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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Sexta-feira Santa: Paixão de Nosso Senhor



Sexta-feira Santa, 6 de Abril de 2012.
SANTO DO DIA: Sexta-feira Santa: Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo; São Pedro de Verona, presbítero e mártir; Beata Catarina de Pallanza, virgem; Beato Notker, confessor
Primeira leitura: Isaías 52,13-53, 12
Leitura do Livro do profeta Isaías:

13Ei-lo, o meu Servo será bem-sucedido; sua ascensão será ao mais alto grau. 14Assim como muitos ficaram pasmados ao vê-lo - tão desfigurado ele estava que não parecia ser um homem ou ter aspecto humano -, 15do mesmo modo ele espalhará sua fama entre os povos. Diante dele os reis se manterão em silêncio, vendo algo que nunca lhes foi narrado e conhecendo coisas que jamais ouviram. 53,1Quem de nós deu crédito ao que ouvimos? E a quem foi dado reconhecer a força do Senhor? 2Diante do Senhor ele cresceu como renovo de planta ou como raiz em terra seca. Não tinha beleza nem atrativo para o olharmos, não tinha aparência que nos agradasse. 3Era desprezado como o último dos mortais, homem coberto de dores, cheio de sofrimentos; passando por ele, tapávamos o rosto; tão desprezível era, não fazíamos caso dele. 4A verdade é que ele tomava sobre si nossas enfermidades e sofria, ele mesmo, nossas dores; e nós pensávamos fosse um chagado, golpeado por Deus e humilhado! 5Mas ele foi ferido por causa de nossos pecados, esmagado por causa de nossos crimes; a punição a ele imposta era o preço da nossa paz, e suas feridas, o preço da nossa cura. 6Todos nós vagávamos como ovelhas desgarradas, cada qual seguindo seu caminho; e o Senhor fez recair sobre ele o pecado de todos nós. 7Foi maltratado, e submeteu-se, não abriu a boca; como cordeiro levado ao matadouro ou como ovelha diante dos que a tosquiam, ele não abriu a boca. 8Foi atormentado pela angústia e foi condenado. Quem se preocuparia com sua história de origem? Ele foi eliminado do mundo dos vivos; e por causa do pecado do meu povo foi golpeado até morrer. 9Deram-lhe sepultura entre ímpios, um túmulo entre os ricos, porque ele não praticou o mal nem se encontrou falsidade em suas palavras. 10O Senhor quis macerá-lo com sofrimentos. Oferecendo sua vida em expiação, ele terá descendência duradoura, e fará cumprir com êxito a vontade do Senhor. 11Por esta vida de sofrimento, alcançará luz e uma ciência perfeita. Meu Servo, o justo, fará justos inúmeros homens, carregando sobre si suas culpas. 12Por isso, compartilharei com ele multidões e ele repartirá suas riquezas com os valentes seguidores, pois entregou o corpo à morte, sendo contado como um malfeitor; ele, na verdade, resgatava o pecado de todos e intercedia em favor dos pecadores.

- Palavra do Senhor
- Graças a Deus
Segunda leitura: Hebreus 4,14-16.5,7-9
Leitura da Carta aos Hebreus:

Irmãos: 14Temos um sumo sacerdote eminente, que entrou no céu, Jesus, o Filho de Deus. Por isso, permaneçamos firmes na fé que professamos. 15Com efeito, temos um sumo sacerdote capaz de se compadecer de nossas fraquezas, pois ele mesmo foi provado em tudo como nós, com exceção do pecado. 16Aproximemo-nos então, com toda a confiança, do trono da graça, para conseguirmos misericórdia e alcançarmos a graça de um auxílio no momento oportuno. 5,7Cristo, nos dias de sua vida terrestre, dirigiu preces e súplicas, com forte clamor e lágrimas, àquele que era capaz de salvá-lo da morte. E foi atendido, por causa de sua entrega a Deus. 8Mesmo sendo Filho, aprendeu o que significa a obediência a Deus, por aquilo que ele sofreu. 9Mas, na consumação de sua vida, tornou-se causa de salvação eterna para todos os que lhe obedecem.

- Palavra do Senhor
- Graças a Deus

SALMO 31

Senhor, eu ponho em vós minha esperança; que eu não fique envergonhado eternamente! Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito, porque vós me salvareis, ó Deus fiel!
R: Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.
- Tornei-me o opróbrio do inimigo, o desprezo e zombaria dos vizinhos, e objeto de pavor para os amigos; fogem de mim os que me vêem pela rua. Os corações me esqueceram como um morto, e tornei-me como um vaso espedaçado!
R: Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.
- A vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio, e afirmo que só vós sois o meu Deus! Eu entrego em vossas mãos o meu destino; libertai-me do inimigo e do opressor!
R: Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.
- Mostrai serena a vossa face ao vosso servo, e salvai-me pela vossa compaixão! Fortalecei os corações, tende coragem, todos vós que ao Senhor vos confiais!
R: Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.

Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 18,1-19,42
Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João:
N (Narrador): Naquele tempo, 1Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos. 2Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. 3Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 4Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse:
P (Presidente): A quem procurais?
N: 5Responderam:
G (Grupo ou assembléia): A Jesus, o nazareno.
N: Ele disse:
P: Sou eu.
N: Judas, o traidor, estava junto com eles. 6Quando Jesus disse "sou eu", eles recuaram e caíram por terra. 7De novo lhes perguntou:
P: A quem procurais?
N: Eles responderam:
G: A Jesus, o nazareno.
N: 8Jesus respondeu:
P: Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem.
N: 9Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito: "Não perdi nenhum daqueles que me confiaste". 10Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. 11Então Jesus disse a Pedro:
P: Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?"
N: 12Então, os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o sumo sacerdote naquele ano. 14Foi Caifás que deu aos judeus o conselho: "É preferível que um só morra pelo povo". 15Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote. 16Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do sumo sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 17A criada que guardava a porta disse a Pedro:
L (Leitor): Não pertences também tu aos discípulos desse homem?
N: Ele respondeu:
L: Não.
N: 18Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19Entretanto, o sumo sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento. 20Jesus lhe respondeu:
P: Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. 21Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse.
N: 22Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo:
L: É assim que respondes ao sumo sacerdote?
N: 23Respondeu-lhe Jesus:
P: Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?
N: 24Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o sumo sacerdote.25Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe:
G: Não és tu, também, um dos discípulos dele?
N: Pedro negou:
L: Não!
N: 26Então um dos empregados do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse:
L: Será que não te vi no jardim com ele?
N: 27Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou. 28De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa. 29Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:
L: Que acusação apresentais contra este homem?
N: 30Eles responderam:
G: Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!
N: 31Pilatos disse:
L: Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei.
N: Os judeus lhe responderam:
G: Nós não podemos condenar ninguém à morte.
N: 32Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer. 33Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe:
L: Tu és o rei dos judeus
N: 34Jesus respondeu:
P: Estás dizendo isto por ti mesmo, ou outros te disseram isto de mim?
N: 35Pilatos falou:
L: Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?
N: 36Jesus respondeu:
P: O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui.
N: 37Pilatos disse a Jesus:
L: Então tu és rei?
N: Jesus respondeu:
P: Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz.
N: 38Pilatos disse a Jesus:
L: O que é a verdade?
N: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus e disse-lhes:
L: Eu não encontro nenhuma culpa nele. 39Mas existe entre vós um costume, que pela páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos judeus?
N: 40Então, começaram a gritar de novo:
G: Este não, mas Barrabás!
N: Barrabás era um bandido. 19,1Então Pilatos mandou flagelar Jesus. 2Os soldados teceram uma coroa de espinhos e colocaram-na na cabeça de Jesus. Vestiram-no com um manto vermelho, 3aproximavam-se dele e diziam:
G: Viva o rei dos judeus!
N: E davam-lhe bofetadas. 4Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:
L: Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum.
N: 5Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes:
L: Eis o homem!
N: 6Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:
G: Crucifica-o! Crucifica-o!
N: Pilatos respondeu:
L: Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum.
N: 7Os judeus responderam:
G: Nós temos uma lei, e, segundo esta lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus.
N: 8Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. 9Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus:
L: De onde és tu?
N: Jesus ficou calado. 10Então Pilatos disse:
L: Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?
N: 11Jesus respondeu:
P: Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior.
N: 12Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam:
G: Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César.
N: 13Ouvindo estas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado "Pavimento", em hebraico "Gábata". 14Era o dia da preparação da páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus:
L: Eis o vosso rei!
N: 15Eles, porém, gritavam:
G: Fora! Fora! Crucifica-o!
N: Pilatos disse:
L: Hei de crucificar o vosso rei?
N: Os sumos sacerdotes responderam:
G: Não temos outro rei senão César.
N: 16Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram.17Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado "Calvário", em hebraico "Gólgota". 18Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio. 19Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito: "Jesus, o nazareno, o rei dos judeus". 20Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. 21Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos:
G: Não escrevas "o rei dos judeus", mas sim o que ele disse: "Eu sou o rei dos judeus".
N: 22Pilatos respondeu:
L: O que escrevi, está escrito.
N: 23Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto a baixo. 24Disseram então entre si:
G: Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será.
N: Assim se cumpria a escritura que diz: "Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica". Assim procederam os soldados.25Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe:
P: Mulher, este é o teu filho.
N: 27Depois disse ao discípulo:
P: Esta é a tua mãe.
N: Dessa hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a escritura se cumprisse até o fim, disse:
P: Tenho sede.
N: 29Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30Ele tomou o vinagre e disse:
P: Tudo está consumado.
N: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.

Todos se ajoelham e ficam em silêncio

N: 31Era o dia da preparação para a páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. 33Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35Aquele que viu, dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis. 36Isso aconteceu para que se cumprisse a escritura, que diz: "Não quebrarão nenhum dos seus ossos". 37E outra escritura ainda diz: "Olharão para aquele que transpassaram".

38Depois disso, José de Arimatéia, que era discípulo de Jesus - mas às escondidas, por medo dos judeus - pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. 39Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido de noite encontrar-se com Jesus. Levou uns trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés. 40Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar. 41No lugar onde Jesus, foi crucificado, havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. 42Por causa da preparação da páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus.

- Palavra da salvação
- Glória a Vós, Senhor

FONTE:ARAUTOS DO EVANGELHO
A Páscoa é uma época em que Minha morte na Cruz é contemplada adequadamente

Recebido sexta-feira, 6 de abril 2012, 22:20

Minha amada filha, você Me console em Meu momento de tristeza. Você dá amor e conforto que Eu tanto desejo das almas. Ó, que todas as almas se unam e entrelacem seus corações com o Meu, a Sagrada Família de Deus seria totalmente concluída. Somente quando todas as almas são salvas, será feito a Divina vontade de Meu Pai.

A Páscoa é uma época em que a Minha morte na Cruz é contemplada adequadamente e Minha Ressurreição dos mortos é plenamente reconhecida, pela liberdade que traz a Humanidade.

Minha Ressurreição significa que todos vocês que Me amam e proclamem Minha Santa Palavra, também podem ser ressuscitados da morte.

Todos aqueles, que morreram em estado de graça e favorecido por Meu Pai, também serão ressuscitados da morte em glória, no dia em que Eu vir a julgar.


Eles vão se juntar àqueles, que estão vivos, não apenas no corpo, mas no espírito do Senhor e serem concedidos à vida eterna.

Muitas pessoas não entendem a Minha promessa.

Todos aqueles, cujos nomes estão contidos no Livro da Vida, serão levantados em corpo, mente e alma, livre de corrupção corporal e em plena união Comigo.

Todos os escolhidos vão viver de acordo com a Vontade Divina do Meu Pai.

Vocês vão viver em paz, amor e harmonia durante o Meu Reino Glorioso na Terra por 1.000 anos.

Vocês vão juntar-se em glória com a primeira ressurreição dos mortos. Essas almas, incluindo sua amada família e amigos, que são considerados aptos para entrarem em Meu Novo Paraíso na Terra.

Esta é a vida que todos vocês devem procurar. Não tenham dúvida nisso!

Para aquelas pobres almas, que não aceitam a verdade da Minha existência, ou a Minha promessa para julgar os vivos e os mortos, eles vão arrancar seus cabelos, quando serão confrontados com o terrível destino, que está à frente deles, quando a verdade for revelada.

Aqueles crentes, vocês também devem ter cuidado:

Muitos de vocês que não Me amam o suficiente levam outros a cometerem o erro de acreditar que a Minha misericórdia ignora os pecados onde não existe remorso.

Minha misericórdia é abundante, Eu quero derramar Minhas graças sobre cada pecador. Mas há aqueles, que estão convencidos na falsa suposição de que seu conhecimento de Meus ensinamentos é o suficiente para salvá-los. Eles são indiferentes ao Meu amor. Eles não têm um coração terno, têm pouco de humildade em suas almas e acreditam que certos pecados não são dignos de arrependimento. Este pensamento é perigoso e só serve para remover essas almas de Mim ainda mais.

Não há um pecado tão pequeno, que pode ser ignorado. A absolvição só pode ser dada, quando vocês se arrependem. Vocês só podem se arrependerem, se vocês estão livre do orgulho e humilde de coração.
Alegraí-lhes, Meus filhos, nesta Páscoa. Assim como Minha morte na Cruz lhes deu o dom da salvação, era a Minha Ressurreição dos mortos, que também lhes dará a vida eterna, que foi planejado por Meu Pai Eterno desde a muito tempo.

Vocês têm muito a olhar para frente. Porque a vida eterna prometida a vocês significa exatamente isso. Vida Eterna em corpo, mente e alma.

É importante que vocês se esforcem para esta nova vida e que vocês preparem as suas almas.

Todo esforço será feito por Satanás e seus demônios para convencê-los que a vida eterna em Meu Novo Paraíso não existe. E que a Minha Segunda Vinda é uma mentira.

Sacerdotes, membros do Clero e devotos cristãos serão o primeiro alvo.

Rezem, rezem, rezem para Meu Pai Eterno, para protegê-los com o Meu precioso sangue, de modo que nenhum de vocês se desviem da verdade.

Seu amado Jesus Cristo, Redentor da Humanidade
Quando copiam as mensagens, por favor informem a fonte: www.jesusfala.com
A Sexta-feira Santa é o dia que Eu desejo, e especialmente neste ano,
para ser lembrado por aquilo, que isso realmente significa.


Recebido quinta-feira, 5 de abril 2012, 08:00

A Sexta-feira Santa é o dia que Eu desejo, e especialmente neste ano, para ser lembrado por aquilo que isso realmente significa.

Meu Pai Me enviou ao mundo e Me ofereceu como um resgate para salvar o mundo do fogo do inferno.

Eu vim para servir vocês, filhos, e não a condená-los. Minha morte foi uma graça especial, livre de qualquer obrigação da sua parte, para aceitar a mão da misericórdia, que foi dada pelo Meu Pai Eterno.

Este dom foi oferecido para permitir que a Humanidade receba o dom da reconciliação, para que possam ser aptos a entrar no Reino do Meu Pai.

Antes que Eu fosse crucificado, Eu participei da Ceia da Páscoa, muito importante, com os Meus Apóstolos, na noite antes da Minha morte na Cruz.

Esta última ceia fornece um outro presente especial: O dom de celebrar a Santa Eucaristia é um Sacramento de amor, para lhes oferecer um presente único, onde vocês podem realmente receber-Me na Sagrada Comunhão.

Minha presença verdadeira, contida na Sagrada Eucaristia no mundo de hoje, quando celebrada durante a Santa Missa, dá as graças muito especiais àqueles em estado de graça, que Me amam e quem Me recebem.
(“Estado de graça” significa: Não estar em pecado.)

Minha presença pode ser sentida em uma forma, que reforce a sua fé, quando vocês aceitarem a Minha presença verdadeira na Eucaristia.

Se vocês rejeitem a Minha presença na Eucaristia, vocês rejeitem um dos dons mais importantes, que deixei para vocês quando Eu vim à Terra, para expiar os seus pecados.

Eu morri para salvar vocês e este é, em si, um grande presente.

Mas Eu lhes deixei um presente muito especial, onde vocês podem receber-Me em corpo, mente e alma.
Aceitem a Minha presença e a sua alma vai se tornar mais próxima em verdadeira união Comigo.

Aceitem-Me!

Não Me abandonem!

Não Me neguem!

Acreditem, sem quaisquer dúvidas em seus corações, que foi por causa do amor de Deus Pai, que estes dons foram concedidos a vocês.

Reflitam agora sobre a verdade dos Meus ensinamentos. Não aceitem a Minha crucificação sem aceitar os presentes também oferecidos para vocês na Minha Última Ceia. Se vocês não fizerem isso, vocês estarão morrendo de fome na sua alma, por falta do alimento da vida.

O seu amado Jesus, Redentor da Humanidade


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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Jesus revela detalhes da crucificação-IMPRESSIONANTE

Recebido quinta-feira, 29 de março 2012 13:15

Minha amada filha, Meu tempo para mais sofrimento virá, porque Minha paixão na Cruz vai ser comemorada.

Nenhum homem compreende a extensão do Meu sofrimento durante a Minha crucificação ou a maneira como Eu fui flagelado.

Minha flagelação era a pior. Eu fui açoitado selvagemmente por dez homens e cada centímetro do Meu corpo foi cortado.

A carne das Minhas costas estava rasgada e Meus omoplatas (ossos) eram visíveis.

Eu mal conseguia ficar em pé e um olho foi ferido e esmagado.

Eu só conseguia ver através do Meu olho esquerdo.

Eles Me levaram diante de Pôncio Pilatos e colocaram a coroa de espinhos na Minha cabeça, Eu mal conseguia ficar de pé.

Eles, então, despiram-Me nu antes e colocaram um vestido vermelho curto sobre a Minha cabeça e, em seguida, colocaram um ramo de palmeira na Minha mão direita.

Cada espinho era como uma agulha, tão afiado era ele. Um desses espinhos também perfurou Meu olho direito, e não podia mais ver com ele.

Perdi tanto sangue que Eu vomitei e estava tão tonto, que quando Eu comecei a Minha subida ao Calvário, Eu não consegui segurar a Cruz.

Eu caí tantas vezes, que levou horas para chegar ao topo da colina.

Fui açoitado e chicoteado a cada passo do caminho.

Meu corpo estava todo ensangüentado e coberto com um suor espesso, produzido por um sol abrasador.

Desmaiei algumas vezes.

Assim como isto era doloroso e angustiante, o mais assustador de tudo era o ódio mostrado a Mim, não só pelos adultos ao longo do caminho, mas por crianças, que Me chutaram, porque eles estavam seguindo o exemplo dos pais.

Os gritos que saiam para fora das bocas e o ódio não eram nada, comparados ao medo que tinham de Mim.
Porque, por trás de tudo, eles ainda não tinham certeza se Eu era, de fato, o Messias, que estavam esperando por tanto tempo.

Era mais fácil, portanto, Me odiar e Me denunciar, em vez de Me aceitar, porque significaria que eles teriam de mudar suas atitudes.

Meu momento mais angustiante foi quando Eu estava no chão de lado, tendo sido chutado nas costas, e vi a Minha amada Mãe olhando para Mim.

Ela estava de coração partido e teve que ser segurada por dois dos Meus discípulos.

Eu só podia vê-la através do olho remanescente e Eu não conseguia suportar ver Seu tormento.

As vaias, gritos e rugidos das multidões de centenas podiam ser sentidas a partir do chão, em que Eu estava deitado e levaram 600 soldados para organizar e supervisionar a crucificação de Mim e de outros seis pessoas.

Eu era o principal foco de sua atenção e os outros não sofreram quanto Eu sofri.

Quando Meus punhos, na base dos Meus polegares, foram pregados na Cruz, Eu não conseguia mais sentir.

Meu corpo estava tão maltratado e machucado, que Eu tinha entrado em choque.

Meus ombros foram deslocados e Meus braços foram arrancados de suas órbitas.

O pior dano físico ao Meu corpo foi infligido antes de Eu ser pregado na Cruz.

Não deixei escapar nenhum grito.

Nenhum protesto.

Apenas um sussurro.

Isso enfureceu Meus carrascos, que queriam uma reação, para satisfazer seus desejos.

Eu nunca Me comprometi com eles, porque se o fizesse significaria que Eu teria Me comprometido com Satanás e seus demônios, que infestavam suas almas.

É por isso que a sua maldade para Mim foi tão intensa.

Eu estive pendurado na Cruz por cinco horas.

O sol estava escaldante e sem nuvens para ajudar a reduzir a queima da Minha pele.

Quando tirei Meu último suspiro, Meu Pai enviou nuvens negras, bem como trovões e relâmpagos.

A tempestade, que ocorreu, foi de tal magnitude assustadora e tão repentina que Meus espectadores não ficaram em dúvida nessa fase quem Eu realmente fosse, de fato, o Salvador, que tinha sido enviado por Deus Pai.

Eu revelo isso a você, Minha filha, como um presente para você, em troca do ato de enorme sofrimento que você Me ofereceu.

Diga aos Meus filhos, que Eu não Me arrependo da Minha paixão na Cruz.

O que Eu lamento é que o Meu sacrifício foi esquecido e que muitos negam que Minha crucificação tenha acontecido.

Muitos não têm nem idéia sobre o que Eu tinha que sofrer, porque muitos dos Meus apóstolos não testemunharam Minha subida ao Calvário.

O que Me machuca hoje é que muitos ainda Me negam.

O Meu apelo a vocês, Meus seguidores, é: não permitam que a Minha crucificação tenha sido inútil.

Eu morri por TODOS os pecados, incluindo aqueles que são cometidos hoje.

Eu quero e Eu preciso salvar ainda aqueles que ainda Me negam até hoje.

Seu amado Salvador, Jesus Cristo

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Jesus disse: Quem não se preparar adequadamente, corre o risco de morrer de susto, quando acontecer!

Mandem emails, torpedos, cartas e chamem as pessoas via telefone para ler estas mensagens do Céu!
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sábado, 31 de março de 2012

SEMANA SANTA



Filhos e filhas,

Domingo iniciamos a Semana Santa e somos convidados a mergulhar na maior de todas as festas cristãs: a Páscoa. É um tempo favorável da graça de Deus para contemplarmos a razão da nossa fé, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus. Nós somos cristãos porque Jesus morreu e ressuscitou.
E para bem vivenciarmos essa semana devemos permanecer unidos a Deus através da oração. Porque até podemos ver filmes sobre a Paixão de Jesus, e eu indico, é uma ótima forma de começar a ambientar, em nós, a Semana Santa. Mas para realmente viver esse tempo favorável da graça, somente pela oração.
E é sobre isso o tema desta mensagem de hoje, a oração. Observando os modelos de oração, como uma forma de nos relacionarmos intimamente com Deus. Na oração vocal nós falamos com Deus. Na meditação Deus nos fala. Na oração mental há um diálogo silencioso e amoroso entre Deus e nós, o amante e o amado.
Tomemos por exemplo um casal apaixonado. Às vezes, não precisam falar muito com palavras, pois se falam com o olhar. O amor se expressa pelos olhos. É tão bonito o amor. Quem nunca amou na vida vai morrer sem ter conhecido um dos grandes milagres de Deus, porque o amor verdadeiro é sublime.
O amor entre a alma e o amado, Deus. É o que diz São João da Cruz, num poema: “oh! Feliz ventura Sair, indo à procura do amor, do meu Amado…!” Na Sagrada Escritura é só ler o Livro do Cântico dos Cânticos para entender o que é uma alma apaixonada por Deus.
Santa Tereza D’Avila, “assim se espera na oração mental, ao meu ver é um comércio interior de amizade em que nós conversamos a sós com Deus, com esse Deus, que nós sabemos sermos amados, a oração mental busca do coração que é como o desejo de encontrar o amado”.
É isso que a oração faz, não tem água morna para quem reza, Não tem só “mais ou menos”. Se nós conseguíssemos um pouquinho, uma centelha desse amor, uma faísca desse amor do Espírito Santo em nosso coração, então nossa oração seria fervorosa, nós gostaríamos de estar mais na presença do amor que é Deus, porque nossa alma sente necessidade. O vazio que muitos sentem que não tem bem material que preencha, nem joia, nem roupas de grife. Esse vazio só Deus preenche, esse vazio é o lugar de Deus.
A oração transfigura, a oração transcende, a oração muda, a oração converte, a verdadeira oração nos impulsiona.
Muitas vezes, nossas orações não estão sendo qualificativas, nós estamos sendo mecânicos, ritualistas, cumpridores e observadores, mas não estamos deixando nos tocar por Deus. Está sendo um caminho de ida, mas não há o caminho de volta. Não porque Deus não quer, porque não deixamos, nós não O escutamos.
Na mesma proporção que nos dedicamos a cuidarmos do corpo, devemos dedicar a cuidar do espírito. Se, na mesma proporção, buscamos manter a sobrevivência do corpo, buscássemos manter a sobrevivência da alma não seríamos tão doentes espiritualmente, desnutridos, desesperados e desgastados. Por isso, insisto tanto na disciplina, no reservar um momento para a intimidade com Deus.
Com Cristo viver, com Cristo morrer para, com Cristo, ressuscitar.

Deus abençoe,
Padre Reginaldo Manzotti






 
 
Domingo de Ramos

O Domingo de Ramos dá início à Semana Santa e lembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, aclamado pelos judeus.A Igreja recorda os louvores da multidão cobrindo os caminhos para a passagem de Jesus, com ramos e matos proclamando: “Hosana ao Filho de Davi. Bendito o que vem em nome do Senhor”. (Lc 19, 38; Mt 21, 9). Com esse gesto, portando ramos durante a procissão, os cristãos de hoje manifestam sua fé em Jesus como Rei e Senhor.

Quinta-feira Santa

Celebramos a Instituição do Sacramento da Eucaristia. Jesus, desejoso de deixar aos homens um sinal da sua presença antes de morrer, instituiu a eucaristia. Na Quinta-feira Santa, destacamos dois grandes acontecimentos:
Bênção dos Santos Óleos

Não se sabe com precisão, como e quando teve início a bênção conjunta dos três óleos litúrgicos. Fora de Roma, esta bênção acontecia em outros dias, como no Domingo de Ramos ou no Sábado de Aleluia. O motivo de se fixar tal celebração na Quinta-feira Santa deve-se ao fato de ser este último dia em que se celebra a missa antes da Vigília Pascal. São abençoados os seguintes óleos:

Óleo do Crisma - Uma mistura de óleo e bálsamo, significando a plenitude do Espírito Santo, revelando que o cristão deve irradiar “o bom perfume de Cristo”. É usado no sacramento da Confirmação (Crisma), quando o cristão é confirmado na graça e no dom do Espírito Santo, para viver como adulto na fé. Este óleo é usado também no sacramento para ungir os “escolhidos” que irão trabalhar no anúncio da Palavra de Deus, conduzindo o povo e santificando-o no ministério dos sacramentos. A cor que representa esse óleo é o branco ouro.

Óleo dos Catecúmenos -Catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo, sejam adultos ou crianças, antes do rito da água. Este óleo significa a libertação do mal, a força de Deus que penetra no catecúmeno, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito. Sua cor é vermelha.

Óleo dos Enfermos - É usado no sacramento dos enfermos, conhecido erroneamente como “extrema unção”. Este óleo significa a força do Espírito de Deus para a provação da doença, para o fortalecimento da pessoa para enfrentar a dor e, inclusive a morte, se for vontade de Deus. Sua cor é roxa.
Instituição da Eucaristia e Cerimônia do Lava-pés 


Com a Missa da Ceia do Senhor, celebrada na tarde de quinta-feira, a Igreja dá início ao chamado Tríduo Pascal e comemora a Última Ceia, na qual Jesus Cristo, na noite em que vai ser entregue, ofereceu a Deus Pai o seu Corpo e Sangue sob as espécies do Pão e do Vinho, e os entregou para os Apóstolos para que os tomassem, mandando-lhes também oferecer aos seus sucessores. Nesta missa faz-se, portanto, a memória da instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Durante a missa ocorre a cerimônia do Lava-Pés que lembra o gesto de Jesus na Última Ceia, quando lavou os pés dos seus apóstolos.O sermão desta missa é conhecido como sermão do Mandato ou do Novo Mandamento e fala sobre a caridade ensinada e recomendada por Jesus Cristo. No final da Missa, faz-se a chamada Procissão do Translado do Santíssimo Sacramento ao altar-mor da igreja para uma capela, onde se tem o costume de fazer a adoração do Santíssimo durante toda a noite.

Sexta-feira Santa

Celebra-se a paixão e morte de Jesus Cristo. O silêncio, o jejum e a oração devem marcar este dia que, ao contrário do que muitos pensam, não deve ser vivido em clima de luto, mas de profundo respeito diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna. Às 15 horas, horário em que Jesus foi morto, é celebrada a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Depois deste momento não há mais comunhão eucarística até que seja realizada a celebração da Páscoa, no Sábado Santo.

Sábado Santo

No Sábado Santo ou Sábado de Aleluia, a principal celebração é a “Vigília Pascal”.
Vigília Pascal

Inicia-se na noite do Sábado Santo em memória da noite santa da ressurreição gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo. É a chamada “a mãe de todas as santas vigílias”, porque a Igreja mantém-se de vigília à espera da vitória do Senhor sobre a morte. Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal: a bênção do fogo novo e do círio pascal; a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a liturgia da Palavra, que é uma série de leituras sobre a história da Salvação; a renovação das promessas do Batismo e, por fim, a liturgia eucarística.

Domingo de Páscoa

A palavra “páscoa” vem do hebreu “Peseach” e significa “passagem”. Era vivamente comemorada pelos judeus do Antigo Testamento. A Páscoa que eles comemoram é a passagem do mar Vermelho, que ocorreu muitos anos antes de Cristo, quando Moisés conduziu o povo hebreu para fora do Egito, onde era escravo. Chegando às margens do Mar Vermelho, os judeus, perseguidos pelos exércitos do faraó teriam de atravessá-lo às pressas. Guiado por Deus, Moisés levantou seu bastão e as ondas se abriram, formando duas paredes de água, que ladeavam um corredor enxuto, por onde o povo passou. Jesus também festejava a Páscoa. Foi o que Ele fez ao cear com seus discípulos. Condenado à morte na cruz e sepultado, ressuscitou três dias após, num domingo, logo depois da Páscoa judaica. A ressurreição de Jesus Cristo é o ponto central e mais importante da fé cristã. Através da sua ressurreição, Jesus prova que a morte não é o fim e que Ele é verdadeiramente o Filho de Deus. O temor dos discípulos em razão da morte de Jesus, na Sexta-Feira, transforma-se em esperança e júbilo. É a partir deste momento que eles adquirem força para continuar anunciando a mensagem do Senhor. São celebradas missas festivas durante todo o domingo.
FONTE: ORKUT- COMUNIDADE GLORIOSA VINDA DE CRISTO. 
 
 

O Pai Nosso de Ouro

 

Começa Domingo de Ramos, vai até o Domingo de Páscoa, rezar três vezes por dia.

(100 anos de indulgência. Quem rezar este Pai Nosso de Ouro 3 vezes por dia na semana santa, então Deus salvará a sua alma, e libertará 77 almas do tormento do purgatório)

Quando Jesus de sua Mãe se foi,
pra grande semana santa começar
assim teve Maria muita dor no coração
e Ela ao Filho com tristeza pôs-se a perguntar:

Meu Filho! Meu amado Jesus, 
o que será de Ti no domingo de ramos?
No Domingo de Ramos Eu serei um Rei, 
E aspergido com ramos estarei.

Meu Filho, Meu amado Jesus, 
O que será de Ti na Segunda-feira Santa?
Na Segunda, eu serei um triste homem viajante, 
que em nenhum lugar abrigo encontra!

Meu Filho, Meu amado Jesus, 
o que será de Ti na Terça-feira Santa?
Na Terça Serei para o mundo um profeta, 
que anuncia como o céu e a terra passarão. 

Meu Filho, Meu amado Jesus,
o que será de Ti na Quarta-feira Santa?
Na Quarta-feira, Eu serei bem pobre e bem pequeno,
vendido por 30 moedas de prata.

Meu Filho, Meu amado Jesus, 
o que será de Ti na Quinta-feira Santa?
Na Quinta-feira, estarei na sala da ceia
serei o Cordeiro imolado na Ceia da noite.

Meu Filho, Meu amado Jesus, 
O que será de Ti na Sexta-feira Santa? 
Ó Minha amada Mãe, poderá a Sexta ser-te secreta? 

Meu Filho, Meu amado Jesus, 
o que será de Ti no Sábado Santo?
No Sábado Santo, serei uma semente de trigo, 
que na terra novo nascerá.

Meu Filho, Meu amado Jesus, 
O que de Ti no dia de Páscoa será?
No Domingo, alegrai-te Minha Mãe, 
pois neste dia Ressuscitado estarei,
e na mão a Cruz e a Bandeira trarei, 
e Tu em posição de glória novamente Me verá. Amém!

fonte:https://ceifadores.com.br/oracao/7010 





Novena da Exaltação da Santa Cruz
Oração para todos os dias

Pelo sinal da santa cruz; livrai-nos Deus Nosso Senhor; dos nossos inimigos.

Senhor Jesus por Tuas chagas fomos curados!
Por Tua cruz fomos libertados!

Jesus que em seu próprio corpo levou nossos pecados ao madeiro a fim de que morrêssemos para os pecados e vivêssemos para a justiça; por Tuas chagas fomos curados. (1Pe 2,24)
Ó Jesus, em cujos ombros foram abertas feridas por causa do peso da cruz, feridas causadas pelo madeiro e pelos nossos pecados,

Se a cruz pesar seja nosso Cirineu,
Se a cruz pesar e eu cair, ajuda-me a levantar,
Que a Tua cruz seja a minha salvação.

***

Ó Santa Cruz bendita onde a humanidade foi redimida e o Filho do homem teve suas mãos transpassadas e o seu peito aberto de onde jorrou água e sangue.
Ó Santa Cruz, instrumento de morte e de castigo, mas que pelo Sangue Redentor tornou-se sinal de nossa salvação.
Jesus na Tua cruz eu coloco a minha cruz.

(Coloque sua intenção)

Salve, ó cruz, doce esperança, concede aos réus remissão; dá-nos o fruto da graça, que floresceu na Paixão. Louvor a vós, ó Trindade, fonte de todo perdão aos que na Cruz foram salvos dai a celeste mansão.
Jesus dai-nos a graça de viver os frutos da Tua redenção (3x)

Amém.