CONTATO

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sábado, 25 de fevereiro de 2023

TEXTOS QUE FALAM SOBRE AS MÃOS

 

    O valor de nossas mãos

    Meu avô, com noventa e tantos anos, sentado debilmente no banco do jardim, não se movia. Estava cabisbaixo olhando suas mãos. Quando me sentei ao seu lado, não notou minha presença , o tempo passava, então lhe perguntei se estava bem.Finalmente, sem querer incomodá-lo, mas querendo saber como ele estava, lhe perguntei como se sentia.

    Levantou sua cabeça, me olhou e sorriu. “Estou bem, obrigado por perguntar”, disse com uma forte e clara voz.
    Não quis incomodá-lo avô, mas estavas sentado aqui simplesmente olhando suas mãos e quis ter certeza de que estivesse bem, lhe expliquei. Meu avô me perguntou: “Alguma vez você já olhou suas mãos? Quero dizer, realmente olhou suas mãos?”

    Lentamente soltei minhas mãos das de meu avô, as abri e as contemplei. Virei as palmas para cima e logo para baixo.
    Não, creio que realmente nunca as havia observado. Queria saber o que meu avô queria dizer-me. Meu avô sorriu, e me contou uma história. Pare e pense um momento sobre como tuas mãos tem te servido através dos anos. Estas mãos, ainda que enrugadas, secas e débeis tem sido as ferramentas que usei toda a minha vida para alcançar, pegar e abraçar.

    Elas puseram comida em minha boca e roupa em meu corpo.
    Quando criança, minha mãe me ensinou a juntá-las em oração. Elas amarraram os cadarços dos meus sapatos, e me ajudaram a calçar minhas botas. Estiveram sujas, esfoladas, ásperas e dobradas. Minhas mãos se mostraram inábeis quando tentei embalar minha filha recém nascida.
    Decoradas com uma aliança, mostraram ao mundo que estava casado e que amava alguém muito especial.

    Elas tremeram quando enterrei meus pais e esposa, e quando entrei na igreja com minha filha no dia de seu casamento. Tem coberto meu rosto, penteado meu cabelo e lavado e limpado todo meu corpo. E até hoje, quando quase nada de mim funciona bem, estas mãos me ajudam a levantar e a sentar, e se juntam para orar.

    Estas mãos são as marcas de onde estive e a dureza de minha vida. Mas, o mais importante, é que são estas mãos que Deus tomará nas suas quando me levar a sua presença.
    Desde então, nunca mais vi minhas mãos da mesma maneira. Mas lembro quando Deus esticou Suas mãos e tomou as de meu avô e o levou a Sua presença. Cada vez que vou usar minhas mãos penso em meu avô. na verdade nossas mãos são uma bênção.

    Hoje me pergunto: O que estou fazendo com minhas mãos?
    Estarei usando-as para abraçar e expressar carinho, ou as estarei brandindo para expressar ira e repulsa ao outros.
    Hoje, demos graças à Deus por nossas mãos, somente aqueles que as tem sabem o valor que elas representam em nossas vidas.

    (recebi esse texto pelo celular, achei tão lindo que resolvi pesquisar na internet) (confesso que lembrei do meu pai, que já é falecido)😭

    tonte:https://www.belasmensagens.com.br/reflexao/o-valor-de-nossas-maos-6063.html 

    Tá Na Mão de Deus

    Padre Reginaldo Manzotti

    Meu passado, meu presente e meu futuro
    Tá na mão de Deus
    O que quero, o que prezo e o que busco
    Tá na mão de Deus

    Minha vida, meus projetos e meus sonhos
    Tá na mão de Deus
    Em Deus vou vencer, em Deus vou viver
    Nele posso confiar
    Em Deus vou vencer, em Deus vou viver
    Nele posso confiar

    Tá na mão de Deus, ele vai me ajudar
    Tá na mão de Deus, sei, jamais faltará
    Tá na mão de Deus, eu vou me entregar
    Tá na mão de Deus, tá na mão de Deus, tá na mão de Deus

    Quando a gente para e pensa no futuro
    De tão incerto, logo ponho-me a rezar
    A vida passa tal qual o sopro de um vento
    E é só o amor que se leva deste lugar

    Minha vida, meus projetos e meus sonhos
    Tá na mão de Deus
    Em Deus vou vencer, em Deus vou viver
    Nele posso confiar
    Em Deus vou vencer, em Deus vou viver
    Nele posso confiar

    Tá na mão de Deus, ele vai me ajudar
    Tá na mão de Deus, sei, jamais faltará
    Tá na mão de Deus, eu vou me entregar
    Tá na mão de Deus, tá na mão de Deus, tá na mão de Deus

    Tá na mão de Deus, ele vai me ajudar
    Tá na mão de Deus, sei, jamais faltará
    Tá na mão de Deus, eu vou me entregar
    Tá na mão de Deus, tá na mão de Deus, tá na mão de Deus 


    Deus de infinita misericórdia,
    às vezes, há tanta escuridão na minha vida
    que me escondo de Ti.
    Eu humildemente te peço, pega minha mão,
    e tira-me das sombras do meu medo.
    Ajuda-me a mudar meu coração,
    e leva-me para a Tua verdade.
    ajudando-me a responder ao Teu generoso amor.
    Deixe-me reconhecer a plenitude do Teu amor,
    que preencherá a minha vida.
    Livra-me da escuridão no meu coração.Assim seja.


     

    Levanto Minhas Mãos
    Banda Vida Nova

    Levanto minhas mãos
    Quando não tenho forças
    Levanto minhas mãos
    Mesmo quando em mil problemas

    Quando levanto minhas mãos
    Começo a sentir, uma unção que me leva a cantar
    Quando levanto minhas mãos
    Começo a sentir teu fogo
    Quando levanto minhas mãos
    Minhas cargas se vão
    Novas forças tu me das
    Tudo isso é possível
    Tudo isso é possível
    Quando levanto minhas mãos

    fonte:https://www.letras.mus.br/banda-vida-nova/levanto-minhas-maos/

    E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a erva, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão.
    E comeram todos, e saciaramse; e levantaram dos pedaços, que sobejaram, doze alcofas cheias.
    E os que comeram foram quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças.
    E logo ordenou Jesus que os seus discípulos entrassem no barco, e fossem adiante para o outro lado, enquanto despedia a multidão.
    E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar, à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só.
    E o barco estava já no meio do mar, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário;
    Mas, à quarta vigília da noite, dirigiu-se Jesus para eles, andan-do por cima do mar.
    E os discípulos, vendo-o an-dando sobre o mar, assustaram-se, dizendo: É um fantasma. E gritaram com medo.
    Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: Tende bom ânimo, sou eu, não temais.
    E respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas.
    E ele disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus.
    Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me!
    E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste?
    E, quando subiram para o barco, acalmou o vento.
    Então aproximaram-se os que estavam no barco, e adoraram-no, dizendo: És verdadeiramente o Filho de Deus.
    E, tendo passado para o outro lado, chegaram à terra de Genesaré.
    E, quando os homens daquele lugar o conheceram, mandaram por todas aquelas terras em redor e trouxeram-lhe todos os que estavam enfermos.
    E rogavam-lhe que ao menos eles pudessem tocar a orla da sua roupa; e todos os que a tocavam ficavam sãos.

    Mateus 14:19-36

     

    E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a erva, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão.
    E comeram todos, e saciaramse; e levantaram dos pedaços, que sobejaram, doze alcofas cheias.
    E os que comeram foram quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças.
    E logo ordenou Jesus que os seus discípulos entrassem no barco, e fossem adiante para o outro lado, enquanto despedia a multidão.
    E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar, à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só.
    E o barco estava já no meio do mar, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário;
    Mas, à quarta vigília da noite, dirigiu-se Jesus para eles, andan-do por cima do mar.
    E os discípulos, vendo-o an-dando sobre o mar, assustaram-se, dizendo: É um fantasma. E gritaram com medo.
    Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: Tende bom ânimo, sou eu, não temais.
    E respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas.
    E ele disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus.
    Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me!
    E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste?
    E, quando subiram para o barco, acalmou o vento.
    Então aproximaram-se os que estavam no barco, e adoraram-no, dizendo: És verdadeiramente o Filho de Deus.
    E, tendo passado para o outro lado, chegaram à terra de Genesaré.
    E, quando os homens daquele lugar o conheceram, mandaram por todas aquelas terras em redor e trouxeram-lhe todos os que estavam enfermos.
    E rogavam-lhe que ao menos eles pudessem tocar a orla da sua roupa; e todos os que a tocavam ficavam sãos.

    Mateus 14:19-36

     Segura na Mão de Deus

    Nelson Monteiro da Mota

    Se as águas do mar da vida, quiserem te afogar
    Segura na mão de Deus e vai
    Se as tristezas desta lida quiserem te sufocar
    Segura na mão de Deus e vai

    Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus
    Pois, ela, ela te sustentará
    Não temas segue adiante, e não olhe para trás
    Mais segura na mão de Deus e vai

    Se a jornada é pesada e te cansa a caminhada
    Segura na mão de Deus e vai
    Orando, jejuando, confiando e confessando
    Segura na mão de Deus e vai

    O Espírito do Senhor sempre te revestirá
    Segura na mão de Deus e vai
    Jesus Cristo prometeu que jamais te deixará
    Segura na mão de Deus e vai

    Composição: Nelson Monteiro da Mota.
    fonte: https://www.letras.mus.br/nelson-monteiro-da-mota/741881/
     

    Mãos Que Oferecem Rosas

    Igreja Nova Vida de Alcântara

     
    Fica sempre, um pouco de perfume nas mãos que oferece rosas,
    Nas mãos que sabem ser generosas.

    Dar um pouco que se tem ao que tem menos ainda
    Enriquece o doador, faz sua alma ainda mais linda.

    Fica sempre, um pouco de perfume nas mãos que oferece rosas,
    Nas mãos que sabem ser generosas
    Dar ao próximo alegria, parece coisa tão singela,
    Aos olhos de deus porém, é das artes a mais bela.

    Fica sempre, um pouco de perfume nas mãos que oferece rosas,
    Nas mãos que sabem ser generosas. 
     

    Mãos Ensangüentadas de Jesus - Música e oração



    Maria do Rosário

    Mãos ensangüentadas de Jesus
    Mãos feridas lá na Cruz
    Vem tocar em mim (3x)
    Vem, Senhor Jesus
    Mãos que as crianças abençoaram
    Mãos que os pães multiplicaram
    Vem tocar em mim (3x)
    Vem, Senhor Jesus


    Senhor Jesus, coloca Tuas Mãos benditas, ensangüentadas, chagadas e abertas sobre mim neste momento. Sinto-me completamente sem forças para prosseguir carregando as minhas cruzes. Preciso que a força e o poder de Tuas Mãos, que suportaram a mais profunda dor ao serem pregadas Na Cruz, reergam-me e curem-me agora. Jesus, não peço somente por mim, mas também por aqueles que mais amo. Nós precisamos muito de cura física e
    espiritual através do toque consolador de Tuas Mãos ensangüentadas e infinitamente poderosas. Eu reconheço, apesar de toda a minha limitação e da infinidade dos meus pecados, que és Deus, Onipotente e Misericordioso para agir e realizar o impossível. Com fé e total confiança, posso cantar:

    Mãos ensangüentadas de Jesus
    Mãos feridas lá na Cruz
    Vem tocar em mim (3x)
    Vem, Senhor Jesus

    Mãos ressuscitadas de Jesus
    Mãos feridas lá na Cruz
    Vem tocar em mim (3x)
    Vem, Senhor Jesus



    Bíblia

    Mateus 14, 19-33

    "19. Mandou, então, a multidão assentar-se na relva, tomou os cinco pães e os dois peixes e, elevando os olhos ao céu, abençoou-os. Partindo em seguida os pães, deu-os aos seus discípulos, que os distribuíram ao povo.

    20. Todos comeram e ficaram fartos, e, dos pedaços que sobraram, recolheram doze cestos cheios.

    21. Ora, os convivas foram aproximadamente cinco mil homens, sem contar as mulheres e crianças.

    22. Logo depois, Jesus obrigou seus discípulos a entrar na barca e a passar antes dele para a outra margem, enquanto ele despedia a multidão.

     23. Feito isso, subiu à montanha para orar na solidão. E, chegando a noite, estava lá sozinho.

    24. Entretanto, já a boa distância da margem, a barca era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário.

    25. Pela quarta vigília da noite, Jesus veio a eles, caminhando sobre o mar.*

     26. Quando os discípulos o perceberam caminhando sobre as águas, ficaram com medo: “É um fantasma!” – disseram eles –, soltando gritos de terror.

    27. Mas Jesus logo lhes disse: “Tranquilizai-vos, sou eu. Não tenhais medo!”.

    28. Pedro tomou a palavra e falou: “Senhor, se és tu, manda-me ir sobre as águas até junto de ti!”.

    29. Ele disse-lhe: “Vem!”. Pedro saiu da barca e caminhava sobre as águas ao encontro de Jesus.

    30. Mas, redobrando a violência do vento, teve medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!”.

    31. No mesmo instante, Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e lhe disse: “Homem de pouca fé, por que duvidaste?”.

    32. Apenas tinham subido para a barca, o vento cessou.

    33. Então, aqueles que estavam na barca prostraram-se diante dele e disseram: “Tu és verdadeiramente o Filho de Deus.”"
    São Mateus, 14 - Bíblia Católica Online

     https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/sao-mateus/14/


    Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas


    A cura do homem de mão seca

    "6. Em outro dia de sábado, Jesus entrou na sinagoga e ensinava. Achava-se ali um homem que tinha a mão direita seca. 7. Ora, os escribas e os fariseus observavam Jesus para ver se ele curaria no dia de sábado. Eles teriam então pretexto para acusá-lo. 8. Mas Jesus conhecia os pensamentos deles e disse ao homem que tinha a mão seca: “Levanta-te e põe-te em pé, aqui no meio”. Ele se levantou e ficou em pé. 9. Disse-lhes Jesus: “Pergunto-vos se no sábado é permitido fazer o bem ou o mal; salvar a vida, ou deixá-la perecer”. 10. E, relanceando os olhos sobre todos, disse ao homem: “Estende tua mão”. Ele a estendeu, e foi-lhe restabelecida a mão."
    São Lucas, 6 - Bíblia Católica Online

    Leia mais em: https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/sao-lucas/6/

      Salmo 30, 6-9. 15-16 
    "Em vossas mãos entrego meu espírito; livrai-me, ó Senhor, Deus fiel.*

     7. Detestais os que adoram ídolos vãos. Eu, porém, confio no Senhor. 

    8. Exultarei e me alegrarei pela vossa compaixão, porque olhastes para minha miséria e ajudastes minha alma angustiada. 

     9. Não me entregastes às mãos do inimigo, mas alargastes o caminho sob meus pés." 

    15. Mas eu, Senhor, em vós confio. Digo: “Sois vós o meu Deus”.

     16. Meu destino está nas vossas mãos. Livrai-me do poder de meus inimigos e perseguidores. 

     17. Mostrai semblante sereno ao vosso servo, salvai-me pela vossa misericórdia."


    Leia mais em: https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/salmos/30/

     Salmo, 118,170-173

    "170. Chegue até vós a minha prece; livrai-me segundo a vossa palavra.

    171. Meus lábios cantem a vós um cântico, por me haverdes ensinado as vossas leis.

    172. Cante minha língua as vossas palavras, porque justos são os vossos mandamentos.

    173. Estenda-se a vossa mão e me socorra, porque escolhi vossos preceitos."


    Leia mais em: https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/salmos/118/

     

     

     
    E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a erva, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão.
    E comeram todos, e saciaramse; e levantaram dos pedaços, que sobejaram, doze alcofas cheias.
    E os que comeram foram quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças.
    E logo ordenou Jesus que os seus discípulos entrassem no barco, e fossem adiante para o outro lado, enquanto despedia a multidão.
    E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar, à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só.
    E o barco estava já no meio do mar, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário;
    Mas, à quarta vigília da noite, dirigiu-se Jesus para eles, andan-do por cima do mar.
    E os discípulos, vendo-o an-dando sobre o mar, assustaram-se, dizendo: É um fantasma. E gritaram com medo.
    Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: Tende bom ânimo, sou eu, não temais.
    E respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas.
    E ele disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus.
    Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me!
    E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste?
    E, quando subiram para o barco, acalmou o vento.
    Então aproximaram-se os que estavam no barco, e adoraram-no, dizendo: És verdadeiramente o Filho de Deus.
    E, tendo passado para o outro lado, chegaram à terra de Genesaré.
    E, quando os homens daquele lugar o conheceram, mandaram por todas aquelas terras em redor e trouxeram-lhe todos os que estavam enfermos.
    E rogavam-lhe que ao menos eles pudessem tocar a orla da sua roupa; e todos os que a tocavam ficavam sãos.

    Mateus 14:19-36
     





    MÚSICA  PARA AS CRIANÇAS
    Erguei As Mãos
    Padre Marcelo Rossi
     
    Erguei as mãos e dai glória a DeusErguei as mãos e dai glória a DeusErguei as mãosE cantai como os filhos do Senhor
    Os animaizinhos subiram de dois em doisOs animaizinhos subiram de dois em doisO elefanteE os passarinhos, como os filhos do Senhor
    Os animaizinhos subiram de dois em doisOs animaizinhos subiram de dois em doisA minhoquinhaE os pinguins, como os filhos do Senhor
    Os animaizinhos subiram de dois em doisOs animaizinhos subiram de dois em doisO canguruE o sapinho, como os filhos do Senhor
    Braço direito, braço esquerdoPerna direita, perna esquerdaBalança a cabeça, dá uma voltinhaDá um pulinho e abraça o irmão
    Erguei as mãos e dai glória a DeusErguei as mãos e dai glória a DeusErguei as mãosE cantai como os filhos do Senhor
    https://www.letras.mus.br/padre-marcelo-rossi/47896/
     
    EXEMPLOS  DE SUPERAÇÃO.
     

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023

São Pedro Claver

 

 

São Pedro Claver, Padroeiro das Missões Católicas entre os Negros


Presbítero Jesuíta (1580 – 1654)

Origens 

São Pedro Claver nasceu em Verdú, na Catalunha, em 25 de junho de 1581, e não pertencia a uma família nobre. Fez o noviciado em Tarragona, os estudos filosóficos em Palma de Maiorca; e iniciou os teológicos em Barcelona. Ele ainda não havia terminado seus estudos quando foi destinado à missão de Nova Granada, como era chamada a atual Colômbia. 

Missão

O jovem desembarcou em Cartagena, em 1610, e foi ordenado sacerdote, em 1616, naquela missão onde, por 44 anos, trabalhou entre os escravos afro-americanos, em um período de forte tráfico.

Servo dos Negros

Educado na escola do missionário Alfonso de Sandoval, Pedro tornou-se servo dos negros para sempre “Aethiopum semper servus”; na época, todos os negros eram chamados etíopes. As costas litorâneas — onde milhares de pessoas eram abandonadas, arrancadas sem nenhum remorso da sua vida familiar e da sua terra —, transformaram-se em campo de apostolado para o jovem Jesuíta.

Cuidado com os  Negros Deportados 

Todas as vezes que Pedro era avisado sobre a chegada de novos escravos apinhados nos navios, entrava no mar, com o seu barco, para encontrá-los e levar-lhes comida, ajuda e conforto. Curava as suas feridas, pedia esmola para comprar-lhes vestidos e matar sua fome.

Lutava ao lado dos Negros 

Despertava em cada um o sentido da própria dignidade humana; levava a fé aos não batizados; encaminhava-os ao conhecimento e à prática das virtudes evangélicas. Para quem vivia com corrente nos pés e sob o açoite dos feitores, a esperança vinha de Nosso Senhor.

Sacramento: batizou 400 mil pessoas

Aprendeu a língua dos angolanos e serviu-se de outros 18 intérpretes para instruir os escravos. Com essa proposta, Pedro de Claver batizou cerca de quatrocentos mil negros durante os quarenta anos de missão apostólica. Foram atribuídos a ele, ainda, muitos milagres de cura.

Pela sua obra incansável, foi acusado de descuidar e profanar os Sacramentos, administrando-os a criaturas que “mal entendiam”.

Páscoa

Em 1650, adoeceu com a peste: sobreviveu, mas pelo resto da vida não pôde mais trabalhar. Nos últimos quatro anos de sua existência terrena passou imobilizado na enfermaria do convento. O homem que fora a alma da cidade, pai dos pobres e consolador de muitas desgraças, foi completamente esquecido por todos, passando o tempo em oração. São Pedro Claver morreu em 8 de setembro de 1654, na Colômbia.

Via de Santificação

Em 16 de julho de 1850, foi beatificado por Pio IX e, em 15 de janeiro de 1888, canonizado por Leão XIII, junto com Alfonso Rodriguez. Em 7 de julho de 1896, foi proclamado Padroeiro de “Todas as Missões Católicas entre os Negros”.

Minha oração

“São Pedro, lhe pedimos que nos ajude a dissipar toda discriminação, toda a desigualdade, todo preconceito. Que sejamos portadores da justiça divina e possamos implementar o Reino celeste aqui nessa terra. Por Cristo, Senhor nosso. Amém!”

São Pedro Claver, rogai por nós!

fonte: https://santo.cancaonova.com/santo/sao-pedro-claver-padroeiro-das-missoes-catolicas-entre-os-negros/ 

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Missionário na Colômbia, declarado “Apóstolo dos Negros” e padroeiro das Missões entre os Negros.

Nascimento
26/06/1580, em Verdú, Urgell, Lleida, na Catalunha

Morte
08/09/1654, em Cartagena, Novo Reino de Granada, Império Espanhol

Beatificação
20/07/1850, em Roma, pelo Papa Pio IX

Canonização
15/01/1888, em Roma, pelo Papa Leão XIII

Festa Litúrgica
09 de Setembro

Onde Foi Congregado
No Colégio dos Jesuítas em Viena, Áustria

São Pedro Claver foi um sacerdote jesuíta catalão e missionário que nasceu em 1580 em uma família de agricultores que era devotamente católica e próspera na aldeia de Catalã de Verdú, Urgell, localizada na província de Lleida. Ele nasceu 70 anos depois que o rei Fernando da Espanha pôs em marcha a cultura da escravidão colonial.

Mais tarde, como estudante da Universidade de Barcelona, Claver ficou conhecido por sua inteligência e piedade. Após dois anos de estudo, ele escreveu essas palavras no seu caderno, que durou até o fim de sua vida: “Devo me dedicar ao serviço de Deus até a morte, entendendo que sou como um escravo.”

Após a conclusão de seus estudos, ingressou na Companhia de Jesus em Tarragona, aos 20 anos. Quando completou seu noviciado, foi enviado para estudar filosofia em Palma. Lá conheceu o porteiro do Colégio Santo Afonso Rodríguez, um irmão leigo que era conhecido por sua santidade e dom de profecia. Rodríguez achava que Deus lhe dissera que Claver iria passar a vida a serviço nas colônias da Nova Espanha e frequentemente pedia para que o jovem estudante aceitasse esse chamado.

Claver se ofereceu para as colônias espanholas e foi enviado para o Reino de Nova Granada , onde chegou à cidade portuária de Cartagena em 1610. Foi necessário esperar seis anos para ser ordenado sacerdote. Enquanto fazia seus estudos teológicos, ele morava em casas jesuítas em Tunja e Bogotá . Durante esses anos preparatórios, ele ficou profundamente perturbado com o tratamento severo e as condições de vida dos escravos negros trazidos da África.

O predecessor de Claver, em sua eventual missão ao longo da vida, Pe. Alonso de Sandoval, foi seu mentor e inspiração, por ter se dedicado a servir os escravos por 40 anos antes que Claver chegasse para dar continuidade ao trabalho. Sandoval achou Claver apto e quando ele professou solenemente seus votos, em 1622, assinou seu documento final com os dizeres em latim: Petrus Claver, aethiopum semper servus (Pedro Claver, servo dos etíopes para sempre).

Claver dirigiu-se ao cais assim que um navio negreiro entrou no porto, embarcando no navio, ele entrou nos porões para tratar e ministrar a carga humana terrivelmente maltratada, que sobreviveu a uma viagem de vários meses sob condições horríveis. Depois que os escravos foram arrebanhados do navio e redigidos nos quintais próximos para serem examinados por uma multidão de compradores, Claver juntou-se a eles com remédios, comida, pão, brandy, limões e tabaco. Com a ajuda de intérpretes e fotos que ele carregava consigo, ele deu instruções básicas.

Claver viu os escravos como companheiros cristãos, encorajando-os a fazê-lo também. Durante a temporada em que os traficantes não aportavam, Claver atravessou o país visitando plantações após plantações para dar consolo espiritual aos escravos. Durante os 40 anos de ministério, estima-se que ele tenha catequizado e batizado mais de 300 mil escravos.

O trabalho de Claver em favor dos escravos não o impediu de ministrar às almas de membros prósperos da sociedade, comerciantes e visitantes de Cartagena (incluindo muçulmanos e protestantes ingleses), tendo também condenado criminosos, muitos dos quais ele espiritualmente preparou para a morte. Também era um visitante frequente nos hospitais da cidade.

Nos últimos anos de sua vida ele estava doente demais para deixar seu quarto, permaneceu negligenciado, esquecido, fisicamente abusado e privado de comida durante quatro anos, por um ex-escravo que havia sido contratado pelo superior da casa para cuidar dele. Nunca reclamou de seu tratamento aceitando-o como punição justa por seus pecados. Veio a falecer em 08/09/1654.

Quando as pessoas da cidade souberam da sua morte, muitos forçaram-se a entrar no seu quarto para prestar os últimos cumprimentos. Tal era a sua reputação de santidade que eles despiram tudo para servir como uma relíquia do santo.

Ficou conhecido como “Apóstolo dos Negros” e padroeiro das Missões entre os Negros

fonte:https://salvemaria.com.br/santos/pedro-claver/



O escravo dos escravos

Quando um navio carregado de escravos chegava ao porto, o Padre Claver acorria imediatamente numa pequena embarcação, levando consigo uma grande provisão de biscoitos, frutas, doces e aguardente.

Aqueles seres embrutecidos por uma vida selvagem e exaustos pela viagem realizada em condições desumanas, olhavam-no com temor e desconfiança. Mas ele os saudava com alegria e por meio de seus auxiliares e intérpretes negros – tinha mais de dez – dizia-lhes: “Não temais! Estou aqui para vos ajudar, para aliviar vossas dores e doenças.” E muitas outras frases consoladoras. Porém, mais que as palavras, falavam suas ações: antes de mais nada, batizava as crianças moribundas; depois recebia em seus braços os enfermos, distribuía a todos bebidas e alimentos e fazia-se servo daqueles desventurados.

Reflexos de um imenso amor

Sua ardente e inextinguível sede de almas era apenas o transbordamento visível das labaredas interiores que consumiam a alma deste discípulo de Cristo. Significativos indícios levantam um tanto o véu que cobriu durante sua vida o altíssimo grau de união com Deus que ele havia atingido.

“Todo o tempo livre de confessar, catequizar e instruir os negros, dedicava- o à oração”, narra uma testemunha. Repousava diariamente apenas três horas, e passava o resto da noite de joelhos em sua cela ou diante do Santíssimo Sacramento, em profunda oração, muitas vezes acompanhada de místicos arroubos. Grande adorador de Jesus-Hóstia, preparava-se todos os dias durante uma hora antes de celebrar o Sacrifício do Altar, e permanecia em ação de graças meia hora após a Missa, não permitindo que ninguém o interrompesse nesses períodos.

Ilimitada também era sua devoção a Nossa Senhora. Rezava o Rosário completo todos os dias, ajoelhado ou andando pelas ruas da cidade, e não deixava passar nenhuma festa d’Ela sem organizar solenes celebrações, com música instrumental e coral.

Longo calvário

Aquele varão, que tinha passado a vida fazendo o bem, que tantas dores havia aliviado e tantas angústias consolado, teve de padecer, como seu Divino Modelo, indizíveis tormentos físicos e morais antes de ser acolhido na glória celeste. Após 35 anos de intensíssimo labor apostólico e 70 de idade, caiu gravemente enfermo. Pouco a pouco foram-se paralisando as extremidades de seus membros, e um forte tremor agitava continuamente seu corpo extenuado. Tornou-se “uma espécie de estátua da penitência com as honras de pessoa”, relata uma testemunha.

Os últimos quatros anos de existência terrena, ele os passou imobilizado na enfermaria do convento. E, por incrível que pareça, este homem que havia sido a alma da cidade, o pai dos pobres e o consolador de todas as desventuras, foi completamente olvidado por todos e submergido no esquecimento e no abandono. Passava os dias, os meses e os anos em silenciosa meditação, contemplando da janela da enfermaria a imensidade do mar e escutando a melodia das ondas que se rompiam contra as muralhas da cidade. A sós com a dor e com Deus, aguardava o momento do supremo encontro.

Um jovem escravo fora designado pelo superior da casa para cuidar do doente. Entretanto, esse que deveria ser enfermeiro não passava de bruto algoz. Comia a melhor parte dos alimentos destinados ao paralítico e “um dia o deixava sem bebida, outro sem pão, muitos sem comida”, segundo conta uma testemunha da época. Também “o martirizava quando o vestia, governando-o com brutalidade, torcendo-lhe os braços, batendo nele e tratando-o com tanta crueldade como desprezo”. Porém, nunca seus lábios proferiram a menor queixa. “Mais merecem minhas culpas”, exclamava às vezes.

Glória já nesta terra: “Morreu o santo!”

Certo dia de agosto de 1654, disse Claver a um irmão de hábito: “Isto se acaba. Deverei morrer num dia dedicado à Virgem”. Na manhã de 6 de setembro, à custa de um imenso esforço, fez- se conduzir até a igreja do convento e quis comungar pela última vez. Quase se arrastando, aproximou-se da imagem de Nossa Senhora dos Milagres, diante da qual havia celebrado a sua primeira Missa. Ao passar pela sacristia, disse a um irmão: “Morro. Vou morrer. Posso fazer algo por vossa reverência na outra vida?” No dia seguinte, perdeu a fala e recebeu a Unção dos Enfermos.

Sucedeu, então, algo de extraordinário e sobrenatural. A cidade de Cartagena pareceu acordar de uma longa letargia e por todos os lados corria a voz: “Morreu o santo!” E uma multidão incontenível dirigiu-se para o colégio dos jesuítas, onde agonizava Pedro Claver. Todos queriam oscular suas mãos e seus pés, tocar nele rosários e medalhas. Distintas senhoras e pobres negras, nobres, capitães, meninos e escravos desfilaram nesse dia diante do santo, que jazia sem sentidos em seu leito de dor. Só às 9 horas da noite os padres conseguiram fechar as portas e assim conter aquela piedosa avalanche.

E assim, entre 1h e 2h da madrugada de 8 de setembro, festa da Natividade de Maria, com grande suavidade e paz, o escravo dos escravos adormeceu no Senhor.

fonte:https://www.arautos.org/secoes/artigos/especiais/sao-pedro-claver-o-escravo-dos-escravos-143521 

 

O campo de batalha

A cidade de Cartagena constituía, nessa época, um dos pontos principais de comércio entre a Europa e o novo continente, e juntamente com Veracruz, no México, eram os dois únicos portos autorizados para a introdução de escravos africanos na América Espanhola. Calcula-se que cerca de dez mil escravos chegavam anualmente a esta cidade, trazidos por mercadores, geralmente portugueses e ingleses, que se dedicavam a este vil e cruel comércio.

Esses pobres seres, arrancados das costas da África, onde viviam no paganismo e na barbárie, eram trazidos no fundo dos porões dos navios para serem vendidos como simples objetos e finalmente destinados ao trabalho nas minas e nas fazendas onde, depois de haver vivido sem esperança, morriam miseravelmente sem o auxílio da religião.

Converter esses milhares de infelizes cativos e lhes abrir as portas do Céu, foi a missão à qual Pedro Claver consagrou toda a sua existência.

Assim, quando chegou o grandioso e esperado momento de emitir os votos solenes, pelos quais se comprometia a ser obediente, casto e pobre até a morte, assinou o documento com a fórmula que doravante seria a síntese de sua vida: Petrus Claver, æthiopum semper servus. – “Pedro Claver, escravo dos africanos para sempre”. Tinha 42 anos de idade.

fonte:https://templariodemaria.com/santo-do-dia-09-de-setembro-sao-pedro-claver/


sábado, 18 de fevereiro de 2023

Oração para fazer durante o carnaval

 


 Santa Faustina Kowalska diz: “Nestes dois últimos dias de carnaval, conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926).
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Ato de consagração a Divina Misericórdia
Deus, Pai Misericordioso, que revelaste o Teu Amor no Teu Filho Jesus Cristo e o derramaste sobre nós, no Espírito Santo Consolador, confiamos-te hoje o destino do mundo e de cada homem. Inclina-te sobre nós, pecadores, cura a nossa debilidade, vence o mal,faz com que todos os habitantes da terra conheçam a Tua Misericórdia para que em Ti, Deus Uno e Trino encontrem sempre a esperança. Pai eterno, pela dolorosa Paixão e Ressurreição do Teu Filho, tem misericórdia de nós e do mundo inteiro. Amém. Papa João Paulo II.

fonte:https://capelasdamisericordiansdeloreto.blogspot.com/...

 






Ato de desagravo e em reparação ao Sagrado Coração de Jesus

Amados irmãos em CRISTO e Maria,

Rezemos o ATO DE DESAGRAVO em reparação ao Sagrado Coração de Jesus, tão ultrajado nestes últimos tempos, pelas ofensas dos pecadores!

Ato de desagravo

Dulcíssimo Jesus, cuja infinita caridade para com os homens é deles tão ingratamente correspondida com esquecimentos, friezas e desprezos, eis-nos aqui prostrados, diante do vosso altar, para vos desagravarmos, com especiais homenagens, da insensibilidade tão insensata e das nefandas injúrias com que é de toda parte alvejado o vosso dulcíssimo Coração.

Reconhecendo, porém, com a mais profunda dor, que também nós, mais de uma vez, cometemos as mesmas indignidades, para nós, em primeiro lugar, imploramos a vossa misericórdia, prontos a expiar não só! as próprias culpas, senão também as daqueles que, errando longe do caminho da salvação, ou se obstinam na sua infidelidade, não vos querendo como pastor e guia, ou, espezinhando as promessas do batismo, sacudiram o suavíssimo jugo da vossa santa Lei.

De todos estes tão deploráveis crimes, Senhor, queremos nós hoje desagravar-vos, mas particularmente da licença dos costumes e imodéstias do vestido, de tantos laços de corrupção armados à inocência, da violação dos dias santificados, das execrandas blasfêmias contra vós e vossos santos, dos insultos ao vosso vigário e a todo o vosso clero, do desprezo e das horrendas e sacrílegas profanações do Sacramento do divino Amor, e enfim, dos atentados e rebeldias oficiais das nações contra os direitos e o magistério da vossa Igreja.

Oh, se pudéssemos lavar com o próprio sangue tantas iniquidades!
Entretanto, para reparar a honra divina ultrajada, vos oferecemos, juntamente com os merecimentos da Virgem Mãe, de todos os santos e almas piedosas, aquela infinita satisfação que vós oferecestes ao Eterno Pai sobre a cruz, e que não cessais de renovar todos os dias sobre os nossos altares.

Ajudai-nos, Senhor, com o auxílio da vossa graça, para que possamos, como é nosso firme propósito, com a viveza da fé, com a pureza dos costumes, com a fiel observância da lei e caridade evangélicas, reparar todos os pecados cometidos por nós e por nossos próximos, impedir por todos os meios novas injúrias à vossa divina Majestade e atrair ao vosso serviço o maior número de almas possível.

Recebei, oh! benigníssimo Jesus, pelas mãos de Maria Santíssima Reparadora, a espontânea homenagem deste nosso desagravo, e concedei-nos a grande graça de perseverarmos constantes até a morte no fiel cumprimento dos nossos deveres e no vosso santo serviço, para que possamos chegar todos à Pátria bem-aventurada, onde vós, com o Pai e o Espírito Santo, viveis e reinais, Deus, por todos os séculos dos séculos. Assim seja.

fonte:https://www.nospassosdemaria.com.br/04-DesagravoSagradoCoracao.html

 








 







 



 


Saudação à Sagrada Face de JESUS no inicio do DIA de Terça de carnaval

D– Nesta Terça Feira de Carnaval, unidos ao Imaculado Coração da Virgem Maria, iniciemos a Comemoração  à  Sagrada Face de Nosso Senhor JESUS CRISTO em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Ainda há pouco rompeu o sol seus raios sobre as trevas da noite, trazendo depois da aurora a solene luz deste dia, dando- nos a claridade para enxergarmos vosso Divino Rosto Sacramentado. Conservastes- nos a vida, o vigor até este momento. Elevamos a vós o agradecimento em despertar para mais um dia de vida, e nesta Terça- feira a vós dedicada, vos honrar, dedicando a vós nossa natureza imperfeita, implorando façais dela o espelho do que sois no Paraíso.

Todos: Divino Salvador dignais por misericórdia visitar nossas pobres almas e torná-las em renovadas moradas para Teu digno louvor.  Agradecemos o dom da vida, a providencia de estar em vossa Presença Sacramentada, e com os Anjos e Santos do Céu,  exaltar e adorar Vossa Santíssima Trindade. Graças e Louvores se dêem a todo momento, ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento.

D– Ninguém atenderá ao chamado de alguém, que não se conheça. Nosso primeiro passo até aqui, foi reconhecer- vos no íntimo de nós, e os outros passos na fé acontecem pela união convosco, vos reconhecendo pelo caminho, nos gestos de amor ao Pai e aos irmãos. Aqui nos trouxestes sem mérito nosso, a devoção deste momento é dom do Vosso Coração que nos ama e abraça, nos dá a conhecer vossa adorável Face de amor.

TDedicamos nosso coração a vós ó JESUS, o Espírito Santo aqui nos uniu em profunda intenção de Reparação e Adoração. Após os nove dias de Novena à Vossa Sagrada Face, infinitas graças derramadas sobre nós e o mundo inteiro. Levanta se na Terra o exercito dos que vos honram e Reparam diante de Vossa Face, segue avante o Apostolado da Sagrada Face, a que tanto amais e dele tanto esperais as homenagens que consolam o vosso adorável Coração.

D– Se das flores nascem os frutos, da flor do vosso convite brota o fruto de salvação aos que vos correspondem. E foi vosso amor que nos convidou, fez brotar a alegria de estarmos aqui na Santa Festa de vossa Face Adorável a contemplar sob os véus Eucarísticos a mesma Face crucificada, a mesma Face Ressuscitada, a mesma Face gloriosa no Céu. Na Santa Hóstia escondido estais sob o véu do pão de trigo. E junto à nossa pobre presença falais ao Pai em favor do mundo inteiro. Obrigada pelo amor, dedicação e carinho que nos dispensais, viemos vos consolar, e nós é que somos enriquecidos, estar em vossa Presença Real é estar ainda na Terra respirando da glória do Vosso Paraíso.

Todos: Ó Espírito Santo, que formastes a Divina Face no Seio da Virgem Maria, inundai nossas almas, a fim de sermos na terra os fiéis amigos que contemplam e permanecem na companhia do Divino JESUS, falando com Ele Face a Face e ouvindo sua voz a transformar nosso coração tão pobrezinho na imagem e semelhança Dele que se deixou desfigurar na Paixão de tanto amor por nós.                                                       

 fonte:https://apostolosdasagradaface.com.br/tercas-feiras-de-adoracao/

O QUE OS SANTOS FALAM SOBRE O CARNAVAL

São Francisco de Sales dizia: O carnaval: tempo de minhas dores e aflições”. Naqueles dias, esse santo fazia o retiro espiritual para reparar as graves desordens e o procedimento licencioso de tantos cristãos.

“Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós”. (I Pedro 5, 8-9)

“Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio. Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares”. (Efésios 6,11-12)

São Pedro Claver e o carnaval

Um oficial espanhol viu um dia São Pedro Claver com um grande saco às costas.
— Padre, aonde vai com esse saco?
— Vou fazer carnaval; pois não é tempo de folgança?
O oficial quer ver o que acontece: acompanha-o.
O Santo entra num hospital. Os doentes alvoroçam-se e fazem-lhe festa; muitos o rodeiam, porque o Santo, passando com eles uma hora alegre, lhes reparte presentes e regalos até esvaziar completamente o saco.
— E agora? – pergunta o oficial.
— Agora venha comigo; vamos à igreja rezar por esses infelizes que, lá fora, julgam que têm o direito de ofender a Deus livremente por ser tempo de carnaval.
Santo Afonso Maria de Ligório e o carnaval

 

É por isso que os santos, a fim de desagravarem o Senhor de tantos ultrajes, aplicavam-se no tempo de carnaval, de modo especial, ao recolhimento, à penitência, à oração, e multiplicavam os atos de amor, de adoração e de louvor para com o seu Bem-Amado. No tempo do carnaval, Santa Maria Madalena de Pazzi passava as noites inteiras diante do Santíssimo Sacramento, oferecendo a Deus o sangue de Jesus Cristo pelos pobres pecadores. 

O Bem-aventurado Henrique Suso guardava um jejum rigoroso a fim de expiar as intemperanças cometidas.

 São Carlos Borromeu castigava o seu corpo com disciplinas e penitências extraordinárias. 

São Filipe Néri convocava o povo para visitar com ele os santuários e realizar exercícios de devoção. O mesmo praticava São Francisco de Sales, que, não contente com a vida mais recolhida que então levava, pregava ainda na igreja diante de um auditório numerosíssimo. Tendo conhecimento que algumas pessoas por ele dirigidas, que se relaxavam um pouco nos dias de carnaval, repreendia-as com brandura e exortava-as à comunhão frequente.

fonte:https://www.catolicosnabiblia.com.br/carnaval-o-que-dizem-os-santos 

São Vicente Férrer dizia: “O carnaval é um tempo infelicíssimo, no qual os cristãos cometem pecados sobre pecados, e correm à rédea solta para a perdição”.

 

Santa Teresa dos Andes escreve: “Nestes três dias de carnaval tivemos o Santíssimo exposto desde a uma, mais ou menos, até pouco antes das 6h. São dias de festa e ao mesmo tempo de tristeza. Podemos fazer tão pouco para reparar tanto pecado”...  (Carta 162).
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onte:http://www.santosebeatoscatolicos.com/2014/03/os-santos-e-o-carnaval-
 
 

Efésios 6, 10-20

Finalmente, irmãos, fortalecei-vos no Senhor, pelo seu soberano poder. 
Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio. Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares. 
Tomai, por tanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever. 
Ficai alerta, à cintura cingidos com a verdade, o corpo vestido com a couraça da justiça, e os pés calçados de prontidão para anunciar o Evangelho da paz. Sobretudo, embraçai o escudo da fé, com que possais apagar todos os dardos inflamados do Maligno. 
Tomai, enfim, o capacete da salvação e a espada do Espírito, isto é, a palavra de Deus. Intensificai as vossas invocações e súplicas.
Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos. E orai também por mim, para que me seja dado anunciar corajosamente o mistério do Evangelho, do qual eu sou embaixador, prisioneiro. E que eu saiba apregoá-lo publicamente, e com desassombro, como é meu dever!opiniao-dos.

 

Terço da Armadura de Deus

Armadura de Deus
Inicia-se invocando a Santíssima Trindade.
Em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo.
Em seguida: Pai Nosso – Ave Maria – Glória.

Oração: Pai celeste, eu agora, pela fé, clamo a proteção da vossa armadura, para que eu possa permanecer firme contra satanás, e todas as suas hostes e, no Nome do Senhor (faz o sinal da cruz), vencê-las.

Nas contas do Pai Nosso, reze comigo:
Eu tomo a Vossa Verdade contra as mentiras e os erros do inimigo astucioso.

Nas contas das Ave-Marias, reze comigo:
1º Mistério: Eu me visto desta Armadura, vivendo e orando em completa dependência de Ti, bendito Espírito Santo.

Nas contas do Pai Nosso:
Eu tomo a vossa justiça para vencer os maus pensamentos e as acusações de satanás.

Nas contas das Ave-Marias:
2º Mistério: Eu me visto desta Armadura, vivendo e orando em completa dependência de Ti, bendito Espírito Santo.

Nas contas do Pai Nosso:
Eu tomo a vossa salvação e confio em vós para proteger meu corpo e minha alma contra os ataques de satanás.

Nas contas das Ave-Marias:
3º Mistério: Eu me visto desta Armadura, vivendo e orando em completa dependência de Ti, bendito Espírito Santo.

Nas contas do Pai Nosso:
Eu tomo a vossa Palavra e oro para que e Espírito Santo me capacite a usá-la eficazmente contra o inimigo, a cortar toda escravidão e a libertar todo cativo de satanás, no poderoso e conquistador nome de Jesus Cristo.

Nas contas das Ave-Marias:
4º Mistério: Eu me visto desta Armadura, vivendo e orando em completa dependência de Ti, bendito Espírito Santo.

Nas contas do Pai Nosso:
Eu tomo a vossa Fé para barrar o caminho da minha alma às dúvidas e incredulidades.

Nas contas das Ave-Marias: 
5º Mistério: Eu me visto desta Armadura, vivendo e orando em completa dependência de Ti, bendito Espírito Santo.

Ao final do terço deve-se repetir 3 vezes:
Eu tomo a Vossa Salvação e confio em vós para proteger meu corpo e minha alma contra os ataques do inimigo.
Encerra com o sinal da cruz.
Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.  Amém!!

fonte:http://santuarionsequilibrio.blogspot.com/2011/05/terco-da-armadura-de-deus.html