira vida, agora e sempre. Amém.

Oração ao Coração de Jesus na Eucaristia

Coração de Jesus na Eucaristia, amável companheiro do nosso exílio, eu Vos adoro! Coração Eucarístico de Jesus, Coração solitário, eu Vos adoro!
Coração humilhado, eu Vos adoro!
Coração abandonado, Coração esquecido, Coração desprezado, Coração ultrajado, eu Vos adoro!
Coração desconhecido dos homens, Coração amante, eu Vos adoro! Coração bondoso, eu Vos adoro!
Coração que desejais ser amado, Coração paciente em esperar-nos, eu Vos adoro!
Coração interessado em atender-­nos, Coração desejoso de ser suplicado, eu Vos adoro!
Coração, fonte de novas graças, silencioso, que desejais falar às almas, eu Vos adoro!
Coração, doce refúgio dos pecadores, eu Vos adoro!
Coração, que ensinais os segredos da união divina, eu Vos adoro!
Coração Eucarístico de Jesus, eu Vos adoro!

Oração a Jesus Sacramentado

Meu Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, eis-­me aqui em companhia da Santíssima Virgem, dos Anjos, dos Santos do Céu e dos justos da Terra, para visitar-­Vos e adorar-Vos nesta Hóstia Consagrada. Creio firmemente que estais tão presente, poderoso e glorioso como estais no Céu; e pelos Vossos méritos, espero alcançar a glória eterna, seguindo em tudo Vossas divinas inspirações; e em agradecimento de Vosso divino amor, quero amar-­Vos com todo o meu coração e minha alma, potências e sentidos.

Suplico-­Vos, Salvador de minha alma, pelo Sangue precioso que derramastes em Vossa circuncisão e em Vossa Santíssima Paixão, que exerciteis comigo este ofício de Salvador, dando-­me, pela intercessão de Vossa Santíssima Mãe, os dons da oração juntamente com a perseverança, para que, quando deixar esta vida, me guieis à glória eterna que gozais no Céu. Amém.

fonte: canção nova 

Papa Francisco consagra as famílias à Família de Nazaré

Jesus, Maria e José, em Vós contemplamos o esplendor do verdadeiro amor e, confiantes, a Vós nos consagramos.

Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, autênticas escolas do Evangelho e pequenas igrejas domésticas.

Sagrada Família de Nazaré, que nunca mais haja nas famílias episódios de violência, de fechamento e divisão; e quem tiver sido ferido ou escandalizado, seja rapidamente consolado e curado.

Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos conscientes do caráter sagrado e inviolável da família e da sua beleza no projeto de Deus.

Jesus, Maria e José, ouvi-nos e acolhei a nossa súplica. Amém.

Papa Francisco



O "Terço das Lágrimas de Nossa Senhora" é uma devoção católica especial, com um rosário de contas brancas, focado nas lágrimas de Maria e nas Sete Dores de Nossa Senhora, pedindo conversão e graças através de orações como "Ó Jesus, ouvi-nos pelas lágrimas de Vossa Mãe Santíssima" e uma medalha específica, com a imagem de Nossa Senhora das Lágrimas e Jesus Manietado. É diferente do terço comum, focado nas 7 Dores de Maria, pedindo intercessão e bênçãos para o mundo, com forte ligação com a aparição para a Irmã Amália em Campinas.


Estrutura e Componentes:

Contas Brancas:
Geralmente 49 contas brancas, divididas em grupos de sete, intercaladas por contas maiores.
Medalha:
Essencial, com imagem de Nossa Senhora das Lágrimas (um lado) e Jesus Manietado (outro).

Como Rezar (Simplificado):

Oração Inicial:
Ajoelhar-se e rezar a oração inicial, oferecendo as lágrimas de Maria a Jesus.
Mistérios/Dores:
Rezar os 7 Mistérios (as Dores de Maria).
Ave-Marias:
Em vez das Ave-Marias tradicionais, reza-se 7 vezes: "Ó Jesus, atendei as nossas súplicas pelas Lágrimas de Vossa Mãe Santíssima" ou variações.

Oração Final:
Rezar a oração final, pedindo que Maria una suas súplicas às nossas para alcançar as graças desejadas.

Significado:

Intercessão: Pede a Virgem Maria para unir suas preces às nossas, alcançando as graças através das Lágrimas de Sangue.
Conversão: Foco principal é a conversão dos pecadores e a salvação das almas.
Memória das Dores de Maria: Honra a Paixão de Cristo através das dores de Sua Mãe.
Origem:

A devoção foi revelada por Nossa Senhora à Irmã Amália, em Campinas (Brasil), em 1930, que recebeu um rosário com essa configuração e a medalha específica.
A Coroa (ou Rosário) que a Mãe de Deus entregou à Irmã Amália tinha 49 contas brancas, divididas em grupos de 7, por sete contas igualmente brancas. É, portanto, semelhante à Coroa das Dores de Maria, embora de cor diferente. Tinha ainda mais três contas finais e uma medalha com a imagem de Nossa Senhora das Lágrimas – de um lado – e a imagem de Jesus Manietado – de outro lado. A medalha é uma parte essencial desta Coroa, devendo ser exatamente como aquela que a Mãe de Deus mostrou à Irmã Amália, em Campinas, a 8 de abril de 1930 quando lhe disse: “Minha filha, o que os homens Me pedem pelas lágrimas de Minha Mãe, Eu amorosamente concedo.” “Este rosário alcançará a conversão de muitos pecadores, especialmente dos possuídos pelo demônio.”


Oração inicial:
Eis-nos aqui aos Vossos pés, ó dulcíssimo Jesus Crucificado, para Vos oferecermos as lágrimas d’Aquela que, com tanto amor, Vos acompanhou no caminho doloroso do Calvário. Fazei, ó bom Mestre, que nós saibamos aproveitar da lição que elas nos dão, para que, na Terra, realizando a Vossa Santíssima Vontade, possamos um dia, no Céu, Vos louvar por toda a eternidade.

Nas contas grandes
Vêde, ó Jesus, que são as lágrimas d’Aquela que mais Vos amou na Terra, e que mais Vos ama no Céu.

Nas 7 contas pequenas
Meu Jesus, ouvi os nossos rogos, pelas Lágrimas de Vossa Mãe Santíssima.

Repete por 7 vezes.

No fim, repete-se três vezes, nas três contas brancas finais:
Vêde, ó Jesus, que são as lágrimas d’Aquela que mais Vos amou na Terra, e que mais Vos ama no Céu.

Oração final:
Virgem Santíssima e Mãe das Dores, nós Vos pedimos que junteis os Vossos rogos aos nossos, a fim de que Jesus, Vosso Divino Filho, a quem nos dirigimos em nome das Vossas lágrimas de Mãe, ouça as nossas preces e nos conceda, com as graças que desejamos, a coroa da vida eterna. Amém.
Jaculatórias finais (para rezar contemplando e beijando a medalha):
– Por Vossa mansidão divina, ó Jesus Manietado, salvai o mundo do erro que o ameaça!
– Ó Virgem Dolorosíssima, as Vossas Lágrimas derrubaram o império infernal! 


Fonte: https://blog.comfebrasil.com.br/como-rezar-a-coroa-rosario-de-nossa-senhora-das-lagrimas/