CONTATO

https://pt-br.facebook.com/suelyaparecida.santossanches

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Santos do mês de Janeiro - fonte Ironi Spuldaro

Origens 

A Igreja alegra-se com a memória conjunta destes grandes Santos doutores: Santos Basílio Magno e Gregório de Nazianzeno.

São Basílio Magno, bispo e doutor da Igreja
Origens
Basílio nasceu em Cesareia, no ano 329. Nasceu de uma família santa que buscava testemunhar, na própria vida e na formação dos filhos, o grande amor por Cristo e pela Igreja. Foi assim que, ajudado pelo pai, Basílio recebeu a primeira formação. 

O encontro com São Gregório 
Depois, passou por Constantinopla, chegando a estudar em Atenas e formar-se em retórica. A essa altura, mesmo tendo um coração bem semeado pelo Evangelho, ele começou a buscar glórias humanas, mas, ao conhecer o amigo São Gregório Nazianzeno, conheceu Cristo mais profundamente e retomou a amizade com Jesus. 

A direção do seu conhecimento: Jesus Cristo
Ele, que já era muito culto, direcionou todo o seu potencial para Aquele que é a verdade, o Logus, o Verbo que se fez carne, Jesus Cristo, Nosso Senhor e salvador. Retirou-se por um tempo dali e pôde viver uma vida de muita oração e penitência. Depois, foi inspirado a aprofundar-se na vida eremítica e também na vida monástica. Visitou o Egito, Síria, Palestina e estudou a ponto de, com seu amigo Nazianzeno, começar uma comunidade monástica.

Eleito Bispo
Aconteceu que, diante da realidade na qual o Arianismo — heresia que afirmava que Jesus Cristo não é Deus —, confundia muito as pessoas e ainda era apoiada pelo imperador do Oriente chamado Valente. Nessa altura, em Cesareia, São Basílio, em 370 d.C., foi eleito bispo, sucessor de um dos apóstolos. Homem de caridade e de testemunho, ele pôde combater e ver a verdade vencendo o Arianismo. O imperador não colocava medo nesse homem cheio do Espírito Santo. São Basílio também tinha muitas obras, não era apenas um homem de palavras; cidades de caridade surgiram por meio dele.

Páscoa
Ainda padre, ele já era um testemunho reconhecido, uma autoridade não só pela Igreja, mas pela vida. São Basílio Magno deixou uma riqueza de escritos e, principalmente, a certeza de que amigo de Jesus, felizes nós seremos. Em 379 d.C., ele partiu para o céu e intercede por nós.

Uma verdadeira amizade que levou até Cristo
São Gregório Nazianzo, doutor da Igreja
Origens

São Gregório Nazianzo nasceu no mesmo ano que Basílio (329). Seu pai era Gregório, o Velho, que depois foi Bispo de Nazianzo. Estudou em Atenas, onde conheceu Basílio, ao qual teve um forte elo de amizade e com quem conviveu no eremitério da Capadócia. Homem de estudo e poeta, recebeu a alcunha de teólogo em decorrência de sua excelente doutrina e inflamada eloquência.

Forte combatente de Heresias
Foi enviado pelo imperador Teodósio a Constantinopla para combater a difusão da heresia ariana, mas assim que chegou foi atacado por pedradas, sendo obrigado a permanecer fora dos muros de Constantinopla. Graças a seu exemplo de vida, Gregório reconduziu a cidade à ortodoxia. Não conseguiu ser Bispo de Constantinopla, como o povo desejava, pois foi hostilizado por uma facção de opositores. Despediu-se e retornou para a sua terra natal.

Obras e sua Páscoa
Retirou-se no silêncio, onde continuou a falar com Deus e com os homens. Escreveu cerca de 240 cartas de grande importância teológica e moral, além de belíssimas pela forma literária. Morreu no ano 390.

Minha oração

“Sabemos que a amizade é um dom, graça divina, por isso, a pedimos Jesus. Queremos amizades verdadeiras e queremos ser bons amigos. Que as pessoas, que nos circundem, nos levem para mais perto de Deus. Amém.”

Santos Basílio Magno e Gregório de Nazianzeno, rogai por nós!
Origens e começo da vida consagrada 

Santa Genoveva nasceu em Nanterre, próximo de Paris, na França, no ano de 422, dentro de uma família muito simples. Desde cedo, ela foi discernindo o chamado de Deus a seu respeito. Quando tinha apenas 8 anos, um bispo chamado Dom Germano estava indo da França para a Inglaterra em missão. Passou por Nanterre para uma celebração e, ao dar a bênção para o povo, teve um discernimento no Espírito Santo e chamou aquela menina de oito anos para a vida consagrada. A resposta dela foi de que não pensava em outra coisa desde pequenina.

Santa Genoveva queria ser totalmente do Senhor. Não demorou muito tempo, ela fez um voto a Deus para viver a virgindade consagrada. Com o falecimento dos pais, dirigiu-se a Paris para morar na casa de uma madrinha. Ali, viveu uma vida de oração e penitência de oferta a Deus para a salvação das almas. Então, ela foi ficando conhecida pelo seu ardor, pelo seu amor e pelo desejo de testemunhar Jesus Cristo a todos os corações.

Uma entrega inteira e fiel a Deus 

Incompreendida pelas pessoas, ela chegou a ponto de ser defendida pelo mesmo Bispo que a chamou para a vida de consagração. Em Paris, ela ficou gravemente enferma; na doença, na dificuldade, chegou a ficar 3 dias em coma. Mas, em tudo, entregava-se à vontade de Deus. E o seu coração ia se dilatando e acolhendo a realidade de tantos. Uma mulher de verdade.

Por causa da invasão do Hunos em várias regiões, chegou, em Paris, uma história que estava amedrontando muitas pessoas: os Hunos estavam chegando para invadir e destruir a capital. Não era verdade e ela o soube. Então, fez questão de falar a verdade para o povo. Eles a perseguiram e quiseram queimá-la como feiticeira. Mas a sua fidelidade a Deus sempre foi a melhor resposta.

Fama de santidade, Páscoa e Canonização

Numa outra ocasião, de fato, os Hunos estavam para invadir e destruir Paris. Santa Genoveva chamou o povo para a oração e penitência; e não aconteceu aquela invasão. A sua fama de santidade e sua humildade para comunicar Cristo Jesus iam cada vez mais longe. Santa Genoveva ia ao encontro de povos para socorrer os doentes, os famintos; uma mulher de caridade, uma santa. Muitas jovens puderam ser despertadas para uma vocação de virgindade consagrada a partir do testemunho de Santa Genoveva.

Santa Genoveva morreu em 512, aos 90 anos de idade. Seu corpo foi levado para a igreja dos Santos Apóstolos. Em 1129, a França, especialmente Paris, estava desolada por uma peste, chamada doenças dos ardentes. Estêvão, bispo de Paris, pediu ao povo que invocasse a intercessão de Santa Genoveva. Imediatamente, as curas começaram a aparecer, até que, em poucos dias, a peste desapareceu. Foi chamado de “Milagre dos Ardentes”. A partir disso, o Papa Inocêncio II ordenou celebrar-se, todos os anos, a sua memória.

Minha oração

“Ó Deus, nosso Pai, por intercessão de Santa Genoveva, afastai de nós as doenças, a fome, as guerras, as incompreensões e o ódio entre irmãos. Jamais nos falte, Senhor, a vossa proteção e auxílio nas dificuldades e provações pelas quais passamos. Nós vos louvamos e vos damos graças. Por Cristo nosso Senhor. Amém!”

Santa Genoveva, rogai por nós!
Origens 

São João Nepomuceno Neumann, natural de Boêmia, nasceu em 23 de março de 1811. Ingressou no seminário no ano de 1831, e, ao ser despertado para o chamado à vida sacerdotal, fez toda a sua formação, mas foi acolhido nos Estados Unidos, em Nova York, pelo Bispo Dom João. Ali, foi ordenado. 

Padre Redentorista
Como padre, buscou ser fiel à vontade do Senhor. São João pertenceu à congregação dos padres redentoristas e, ao exercer vários cargos, sempre foi marcado pelo serviço de humildade, de ser servo de Deus e servir ao Senhor por amor aos irmãos.

Ministério Episcopal
O Espírito Santo pôde contar com ele também para o episcopado, sendo um dos sucessores dos apóstolos. Como bispo, participou em cerca de oitenta igrejas e cerca de cem colégios; até a própria Sé, na Filadélfia, foi construída por meio do seu serviço, do seu ministério episcopal.

São João Nepomuceno Neumann: pioneiro das escolas paroquiais americanas
Um modelo
São João Nepomuceno Neumann é modelo de pastor e defensor da liberdade que salva e liberta; uma imagem, um reflexo do Bom Pastor. Gastou toda a sua vida pelo Senhor, pela Igreja e pelo povo de Deus. Zelou pelo anúncio do Evangelho e manteve um amor ardente pela Igreja e pelos necessitados.

Páscoa
Em 5 de janeiro de 1860, morreu em Filadélfia, Estados Unidos, onde ficou carinhosamente conhecido pelo povo como “bispinho”. 

Via de Santificação
Foi beatificado por Paulo VI em 1963. Em 17 de junho de 1977, a fim de participarem de sua glorificação, 30 mil pessoas atravessaram o Oceano. Sua canonização foi realizada pelo mesmo Papa que realizou a beatificação. A cerimônia foi transmitida para o mundo todo. São João Nepomuceno ficou reconhecido como pioneiro das escolas paroquiais americanas.

Minha oração

“Ao Bispo da América, rogamos por todos que moram lá. Zelai pelos brasileiros que ali moram dando a eles a graça que precisam. E para a Igreja desse país, concedei o mesmo ardor missionário e evangelização, a perpetuação do catolicismo e expansão. Amém.”

São João Nepomuceno Neumann, rogai por nós!
Origens
São Raimundo nasceu no castelo de Peñafort, em Barcelona, Espanha, no ano de 1175. Seus pais originavam-se dos antigos condes de Barcelona e eram aliados do rei Aragão. Desde cedo, muito dedicado aos estudos, ele se especializou em Bolonha, na Itália, na universidade onde se tornou também um reconhecido mestre.

Entrada na Ordem Dominicana
Deixou aquela realidade que tanto amava para obedecer ao Bispo de Barcelona, que o queria como cônego. Ele prestou esse serviço até discernir seu chamado à vida religiosa, foi quando entrou para a família dominicana e continuou em vários cargos de formação, mas aberto à realidade e às necessidades da Igreja, onde exerceu o papel de teólogo do Cardeal-bispo de Sabina; também foi legado na região de Castela e Aragão; depois, transferido para Roma, ocupou vários cargos.

Cúria Romana
Ele não buscava nem tinha em mente um projeto de ocupar este ou aquele serviço, mas foi fiel àquilo que davam a ele como trabalho para a edificação da Igreja. Na Cúria Romana, quantos cargos ligados a Teologia, Direito Canônico. Um homem de prudência, de governo. Seu último cargo foi de penitenciário-mor do Sumo Pontífice. Quiseram até escolhê-lo como Arcebispo, mas, nesta altura, ele voltou para a Espanha; quis viver em seu convento, em Barcelona, como um simples frade, mas os reis, o Papa e tantos outros sempre recorriam ao seu discernimento.

São Raimundo de Peñafort escreveu obras de sólida doutrina
Humilde homem
São Raimundo escreveu a respeito da casuística. Enfim, pelos escritos e pelos ensinos, ele investia numa ação de mestres e missionários, pois tinha consciência de que precisava de missionários bem formados para que a evangelização também fluísse. Ele não fez nada sozinho, contou com a ajuda de São Tomás de Aquino, ajudou outros a discernir a vontade do Senhor, como São Pedro Nolasco, que estava discernindo a fundação de uma nova ordem consagrada a Nossa Senhora das Mercês – os mercedários. Homem humilde que se fez servo, foi escolhido como Superior Geral dos Dominicanos. Homem de pobreza, de obediência e pureza; homem de oração.

Páscoa
Faleceu em Roma, em 1275; cem anos consumindo-se pela obra do Senhor. À beira de seu túmulo, realizou-se vários milagres, alguns foram descritos na bula de sua canonização, realizada em 1601 por Clemente VIII.

Minha oração

“Homem de grande fineza espiritual e inteligência jurídica, rogai por todos os promotores da paz, pelos que lutam pela justiça, pelos meios jurídicos civis e canônicos. Que a Igreja e a sociedade cresçam na precisão moral. Dai-nos uma conduta segundo o coração de Deus. Amém.”

São Raimundo de Peñafort, rogai por nós!
Origens
Frei Gonçalo nasceu, em 1187, em Arriconha, freguesia de Tagilde, próximo a Guimarães, norte de Portugal. Pertencente à nobre família dos Pereiras, viveu nos reinados de Dom Afonso II, Dom Sancho II e Dom Afonso III.

A Vocação
Muito cedo, ele se viu chamado ao sacerdócio. Em sua formação humana e cristã, Frei Gonçalo passou pelo Convento Beneditino, depois por Braga, lugar onde foi ordenado pelo Arcebispo. Não demorou muito para ser abade em São Paio de Riba Vizela, junto à sua terra natal.

Peregrinações
Frei Gonçalo de Amarante pôde fazer várias peregrinações que muito enriqueceram a sua vida espiritual e também apostólica. Ele foi a Roma, visitou os túmulos de São Pedro e São Paulo e tomou um “banho” da Igreja. Visitou a Terra Santa, conheceu os lugares santos por onde Jesus passou. Seu amor foi crescendo cada vez mais por Nosso Senhor.

Páscoa
Partiu para a glória em 10 de janeiro de 1262, deixando para o povo de Amarante, para todas as gerações ao norte de Portugal, para toda Europa e para todo o mundo, um testemunho de santidade que colabora para uma civilização mais justa. Seu exemplo de bondade tornou-o célebre e a sua devoção é muito popular, até mesmo no Brasil, onde é padroeiro de algumas cidades.

Frei Gonçalo de Amarante, rogai por nós!

BOLETINS DO PADRE REGINALDO DO ANO DE 2026

 


Filhos e filhas,

 

Um abençoado e feliz 2026! Que o Espírito Santo seja nossa companhia constante ao longo de todo este ano, conduzindo nossos passos para que permaneçamos firmes no caminho do Senhor.

 

Quero refletir com vocês sobre a importância da alegria em nossas vidas. E não por falta de outros temas, mas justamente por ser um assunto que exige nossa atenção constante, proponho essa reflexão nesta primeira mensagem de 2026. A alegria cristã não é algo superficial nem passageiro; ela nasce de uma experiência profunda com Deus.

 

Somos chamados a viver a alegria dos Reis Magos que, ao verem novamente a estrela, ficaram radiantes de alegria (cf. Mt 2,10). Alegraram-se porque reencontraram o caminho, porque perseveraram na busca e puderam chegar até o Deus Menino, envolto em faixas, para adorá-Lo e oferecer seus presentes. Essa alegria é fruto da fidelidade e da confiança.

 

Devemos também nos alegrar como as mulheres na madrugada da Ressurreição que, ao encontrarem o túmulo vazio, correram cheias de alegria para anunciar aos discípulos que Jesus está vivo (cf. Mt 28,8). Essa é a alegria que transforma, que move, que impulsiona à missão.,

 

A alegria nos enche de energia e entusiasmo. A própria origem da palavra entusiasmo nos ajuda a compreender isso: significa “ter um deus dentro de si”, “ter alma”, “ter ânimo”. A alegria é um estado interior pleno, que nasce quando experimentamos a presença de Deus agindo em nossa vida.

 

São Paulo nos exorta a sermos alegres no Senhor. Por isso, precisamos cultivar a alegria todos os dias. Precisamos exercitar a surpresa boa, aquela capacidade de nos deixar tocar por Deus nas pequenas coisas. Não é maravilhoso quando, de repente, descobrimos um novo ensinamento ou compreendemos, pela primeira vez, um sentido mais profundo de uma passagem bíblica?

 

Muitas pessoas já partilharam comigo dizendo: “Padre, eu já tinha lido esse texto tantas vezes, mas quando o senhor explicou daquela forma, eu parei, refleti e compreendi algo que antes não percebia”. Esse processo da descoberta alegre também acontece comigo. Ao reler a Palavra de Deus, quantas vezes os versículos parecem saltar aos olhos, revelando novos significados. Essa ação do Espírito Santo alegra profundamente o meu coração.

 

Essa alegria simples nos prepara para a alegria plena que um dia viveremos em Deus. Por isso, precisamos estar atentos: o mundo oferece prazer, não alegria. Cria expectativas exageradas e responde a elas com frustrações. Deus, ao contrário, gera alegria verdadeira, que sustenta e permanece.

 

O próprio Catecismo da Igreja Católica nos ensina onde está a fonte dessa alegria: reconhecer que somos totalmente dependentes de Deus. Ele não nos abandona, mas a cada instante nos mantém no ser, nos sustenta e nos conduz. Reconhecer essa dependência é fonte de sabedoria, liberdade, confiança e alegria (cf. CIC 301).

 

Que neste ano que se inicia possamos permanecer alegres, conscientes de que somos criaturas amadas, cuidadas e sustentadas por Deus.


Deus abençoe,

Padre Reginaldo Manzotti

sábado, 10 de janeiro de 2026

Bênção da casa no dia da Epifania

Solenidade da Epifania do Senhor, celebrada no Brasil no dia 04 de janeiro — já que a data litúrgica é 06/01, mas é transferida para o domingo mais próximo — a Igreja recorda a manifestação de Jesus ao mundo, simbolizada pela chegada dos Três Reis Magos, que vieram do Oriente para adorar o Menino Deus recém-nascido.

Neste dia, a Igreja nos convida a viver um gesto simples, mas profundamente significativo: a bênção das casas. Tradicionalmente, os católicos escrevem, na parte superior da porta de entrada do lar, as letras C, M e B, acompanhadas dos números do ano.

Essas letras fazem referência aos nomes dos Reis Magos — Gaspar (Caspar, em latim), Melchior e Baltazar, mas também possuem um belo significado cristão: a expressão latina Christus Mansionem Benedicat, que quer dizer: “Que Cristo abençoe esta casa”.

No Santuário Santa Rita, realizamos a bênção do giz, que é distribuído aos fiéis para que cada família possa, em seu lar, fazer a inscrição e rezar a oração da Epifania, pedindo a proteção e a presença de Cristo durante todo o ano.

Essa tradição, muito popular na Polônia e em outros países eslavos, espalhou-se por diversas regiões do mundo e continua sendo um belo sinal de fé, de acolhida e de consagração do lar ao Senhor.

Como fazer a bênção do lar
Reúna todos os familiares em frente à porta principal da casa. Inicie fazendo o sinal da cruz e reze:

Paz para esta casa.
E a todos aqueles que moram nela.

Em seguida, recorde o mistério da Epifania:
Do Oriente, os Três Reis Magos foram a Belém para adorar o Senhor e, abrindo seus tesouros, ofereceram presentes preciosos: ouro para o grande Rei, incenso para o Deus verdadeiro e mirra como sinal de sua sepultura.

Reze o Pai Nosso e continue:
Senhor, escutai a minha oração.
E que o meu clamor chegue até Vós.

Rezemos:
Ó Deus, que hoje manifestastes o vosso Filho unigênito aos povos, guiados pela estrela, concedei que nós, que Vos conhecemos pela fé, cheguemos também à visão da vossa gloriosa majestade. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

E, por fim:
Oremos.
Abençoai, Senhor Deus Todo-Poderoso, este lar, para que nele haja saúde, pureza, força de vitória, humildade, bondade e misericórdia, o fiel cumprimento da vossa lei e constante ação de graças a Deus Pai, Filho e Espírito Santo. Que esta bênção permaneça sobre esta casa e sobre todos os que nela habitam. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

Após a oração, escreva na porta principal da casa:
20 * C + M + B + 26
 (Os números indicam o ano corrente.)

Que a Epifania do Senhor renove em nossos lares a certeza de que Cristo caminha conosco, abençoa nossas famílias e faz de cada casa um sinal de sua presença e de sua luz no mundo.
Fonte https://www.santuariosantaritadecassia.com.br/post/bencao-das-casas-na-solenidade-da-epifania-do-senhor#:~:text=Que%20a%20Epifania%20do%20Senhor,de%20sua%20luz%20no%20mundo.

Imagens religiosas Facebook