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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

SAGRADA FAMÍLIA - SÃO JOSÉ - BELÍSSIMAS ESTAMPAS E ORAÇÕES



🌿🌻Jesus, Maria e José,
Em Vós, contemplamos o esplendor do verdadeiro amor;
A Vós, com confiança, nos dirigimos.
Sagrada Família de Nazaré,
Tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, escolas autênticas do Evangelho e pequenas Igrejas domésticas.
🌻🌿Sagrada Família de Nazaré,
Que nunca mais se faça, nas famílias, experiência de violência, egoísmo e divisão.
Quem ficou ferido ou escandalizado depressa conheça consolação e cura.
Sagrada Família de Nazaré,
Que o próximo Sínodo dos Bispos possa despertar, em todos, a consciência do carácter sagrado e inviolável da família, a sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José,
🌻🌿Escutai, atendei a nossa súplica.

Sagrada família de Nazaré nossa família vossa é....São José rogai por nós.

Papa Francisco.

TODAS AS POSTAGENS SÃO DO FACEBOOK.

Sagrada Família de Nazaré,

modelo perfeito de amor, fé e união,

hoje venho me consagrar inteiramente a vós.

🙌 Jesus, Maria e José,

acolhei minha família sob vossa proteção amorosa.

🌟 Que haja paz em nosso lar,

respeito em nossas palavras e amor em nossos gestos.

Afastai de nós todo mal, toda discórdia, toda divisão.

Ensinai-nos a viver com humildade, obediência e caridade.

🙏 Jesus, Filho obediente, abençoa cada pai e cada mãe.

Maria, Mãe amorosa, cobre com teu manto cada filho e filha.

José, pai trabalhador e fiel, protege nossas casas e caminhos.

🌺 Que sejamos reflexo da vossa santidade no mundo.

Fortalecei nossos laços com fé, esperança e amor.

E nos conduzi juntos à eternidade em Deus.

Amém

O P. Francisco Torres Ruiz, exorcista e especialista em liturgia da Diocese de Plasencia (Espanha), explica por que San José é invocado como "o terror dos demônios".
Em entrevista à EWTN Noticias, o padre indicou que uma das partes do exorcismo é a oração das letanias dos santos e, ao mencionar seus nomes, o diabo pode ou não reagir.
"Às vezes, quando o demónio já é dobrado e consegue-se arrancar alguma verdade, porque Deus o obriga a fazê-lo, significa que aqueles santos aos quais ele reagiu com mais violência estão presentes no exorcismo" de forma espiritual, precisou o P. Torres.
Durante o exorcismo, continuou o sacerdote, os santos "protejam o fiel, rezem conosco, rezem com o exorcista e com as pessoas que estão nesse momento na sala ou na capela rezando, imploram a Deus, intercedam por nós".
"Há vezes que os próprios santos até exortaram e ordenaram ao demônio que deixe a pessoa em paz", destacou.
O papel de São José nos exorcismos.
"Com São José tive uma experiência preciosa, porque São José, na luta contra o mal, está intimamente ligado à batalha que luta também a Santíssima Virgem Maria", relatou o padre.
"É preciso ter em mente que São José é um homem justo, assim o define a Bíblia, que São José é um homem casto, e por isso ele nunca teve nenhuma tentação de se aproveitar da Virgem ou conviver maritalmente com o ato conjugal com a Virgem Maria", continuou.
O P. Torres destacou que São José queria repudiar secretamente a Virgem Maria quando soube que estava grávida, porque "era mais o amor que tinha pela Virgem Santíssima do que a sua justiça como homem".
Por tudo isto, salientou o exorcista: "O diabo a São José tem um ódio especial".
O sacerdote fez notar que, na luta contra o mal, "São José é invocado como 'terror dos demônios', unido sempre à Virgem Maria, que pisou a cabeça da serpente".
"E como diz às vezes um pouco o imaginário popular, São José, como bom carpinteiro, com o machado que usava para cortar a madeira corta a cauda da serpente".

GRUPO  - AFILHADOS DE SÃO JOSÉ 

VOCÊ SABE COMO SÃO JOSÉ MORREU?

Logo a sua partida, a Virgem Maria aproximou-se de José e pediu-lhe que a abençoasse como marido que era. Seu marido disse-lhe: "Bendita sois vós entre as mulheres e escolhida entre todas as criaturas. Los Angeles e os homens vos louvem, todas as gerações conheçam, magnifiquem e engrandecem a vossa dignidade”

Então São José dirigiu-se a Jesus e tentou ajoelhar-se com profunda reverência, mas Nosso Senhor o tomou em seus braços para segurá-lo.

Naquele momento, seu pai adotivo disse-lhe solenemente: “Senhor meu e Deus Altíssimo, dai a vossa bênção eterna ao vosso escravo e feitura das vossas mãos; perdoai, Rei piedíssimo, as culpas que, como indigno, cometi em vosso serviço e companhia.

Eu vos confesso, engrandeco e de coração rendido vos dou eternamente graças, porque entre os homens me escolheu Vossa inefável dignação para marido de vossa verdadeira Mãe; vossa grandeza e glória sejam meus agradecimentos por todas as eternidades.”

Quando São José acabou de dizer isto, Jesus deu-lhe a bênção e disse-lhe com grande amor:

"Meu pai, descanse em paz e na graça de meu Pai celestial e minha, e aos meus profetas e santos, que vos esperam no limbo, dareis alegres novas de que a sua redenção está chegando"

E São José faleceu em seus braços.

Não será morte, mas um doce sono para ti, minha alma, se ao morreres Jesus e a Virgem Maria te receber! 🕊️🦅🙏🤗❤️ 🩸


"Ó glorioso São José, guardião fiel de Jesus e marido virgem de Maria, com humildade e devoção recorremos a vós neste dia. Tu, que foste escolhido pela Divina Providência para ser o pai terreno do Salvador e proteger a Sagrada Família, intercedei por nós junto ao teu Filho Jesus. Conceda-nos a graça de um coração puro e humilde, capaz de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos..

Ajude-nos a imitar sua fé inabalável, sua obediência silenciosa e seu trabalho incansável. Que, assim como você, saibamos aceitar a vontade de Deus em nossas vidas, mesmo quando os caminhos pareçam incertos e difíceis. Seja nosso guia na vida familiar, protegendo nossos lares de todo mal e promovendo neles o amor, a paz e a concórdia.

Nos momentos de prova e dificuldade, seja nosso porto seguro, nosso conforto nas adversidades e nossa esperança no desespero. Confiamos-te as nossas necessidades espirituais e materiais, as nossas alegrias e as nossas tristezas. Pedimos-te especialmente

(mencione aqui o seu pedido específico).

Glorioso São José, modelo de pai, trabalhador e servo fiel, rogai por nós. "

Amém!

“Todos os dias, durante mais de quarenta anos, depois de Laudes, recito uma oração a São José retirada de um livro de devoções francês do século XIX, da Congregação das Religiosas de Jesus e Maria, que expressa devoção, confiança e um certo desafio a São José”, conta em um dos rodapés, dia 10, desta carta dedicada ao marido de Maria. A oração diz:

“Glorioso patriarca São José, cujo poder sabe tornar possíveis as coisas impossíveis, venha em meu auxílio neste momento de angústia e dificuldade.

Leve sob sua proteção as situações tão graves e difíceis que eu confio em você, para que tenham uma boa solução. Meu amado Pai, toda a minha confiança está depositada em ti. Que não se diga que eu te invocei em vão e, como podes fazer tudo com Jesus e Maria, mostra-me que a tua bondade é tão grande quanto o teu poder. "

Amém.

~ PAPA FRANCISCO.

* SÃO JOSÉ, PAI DE JESUS, ROGAI POR NÓS.

SÃO JOSÉ,

CUSTÓDIO DO SENHOR JESUS CRISTO. 🌾

São José, rogai a Jesus que venha ao meu coração e o inflame de caridade.

São José, rogai a Jesus que venha à minha inteligência e a ilumine.

São José, rogai a Jesus que venha em minha vontade e a fortaleça.

São José, rogai a Jesus que venha aos meus pensamentos e os purifique.

São José, rogai a Jesus que venha aos meus afetos e os ordene.

São José, rogai a Jesus que venha aos meus desejos e os direcione.

São José, rogai a Jesus que venha em minhas ações e as abençoe.

São José faça Jesus me doar seu Santo Amor.

São José fazei Jesus me doar a imitação de suas virtudes.

São José fazei Jesus me doar a verdadeira humildade de espírito.

São José faça Jesus me doar a paz da alma.

São José que Jesus me doe o santo temor a Deus.

São José que Jesus me doe o desejo da perfeição.

São José faça Jesus me doar a doçura de caráter.

São José que Jesus me doe um coração puro e caridoso.

São José fazei Jesus me doar a graça de suportar com paciência os sofrimentos da vida.

São José, pelo amor que deste a Jesus, ajuda-me a amá-lo de verdade.

São José, receba-me e proteja-me como seu fiel devoto.

São José, eu me coloco em suas mãos, aceite-me e socorra-me.

San Jose, não me abandone na hora da minha morte.

Amém.


Abençoado sejas, Senhor Jesus, que habitas no mais profundo do nosso ser. Reconhecemos a Sua presença divina que nos acompanha em cada respiração, em cada batida do coração, em cada passo que damos em direção a Ti.

Pai celestial, agradecemos por este novo sábado que colocaste em nossas mãos. Obrigado pela vida que pulsa em nós, pelo sopro divino que nos sustenta, pela oportunidade de contemplar o teu rosto em cada amanhecer. Nós te louvamos porque a tua misericórdia se renova a cada manhã como o orvalho que fecunda a terra.

Maria Santíssima, Mãe da Igreja e Rainha dos Mártires, que soubeste não temer perante o anúncio do Anjo e disseste o teu “sim” confiante, ensina-nos a viver sem medo das provas deste mundo. Você que permaneceu firme aos pés da Cruz, interceda por nós para que saibamos abraçar nossa cruz diária com a mesma força e abandono na Divina Providência.

Colocamos em suas mãos sagradas, e no coração de São José, nossas vidas: cada batida do coração, cada pensamento, cada decisão. Entregamos-te nossas famílias, que sejam santuários do teu amor; nossas provas, que se tornem degraus para a santidade; nossas dificuldades, que se transformem em oportunidades de crescimento espiritual.

Consagramos-te por interseção de São José nossos trabalhos, que sejam instrumentos de tua glória; nossos projetos, que sejam sempre orientados para o teu Reino; nossos sonhos, que se alinhem com a tua perfeita vontade.

Espírito Santo, fortaleça-nos com seus dons. Que a sabedoria nos ilumine, a força nos sustente, o temor a Deus nos guie, e o amor divino nos inflame. Que esta terça-feira seja um dia de encontro profundo com você, de oração contemplativa, de serviço generoso ao próximo.

° CONSAGRAÇÃO A SÃO JOSÉ.

"Ó Glorioso Patriarca São José, eis-me aqui, prostrado de joelhos perante a vossa presença, para pedir a vossa proteção.

A partir de agora, escolho-te como meu pai, protetor e guia.

Sob o teu abrigo coloco meu corpo e alma, propriedade, vida e saúde.

Aceite-me como seu filho.

Preserve-me de todos os perigos, asseitudes e laços do inimigo.

Me assiste em todos os momentos e principalmente na hora da minha morte. "

Amém.

GLORIOSO E PATRIARCA SÃO JOSÉ, AUMENTE NOSSA FÉ.

"Eu venho a Vós, peço-vos que me protejais juntamente com meu filho e família, nos proteja deste mundo cheio de provações, assim como protegestes a Sagrada Família mantendo Jesus e a Santíssima Virgem Maria longe do perigo.

Sua Graça perante Deus é imensa, sua intercessão nunca é rejeitada, rogai por mim para que na aflição eu encontre Paz, na fraqueza eu encontre Fortaleza e na minha solidão eu sinta a Presença amorosa de Deus.

Conceda-me a Graça de aprender a praticar seu exemplo, dê-me a Graça de me sentir verdadeiramente Feliz.

Ajude-me São José a pensar menos em mim e abrir espaços no meu coração para que você possa ocupar.

Amado São José, dai-me a Graça de ir adquirindo pouco a pouco um Coração Manzo, Humilde, Paciente e bom como o vosso. "

Amém. 🙌🙏


A Vós, São José, recorremos em nossa tribulação e, depois de ter implorado o auxílio a Vossa Santíssima Esposa, cheios de confiança solicitamos também o Vosso patrocínio.

Por esse laço Sagrado de caridade que Vos uniu à Virgem Imaculada, Mãe de Deus, e pelo amor paternal que tivestes ao Menino Jesus, ardentemente suplicamos que lanceis um olhar benigno sobre a herança que Jesus Cristo conquistou com Seu Sangue, e nos socorrais em nossas necessidades com o Vosso auxílio e poder.

Protegei, ó guarda providente da Divina família, o povo eleito de Jesus Cristo.

Afastai para longe de nós, ó pai amantíssimo, a peste do erro e do vício.

Assisti-nos do Alto do Céu, ó nosso fortíssimo sustentáculo, na luta contra o poder das trevas, e assim como outrora salvastes da morte a vida ameaçada do Menino Jesus, assim também defendei agora a Santa Igreja de Deus das ciladas de Seus inimigos e de toda a adversidade.

Amparai a cada um de nós com o Vosso constante patrocínio, a fim de que, a Vosso exemplo e sustentados com o Vosso auxílio, possamos viver virtuosamente, morrer piedosamente e obter no Céu a Eterna bem-aventurança. Amém!

Ó Glorioso São José,suplico a vós que cubra a Mim e a minha família com seu Manto Sagrado,este mesmo Manto que acolheu,aqueceu e protegeu o pequenino Deus o menino Jesus. Guarda-me neste Santo Manto,assim debaixo dele estarei protegido de todos os perigos e ataques dos inimigos.

Eu quero estar debaixo dele em todos os momentos da minha vida, para assim também estar protegido de todas as doenças e pestes,dos perigos visíveis e invisíveis.

São José eu confio no vosso amor e na vossa proteção. Velai por mim dia e noite, e advogai em meu favor e intercedei a Deus por minhas intenções.

Valei-Me São José! Amém.

São José Dormido você que ouve a voz de Deus com prontidão de praticá-la. Hoje confiante em sua poderosa intercessão, consagro-lhe as alegrias e tristezas de cada dia. Consagro a você minha vida, minha casa, minha família e meu trabalho. Ajude-me a imitar você sendo uma pessoa de bem vivendo o amor, o perdão e a verdade, quero seguir seu caminho de Fé.

Agora eu te peço São José que dormindo sonhe com esta Petição junto a Deus interceda por mim alcançando esta Graça

( Com confiança se faz a petição)

Como és Padroeiro da Igreja, com o auxílio do Espírito Santo assumo perante Ti o Voto de não faltar à Missa Dominical, Rezar todos os dias com a palavra de Deus, confessar-me regularmente e viver como bom Cristão e devo todo teu.

Amém. 🙌

Oração ao Castíssimo Coração de São José⚜️

Oh Castíssimo Coração de São José, pai adotivo de Jesus e esposo puríssimo da Virgem Maria, refúgio seguro das almas e guardião das famílias, acolha hoje a minha súplica com paternal bondade.

Inflama meu coração com tua pureza, fortalece minha fé com tua obediência, e ensina-me a amar Jesus e Maria com o mesmo zelo que ardia em teu coração silencioso e fiel.

Oh glorioso São José, defende-me de todo mal, guarda meu coração na paz e conduz-me sempre pelos caminhos de Deus. Amém.

Meu glorioso São José, nas vossas maiores aflições e tribulações, não vos valeu o Anjo do Senhor? Valei-me, São José!

São José, rogai por nós!

Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos Deus Nosso Senhor, dos nossos inimigos, em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém!

São José, cuja proteção é tão grande, tão forte e tão imediata diante do trono de Deus, a Vós confio todas as minhas intenções. Ajudai-me, São José, com a Vossa poderosa intercessão, a obter todos as graças espirituais por meio de Seu Filho Jesus Cristo Nosso Senhor, de modo que, ao confiar-me aqui na terra, ao Vosso poder Celestial, Vos tribute o meu agradecimento e homenagem. Ó São José, eu nunca me canso de contemplar-Vos com o Menino Jesus adormecido nos Vossos braços. Não ouso aproximar-me enquanto Ele repousa junto do vosso Coração. Abraçai-O em meu nome, beijai-O por mim seu delicado rosto e pedi-Lhe que devolva este beijo quando eu exalar o meu último suspiro. São José, Padroeiro das Almas que partem, rogai por nós!

Pai Nosso… Ave Maria… Glória ao Pai...

Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém!

SÃO JOSÉ,

modelo de fé silenciosa e

obediência perfeita.

Escolhido por Deus para guardar.

ao Verbo Encarnado na Terra, você

você tornou-se o primeiro adorador.

de Jesus. Essa mesma presença

Divina que você segurou em seus braços, que

Você alimentou e protegeu, nós

entrega hoje na Santíssima Eucaristia.

Sua vida nos inspira a uma profunda

reverência e amor perante o Sacramento.

do altar. Ensina-nos, San Jose, a

adorar a Jesus Eucaristia com a mesma

fé, pureza e devoção com que você

Fizeste isso todos os dias.

Que sejamos fiéis guardiões de

este mistério inefável e fervoroso

em nossa adoração.

◦•✫•◦

São José, guardião e protetor dos

corações unidos e transferidos de

Jesus e Maria.

Inflama meu coração para que nele sozinho

reine, meu Deus, Jesus, como reinou em

o teu Santo Coração.

🤎🕊️Amém. 🤎🕊️

Eterno Pai, pelo amor que tendes a São José, escolhido por vós para ser o vosso representante na terra, tende misericórdia de nós e dos pobres moribundos.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

Eterno Filho, pelo amor que tens a São José, vosso guarda fidelíssimo, tende misericórdia de nós e dos pobres moribundos.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

Eterno Espírito Santo, pelo amor que tendes a São José, zelosíssimo guarda da Santíssima Virgem Maria, Vossa amada Esposa, tende misericórdia de nós e dos pobres moribundos.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória. São José, meu amável protetor, que morrestes nos braços de Jesus e Maria, socorrei-me em todas as necessidades e perigos da vida, mas principalmente na hora suprema vindo suavizar minhas dores, enxugar minhas lágrimas, fechar suavemente meus olhos, enquanto pronunciar os dulcíssimos nomes:
Jesus, Maria, José, salvai a minha alma. Amém.

SÃO JOSÉ ABENÇOADO.

"São José, tu foste a árvore abençoada por Deus, não para dar frutos, mas para dar sombra.

Sombra protetora de Maria, tua esposa; sombra de Jesus, que te chamou de Pai e a quem te entregaste inteiramente.

Sua vida, tecida de trabalho e silêncio, me ensina a ser eficaz em todas as situações; me ensina, acima de tudo, a esperar na escuridão, firme na fé.

Sete dores e sete alegrias resumem sua existência: foram as alegrias de Cristo e Maria, expressão de sua doação sem limites.

Que seu exemplo me acompanhe em todos os momentos, floresça onde a vontade do Pai me plantou, saiba esperar, me entregar sem reservas, até que a tristeza e a alegria dos outros sejam minha tristeza e minha alegria. "

Amém.

Palavras de Nossa Senhora à venerável Irmã Maria de Jesus Agreda:

As crianças do mundo ignoram os privilégios e direitos que o Altíssimo concedeu ao meu santo Esposo, e o poder da sua intercessão junto à divina Majestade e a mim. Mas garanto-te, minha filha, que no Céu está perto do Senhor e tem grande poder para evitar aos pecadores o castigo da Justiça Divina.

Em todas as provas, busque sua intercessão, pois o Pai Celestial concederá tudo o que meu Marido pedir.

No Dia do Juízo Final, os condenados chorarão amargamente por não terem compreendido quão poderosos e eficazes meios de salvação poderiam ter tido na intercessão de São José e por não terem feito tudo para conquistar a amizade do Juiz Eterno.

Santo Afonso Maria de Ligório, sobre São José padroeiro da Boa Morte: já que todos nós devemos morrer, devemos cultivar uma devoção especial a São José, para que ele nos dê uma morte feliz. Todos os cristãos o consideram o defensor dos moribundos que o honraram enquanto estava vivo, e o fazem por três razões:

1) Porque Jesus Cristo o amou não só como amigo, mas como pai e, portanto, sua mediação é muito mais eficaz do que qualquer outro santo.

2) Porque São José obteve um poder especial contra espíritos malignos que nos tentam com duplo vigor na hora da morte.

3) A ajuda que Jesus e Maria deram a São José em sua morte, ele merecia o direito de garantir uma morte santa e pacífica para seus servos.

É por isso que você é invocado na hora da morte, ele não só os ajudará, mas também obterá a ajuda de Jesus e de Maria.


Oração a São José. ( Quarta-feira, em honra a São José.)
"Lembrai-vos, ó puríssimo Esposo da Virgem Maria, ó meu amável protetor, São José, que nunca se ouviu dizer que ficasse sem consolo quem invoca vossa proteção e solicita vosso apoio. Cheio desta confiança apresento-me diante de vós, e animado de fervor me recomendo a vós. Ah! Não desprezeis minha súplica, ó pai nutrício do Redentor, mas dignai-vos acolhê-la piedosamente. Assim seja."
 
Ó amabilíssimo patriarca São José! Desde o abismo da minha pequenez e miséria contemplo-vos com emoção e alegria da minha alma em vosso trono do céu, como glória e gozo dos bem-aventurados, mas também como pai dos órfãos na terra, consolador dos tristes, amparador dos desvalidos, auxiliador dos anjos e santos diante do trono de Deus, de vosso Jesus e de vossa Santa Esposa.
Por isso, eu, pobre, desvalido, triste e necessitado, a vós dirijo hoje e sempre minhas lágrimas e penas, minhas súplicas e clamores da alma, meus arrependimentos e minhas esperanças; e especialmente hoje, trago-vos diante do vosso altar e da vossa imagem uma pena que consoleis, um mal que remedieis, uma desgraça que impeçais, uma necessidade que socorrais, uma graça que obtenhais para mim e para meus seres queridos.
E para comover-vos e obrigar-vos a ouvir-me e obter-me estas graças, vo-las pedirei e demandarei durante trinta dias contínuos, em reverência aos trinta anos que vivestes na terra com Jesus e Maria, e o farei urgente e confiantemente, invocando todos os títulos que tendes para compadecer-vos de mim e de todos os motivos que tenho para esperar que não dilatareis ao ouvir minha súplica e remediar minha necessidade. Sendo tão certa minha fé em vossa bondade e poder, que ao senti-la, vos sentireis também obrigado a obter e dar-me ainda mais do que vos peço e desejo.
- Peço-vos pela bondade divina que obrigou ao Verbo Eterno a encarnar-se e nascer na pobre natureza humana, como Filho de Deus, Deus homem e Deus dos homens.
- Suplico-vos por vossa ansiedade imensa ao sentir-vos obrigado a abandonar a vossa Santa Esposa.
- Rogo-vos por vossa resignação dolorosíssima para buscar um estábulo e um presépio para palácio e manjedoura de Deus nascido entre os homens.
- Imploro-vos pela dolorosa e humilhante circuncisão de vosso Jesus; e pelo Santo, Glorioso e Dulcíssimo nome que lhe impusestes por ordem do Pai Celeste.
- Demando-vos por vosso sobressalto ao ouvir do anjo a morte decretada contra o vosso Filho Deus; por vossa obedientíssima fuga ao Egito, pelas penalidades e perigos do caminho, pela pobreza extrema do desterro e por vossas ansiedades ao voltar do Egito a Nazaré.
- Peço-vos por vossa aflição dolorosíssima de três dias, ao perder vosso Filho e por vossa consolação suavíssima ao encontrá-lo no templo; por vossa felicidade inefável dos trinta anos que tivestes em Nazaré com Jesus e Maria sujeitos à vossa autoridade e Providência.
- Rogo-vos e espero pelo heroico sacrifício com que oferecestes a vítima de vosso Jesus ao Deus Eterno, para a cruz e para a morte, pelos nossos pecados e nossa redenção.
- Demando-vos pela dolorosa previsão que fazíeis todos os dias ao contemplar aquelas mãos infantis perfuradas depois na Cruz por pregos agudos; aquela cabeça que se reclinava dulcissimamente sobre o vosso peito, coroada de espinhos; aquele divino corpo que apertáveis contra o vosso coração, despido, ensanguentado e estendido sobre os braços da Cruz naquele último momento em que lhe víeis expirar e morrer.
- Peço-vos por vossa dulcíssima passagem desta vida nos braços de Jesus e Maria, vossa entrada no Limbo dos Justos e ao fim nos céus.
- Suplico-vos por vosso gozo e vossa glória, quando contemplastes a Ressurreição do vosso Jesus, sua subida e entrada nos céus, seu trono de rei imortal dos séculos.
- Demando-vos por vosso inefável júbilo, quando vistes sair do sepulcro a vossa Santíssima Esposa ressuscitada e ser assunta ao céu pelos anjos, coroada pelo Eterno e entronizada num sólio junto ao vosso.
- Peço-vos e rogo-vos confiantemente pelos Vossos trabalhos, penalidades e sacrifícios na terra; e por vossos triunfos, glórias e feliz bem-aventurança nos céus, com vosso Filho Jesus e vossa esposa Santa Maria.
Ó meu bom patriarca São José! Eu, inspirado nos ensinamentos da Santa Igreja, de seus Doutores e Teólogos, e no sentido universal do povo cristão, sinto em mim uma força misteriosa, que me alenta e obriga a pedir-vos e suplicar-vos e esperar que me obtenhais de Deus a grande e extraordinária graça que vou pôr diante da vossa imagem e do vosso trono de bondade e poder nos Céus: (aqui se faz o pedido).
Obtende-me também para os meus e para os que pediram que rogue por eles, tudo quanto desejam e lhes é conveniente.
℟. Rogai por nós, ó glorioso patriarca São José.
℣. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
OREMOS: Ó Deus, que em Vossa inefável Providência escolhestes São José para esposo de Maria, Mãe do Vosso Filho, fazei que, venerando-o na terra como protetor, mereçamos tê-lo como intercessor no céu. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Amém

Oração de Exorcismo a São José pela Paz, Libertação e Proteção da Igreja
Ó glorioso São José, terror dos demônios e guardião da Sagrada Família! , recorremos a ti hoje com fé ardente e súplica urgente, implorando a tua poderosa intercessão perante o trono de Deus.
Você que protegeu com força celestial o Filho de Deus na terra, levante agora o seu braço justo contra toda obra das trevas que queira prejudicar a Santa Igreja. Expulse com autoridade espiritual todo espírito maligno, todo ataque do inferno, toda divisão, corrupção e confusão que se infiltra no Corpo de Cristo.
Com a espada da sua pureza e a força da sua obediência, pise na cabeça do dragão antigo, silencie seus enganos e quebre suas correntes. Pelo poder que o Pai Eterno lhe concedeu como guardião de seu Filho, bani todo espírito impuro, toda maldade oculta, todo plano de destruição, e traz a paz de Cristo para o coração da Igreja.
Nós vos pedimos, São José, protetor da Igreja Universal, que seles com o vosso manto todos os consagrados, fiéis, perseguidos e todos os que trabalham para o Reino de Deus. Proteja o Papa, o clero, os religiosos e religiosos, os missionários e cada filho fiel do Senhor.
Livrai-nos de todo mal espiritual e corporal. Dê conforto aos que sofrem, fé aos que duvidam e força aos que lutam. Que sua proteção paternal nos livre de toda heresia, apostasia, sacrilégio e confusão, e que o Espírito Santo renove a Igreja com poder, santidade e unidade.
Ó São José, rogai por nós, defendei-nos, livrai-nos. No poderoso Nome de Jesus, pelo Imaculado Coração de Maria e sob o teu refúgio, proclamamos a vitória de Deus sobre toda obra do inimigo. Amém.
São José, terror dos demônios, rogai por nós.
São José, guardião da Igreja, proteja-nos.
São José, defensor na batalha, intercedei por nós.
Amém.
 

Ó São José, cuja proteção é tão grande, tão forte e tão imediata diante do trono de Deus, a vós confio todas as minhas intenções e desejos.
Ajudai-me, São José, com a vossa poderosa intercessão, a obter todas as bênçãos espirituais por intercessão do vosso Filho adotivo, Jesus Cristo Nosso Senhor, de modo que, ao confiar-me, aqui na terra, ao vosso poder celestial, Vos tribute o meu agradecimento e homenagem.
São José, padroeiro das almas que partem, rogai pelos agonizantes de hoje!! Amém.
 

Jesus, Maria e José, em Vós contemplamos o esplendor do verdadeiro amor e, confiantes, a Vós nos consagramos.
Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, autênticas escolas do Evangelho e pequenas igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré, que nunca mais haja nas famílias episódios de violência, de fechamento e divisão; e quem tiver sido ferido ou escandalizado, seja rapidamente consolado e curado.
Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos conscientes do caráter sagrado e inviolável da família e da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José, ouvi-nos e acolhei a nossa súplica. Amém. 
Padre Samuel.
 

Glorioso São José, a quem foi confiado as maiores honras deste mundo, ser o esposo castíssimo da Virgem Santíssima e guardião do Menino Deus, e que soube em tudo fazer a Vontade de Deus, ajudai-nos para que também nós sejamos dóceis à vontade de Deus em nossas vidas.
Rogai por nós, glorioso São José,
Para que sejamos dignos das promessas de seu filho Jesus! Amém.
 

Ó excelso São José,
Pela Vossa perfeitíssima obediência a Deus, tende piedade de mim.
Pela Vossa santa vida, cheia de merecimentos, atendei-me.
Pelo Vosso queridíssimo Nome, ajudai-me.
Pelo Vosso clementíssimo Coração, socorrei-me.
Pelas Vossas santas lágrimas, confortai-me.
Pelas Vossas sete dores, tende compaixão de mim.
Pelas Vossas sete alegrias, consolai o meu coração.
De todo o mal da alma e do corpo, libertai-me.
De todo perigo e desgraça, livrai-me.
Socorrei-me com a Vossa santa proteção e impetrai-me, na Vossa misericórdia e poder, o que me é necessário e, sobretudo, a graça do que mais preciso. Às Almas queridas do Purgatório, alcançai a pronta libertação dos seus sofrimentos.
Amém.
 

Oração a São José.
Ó São José, cuja proteção é tão grande, tão forte e tão imediata diante do trono de Deus, a vós confio todas as minhas intenções e desejos.
Ajudai-me, São José, com a vossa poderosa intercessão, a obter todas as bênçãos espirituais por intercessão do vosso Filho adotivo, Jesus Cristo Nosso Senhor, de modo que, ao confiar-me, aqui na terra, ao vosso poder celestial, Vos tribute o meu agradecimento e homenagem.
Ó São José, eu nunca me canso de contemplar-Vos com Jesus adormecido nos vossos braços. Não ouso aproximar-me enquanto Ele repousa junto do vosso coração. Abraçai-O em meu nome, beijai por mim o seu delicado rosto e pedi-Lhe que me devolva esse beijo quando eu exalar o meu último suspiro.
São José, padroeiro das almas que partem, rogai por mim! Amém.
 
 
Na Audiência Geral de hoje (29) o papa Francisco exortou a seguir o exemplo de são José que, ao descobrir a gravidez de Maria, confiou completamente em Deus e "não pediu mais provas".
“José não pede mais provas, confia! José confia em Deus, aceita o sonho de Deus sobre a sua vida e a da sua noiva”, disse Francisco na catequese para centenas de peregrinos reunidos na Sala Paulo VI do Vaticano.
Ao assumir a paternidade adotiva de Jesus, continuou o papa, são José “entra na graça de quem sabe viver a promessa divina com fé, esperança e amor”. “Em tudo isto, José não pronuncia sequer uma palavra, mas crê, espera e ama”, disse.
"Não se expressa com ‘palavras ao vento’, mas com gestos concretos", acrescentou. Francisco exortou os católicos a pedirem ao Senhor “a graça de escutar mais do que falamos, a graça de sonhar os sonhos de Deus e de acolher responsavelmente Cristo que, a partir do momento do nosso batismo, vive e cresce na nossa vida”.
O tema da catequese de hoje foi o mistério das origens de Jesus, narrado pelos Evangelhos da Infância. Segundo o papa, são Lucas mostra isso a partir da perspectiva da mãe, a Virgem Maria, enquanto são Mateus coloca a ênfase na perspectiva de são José, o homem que assume a paternidade legal de Jesus, “enxertando-o no tronco de Jessé e ligando-o à promessa feita a Davi”.
 
Não há um Santo canonizado pela Igreja que não seja devotíssimo de São José.
São José, Esposo da Bem-Aventurada Virgem Maria. Pai do Menino Deus. Pois compreendeu através das revelações angélicas que Ele (Jesus Cristo), era Filho do Pai Celestial.
O que alguns Santos diziam sobre ele; pensamento de São João Bosco:
"Depois de Jesus e de Maria,amai São José."
Dizia, Santo Afonso Maria de Ligório: "Deus concedeu aos demais Santos o serem protetores numa necessidade especial; mas a São José concedeu o ser protetor universal."
Eis o servo fiel e prudente, a quem o Senhor confiou a sua família. - Lc 12,42
Valei-nos, óh, Glorioso São José!
VIVA SÃO JOSÉ
 
 
Oração à Sagrada Família
Jesus, Maria e José,
Em Vós, contemplamos o esplendor do verdadeiro amor; a Vós, com confiança, nos dirigimos.
Sagrada Família de Nazaré,
Tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, escolas autênticas do Evangelho e pequenas Igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré,
Que nunca mais se faça, nas famílias, experiência de violência, egoísmo e divisão.
Quem ficou ferido ou escandalizado depressa conheça consolação e cura.
Sagrada Família de Nazaré,
Que o próximo Sínodo dos Bispos possa despertar, em todos, a consciência do carácter sagrado e inviolável da família, a sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José,Escutai, atendei a nossa súplica. Amém
 
 
ORAÇÃO À SAGRADA FAMÍLIA
Jesus, Maria e José,
em Vós contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
confiantes, a Vós nos consagramos.
Sagrada Família de Nazaré,
tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
autênticas escolas do Evangelho
e pequenas igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré,
que nunca mais haja nas famílias
episódios de violência, de fechamento e divisão;
e quem tiver sido ferido ou escandalizado
seja rapidamente consolado e curado.
Sagrada Família de Nazaré,
fazei que todos nos tornemos conscientes
do caráter sagrado e inviolável da família,
da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José,
ouvi-nos e acolhei a nossa súplica.
Amém.
(Papa Francisco, Amoris Laetitia, 325)

ORAÇÃO A SÃO JOSÉ
Ó glorioso São José, digno de ser amado, invocado e venerado com especialidade entre todos os santos, pelo primor de vossas virtudes, eminência de vossa glória e poder de vossa intercessão, perante a Santíssima Trindade, perante Jesus Vosso Filho adotivo, e perante Maria, Vossa Santíssima Esposa, minha Mãe terníssima, tomo-vos hoje por meu advogado junto de ambos, por meu protetor e pai, proponho firmemente nunca esquecer-me de Vós, honrar-Vos todos os dias que Deus me conceder e, fazer quanto em mim estiver para inspirar vossa devoção aos que estão sob o meu encargo.
Dignai-vos vo-lo peço ó pai do meu coração, conceder-me a vossa especial proteção e admitir-me entre os vossos mais fervorosos servos. Em todas as minhas ações assisti-me, junto de Jesus e Maria favorecei-me, e na hora da morte não me falteis, por piedade.
Amém.
✨ORAÇÃO✨
Glorioso São José, cuidai de nós, da nossa caminhada para o Céu, carregando com amor e alegria a nossa cruz.
Ensinai- nos a amar a Jesus e Maria como vós. A viver sempre em comunhão com os Vossos três Corações Unidos.
Alcançai- nos um coração puro, limpo de todo o mal e defendei- nos do maligno.
Dai- nos força para como vós, cumprimos os nossos deveres de cada dia. Que nunca desanimemos com as dificuldades que a vida nos prepara.
São José, amparai- nos nesta vida terrena e alcancai- nos a graça, de um dia convosco, nos alegrarmos com Jesus e Maria no Céu. Amém.
 

𝐎𝐫𝐚çã𝐨 𝐩𝐞𝐝𝐢𝐧𝐝𝐨 𝐏𝐚𝐳 𝐩or 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐚s 𝐟𝐚𝐦í𝐥𝐢as
São José, esposo castíssimo da Virgem Maria,
homem justo e fiel aos desígnios de Deus Pai,
ensinai-nos a silenciar quando as tempestades das palavras ofuscarem o equilíbrio da paz em nosso lar.
Que, na confiança divina, recuperemos a serenidade e, por meio do diálogo, possamos estar unidos no amor.
Maria, Virgem Santíssima,
Mãe do Amor Misericordioso,
auxiliai-nos com sua intercessão diante das situações difíceis, cubra-nos com teu manto maternal diante das incompreensõese desventuras da caminhada,
e mostrai-nos o caminho da ternura seguindo os passos de vosso amado Filho Jesus Cristo.
Jesus Cristo, Príncipe da Paz e Rei das Misericórdias, auxiliai-nos nos caminhos da bondade, do perdão e da unidade.
Por seu exemplo divino, iluminai nossos passos,
para que, vivendo em harmonia, sejamos para o mundo testemunhas de Vossa Sagrada Família de Nazaré. Dai-nos a paz e libertai-nos do mal.
Amém!
 

Salve, guardião do Redentor
e esposo da Virgem Maria!
A vós, Deus confiou o seu Filho;
em vós, Maria depositou a sua confiança;
convosco, Cristo tornou-Se homem.
Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós
e guiai-nos no caminho da vida.
Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,
e defendei-nos de todo o mal. Amém.
Página Pe Samuel

 
Oração a São José pelas almas do Purgatório*
Glorioso Patriarca São José, à tua santa intercessão recomendo o descanso e a paz eterna de todas as almas que sofrem no Purgatório. Tem compaixão delas, pois são almas queridas de Maria, sua santíssima esposa, e de Jesus, que para ti é sempre obediente e amável Filho. Tu que em vida terrena consolava os que sofriam, socorre, te suplico, as almas que padecem nessa torrente de fogo. Por elas intercede junto a Jesus e Maria, que nada negam aos teus eficazes rogos.
 Pai Nosso, Ave Maria, Glória.

 

Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, autênticas escolas do Evangelho e pequenas igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré, que nunca mais haja nas famílias episódios de violência, de fechamento e divisão; e quem tiver sido ferido ou escandalizado, seja rapidamente consolado e curado.
Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos conscientes do caráter sagrado e inviolável da família e da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José, ouvi-nos e acolhei a nossa súplica. Amém.
 

Humilde José, sempre guiado por um anjo, homem que soube cuidar de Nossa Senhora como a mais linda flor do jardim de Cristo, a acolheu mesmo grávida, a defendeu de todos os espinhos desta terra, cercando-a de cuidados.. compreendeu o grande projeto de Deus de remir o mundo por Nosso Senhor Jesus Cristo. São José foi o escolhido Entre todos os homens para ser o Guardião da sagrada família.
Intercessor da boa saúde, levai essa humilde prece ao coração do Pai:
Senhor, vos que poderosamente operaste tantas curas, olhai com amor os enfermos do mundo inteiro, acolhei está oração que São José tão humildemente vos apresenta....como outrora eram apresentados aqueles que solicitavam o vosso auxílio quando vivieis nessa terra,
Recebei aqueles que desde muito tempo são provados pela doença e não vêem o fim de sua provação.
Eis os que subitamente ficaram paralisados pela enfermidade e tiveram que renunciar as suas atividades e ao seu trabalho
Eis os que tem encargos de família e não conseguem mais responder por eles por causa de seu estado de saúde
Eis os que sofrem em seu corpo ou em sua alma de alguma doença que os entristece, vos entregamos.
Entregamos também, aqui os que sofrem de inúmeras doenças ... os cuidadores e também os que já partiram deste mundo vos entregamos.
E pedimos pela salvação de suas almas pedimos pela Consolação dos seus familiares,
Também vos entregamos os que se dedicam,
os enfermeiros os médicos, etc...
Os que sofrem com a queda da economia, os desempregados,
Livrai-nos Senhor dos males físicos e espirituais desses tempos modernos, da-nos a direção certa a seguir.
Eis os oprimidos pesadamente por seus desgastes de saúde e cuja coragem precisa ser erguida
Eis os que não tem nenhuma esperança de cura e que sentem declinar suas forças vinde com vosso auxílio Consolador e com vossos anjos.
Vos entregamos os cansados os depressivos, os que vivem na solidão, no esquecimento, os que perderam o gosto pela vida e não sente mais ânimo para continuar na caminhada
Eis também aqueles que vivem na solidão no descaso e são marginalizados esquecidos pela sociedade sede vós o socorro propício de cada alma que sofre "o grito dos excluídos" no deserto desta vida.
Senhor confortai com vossa graça todos esses doentes e sofredores
Eis Aqui aqueles que passam também sede, fome e não tem nenhum lugar para reclinar a cabeça não tem um teto para se abrigar, sofrem situações difíceis na vida financeira,muitos não tem dinheiro para pagar Luz, água, telefone ou comprar um remédio.
Vos entregamos todas as crianças de todas as idades as mulheres os pais de família os idosos viúvas e outros.
Fazei que nenhum deles fique sem vossa visita, da-lhes conforto, paz e fé para superar cada tribulação.
que cada um doente do corpo ou da Alma saiba unir suas dores a vossas Dores aos pés de vossa cruz no santo altar da Eucaristia,
Em vossa presença REAL.
Aos sacerdotes pedimos luz, proteção, força, coragem e o Santo Discernimento.
As famílias: paz e muita fé, boas condições de sobreviver, que cada família seja uma igreja doméstica, onde brote, Santas vocações sacerdotais e religiosas.
Dai um teto aos que não tem
Uma família aos que não tem
Pão a quem não tem
E um Santo Natal, pois somos a manjedoura de Cristo.
tudo isso vos pedimos pela poderosa intercessão de São José patrono das famílias do mundo inteiro.
Amém
 
Depois da Virgem Maria, é o maior e mais poderoso intercessor nosso diante de Deus
É o terror dos demônios, e aquele que nos torna possível, o que para nós parece ser impossível de alcançar
Exemplo de grandes virtudes ,valentia e coragem
Recorrer a São José é sinal de alcançar o que precisamos.
Devoção grande pelo Sagrado Coração de Jesus e Maria, a São José e aos Santos Anjos nos faz eternamente bem 🙏🏻
 

"Para São José, a vida de Jesus foi uma contínua descoberta da sua vocação. Recordamos acima aqueles primeiros anos cheios de circunstâncias aparentemente contraditórias: glorificação e fuga, majestade dos magos e pobreza da gruta, canto dos Anjos e silêncio dos homens. Quando chega o momento de apresentar o Menino no Templo, José, que leva a modesta oferenda de um par de rolas, vê como Simeão e Ana proclamam que Jesus é o Messias. Seu pai e sua mãe ouviram com admiração (Lc 2, 33), diz S. Lucas. Mais tarde, quando o Menino fica no templo sem que Maria e José o saibam, ao encontrá-Lo de novo depois de O procurarem por três dias, o mesmo evangelista narra que se maravilharam (Lc 2, 48). José surpreende-se, José admira-se. Deus vai lhe revelando os seus desígnios e ele esforça-se por compreendê-los. (…)
São José, como nenhum outro homem antes ou depois dele, aprendeu com Jesus a estar atento para conhecer as maravilhas de Deus, a ter a alma e o coração abertos. (...)
Mas se José aprendeu de Jesus a viver de um modo divino, atrever-me-ia a dizer que, no aspecto humano, ensinou muitas coisas ao Filho de Deus (…). José amou Jesus como um pai ama o seu filho, tratou-o dando-lhe tudo que de melhor tinha. José, cuidando daquele Menino como lhe tinha sido ordenado, fez de Jesus um artesão: transmitiu-lhe o seu ofício. Por isso, os vizinhos de Nazaré falavam de Jesus chamando-lhe indistintamente faber e fabri filius (Mc 6, 3; Mt 13, 55): artesão e filho do artesão. Jesus trabalhou na oficina de José e junto de José. Como seria José, como teria atuado nele a graça, para ser capaz de levar a cabo a tarefa de desenvolver no aspecto humano o Filho de Deus? Por isso, Jesus devia parecer-se com José no modo de trabalhar, nos traços do seu caráter, na maneira de falar. No realismo de Jesus, no seu espírito de observação, no seu modo de se sentar à mesa e de partir o pão, no seu gosto por falar de um modo concreto tomando como exemplo as coisas da vida corrente, reflete-se o que foi a infância e a juventude de Jesus e, portanto, a sua convivência com José"
(Alguns escritos de S. Josemaría Escrivá sobre São José)
 
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ORAÇÃO A SÃO JOSÉ PARA PROTEGER.
AS CRIANÇAS DA SUA CASA
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amém.
Ó glorioso São José,a você Deus confiou o cuidado de seu filho unigênito
no meio dos muitos perigos deste mundo.
Nós viemos até você e pedimos que tome sob sua proteção especial
às crianças que Deus nos deu.
Através do santo batismo tornaram-se filhos de Deus e em membros de sua Santa Igreja.
Nós nos consagramos hoje a você, para que através desta consagração possam
tornar-se seus filhos adotivos.
Guarde-os, guie seus passos na vida,forma seus corações segundo os corações
de Jesus e Maria.
São José, que sentiu a tribulação, e a preocupação de um pai quando o menino Jesus se perdeu,proteja nossos queridos filhos pelo tempo e pela eternidade.
Que você seja pai e conselheiro dele.
Que eles, como Jesus, cresçam, tanto em idade quanto em sabedoria
e graça diante de Deus e dos homens.
Preserve-os da corrupção do mundo e nos dê a graça de estar unidos com eles no céu para sempre.
Amém.
(fonte: Facebook) 

São José, Esposo da Virgem Maria
No dia 19 de março, celebramos a Solenidade de São José,um homem justo e fiel, que se destacou como um cumpridor das leis judaicas e descendente da nobre casa
de Davi. Segundo uma antiga tradição, José foi escolhido para
desposar Maria em um templo de Jerusalém, onde um lírio
brotou de seu cajado, simbolizando sua pureza e virtude.
Oração:
Glorioso São José, que fostes exaltado pelo Pai, obedecido pelo Verbo Encarnado, favorecido pelo Espírito Santo e amado pela Virgem Maria, louvo e bendigo a Santíssima Trindade pelos privilégios e méritos com que vos enriqueceu. 
Sois poderosíssimo e jamais se ouviu dizer que alguém tenha recorrido a vós e tenha sido por vós desamparado. Sois o consolador dos aflitos, o amparo dos míseros e o advogado dos pecadores. Acolhei, pois, com bondade paterna, a quem vos invoca com filial confiança e alcançai-me as graças que vos peço nesta novena…
Eu vos escolho por meu especial protetor. Sede, depois de Jesus e Maria, minha consolação nesta terra, meu refúgio nas desgraças, meu guia nas incertezas, meu conforto nas tribulações, meu pai solícito em todas as necessidades. 
Obtende-me, finalmente, como coroa dos vossos favores, uma boa e santa morte, graça de Nosso Senhor. Assim seja!
 

🌹 São José,
guardião fiel da Sagrada Família,
venho nesta noite me recolher sob teu olhar protetor.
Depois de um dia cheio de lutas, entrego a ti meus pensamentos,
minhas inquietações e os silêncios que moram em mim.
Ensina-me, assim como fizeste com Jesus e Maria,
a confiar em Deus mesmo quando não entendo os caminhos. 🙏

🌙 Tu que foste homem justo,
pai de coração e trabalhador incansável,
abençoa meu descanso e protege minha casa.
Afasta todo mal que ronda minha noite,
silencia o que me tira a paz e fortalece minha alma cansada.

🌿 Passa à frente das preocupações com o amanhã,
dos problemas financeiros, das dores do corpo e da alma.
Coloca tua mão sobre cada membro da minha família,
e intercede para que a harmonia e o amor reinem entre nós.

🌟 São José, esposo fiel da Virgem Maria,
roga por mim nesta noite.
Se houver ansiedade, acalma.
Se houver medo, protege.
Se houver dúvida, guia.
E se houver cansaço, renova-me com tua paz.

🌹 Acolhe este meu pedido silencioso,
que entrego agora no teu coração puro e obediente.
Fica comigo, São José,
e leva meu descanso ao coração de Deus.
Boa noite, São José. Amém
Era fim de tarde em Nazaré. O quarto simples de São José estava iluminado por uma luz suave que entrava pela pequena janela. O ar estava impregnado de silêncio, mas não de tristeza — era como se o Céu se inclinasse para receber seu servo fiel.
José, deitado, tinha o semblante tranquilo. O peso dos anos mostrava-se em suas mãos gastas pelo trabalho e no olhar sereno que já parecia ver além desta vida. Jesus, com doçura infinita, segurava-lhe a mão, e Maria, ajoelhada ao lado, recitava salmos de gratidão e entrega.
Emmerick descreve que naquele momento os anjos enchiam o aposento, invisíveis aos olhos comuns, mas presentes em adoração. José olhou para Jesus com uma ternura indescritível, como se naquele instante recordasse todos os anos em que O sustentara, protegendo-O do frio, da fome e dos perigos. Seus lábios se moveram suavemente:
— “Meu Senhor e meu Deus… estou pronto.”
Jesus inclinou-Se e, como Filho e como Deus, deu a bênção final. Uma paz profunda envolveu o ambiente. José expirou como quem adormece, e seu rosto se iluminou com uma claridade celeste. Emmerick viu a sua alma ser conduzida por anjos, enquanto Maria, ainda ajoelhada, beijava aquela mão que tantas vezes sustentara a Sagrada Família.
Não houve choro desesperado, mas um recolhimento sagrado. Era a morte mais santa que a terra já vira — e por isso a Igreja chama São José de Padroeiro da Boa Morte. Ele partiu sem temer, pois estava rodeado pelo próprio Autor da Vida e pela Mãe Santíssima.
José.
Trecho bonito e tocante sobre a morte de São José, das revelações da Beata Anna Catarina Emmerich (1774-1824), a mística alemã que teve visões detalhadas da vida de Jesus, de Nossa Senhora e também de São José. (especialmente no livro A Vida da Bem-Aventurada Virgem Maria).
São José: Patris Corde, com Coração de Pai. "
A oração que a própria Penitenciária Apostólica propõe para rezar todas as quartas-feiras é a seguinte:
A ti, oh bienaventurado José.
A Vós, bem-aventurado São José, recorremos em nossa tribulação; e depois de invocarmos o auxílio de Vossa Santíssima Esposa solicitamos também confiantes o Vosso patrocínio.
Por aquela caridade que com a Imaculada Virgem Maria, Mãe de Deus, te teve unido, e pelo amor paterno com que abraçastes o Menino Jesus, humildemente te suplicamos que voltes benigno os olhos para a herança que com o Seu Sangue adquiriu Jesus Cristo, e com o teu poder e auxílio socorras as nossas necessidades.
Amém. 🕊🙏
De acordo com o Decreto da Penitenciária Apostólica, para ganhar a indulgência plenária, além de rezar essa frase, é necessário preencher as condições habituais:
1/Confissão Sacramental
2/Comunhão Eucarística
3/Oração segundo as intenções do Santo Padre.
 Papa Francisco consagra as famílias à Família de Nazaré

Jesus, Maria e José, em Vós contemplamos o esplendor do verdadeiro amor e, confiantes, a Vós nos consagramos.
Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, autênticas escolas do Evangelho e pequenas igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré, que nunca mais haja nas famílias episódios de violência, de fechamento e divisão; e quem tiver sido ferido ou escandalizado, seja rapidamente consolado e curado.
Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos conscientes do caráter sagrado e inviolável da família e da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José, ouvi-nos e acolhei a nossa súplica. Amém.
Papa Francisco.
Oração a São José Dormindo
São José dormindo, com o evangelho aprendemos que mais do que dormir, durante a noite, escutas-te a voz de Deus com a prontidão de praticá-la.
Hoje confiante em tua preciosa intercessão consagro-te as alegrias e as tristezas de cada dia. Consagro-te minha vida, minha casa, família e trabalho.
Ajuda-me a te imitar sendo uma pessoa de bem, vivendo o amor, o perdão e a verdade. Quero seguir o teu caminho de fé.
Agora eu te peço São José dormindo sonha com este pedido junto de Deus. Intercede por mim alcançando-me esta graça
(com fé fazer seu pedido).
Como és padroeiro da Igreja, com o auxílio do Espírito Santo assumo diante de ti o voto de não faltar à missa dominical, rezar todos os dias com a Bíblia, confessar-me regularmente e viver como um bom cristão.
Amém.
Naqueles dias!...
O carpinteiro ensinava a rezar a Deus. E falava com Deus cara a cara. E olhava com seus olhos, os olhos de Deus. E com Deus ria. E Deus adormecia nos seus braços. E Deus acordava com o seu beijo.
E Deus comia da sua mão.
E rezava a Deus e cantava para ele tendo-lhe nos joelhos. Com suas mãos, tocava em Deus e carregava Deus pela mão. Brincava com Deus e Deus era feliz com ele. E nem na Glória havia mais glória do que na casa de José.
✧SÃO JOSÉ, pai adotivo de Jesus, rogai por nós. AMÉM
 A SÃO JOSÉ

Ó glorioso São José, digno de ser amado, invocado e venerado com especialidade entre todos os santos, pelo primor de vossas virtudes, eminência de vossa glória e poder de vossa intercessão, perante a Santíssima Trindade, perante Jesus Vosso Filho adotivo, e perante Maria, Vossa Santíssima Esposa, minha Mãe terníssima, 
Tomo-vos hoje por meu advogado junto de ambos, por meu protetor e pai, proponho firmemente nunca esquecer-me de Vós, honrar-Vos todos os dias que Deus me conceder e, fazer quanto em mim estiver para inspirar vossa devoção aos que estão sob o meu encargo. 
Dignai-vos vo-lo peço ó pai do meu coração, conceder-me a vossa especial proteção e admitir-me entre os vossos mais fervorosos servos. 
Em todas as minhas ações assisti-me, junto de Jesus e Maria favorecei-me, e na hora da morte não me falteis, por piedade. 
Glorioso São José, rogai por nós!
Amém.
𝐎𝐫𝐚ção 𝐚 𝐒𝐚𝐠𝐫𝐚𝐝𝐚 𝐅𝐚𝐦í𝐥𝐢𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐏𝐫𝐨𝐭𝐞ção 𝐝𝐞 𝐓𝐨𝐝𝐚𝐬 𝐚𝐬 𝐅𝐚𝐦í𝐥𝐢𝐚

𝐒𝐚𝐠𝐫𝐚𝐝𝐚 𝐅𝐚𝐦í𝐥𝐢𝐚 de Nazaré — Jesus , Nossa Senhora e São José — hoje elevo minha voz para pedir Vossa intercessão por todas as famílias do mundo.

Vós, que vivestes em perfeita união, amor e obediência a Deus, olhai por cada lar, por cada pai, mãe, filho e todos aqueles que compartilham a mesma casa.

𝐉𝐞𝐬𝐮𝐬, Salvador e Mestre, entrai em cada família levando paz, harmonia e perdão.

Afastai as divisões, curai as feridas do passado e derramai o Vosso Espírito Santo sobre todos.

Que Vossa luz afaste as trevas do ódio e da indiferença.

𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚, Mãe bondosa, cobri com Vosso manto cada lar, protegendo-o contra todo mal físico ou espiritual.

Ajudai as famílias a permanecerem unidas mesmo nos momentos de provação e ensinai a viverem no amor e na fé.

𝐒𝐚̃𝐨 𝐉𝐨𝐬é, pai justo e trabalhador, sede modelo de fidelidade e coragem.

Ajudai os pais a conduzirem seus filhos no caminho da santidade e protegei cada um como protegeste o Menino Jesus.
𝐒𝐚𝐠𝐫𝐚𝐝𝐚 𝐅𝐚𝐦í𝐥𝐢𝐚, pedimos que cada lar se torne reflexo do Vosso, onde reine a presença de Deus, a alegria da convivência e a força do amor verdadeiro.
Que nenhuma família se sinta sozinha ou desamparada, pois a Vossa bênção estará sempre sobre elas.
Amém.
 O manto de São José

História desconhecida. "

San José devia ir para as montanhas de Hebron, onde tinha um jogo de madeira apertado, e tinha-o dilatado dia após dia até ver se conseguia juntar todo o dinheiro; mas foi em vão. As coisas dos pobres, fazem-se as suas contas e quase nunca lhes saem como pensaram, José não tinha mais que metade do dinheiro reunido e o caso é que não podia esperar mais; era necessário servir os paroquianos e, portanto, partir para a madeira.

— Se você estiver bem – disse a Santíssima Virgem Maria –, eu pedirei aos parentes.

- Eu vou - Jose respondeu.

— Não, meu marido - Maria suplicou; você deve fazer uma longa viagem e não deve se cansar - e cobrindo sua cabeça segundo o costume, saiu de casa. Quando regressou, disse-lhe:

- Não há dinheiro. Pedi-o em várias casas e todas se desculparam; certamente não têm, porque se tivessem tido, como se recusariam a dar? Mas pensei uma coisa - continuou Maria, tentando esconder por trás de um doce sorriso o sentimento que seu coração sentia -;... Pensei que deixasses o manto em roupa e com isso o dono da madeira ficaria satisfeito.

— Você não pensou mal - disse San Jose, baixando seus olhos, porque sua esposa não os viu arrasados em lágrimas.

—Adeus, meu marido - disse Maria ao despedi-lo. O Deus de Abraão esteja contigo e o seu anjo te direcione.

—Adeus, minha esposa, tentarei voltar em breve.

E o santo partiu com metade do dinheiro e o manto novo que Maria lhe deu no dia do seu casamento.

* * *

—Deus te guarde, Ismael, — disse o Santo Pai de Jesus educadamente ao chegar à presença do dono dos troncos contratados.

- Já veio buscar a madeira? -foi a resposta à saudação de José -; bem podias ter vindo mais cedo; em pouco tempo ficaste sem nenhuma.

Ismael tinha mau feitio, era um avarento sem entranhas, em sua casa nunca tinha visto paz, sua paixão era dinheiro e tudo isso o conhecia José desde que o tratava, por isso podemos exibir a pouca confiança e o medo que ele tinha de ter por declarar o estado do seu bolso. Escolheu os lençóis, colocando-os de lado, e quando estava indo para Nazaré, chegou o momento supremo, chamou Ismael separadamente e falou-lhe assim:

—Despensa-me que só trago metade do dinheiro; você sabe que sempre paguei em dinheiro. Espere por mim e tenha paciência e eu lhe pagarei até o último quadrante; fique com esta capa em prenda.

Ismael quis que ele levasse metade dos troncos, protestou e voltou a protestar, de tal forma que estava prestes a quebrar o contrato, mas no fim cedeu embora não de muito bom grado, ficando com o manto de casamento de San José.

O avarento Ismael tinha os olhos doentes há muito tempo com úlceras, e apesar de investir em médicos e medicamentos não tinha conseguido a saúde; quase tinha perdido a esperança de curar; por isso se encheu de surpresa na manhã seguinte quando se descobriu que seus olhos estavam saudáveis como se nunca tivesse sofrido.

- O que é isto? - Dizia-se. Ontem doentes com úlceras incuráveis, segundo a opinião dos médicos, e hoje saudáveis sem remédio nenhum!

Ismael não deu a causa e ao chegar em casa contou à esposa o prodígio. Eva, que assim se chamava esta, era um verdadeiro basilisco, tinha um génio de fera, e desde que se casou com Ismael nunca tinha tido paz, nem alegria, nem tranquilidade, nem gosto no casamento; mas naquela noite estava feita uma cordeira. Que doçura nas suas palavras! Que mansidão! Que alegria no seu rosto antes sombrio e enrugado pela raiva: "O que é isto? Que variação é essa? Quem terá trazido essa mudança? " perguntou a si mesmo o marido.

— Pegue este manto e guarde-o por aí - disse a Eva. É de José, o carpinteiro de Nazaré, e tem de vir buscá-lo; este manto deve ser o que trouxe a paz e a tranquilidade desta casa - disse quase o marido. Desde que o coloquei sobre meus ombros para trazê-lo, sinto em mim tal mudança, tais afetos e tais desejos, que não pode ser outra a causa. Eles ouviram então barulho no estábulo e, cortando a conversa, ele se jogou do leito Ismael e veio ver o que era.

Uma vaca, a melhor, a mais grossa, torcia-se no chão presa de uma dor horrível. Pobre animal! Apesar dos remédios que ambos os maridos lhe prodigaram não estava melhorando; pelo contrário, parecia que ia expirar. Ismael lembrou-se do Manto de José e comunicou a Eva o seu pensamento; nada perdiam. Mas se a vaca sarasse, eles saberiam que o manto era a causa da sua alegria e do bem-estar que desfrutaram.

Foi só colocar a capa e o animal levantou-se do chão onde antes se contorcia pela força da dor. A vaca começou a comer como se nada tivesse acontecido.

- Vês? - disse Ismael -, este manto é um tesouro. Desde que ele está na nossa companhia, somos felizes. Guardemos esta roupa dos céus; não nos desprendamos dela nem que nos sejam dado todo o ouro do mundo.

— Nem ao mesmo dono vamos devolvê-la? - Disse Eva inquieta.

— Nem ao mesmo dono — respondeu resoltamente Ismael.

—Então - disse Eva - lhe compraremos outra melhor do que esta, no mercado de Jerusalém, e se estiver tudo bem, vamos ambos levá-la.

- Sim - O marido respondeu. Eu perdoo-lhe a dívida e estou disposto a dar-lhe a partir de agora toda a madeira que precisar.

— Você não disse que ele tem um filho chamado Jesus? - perguntou Eva. Levarei de presente um par de cordeiros brancos e um par de pombos como a neve, e óleo e mel para Maria. Tudo bem para você, meu marido?

— Tudo parece bem para mim – respondeu. Amanhã iremos para Jerusalém e de lá para Nazaré.

Quando os camelos estavam preparados para a viagem, chegou ofegante o irmão mais novo de Ismael, dizendo que a casa do pai estava queimando e tinha que levar o Manto do Carpinteiro, a fim de apagar o incêndio. Não havia tempo a perder. Os dois irmãos correram precipitadamente para a casa do pai e, ao chegarem, cortaram um pedaço do manto milagroso e jogaram-no no fogo. Não foi preciso derramar uma única gota de água; aquilo foi o suficiente para combater o incêndio e apagá-lo. As pessoas se admiraram ao ver o prodígio e abençoaram o Senhor.

— O que foi - perguntou Eva quando os viu chegar - o fogo apagou?

—Sim - respondeu o marido cheio de satisfação -; um pedaço do manto foi o suficiente para realizar o milagre.

Dias depois eles desceram dos camelos até à porta do carpinteiro de Nazaré. Ismael, o antigo agiota e Eva sua esposa, vinham cheios de humildade prostrar-se aos pés de José e Maria e dar-lhes vários presentes. Ao vê-los São José e a Santíssima Virgem Maria acreditaram que viriam reclamando a dívida e encheram-se de tristeza porque ainda não tinham o dinheiro reunido. Mas ao entrar na casa onde José, Maria e o Menino Jesus estavam, ambos se ajoelharam e tomando a palavra Ismael disse:

— Eu e minha esposa viemos agradecer-lhe pelos imensos bens que recebemos do céu desde que você me deixou o manto em roupa; e não nos levantaremos daqui sem obter o seu consentimento de ficar com ele para que continue protegendo minha casa, meu casamento, meus interesses e meus filhos.

— Levantem-se - disse José, estendendo as mãos para ajudá-los.

- Oh, santo Profeta! - respondeu Ismael em um arrobo espiritual -; permita que seu servo fale de joelhos e escute estas palavras: Eu estava doente dos olhos e pelo seu manto eles se curaram; eu era usurário, altivo, rancoroso e homem sem entranhas e me converti a Deus; minha esposa estava dominada pela ira e agora é um anjo da paz; me deviam grandes quantias e cobrei-as todas sem me custar nenhum trabalho; estava doente a melhor das minhas vacas e de repente se curou; enfim, a casa de meu pai pegou fogo e o fogo apagou instantaneamente ao lançar no meio das chamas um pedaço de seu manto

— Louvado seja Deus por tudo! - disse baixando os olhos o santo carpinteiro. Levantem-se, não está certo vocês estarem de joelhos diante de um homem tão miserável como eu.

— Ainda não terminei - respondeu Ismael. Você não é um homem como os outros, mas um santo, um profeta, um anjo na terra. Trago-te um novo manto, dos melhores tecidos em Sidon; a Maria tua esposa, trazemos óleo e mel, e a Jesus, teu filho, dá-lhe minha esposa um par de cordeiros brancos e um par de pombos mais brancos que a neve do Líbano. Aceitem estas pobres dádivas, disponham da minha casa, dos meus gados, das minhas florestas, das minhas riquezas, de tudo o que possuímos, e... Não me peçam seu manto!

— Fique com ele, em boa hora! - disse o Santo Carpinteiro -; e obrigado, muito obrigado pelas vossas ofertas e presentes.

E enquanto se levantavam do chão e se aproximavam os presentes, Maria disse-lhes:
—Sabei, bons maridos, que Deus determinou abençoar todas as famílias que se colocam sob o manto protetor do meu santo esposo. Não vos admirais, pois os prodígios trabalhados; outros maiores vereis; amai a José, servi-o, guardai o Manto, dividi-o entre os vossos filhos e seja esta a melhor herança que lhes deixareis no mundo.
... E é sabido que os maridos guardaram fielmente os conselhos da Santíssima Virgem Maria e foram sempre felizes, assim como os seus filhos e os filhos dos seus filhos.
° ORAÇÃO DIÁRIA A SÃO JOSÉ.

Ó São José, cuja proteção é tão grande, tão forte e tão imediata perante o trono de Deus, a vós confio todas as minhas intenções e desejos.

Ajudai-me, São José, com a vossa poderosa intercessão, a obter todas as bênçãos espirituais por intercessão de vosso Filho adotivo, Jesus Cristo Nosso Senhor, de modo que, ao confiar-me aqui na terra, ao vosso poder celestial, vos tribua a minha gratidão e homenagem.

Ó São José, eu nunca me canso de te contemplar com Jesus adormecido em teus braços. Não me atrevo a chegar perto quando Ele descansa junto ao seu coração. Abrace-o em meu nome, beije por mim seu delicado rosto e peça-lhe que me devolva esse beijo quando eu expirar meu último suspiro.
São José, padroeiro das almas que partem, rogai por mim!

Amém.



quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Santos do mês de Dezembro, fonte: de Ironi Spuldaro

Santo André Apóstolo, rogai por nós

Origens
Não há registros exatos sobre a data do nascimento de São Silvério. Nascido em Frosinone, Itália, era filho do Papa Hormisdas, que havia se casado antes de se tornar membro do alto clero.

O Pontificado
Silvério entrou para o serviço da Igreja, em abril de 536, após a morte do Papa Agapito. Foi eleito mesmo com o descontentamento de muitos que não o queriam como Papa, pois, na época, ele era apenas um subdiácono, um ofício religioso considerado muito baixo para ter acesso ao trono de Pedro. Entretanto, o rei Teodato, com uma ameaça, impôs a sua eleição, restando ao clero aceitar apenas.

Uma ameaça
Uma das maiores opositoras de São Silvério foi Teodora, esposa do imperador oriental Justiniano, partidária dos Monofisistas (doutrina teológica desenvolvida entre o ano 400, pelo arquimandrita Eutíquio, que nega a natureza divina de Cristo). Teodora havia escolhido para sucessor de Agapito o seu pupilo Virgílio.

São Silvério: o Papa que sofreu com a separação da Igreja
A separação das Igrejas em Roma
A doutrina Monofisismo, condenada herética pelo Concílio de Calcedônia, em 451, conseguiu encontrar prosélitos por volta dos séculos V e VI, causando uma grande separação de Roma entre as Igrejas Copta, Armênia e Jacobita da Síria.

Reflexos do Conflito
No decorrer desse conflito, no ponto de vista político, complicava-se a situação na península italiana que, na época, era disputada entre Constantinopla e os invasores Godos. O pontificado de Silvério e toda a esfera religiosa pagavam todo o preço nessa disputa de poderes. O imperador Justiniano acabou por declarar guerra contra os Ostogodos, enviando seu melhor general, Belizário para o combate.

A Falsa Acusação
Neste contexto, Teodora ainda travava uma batalha contra Silvério, onde tentava abrandar suas posições em favor do Monofisismo. Entretanto, não tendo sucesso, tramou um complô contra Silvério; com uma carta falsa, afirmava que o Papa havia permitido a entrada dos Godos em Roma para libertá-los dos Bizantinos. Sem o direito de explicar-se, Silvério foi despojado de suas vestes papais e, vestido como monge, foi levado para Constantinopla. Sem ajuda, acabou sendo deportado para Patara, na Lícia. Em seu lugar, Virgílio tornou-se Papa, mas não foi hostil ao Monofisismo.

Da falsa acusação à vida eterna
Curto Pontificado
Eleito como o 58º Papa da Igreja de Roma, o pontificado de Silvério durou apenas um ano, por causa dessa grande guerra que perdurou por 18 anos.

A Prisão de São Silvério
O Bispo de Patara, disposto a inocentar Silvério, apresentou ao imperador provas irrefutáveis que provavam a inocência de Silvério, que obrigaram Justiniano a libertá-lo e mandá-lo de volta para Roma. Porém, Virgílio, para se defender, fez com que o general Belizário prendesse Silvério e o deportasse para a ilha das Pontinas, em Palmarola. 

Páscoa
Na tentativa de acabar com o cisma entre as Igrejas neste território, Silvério decidiu abdicar e, em aproximadamente um mês, em 2 de dezembro de 537, faleceu. Foi declarado o santo padroeiro de sua cidade, Frosinone, Itália.

Minha oração

“Aquele que soube seguir o Cristo e imitá-Lo em tudo, até mesmo no martírio, dai ao nosso Papa a mesma força e sabedoria. Dai também aos líderes aquela virtude que leva a doar-se inteiramente, sempre à frente de seu povo como modelo do rebanho e bom pastor. Amém.”

São Silvério, rogai por nós!
!
São Silvério, rogai por nós!
Origens
A Igreja, que na sua essência é missionária, teve um grande impulso do Espírito Santo para evangelizar a América e o Oriente no século XV e XVI. No Oriente, São Francisco Xavier destacou-se com uma santidade que o levou à ousadia de fundar várias missões, a ponto de ser conhecido como “São Paulo do Oriente”. Francisco Xavier nasceu no castelo de Xavier, em Navarra, norte da Espanha, em 7 de abril de 1506. De família nobre, seu pai era presidente do Conselho Real de Navarra.

A Conversão por Inácio de Loyola
Em 1525, com dezoito anos, foi para Paris dedicar-se aos estudos universitários. No ano de 1530, tornou-se “Magister Artium”, pronto para a carreira acadêmica. Vaidoso e ambicioso, buscava a glória de si até conhecer Inácio de Loyola, que também estudava no Colégio de Santa Bárbara. A relação dos dois foi complicada de início, tanto que o próprio Inácio definiu Francisco como “o pedaço de massa mais difícil que amassou”. Com o tempo e a intercessão de Inácio, o coração de Francisco foi cedendo ao amor de Jesus, até que entrou no verdadeiro processo de conversão. O resultado se vê no fato de ter se tornado cofundador da Companhia de Jesus, fundada em 1539.

A Primeira Partida
Já como padre e empenhado no caminho da santidade, São Francisco Xavier foi designado a ir em missão para o Oriente. Foi o primeiro jesuíta que partiu de Lisboa para as missões nas Índias em 7 de abril de 1541. Fez um frutuoso trabalho de evangelização que abrangeu todas as classes e idades.

São Francisco Xavier: Patrono Universal das Missões
De Portugal à Índia
A viagem de Lisboa a Goa (Estado indiano) durou, aproximadamente, treze meses; uma viagem fatigante devido à falta de comida, ao calor intenso e às tempestades. Chegou a Goa, em 1542, escolhendo como casa o hospital da cidade; sua cama era ao lado de pacientes em situação grave. Seu ministério, a partir desse momento, foi dedicar-se à assistência dos excluídos da sociedade. No ensinamento com as crianças, adotou um novo método, ensinando o Catecismo com o auxílio de um sininho, que tocava pelas ruas, a fim de reunir as crianças na igreja. Traduziu os princípios da Doutrina Católica em versos e, para facilitar o aprendizado, cantava-os.

Lançou-se para o mundo
Entre os anos de 1545 e 1547, Francisco conseguiu avançar para outras regiões. Chegou em Malaca, arquipélago das Molucas, e às Ilhas do Moro, sem se preocupar com qualquer perigo, pois confiava em Deus.

O desejo de Evangelizar o Japão
No ano de 1547, sua vida teve uma reviravolta, encontrou Hanjiro, um fugitivo japonês, ansioso em converter-se ao cristianismo. Este encontro acendeu em seu coração o desejo de anunciar o Evangelho à terra do “Sol levante”. Chegou no Japão em 1549, embora soubesse da pena de morte para quem administrasse o sacramento do Batismo, submeteu-se a aprender a língua e os seus costumes, a fim de anunciar um Cristo encarnado.

O final de uma vida dedicada às missões
Missão na China
Ambicionando a China para Cristo, Francisco encarou o país como uma nova terra de missão. Em 1552, chegou à ilha de Shangchuan, onde tentou embarcar para a cidade de Cantão, mas foi acometido por uma forte febre e cansaço. 

Origens 

São João Damasceno, um santo Padre e Doutor da Igreja de Cristo. Nasceu em 675, em Damasco (Síria), num período em que o Cristianismo tinha uma certa liberdade. O pai de João era muito cristão e amigo dos Sarracenos, os quais, naquela época, eram senhores do país. Essa estima estendia-se também ao filho. Os raros talentos e méritos desse levaram o Califa a distingui-lo com a sua confiança e nomeá-lo prefeito (mansur) de Damasco.

Renúncia dos Bens
São João Damasceno, ainda jovem e ajudante, gozava de muitos privilégios financeiros do pai. Entretanto, ao crescer no amor ao Cristo pobre, deu atenção à Palavra, que mostra a dificuldade dos ricos (apegados) para entrarem no Reino dos Céus. Assim, num impulso para a santidade, renunciou a todos os bens e os deu aos pobres, concedeu liberdade aos servos e fez uma peregrinação a pé pela Palestina. Preferiu São João uma vida de maus tratos ao se entregar às “delícias venenosas” do pecado.

O Convento
Retirou-se para um convento de São Sabas, perto de Jerusalém, e passou a viver na humildade, caridade e alegria. Ordenado sacerdote, aceitou o cargo de pregador titular na Basílica do Santo Sepulcro em Jerusalém.

Início da Guerra
Uma herança, proveniente da tradição do Antigo Testamento, proibia toda e qualquer reprodução da imagem de Deus, sendo assim condenavam o uso de imagens nas Igrejas. O imperador bizantino Leão Isáurico empreendeu uma guerra contra o culto das imagens sagradas. Sendo assim, a pedido do Papa Gregório III, São João Damasceno assumiu o papel de defensor das imagens, travando uma luta contra os iconoclastas. 

A arma de São João Damasceno: a Teologia 
Teologia
Sua principal arma era a teologia, e sua principal tese foi um dos fundamentos da fé cristã: a Encarnação. Bento XVI, em sua catequese, na Audiência geral de 6 de maio de 2009, recordou:

 “João Damasceno foi o primeiro a fazer a distinção, no culto público e privado dos cristãos, entre a adoração e a veneração: a primeira pode ser dirigida somente a Deus; a segunda pode ser utilizada como imagem para se dirigir a uma pessoa à qual presta culto.”

As Obras
Escreveu inúmeras obras tratando de vários assuntos sobre teologia, dogmática, apologética e outros campos que fizeram de São João digno do título de Doutor da Igreja, declarado por Leão XIII, em 1890. Recebeu o apelido de “São Tomás do Oriente”, por sua contribuição dada à Igreja Oriental. Sua principal obra foi a “De Fide orthodoxa”, que enfatiza o pensamento da Patrística grega e as decisões doutrinais dos Concílios da época, sendo também um ponto de referência essencial para a teologia católica como para a ortodoxa.

São João Damasceno fez presente a doutrina sobre a Imaculada Conceição
Curado por Nossa Senhora
Certa vez, os hereges prenderam São João e cortaram a mão direita dele, a fim de não mais escrever. Por intervenção de Nossa Senhora, foi curado. Seu amor à Mãe de Jesus foi tão concreto, que foi São João quem tornou presente a doutrina sobre a Imaculada Conceição, Maternidade divina, Virgindade perpétua e Assunção de corpo e alma de Maria.

Páscoa
Este filho predileto da Mãe faleceu no dia 4 de dezembro de 749, no mosteiro de São Sebas, na Palestina.

Oração de São João Damasceno a Nossa Senhora:
“Saúdo-vos, Maria, esperança dos cristãos! Atendei a súplica de um pecador, que vos ama com ternura, que vos honra de modo particular e deposita em vós toda a esperança da sua salvação. Recebi de vós a vida. Vós me reconduzis à graça do vosso Filho e sois penhor seguro da minha salvação. Rogo-vos, pois, de livrar-me do peso dos meus pecados; dissipar as trevas do meu coração; reprimi as tentações dos meus inimigos e guiai a minha vida, de tal modo que eu possa, por vosso intermédio e sob a vossa proteção, chegar à felicidade eterna do Paraíso.”

Minha oração

“Ó santo defensor da doutrina e da fé católica, soube combater as heresias e ensinar a verdade, pedimos-te as graças, para que nós tenhamos a sede do conhecimento de Cristo, sede de compreendê-Lo e de amá-Lo, para que, assim, não caiamos nos erros e nas tentações. Amém.”

São João Damasceno, rogai por nós!
Origens
A festa litúrgica que celebramos, hoje, exalta uma das grandes maravilhas da história de nossa salvação: a Imaculada Conceição de Maria. Durante toda a sua vida terrena, Maria foi livre da mancha do pecado. Essa verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. “Entrando, o anjo disse-lhe: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo’” (Lucas 1,28). Muitos padres e doutores da Igreja Oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura do que os anjos.

A Repulsa
A Igreja Ocidental, que sempre amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Não por repulsa a Nossa Senhora, mas para conservar a doutrina da redenção operada por Cristo em favor de todos.

A Comprovação Teológica
Em 1304, o Papa Bento XI reuniu, na Universidade de Paris, uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.

Da repulsa da doutrina da Imaculada Conceição de Maria ao Calendário Romano
O Calendário Romano
Rapidamente, a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzida no calendário romano. José de Anchieta foi o apóstolo que propagou essa doutrina no Brasil. Desde o início de sua colonização, dedicou igrejas a esse ministério.

A Medalha
A própria Virgem Maria apareceu, em 1830, a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. Esta medalha, anunciada em todo o mundo, possibilitou a devoção a Maria Imaculada, induzindo os bispos a solicitarem ao Papa a definição do dogma, que já era vivenciado entre os cristãos.

O Dogma
Sendo assim, no dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: “Maria isenta do pecado original”.

A Confirmação
A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: “Eu sou a Imaculada Conceição”.

Minha oração

“ Mãezinha, fostes concebida sem a mancha do pecado, mas para além desse dom sobrenatural sob seguir o Cristo de modo perfeito, conceda a nós a força para vencer os pecados e nos tornarmos cada vez mais a imagem e semelhança de seu Filho Jesus. Amém.”

Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós!
Origens
São Juan Diego nasceu em 1474, em Cuauhtitlan, no México. Antes de ser batizado, tinha o nome de Cuauhtlatoatzin. Recebeu o nome de Juan Diego, pois o hábito dos missionários era dar o nome de “João” a todos os batizados. De origem pobre, Juan pertencia à mais baixa casta do Império Asteca.

A Conversão
Atraído pela doutrina franciscana, que chegou ao México em 1524, Juan converteu-se e foi batizado junto com sua esposa. O missionário responsável por sua evangelização foi Frei Toríbio de Benavente.

O Longo Percurso
São Juan Diego tinha o costume de realizar um percurso de vinte quilômetros para participar da Santa Missa em Tlatelolco. Tirava proveito das celebrações para aumentar sua instrução religiosa e também para venerar a Virgem Maria. 

São Juan Diego Cuauhtlatoatzin: o homem querido pela Virgem Maria
Homem Simples
Reconhecido como um homem piedoso e de intensa espiritualidade, era amigo da oração e concentrado na meditação dos mistérios religiosos. Andava descalço e vestia, nas manhãs frias, uma roupa de tecido grosso de fibra de cactos como um manto, chamado tilma ou ayate, como todos de sua classe social.

A Viuvez
Ficou viúvo, em 1529, após a morte de sua esposa, Maria Lúcia. Ele ficou doente e acabou não suportando. Foi então morar com seu tio, diminuindo a distância da igreja para nove milhas. 

A Primeira aparição de Nossa Senhora de Guadalupe
No dia 9 de dezembro de 1531, por volta de três horas e meia, durante uma de suas idas à igreja, em Tepeyac, ocorreu a primeira aparição de Nossa Senhora de Guadalupe. O local hoje é chamado de “Capela do Cerrinho”, onde a Virgem Maria o chamou em sua língua nativa, nahuatl, dizendo: “Joãozinho, João Dieguito”, “o mais humilde de meus filhos”, “meu filho caçula”, “meu queridinho”.

O Pedido de Nossa Senhora de Guadalupe
Encarregado pela Virgem Maria, foi pedir ao bispo, o franciscano João de Zumárraga, para construir uma igreja no lugar da aparição. O bispo não se convenceu, então, Ela sugeriu que Juan Diego insistisse. No dia seguinte, domingo, voltou a falar com o bispo, que pediu provas concretas sobre a aparição.

O Manto coberto de rosas e a Imagem de Nossa Senhora de Guadalupe
O Milagre
No dia 12 de dezembro de 1531, Juan estava indo à cidade quando a Virgem apareceu e o consolou. Em seguida, mandou que ele fosse no alto da colina de Tepeyac e colhesse flores para ela. “No píncaro da colina, encontrarás a surpresa de flores desabrochadas. Só tens de as colher e trazê-las aqui. Vai, espero por ti!”. Apesar do frio, ele encontrou lindas flores, que colheu, colocou no seu manto e levou para Nossa Senhora. Ela pediu que Juan as entregasse ao bispo como prova da aparição. Diante do bispo, Juan Diego abriu sua túnica, as flores caíram e no tecido apareceu impressa a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe. O bispo e todos os presentes ajoelharam-se diante deste milagre.

Páscoa
Após o milagre de Guadalupe, Juan foi morar numa sala ao lado da capela que acolheu a sagrada imagem. Dedicou o restante de sua vida propagando as aparições de Guadalupe aos seus conterrâneos nativos, que se converteram. Juan Diego faleceu no dia 3 de junho de 1548, aos 74 anos.

Via de Santificação
São Juan Diego foi beatificado em 6 de maio de 1990, pelo Papa João Paulo II, no México. Durante a canonização de Juan Diego, em 31 de julho de 2002, João Paulo II designou a festa litúrgica para o dia 9 de dezembro, dia da primeira aparição de Nossa Senhora de Guadalupe, e em louvor a São Juan Diego pela sua simples fé nutrida pelo Catecismo, como um modelo de humildade para todos nós.

Minha oração

“Homem escolhido por Maria para ser seu representante e porta-voz, dai a nós a simplicidade e humildade necessárias para agradar o coração de Deus, assim como o amor e o zelo com a Virgem Maria e sua mensagem. Amém.”

São Juan Diego, rogai por nós!
Origens
É uma celebração que recorda um acontecimento sobrenatural: O transporte da Casa de Nazaré (onde Jesus viveu). Trata-se de uma Casa com apenas três paredes, aberta ao mundo e a todas as pessoas. Assim se apresenta a Santa Casa de Nazaré, sob um precioso revestimento de mármore renascentista. Segundo a tradição, foi transportada, “por ministério angélico”, em uma rua pública em Loreto. Esta casa terrena, onde a Virgem Maria recebeu o anúncio do Anjo Gabriel e viveu, com Jesus e José, é testemunho do evento mais importante da história: a Encarnação.

Pesquisas
As pesquisas históricas, arqueológicas e científicas parecem confirmar a sua autenticidade, sancionada, pela primeira vez, em 1310, com a Bula do Papa Clemente V. Estudos recentes demonstram que as pedras do edifício foram elaboradas segundo o uso dos Natabeus, conhecido na Galileia no tempo de Jesus. Especialistas confirmam que os incisos em grafites nestas pedras são claramente de origem judaico-cristã. Além disso, que a argamassa utilizada é desconhecida na construção de edifícios na região italiana das Marcas.

Relação aos cruzados
Além do mais, cinco cruzes em tecido, pertencente provavelmente aos Cruzados, e alguns restos de um ovo de avestruz, símbolo do mistério da Encarnação, foram encontrados entre os tijolos da construção da Santa Casa, cujo perímetro corresponde perfeitamente com a dimensão dos alicerces que permaneceram em Nazaré.

Nossa Senhora de Loreto: as três paredes abertas ao mundo
Três paredes
Mas por que só três paredes? Com toda a probabilidade, elas faziam parte da Casa da Virgem. A antecâmara em alvenaria, que dava acesso à parte posterior da gruta, escavada na rocha, ainda hoje venerada na Basílica da Anunciação em Nazaré. Muitos continuam a se questionar como tenha acontecido o transporte desta relíquia descoberta. A olho nu, não parece ser reconstruída, apesar do incêndio desastroso de 1921. Aquela catástrofe causou a destruição de parte da decoração pictórica do Santuário e do quadro de madeira original da Senhora Negra. Segundo a tradição, em 1291, após a expulsão dos Cruzados da Palestina, as paredes da Casa de Nazaré foram transportadas, pela primeira vez, à cidade de Ilíria, na atual Croácia. Em seguida, foram transportadas a Loreto, uma pequena cidade no centro da Itália.

Narrativa de Teramano
Uma crônica de 1465, narrada por Teramano, diz: “… depois que o povo da Galileia e de Nazaré trocou a religião de Cristo por aquela de Maomé, os Anjos tiraram a mencionada igreja daquele lugar e a transportaram para a Eslavônia. Lá, porém, não foi honrada como convinha a Virgem Maria, por isso os Anjos a tiraram daquele lugar e a levaram, por via marítima, até o território de Recanati”. 

A Hipótese
Muitos, hoje, tendem a aceitar a hipótese, avaliada pelo antigo Código Chartularium culisanense, segundo a qual os Anjos da tradição, à qual é atribuído o transporte, se referiam à nobre família bizantina de Épiro, chamada Angeli, que, no século XIII, salvou a venerável igrejinha, via marítima, da fúria dos Sarracenos. No entanto, o perfeito estado de montagem e conservação das pedras manteve viva uma interpretação do transporte, aberta ao sobrenatural.

A impressão de Bento XVI sobre a Casa da Virgem Maria
Visita de Bento XVI em 2012
Causa perplexidade a colocação da Casa de Maria em uma “rua pública”. “Neste aspecto, consiste a mensagem singular desta Casa: não é uma casa particular, mas aberta a todos, situada nos caminhos de todos. Com efeito, estamos a caminho de outra Casa: a Cidade Eterna”!

Minha oração

“ Senhor, que o mistério de Loreto nos ensine a entender que temos sempre um lugar na de acolhida na casa de Nazaré, no seio da família de Jesus. Assim como nos eduque a estar sempre aberto àqueles que precisam ser acolhidos, que nossa casa também se torne refúgio para as pessoas. Amém.”

Nossa Senhora de Loreto, rogai por nós!
Origens
Num sábado, no ano de 1531, a Virgem Santíssima apareceu a um indígena que, de seu lugarejo, caminhava para a cidade do México, a fim de participar da catequese e da Santa Missa, enquanto estava na colina de Tepeyac, perto da capital. Esse índio convertido chamava-se Juan Diego (canonizado pelo Papa João Paulo II em 2002).

O Pedido
Então, Nossa Senhora disse a Juan Diego que ele fosse até o bispo e lhe pedisse que, naquele lugar, fosse construído um santuário para a honra e glória de Deus. O bispo local, usando de prudência, pediu um sinal da Virgem ao indígena que, somente na terceira aparição, foi concedido. Isso ocorreu quando Juan Diego buscava um sacerdote para o tio doente:

“Escute, meu filho, não há nada o que temer, não fique preocupado nem assustado; não tema esta doença, nem outro qualquer dissabor ou aflição. Não estou eu aqui, a seu lado? Eu sou a sua Mãe dadivosa. Acaso não o escolhi para mim e o tomei aos meus cuidados? Que deseja mais do que isto? Não permita que nada o aflija nem o perturbe. Quanto à doença do seu tio, ela não é mortal. Eu lhe peço, acredite agora mesmo, porque ele já está curado. Filho querido, essas rosas são o sinal que você vai levar ao Bispo. Diga-lhe, em meu nome, que, nessas rosas, ele verá minha vontade e a cumprirá. Você é meu embaixador e merece a minha confiança. Quando chegar diante dele, desdobre a sua “tilma” (manto) e mostre-lhe o que carrega, porém, só em sua presença. Diga-lhe tudo o que viu e ouviu, nada omita”.

Nossa Senhora de Guadalupe: o milagre do manto e as rosas
O Grande Sinal
O prelado viu não somente as rosas, mas o milagre da imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, pintada prodigiosamente no manto do humilde indígena. Ele levou o manto com a imagem da Santíssima Virgem para a capela e, ali, em meio às lágrimas, pediu perdão a Nossa Senhora. Era o dia 12 de dezembro de 1531.

A Confirmação
Uma linda confirmação deu-se quando Juan Diego fora visitar o seu tio, que sadio narrou: “Eu também a vi. Ela veio a esta casa e falou a mim. Disse-me também que desejava a construção de um templo na colina de Tepeyac e que sua imagem seria chamada de ‘Santa Maria de Guadalupe’, embora não tenha explicado o porquê”. Diante de tudo isso, muitos se converteram e o santuário foi construído.

O Milagre
O grande milagre de Nossa Senhora de Guadalupe é a sua própria imagem. O tecido, feito de cacto, não dura mais do que 20 anos e esse já existe há mais de quatro séculos e meio. Durante 16 anos, a tela esteve totalmente desprotegida, sendo que a imagem nunca foi retocada e, até hoje, os peritos em pintura e química não encontraram na tela nenhum sinal de corrupção.

Um acidente
No ano de 1971, alguns peritos inadvertidamente deixaram cair ácido nítrico sobre toda a pintura. E nem a força de um ácido tão corrosivo estragou ou manchou a imagem.

A Imagem gravada nos olhos de Nossa Senhora de Guadalupe

O reflexo nos olhos
Com a invenção e ampliação da fotografia, descobriu-se que, assim como a figura das pessoas com as quais falamos se reflete em nossos olhos, da mesma forma, a figura de Juan Diego, do referido bispo e do intérprete se refletiu e ficou gravada nos olhos do quadro de Nossa Senhora. Cientistas americanos chegaram à conclusão de que essas três figuras estampadas nos olhos de Nossa Senhora não são pinturas, mas imagens gravadas nos olhos de uma pessoa viva.

O Papa Bento XIV
Declarou o Papa Bento XIV em 1754: “Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem crescer espinheiros… Uma Imagem estampada numa tela tão rala que, através dela, pode se enxergar o povo e a nave da Igreja… Deus não agiu assim com nenhuma outra nação”.

A Padroeira
Coroada, em 1875, durante o Pontificado de Leão XIII, Nossa Senhora de Guadalupe foi declarada “Padroeira de toda a América” pelo Papa Pio XII no dia 12 de outubro de 1945.

A Basílica
A Basílica, construída em 1976, reúne todos os anos milhões de peregrinos. No Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe, os devotos demonstram o amor e a fé pela santa. O manto (tilmátli) de Juan Diego está preservado no santuário.

A Consagração
No dia 27 de janeiro de 1979, durante sua viagem apostólica ao México, o Papa João Paulo II visitou o Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe e consagrou a Mãe Santíssima em toda a América Latina, da qual a Virgem de Guadalupe é Padroeira.

Minha oração

“ Mãe da América Latina, especialmente dos mexicanos, te rogamos a sua proteção e cuidado. Zelai pela defesa da vida e dos valores em nossos povos, pois sabemos que és a nossa padroeira amorosa. A ti confiamos plenamente e esperamos contra toda esperança. Amém.”

Nossa Senhora de Guadalupe, rogai por nós!
Origens
Santa Luzia nasceu em Siracusa, na Itália, no fim do século III. Conta-se que pertencia a uma família italiana rica, que lhe deu ótima formação cristã, a ponto de ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe, chamada Eutícia, a queria casada com um jovem de distinta família, porém, pagão.

A Romaria
Ao pedir um tempo para o discernimento e tendo a mãe gravemente enferma, Santa Luzia inspiradamente propôs à mãe que fossem em romaria ao túmulo da mártir Santa Águeda, em Catânia. Pela cura da grave doença seria a confirmação do “não” para o casamento.

O Milagre
Milagrosamente, foi o que ocorreu logo com a chegada das romeiras. Assim, Santa Luzia voltou para Siracusa com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimentos pelos quais passaria, assim como Santa Águeda.

“Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade” (Santa Luzia)
A Perseguição
Santa Luzia vendeu tudo, deu aos pobres, e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Não querendo oferecer sacrifício aos falsos deuses nem quebrar o seu santo voto, ela teve que enfrentar as autoridades perseguidoras. Quis o prefeito da cidade, Pascásio, levar à desonra a virgem cristã, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. 

Páscoa
Firme como um monte de granito, várias juntas de bois não foram capazes de a levar (Santa Luzia é, muitas vezes, representada com os sobreditos bois). As chamas do fogo também se mostravam impotentes diante dela, até que, por fim, a espada acabou com vida tão preciosa. A decapitação de Santa Luzia se deu no dia 13 dezembro de 304.

Os olhos
Conta-se que, antes de sua morte, teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: “Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade”.

Santa Luzia: a Portadora da Luz
O Nome
O nome de Santa Luzia deriva do latim e significa: Portadora da luz. Ela é invocada pelos fiéis como a protetora dos olhos, que são a “janela da alma”, canal de luz.

Oração:

Ó, Santa Luzia, que preferistes deixar que, os vossos olhos fossem vazados e arrancados, antes de negar a fé e conspurcar vossa alma; e Deus, com um milagre extraordinário, vos devolveu outros dois olhos sãos e perfeitos, para recompensar vossa virtude e vossa fé, e vos constituiu protetora contra as doenças dos olhos, eu recorro a vós para que protejais minhas vistas e cureis a doença dos meus olhos. Ó, Santa Luzia, conservai a luz dos meus olhos para que eu possa ver as belezas da criação. Conservai também os olhos de minha alma, a fé, pela qual posso conhecer o meu Deus, compreender os seus ensinamentos, reconhecer o seu amor para comigo e nunca errar o caminho que me conduzirá onde vós, Santa Luzia, vos encontrais, em companhia dos anjos e santuário. Santa Luzia, protegei meus olhos e conservai minha fé. Amém. 

Minha oração

“Te pedimos a proteção dos nossos olhos contra todo mal e doença, assim como uma visão purificada para enxergar a Deus em tudo e todos. Que nossa visão vá além do material e alcance o espiritual, percebendo que é tão real e presente nas nossas vidas. Amém.”

Santa Luzia, rogai por nós!
Origens
São Valeriano foi um bispo romano de Avensano (Avensa ou Abbenza), uma antiga sede episcopal da província romana da África Proconsular identificável hoje com as ruínas de Bordj-Hamdouni na Arquidiocese de Cartago no norte da África, que viveu no século V. Na lista de bispos desta diocese, é o segundo da lista depois de Fortunato.

Um idoso entusiasta
De acordo com a narração de Vittore di Vita, em sua “Historia persecutionis Africanae Provinciae, temporibus Geiserici et Hunirici regum Wandalorum”, São Valeriano tornou-se um bispo muito velho, com mais de oitenta anos, depois de seu antecessor Fortunato. Ele é lembrado por se recusar a obedecer a Genserico, rei dos alanos dos vândalos. O rei chegou com suas tropas à cidade querendo que o bispo lhe entregasse todo o mobiliário da igreja. São Valeriano protestou pela violência dos soldados, e por isso foi expulso e exilado de sua cidade. Junto de São Valeriano outros oito bispos do norte da África enfrentaram o difícil exílio. 

São Valeriano: um homem repudiado, mas livre
Homem Livre
E depois de dada a ordem de não lhe oferecer hospitalidade, tanto em casa como no campo, ele teve que viver e dormir ao ar livre, na via pública, por muito tempo até o fim de sua vida. Isso demonstra sua liberdade interior em meio às desavenças da vida. Mesmo repudiado e excluído, o bispo pode se fazer tão pobre e humilde. Seu desapego é comparado como o do próprio Jesus ou de São Francisco. Podemos recordar as dificuldades próprias de viver sem uma casa. Além disso, de ser um idoso com todos os seus aspectos próprios de um homem com 80 anos.

Confessor até a morte
São Valeriano, lembrado como confessor, sempre pronto e disponível para atender e dar assistência àqueles que lhe procuravam. Permaneceu fiel à sua fé até sua morte, ocorrida durante uma de suas peregrinações. Victor da Vida define-o como “sanctus Valerianus Abensae civitatis episcopus” enquanto Floro e Adonis o recordam em seus martirológios, respectivamente em 28 de novembro e 15 de dezembro. O nome de São Valeriano foi incluído no martirológio romano no dia de sua festa, em 15 de dezembro.

Minha oração

“Ó santo bispo, que demonstrastes valentia, coragem e desapego, mesmo com larga idade, cuidai dos nossos familiares mais idosos e de suas fraquezas. Pelas tuas virtudes, conduza-nos ao encontro com Cristo de modo fiel e feliz. Livrai-nos do medo da morte e da entrega total. Amém”

São Valeriano, rogai por nós!
Origens
Santa Adelaide nasceu em Borgonha, no ano 931. Seu pai era Rodolfo II, rei da Borgonha. Aos 16 anos, foi dada em casamento ao rei da Itália, Lotário II. Esse a fez infeliz, mas faleceu três anos após o casamento (em 950); após ser envenenado pelo duque Berengário de Ivreia, que queria tomar para si o reino de Lotário.

O Cárcere
Duque Berengário quis obrigar Adelaide a se casar com seu filho, mas ela recusou firmemente. Sendo assim, foi encarcerada, a mando de Berengário, em um castelo, onde mais tarde conseguiu fugir. Viajou para a Alemanha para pedir o auxílio de Otão I, rei da Alemanha. 

Casamento com Otão
No Natal de 951, Otão casou-se com Adelaide, sendo em seguida proclamado rei da Itália. Otão reapareceu na Itália dez anos depois, chamado pelo Papa João XII, após os Estados terem sido invadidos. Otão expulsou os invasores e, como recompensa pelo bem feito, recebeu a coroa imperial que tinha usado Carlos Magno, desse modo nasceu o Sacro Império romano-germânico, que durou mais de oito séculos.

Santa Adelaide: a Imperatriz dos mais necessitados
Imperatriz
Adelaide, mais uma vez, ficou viúva após a morte de Otão I. Exerceu o poder em nome do filho Otão II, que, neste período, ainda era muito novo para assumir o trono (973-978). Adelaide governou novamente o Império entre os anos 991 a 996, até o neto Otão III assumir o trono. Consagrou os três últimos anos de sua vida promovendo o bem da Igreja e auxiliando os pobres e necessitados.

O Mosteiro de São Martinho de Tours
Refugiada na Borgonha, após Otão revoltar-se com Adelaide, conheceu Santo Odilo, com quem espalhou grandes benefícios pelos mosteiros franceses das regiões vizinhas. Uma das principais construções feitas por eles foi o Mosteiro de São Martinho de Tours, que acabou sendo destruído após um incêndio.

Páscoa
Sentindo o fim de sua vida, Adelaide pediu que a transportasse para o mosteiro de Selz, onde faleceu no dia 16 de dezembro de 999. Entre as “Grandes mulheres na História do mundo”, no primeiro milênio, está Santa Adelaide. Exemplo de mãe, princesa, imperatriz, rainha e cristã.

Minha oração

“Mesmo tão nobre, soube se igualar aos mais fracos e necessitados, colocou toda a tua realeza em função daqueles que são os mais nobres para Cristo, ajudai a crescer em nossos corações o dom da caridade e da generosidade para que a sociedade cresça em solidariedade. Amém.”

Santa Adelaide, rogai por nós!
Origens
Festa católica de origem claramente espanhola, a festa de hoje é conhecida na liturgia com o nome de “Expectação do parto de Nossa Senhora”, e entre o povo com o título de “Nossa Senhora do Ó”. Os dois nomes têm o mesmo significado e objetivo: os anelos santos da Mãe de Deus por ver o seu Filho nascido. 

A Longa Espera
Anelos de milhares e milhares de gerações que suspiraram pela vinda do Salvador do mundo, desde Adão e Eva, e que se recolhem e concentram no Coração de Maria, como no mais puro e limpo dos espelhos.

A Expectativa do Nascimento do Salvador
A Expectação (expectativa) do parto não é simplesmente a ansiedade, natural na mãe jovem que espera o seu primogênito; é o desejo inspirado e sobrenatural da “bendita entre as mulheres”, que foi escolhida para Mãe Virgem do Redentor dos homens, para corredentora da humanidade. Ao esperar o Seu Filho, Nossa Senhora ultrapassa os ímpetos afetivos de uma mãe comum e eleva-se ao plano universal da Economia Divina da Salvação do mundo.

Nossa Senhora do Ó: suspiramos pela vinda de Jesus
Aclamamos a Mãe do Redentor
As antífonas maiores que põe a Igreja nos lábios dos seus sacerdotes, desde hoje até a Véspera do Natal, e começam sempre pela interjeição exclamativa Ó (“Ó Sabedoria, vinde ensinar-nos o caminho da salvação”; “Ó rebento da Raiz de Jessé, vinde libertar-nos, não tardeis mais”; “Ó Emanuel, vinde salvar-nos, Senhor nosso Deus”), como expoente altíssimo do fervor e ardentes desejos da Igreja, que suspira pela vinda de Jesus, inspiraram ao povo espanhol a formosa invocação de “Nossa Senhora do Ó”. 

Os céus nos envia o Redentor
É uma ideia grande e inspirada: a Mãe de Deus, posta à frente da imensa caravana da humanidade, peregrina pelo deserto da vida, que levanta os braços suplicantes e abre o coração enternecido, para pedir ao céu que lhe envie o Justo, o Redentor.

A Festa
Instituída
A festa de Nossa Senhora do Ó foi instituída no século VI pelo décimo Concílio de Toledo, ilustre na História da Igreja pela dolorosa, humilde, edificante e pública confissão de Potâmio, Bispo bracarense, pela leitura do testamento de São Martinho de Dume. Além da presença simultânea de três santos de origem espanhola: Santo Eugênio III de Toledo, São Frutuoso de Braga e o então abade agaliense Santo Ildefonso.

Uma festa, vários títulos
Primeiro, comemorava-se, na data de hoje, a Anunciação de Nossa Senhora e Encarnação do Verbo. Santo Ildefonso estabeleceu-a definitivamente e deu-lhe o título de “Expectação do parto”. Assim ficou sendo na Hispânia, e passou a muitas Igrejas da França etc. Ainda hoje, é celebrada na Arquidiocese de Braga.

Minha oração

“ Maria, padroeira das gestantes e daquelas que desejam engravidar, pedimos que realize os milagres mais impossíveis a favor da vida e do crescimento cristão. Às gestantes em risco, dai conforto e fortaleza, saúde e esperança, para que o nome de Jesus seja amado e adorado em todo o mundo. Amém.”

Nossa Senhora do Ó, rogai por nós!
Origens
Santa Francisca Xavier Cabríni nasceu em Sant’Angelo de Lódi, na Lombardia, Itália, em 15 de julho de 1850. Última dos 13 filhos de Agostinho Cabríni e Estela Oldini, recebeu, no batismo, o nome de Maria Francisca, ao qual mais tarde ajuntou o de Xavier, pelo seu amor e veneração ao apóstolo das Índias.

Vocação
Aos 11 anos, fez voto de castidade. Seguiu a carreira do magistério com as religiosas Filhas do Sagrado Coração de Jesus, em Arluno, terminando-a aos 18 anos. Sentindo vocação divina, pretendeu entrar para essa Congregação religiosa, mas foi recusada por falta de saúde.

Uma segunda tentativa
Exerceu, durante dois anos, o cargo de professora primária em Vidardo e, durante três anos, dedicou-se, na sua terra, à instrução religiosa da juventude e ao tratamento dos enfermos e daqueles que eram atingidos pela peste. Aos 23 anos, tentou, mais uma vez, ser religiosa nas Filhas do Sagrado Coração, mas de novo obteve uma negativa.

Santa Francisca Xavier Cabríni: Fundadora do Instituto das Missionárias do Sagrado Coração de Jesus
“Casa da Providência”
Após isso, Santa Francisca transladou-se à “Casa da Providência” em Codogno, a fim de a reformar, pois estava em franca decadência. Fez a profissão em 1877, e, a partir disso, em meio às grandes tribulações e aos sofrimentos, ela encontrou as sete primeiras companheiras de sua futura Obra.

Fundadora
Três anos mais tarde, fundou uma nova Congregação religiosa. A 10 de novembro de 1880, alojou-se com sete companheiras num desmantelado Convento franciscano, onde, a 14 do mesmo mês, deu princípio ao novo Instituto, com a inauguração de uma capela em honra ao Sagrado Coração de Jesus. Um mês mais tarde, a sua Obra recebia a aprovação episcopal. Francisca contava então 30 anos.

Expansão da Obra
Enquanto se dedicava com as companheiras à educação das meninas e à catequização dos rapazes, foi compondo as regras do seu Instituto, obra de prudência sobre-humana, que recebeu aprovação episcopal em 1881, e a definitiva da Santa Sé em 1907. Em 1884, com 7 anos de vida, a Obra já contava com cinco casas.

A Escola
Em 1887, partiu para Roma onde, a princípio, só encontrou dificuldades e portas fechadas; até que, com fé, simplicidade e perseverança, Santa Francisca obteve a autorização do Cardeal Vigário para construir uma escola gratuita para pobres fora da Porta Pia e um asilo infantil na Sabina, em Aspra.

Vinda para América do Norte
O problema da emigração italiana para a América do Norte preocupava o então Bispo de Placença, Monsenhor Scalabrini, que pediu à serva de Deus algumas das suas religiosas para irem socorrer aqueles desamparados. Mas a virtuosa fundadora não se decidia a responder, pois pensava nas Missões do Oriente. Foi então consultar o Papa Leão XIII que, após ouvir Francisca, concluiu: “Não ao Oriente, mas ao Ocidente”. E desde esse momento, ficou decidida a sua partida para Nova Iorque, a qual veio realizar, pela primeira vez, em 1889.

Santa  Francisca Xavier Cabríni: “Mãe dos Emigrados”

Percorreu toda a América
Quase aos 40 anos de idade, começa uma série ininterrupta de viagens, percorrendo a América inteira, transpondo a cavalo a Cordilheira dos Andes, sendo por toda parte conhecida como a “Mãe dos Emigrados”. Ia de casa em casa,  procurando a ovelha perdida, o enfermo e a criança ignorante. Lutou denotadamente contra a fome, as enfermidades e a própria morte.

Páscoa
Em 1912, fez a sua última viagem de Roma a Nova Iorque. A santa fundadora das Missionárias do Sagrado Coração morreu, em 22 de dezembro de 1917, no hospital para Migrantes, que ela mesma havia construído em Chicago. Seu corpo foi trasladado para Nova Iorque à “Mother Cabrini High School”.

Via de Santificação
A fama das suas virtudes e os prodígios operados fizeram com que, logo após a morte dela, se começasse o processo da sua beatificação, que veio a se realizar em 1938. Chamada por Pio XII de “heroína dos tempos modernos”, ela foi canonizada por ele em 7 de julho de 1946.

Minha oração

“Ó santa madre, fundadora e missionária, voz que buscaste amar e anunciar o Sagrado Coração de Jesus, permita que nós também tenhamos o mesmo amor para com ele. Tu também foste mãe dos emigrantes, cuidai de cada um deles e os levai para Deus. Amém.”

Santa Francisca Xavier Cabríni, rogai por nós!
Etimologia do termo Natal

O nome “Natal” está repleto de sugestões reais e fantásticas, de fé e devoção, tanto artísticas quanto filosóficas e teológicas. Nome simples e complexo, comum e erudito, divino e humano e, ao mesmo tempo, é um nome cheio de mistérios. Sua etimologia remonta ao adjetivo latino natalis, com o significado de natal, no sentido de “algo relativo ao nascimento”, que, por sua vez, deriva do particípio perfeito natus, do verbo nasci “nascer”.

A data do natal

O culto oriental ao Sol foi perpetrado na época romana, desaguando no culto ao deus Mithras. Também é representado como uma criança que mata um touro sagrado, daí o termo tauroctonia, ou seja, o culto reservado a Mithras. A origem histórica do Natal não é totalmente certa e segura. Existem muitas e variadas hipóteses para explicá-lo. Talvez, a data de 25 de dezembro, como dia de celebração do nascimento de Cristo, tenha sido fixada para substituir uma festa pagã dedicada ao nascimento do Sol (Mithras). O Dies Natalis Solis Invicti, que o imperador Aureliano havia oficializado em 274, precisamente em 25 de dezembro. 

A antiga festa popular

As comemorações do nascimento do Sol, consistindo no acendimento de grandes fogueiras em sinal de festividade. Em torno das fogueiras, o povo se reunia para festejar comendo e bebendo, como em todas as festas populares. Neste período, celebravam-se também as Saturnálias, (de 17 a 23 de Dezembro), em honra de Saturno, deus da agricultura, durante as quais ocorriam trocas de presentes e banquetes sumptuosos, em que participavam também os escravos como cidadãos livres, que também receberam presentes de seus mestres. 

Natal: da festa popular a Solenidade Cristã
A data do Natal Cristão

A instituição do Natal cristão convergia para o culto solsticial. Os dois cultos, o da novidade cristã e o popular e camponês do mundo pagão se entrelaçaram às autoridades eclesiásticas, e, para evitar abusos e mal-entendidos, decidiram celebrar e proclamar 25 de dezembro apenas a Natividade de Cristo. Com alguma probabilidade, este é um exemplo bastante significativo de como a política do cristianismo primitivo absorveu e transformou uma tradição pagã com um novo conteúdo. Claro que essa substituição não foi isenta de consequências, pois as tradições custam a morrer. No Natal de 460, o Papa Leão I ainda recorda a presença do culto do Sol na cidade de Roma. 

O Nascimento do Menino Jesus

As primeiras referências, portanto, à festividade do Natal cristão datam da primeira metade do século IV, quando a primeira menção histórica à celebração da Natividade de Cristo se encontra no ano 336, conforme especifica o Chronographes, o mais antigo Calendário cristão que chegou até hoje, escrito em 354 pelo calígrafo do Papa Dâmaso, o estudioso romano Furius Dionysius Philocalus. Certamente, algumas referências escriturísticas devem ter influenciado a escolha do dia 25 de dezembro, como, por exemplo, o texto do profeta Malaquias, que chama o Cristo, que nasceria daquela que deve dar à luz em Belém, com o nome do “Sol da Justiça” (3, 20). Assim, temos a identificação da data de 25 de dezembro como o dia do nascimento do Menino Jesus.

Os Fundamentos Bíblicos da Celebração
Revelação para São Paulo

O autêntico significado do Natal cristão tem seu fundamento no grande desígnio de Deus, revelado por Paulo em dois importantes textos. 

O Primeiro Texto

A Primeira: “Bendito seja Deus, o Pai do Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos céus em Cristo. Nele [Cristo] nos escolheu antes da criação do mundo, para sermos santos e imaculados diante dele na caridade, nos predestinando para sermos seus filhos adotivos [do Pai] por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade. E isto para louvor e glória de sua graça, que ele nos deu em seu Filho amado” (Ef 1:3-6). 

O Segundo Texto

E a outra: “Ele [Cristo] é a imagem do Deus invisível, gerado antes de toda criatura, porque, por meio dele, foram criadas todas as coisas, as que estão no céu e as que estão na terra, as visíveis e as invisíveis: Tronos, Dominações, Principados e Poderes. Todas as coisas foram criadas por meio dele e para ele. Ele é o primeiro de todas as coisas e todas existem nele” (Cl 1,15-18). 

Uma reflexão

Os dois textos têm algumas características em comum: o desígnio de Deus, riqueza de títulos e universalidade das afirmações. A intenção de Paulo é conhecer o desígnio secreto de Deus ad extra, baseado no “bom prazer da vontade do Pai”. Está tudo centrado na predestinação de Cristo, da qual depende também a predestinação do homem, com a diferença de que a de Cristo é absoluta e a do homem condicionado. 

O Mediador entre Deus e os homens
Sempre atual
O discurso de Paulo está no presente porque a predestinação de Cristo, da qual provém todos os benefícios para o homem, é sempre atual. Por isso, celebra-se Cristo como o único Mediador entre Deus e os homens e entre os homens e Deus, ou como diríamos com o latim medieval omnia a Deo per Christum et omnia a Deo in Christum.

A História da Solenidade mais esperada pelos Cristãos
História Litúrgica 

Desde o início, os cristãos celebravam o que o Senhor Jesus fez pela salvação da humanidade. Todos os domingos, na “Páscoa semanal” e a festa anual, no domingo após a primeira lua cheia de primavera, a Páscoa. No início do século IV, o calendário litúrgico começou a mudar, dando mais valor à experiência “histórica” de Jesus. Na Sexta-feira Santa comemorava-se a morte de Jesus e também a Última Ceia. 

O Nascimento de Jesus

Neste prisma, temos o Natal, o nascimento de Jesus, sobre o qual, em 336, temos o primeiro testemunho, depois do qual, veio a festa do Natal oriental da Epifania, em 6 de janeiro. Esta data era associada à festa civil pagã do “Natal do Sol Invencível” (“Natale Solis Invicti”), que o imperador Aureliano havia introduzido, em 274, em homenagem à divindade siríaca do Sol de Emesa, celebrada, precisamente, no dia 25 de dezembro. 

A Solenidade

A Solenidade do Natal é a única festa que podia ser celebrada com quatro Missas próprias: véspera, noite, amanhecer e dia. Os textos dessa solenidade são os mesmos para os três Anos Litúrgicos. Trata-se de uma escolha que visa aprofundar e valorizar, quase em câmara lenta, o Acontecimento que mudou o curso da história: Deus se fez homem!

Como pensar o Natal hoje? 
O sentido do Natal

O Natal de Nosso Senhor Jesus recorda-nos que Deus está presente em todas as situações. Pensamos que Ele está ausente ou nas quais achamos que Ele não pode estar. A nossa fé estimula-nos a viver o tempo natalino com maior serenidade e esperança! Deus está aqui, tão presente que, talvez ou com certeza, nos convida a rever nossos costumes; convida-nos a lembrar que, assim como Ele veio para nos salvar, também nós, através d’Ele, só podemos nos salvar se caminharmos juntos, se aprendermos a cuidar uns dos outros. Somos convidados a ser uma “manjedoura”, onde os outros possam se alimentar do pão da amizade, do amor, da misericórdia, da esperança. 

Um convite

O Senhor oferece-se a nós para que possamos dar seu testemunho com a nossa vida. Como cristãos, somos convidados a assumir a esperança desta humanidade desnorteada e solitária, a sermos sentinelas da nova manhã, para que as trevas deste tempo sejam rompidas pela Luz, que vem do Senhor Jesus.

Minha oração

“Ó Senhor que vos revelastes tão pequenino e frágil, um Deus escondido na humanidade, porém, não menos poderoso. Concedei a nós a sabedoria para te encontrar nesses mistérios e a certeza da tua presença no meio de nós, todos os dias. Salvai-nos de nossas mazelas e durezas tornando-nos mais humildes e humanos assim como tu o fizeste. Amém.”

Um Santo Natal para você e para a sua família!
Origens
Santo Estêvão é chamado de Protomártir, ou seja, ele foi o primeiro mártir de toda a história católica. Cheio do Espírito Santo, Estêvão foi um dos primeiros a seguir os Apóstolos de Jesus. Acredita-se que ele era grego ou judeu, educado na cultura helênica. Estimado entre a Comunidade de Jerusalém, seu nome aparece nos Atos como o primeiro, entre os sete, que foram eleitos para ajudar na missão dos Apóstolos.

Ato dos Apóstolos
Nos capítulos 6 e 7 dos Atos dos Apóstolos, encontramos um longo relato sobre o martírio de Estêvão, que é um dos sete primeiros Diáconos nomeados e ordenados pelos Apóstolos. O seu martírio ocorreu entre o ano 31 e 36 da era cristã. Eis a descrição, tirada do livro dos Atos dos Apóstolos:

“Estêvão, porém, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo. Levantaram-se então alguns da sinagoga, chamados dos Libertos e dos Cirenenses e dos Alexandrinos, e dos da Cicília e da Ásia e começaram a discutir com Estêvão, e não puderam resistir à sabedoria e ao Espírito com que ele falava. Subornaram então alguns homens que disseram: ‘Ouvimo-lo proferir palavras blasfematórias contra Moisés e contra Deus’. E amotinaram o povo e os Anciãos e Escribas e apoderaram-se dele e conduziram-no ao Sinédrio; e apresentaram falsas testemunhas que disseram: ‘Este homem não cessa de proferir palavras contra o Lugar Santo e contra a Lei; pois, ouvimo-lo dizer que Jesus, o Nazareno, destruirá este Lugar e mudará os usos que Moisés nos legou’. E todos os que estavam sentados no Sinédrio, tendo fixado os olhares sobre ele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo.”

São Estevão: suas palavras custaram sua vida 
Discurso
Num longo discurso, Estêvão evoca a história do povo de Israel, terminando com esta veemente apóstrofe:

“Homens de cerviz dura, incircuncisos de coração e de ouvidos, resistis sempre ao Espírito Santo, vós sois como os vossos pais. Qual dos profetas não perseguiram os vossos pais, e mataram os que prediziam a vinda do Justo que vós agora traístes e assassinastes? Vós que recebestes a Lei promulgada pelo ministério dos anjos e não a guardastes’. Ao ouvirem estas palavras, exasperaram-se nos seus corações e rangiam os dentes contra ele. Mas ele, cheio do Espírito Santo, tendo os olhos fixos no céu, viu a glória de Deus e Jesus que estava à direita de Deus e disse: ‘Vejo os céus abertos e o Filho do homem que está à direita de Deus’. E levantando um grande clamor, fecharam os olhos e, em conjunto, lançaram-se contra ele. E lançaram-no fora da cidade e apedrejaram-no. E as testemunhas depuseram os seus mantos aos pés de um jovem, chamado Saulo. E apedrejavam Estêvão que invocava Deus e dizia: ‘Senhor Jesus, recebe o meu espírito’. Depois, tendo posto os joelhos em terra, gritou em voz alta: ‘Senhor, não lhes contes este pecado’. E dizendo isto, adormeceu.”

Santo Estêvão e São Paulo
Páscoa
As palavras de Santo Estêvão custaram a sua vida. Gritavam em alta voz e apedrejaram-no. Entre os que aprovaram a sua morte, estava Saulo, que, mais tarde, se tornou São Paulo, Apóstolo dos gentios. Enquanto Estêvão era apedrejado, pedia que Jesus perdoasse seus assassinos.

 Igreja de Saint-Étienne
O lugar de seu martírio em Jerusalém situa-se, de acordo com a Tradição, um pouco fora da Porta de Damasco, onde surge a igreja de Saint-Étienne.

Minha oração

“ Vós que exerceste a excelência da diaconia no serviço do Senhor e na entrega total de si, também nos ensine a servir o Senhor de todo o coração, como aos nossos irmãos com a alegria e santidade. Dai-nos o dom de servir e amar como vós o fizestes pois somos um dom para o outro. Amém.”

Santo Estêvão, rogai por nós!
Origens
O nome deste evangelista significa: “Deus é misericordioso”: uma profecia que foi se cumprindo na vida do mais jovem dos apóstolos. Filho de Zebedeu e de Salomé, irmão de Tiago Maior, ele também era pescador, como Pedro e André; nasceu em Betsaida e ocupou um lugar de primeiro plano entre os apóstolos.

O discípulo que Jesus Amava
Jesus teve tal predileção por João que esse assinalava-se como “o discípulo que Jesus amava”. O apóstolo São João foi quem, na Santa Ceia, reclinou a cabeça sobre o peito do Mestre; e foi também a João, que se encontrava ao pé da Cruz ao lado da Virgem Santíssima, que Jesus disse: “Filho, eis aí a tua mãe”; e olhando para Maria disse: “Mulher, eis aí o teu filho” (Jo 19,26s).

A transfiguração do Senhor
Quando Jesus se transfigurou, foi São João Evangelista, juntamente com Pedro e Tiago, que estava lá. João é sempre o homem da elevação espiritual, mas não era fantasioso e delicado, tanto que Jesus chamou a ele e a seu irmão Tiago de Boanerges, que significa “filho do trovão”.

São João Evangelista: pilar da 
Tradição Cristã
João esteve desterrado em Patmos, por ter dado testemunho de Jesus. Deve ter acontecido durante a perseguição de Domiciano (81-96 dC). O sucessor desse, o benigno e já quase ancião Nerva (96-98), concedeu anistia geral; em virtude dela, pôde João voltar a Éfeso (centro de sua atividade apostólica durante muito tempo, conhecida atualmente como Turquia). Lá o coloca a tradição cristã da primeiríssima hora, cujo valor histórico é irrecusável.

O Apóstolo que sobreviveu
Apocalipse e as três cartas de João testemunham igualmente que o autor vivia na Ásia e lá gozava de extraordinária autoridade. E não era para menos. Em nenhuma outra parte do mundo, nem sequer em Roma, havia já apóstolos que sobrevivessem. E é de imaginar a veneração que tinham os cristãos dos fins do século I, por aquele ancião, que tinha ouvido falar o Senhor Jesus, e O tinha visto com os próprios olhos, e Lhe tinha tocado com as próprias mãos, e O tinha contemplado na sua vida terrena e depois de ressuscitado, e presenciara a sua Ascensão aos céus. Por isso, o valor dos seus ensinamentos e o peso das suas afirmações não podiam deixar de ser excepcionais e mesmo únicos.

A primeira geração pós-apostólica
Dele dependem (na sua doutrina, na sua espiritualidade e na suave unção cristocêntrica dos escritos) os Santos Padres daquela primeira geração pós-apostólica que com ele trataram pessoalmente ou se formaram na fé cristã com os que tinham vivido com ele, como S. Pápias de Hierápole, S. Policarpo de Esmirna, Santo Inácio de Antioquia e Santo Ireneu de Lião. E são essas precisamente as fontes donde vêm as melhores informações que a Tradição nos transmitiu acerca desta última etapa da vida do apóstolo.

São João Evangelista, sofreu com perseguições
Perseguições
São João Evangelista, já como um ancião, depara-se com uma terrível situação para a Igreja, Esposa de Cristo: perseguições individuais por parte de Nero e perseguições para toda a Igreja por parte de seu sucessor, o Imperador Domiciano. 

Heresias
Além destas perseguições, ainda havia o cúmulo de heresias que desentranham o movimento religioso gnóstico, nascido e propagado fora e dentro da Igreja, procurando corroer a essência mesma do Cristianismo.

Os Escritos
Nesta situação, Deus concede ao único sobrevivente dos que conviveram com o Mestre, a missão de ser o pilar básico da sua Igreja naquela hora terrível. E assim o foi, para aquela hora e para as gerações futuras também. Com a sua pregação e os seus escritos, ficava assegurado o porvir glorioso da Igreja, entrevisto por ele nas suas visões de Patmos e cantado em seguida no Apocalipse.

Páscoa
Completada a sua obra, o santo evangelista morreu quase centenário, sem que nós saibamos a data exata. Foi no fim do primeiro século ou, quando muito, nos princípios do segundo, em tempo de Trajano (98-117 dC).

Novo Testamento
Três são as obras saídas da sua pena incluídas no cânone do Novo Testamento: o quarto Evangelho, o Apocalipse e as três cartas que têm o seu nome.

Minha oração

“O amor foi amado por ti, porque tu experimentaste tão grande sentimento de preenchimento e júbilo, vós vos deixastes amar. Ensinai aos corações mais endurecidos essas sabedoria de deixar-se amar por Deus, deixar-se cuidar por ele para que possamos amar aqueles que mais necessitam. Amém.”

São João Evangelista, rogai por nós!

Origens 

A festa de hoje, instituída pelo Papa São Pio V, ajuda-nos a viver com profundidade este tempo da Oitava do Natal. Esta festa encontra o seu fundamento nas Sagradas Escrituras. 

Os Magos
Quando os Magos chegaram a Belém, guiados por uma estrela misteriosa, encontraram o Menino com Maria e, prostrando-se, adoraram-No. Abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes — ouro, incenso e mirra. E, tendo recebido aviso em sonhos para não retornarem a Herodes, voltaram por outro caminho para a sua terra. 

O Anjo no sonho de José
Tendo eles partido, eis que um Anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse-lhe: ‘Levanta-te, toma o Menino e sua mãe e foge para o Egito, e fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o Menino para o matar’. E ele, levantando-se de noite, tomou o Menino e sua mãe, e retirou-se para o Egito. 

Santos Inocentes: Vítimas de um tirano rei
A Ira de Herodes
E lá esteve até a morte de Herodes, cumprindo-se, deste modo, o que tinha sido dito pelo Senhor, por meio do profeta, que disse: ‘Do Egito chamarei o meu filho’. Então, Herodes, vendo que tinha sido enganado pelos Magos, irou-se em extremo e mandou matar todos os meninos que havia em Belém e arredores, de dois anos para baixo, segundo a data que tinha averiguado dos Magos. Então, cumpriu-se o que estava predito pelo profeta Jeremias: ‘Uma voz se ouviu em Ramá, grandes prantos e lamentações: Raquel chorando os seus filhos, sem admitir consolação, porque já não existem'” (Mt 2,11-20) 

A Morte de Inocentes
Quanto ao número de assassinados, os Gregos e o jesuíta Salmerón (1612) diziam ter sido 14.000; os Sírios 64.000; o martirológio de Haguenau (Baixo Reno) 144.000. Calcula-se, hoje, que terão sido cerca de vinte ao todo. Foram muitas as Igrejas que pretenderam possuir relíquias deles.

A Celebração dos Santos Inocentes
A Festa
Na Idade Média, nos bispados que possuíam escola de meninos de coro, a festa dos Santos Inocentes ficou sendo a destes. Começava às vésperas de 27 de dezembro e acabava no dia seguinte. Tendo escolhido entre si um “bispo”, estes cantorezinhos apoderaram-se das estolas dos cônegos e cantavam em vez deles. A este bispo improvisado competia presidir aos ofícios, entoar o Inviatório e o Te Deum e desempenhar outras funções que a liturgia reserva aos prelados maiores. Só lhes era retirado o báculo pastoral ao entoar-se o versículo do Magnificat: Derrubou os poderosos do trono, no fim das segundas vésperas. 

Extravagante Cerimônia
Depois, o “derrubado” oferecia um banquete aos colegas, a expensas do cabido, e voltava com eles para os seus bancos. Esta extravagante cerimônia também esteve em uso em Portugal, principalmente nas comunidades religiosas.

Um convite para reflexão
A festa de hoje também é um convite a refletirmos sobre a situação atual desses milhões de “pequenos inocentes”: crianças vítimas do descaso, do aborto, da fome e da violência. Rezemos, neste dia, por elas e pelas nossas autoridades, para que se empenhem, cada vez mais, no cuidado e no amor às nossas crianças, pois delas é o Reino dos Céus. Por esses pequeninos, sobretudo, é que nós cristãos aspiramos a um mundo mais justo e solidário.

Minha oração

“Pela injustiça humana, tantas almas tornaram-se mártires dando a vida em lugar do Cristo, as almas pedimos a intercessão e a gratidão por tão grande entrega. Olhai para nós, nossas fragilidades, nossas necessidades e cuidai da nossa salvação. Amém.”

Santos Inocentes, rogai por nós!
Origens
São Tomás Becket nasceu no ano 1118 em Londres. Sua família era oriunda da Normandia. Desde muito novo, foi enviado à carreira eclesiástica. Formou-se na Abadia de Merton e, logo em seguida, frequentou a universidade de Bolonha, destacando-se pelas qualidades intelectuais.

Chanceler
Em 1154, Henrique II, rei da Inglaterra e de parte da França, nomeou Tomás Becket como seu chanceler. Homem de confiança do rei, vivia uma vida de bem-estar e não renunciava às insígnias e aos privilégios do poder. Apesar de estar diante do soberano, São Tomás Becket jamais deixou de ser generoso com os mais necessitados.

A Ordenação e uma nova vida
A mudança na vida de São Tomás Becket aconteceu, em 1162, após ser ordenado sacerdote e sagrado Bispo dois dias depois. A partir disso, tornou-se a pessoa mais irrelevante a seguir ao rei. Tomás mudou inteiramente de vida, convertendo-se num dos prelados mais austeros.

São Tomás Becket: separou os deveres políticos da vida religiosa 
O Pedido de Demissão
Convencido de que o cargo de primeiro-ministro e o de príncipe da Inglaterra eram incompatíveis, Tomás pediu demissão do cargo de chanceler, o que descontentou muito o rei. 

A Perseguição
Henrique II ficou ainda mais aborrecido quando, em 1164, por ocasião dos “concílios” de Clarendon e Northampton, o Arcebispo tomou o partido do Papa contra ele. Tomás viu-se obrigado a fugir, disfarçado de irmão leigo, e foi procurar asilo em Compiègne, junto de Luís VII. Passou, a seguir, à abadia de Pontigny e depois à de Santa Comba, na região de Sens.

O Regresso à Pátria e o Sofrimento
Inglaterra
Decorridos quatro anos, a pedido do Papa e do rei da França, Henrique II acabou por consentir que Tomás regressasse à Inglaterra. Persuadiu-se de que poderia contar, daí em diante, com a submissão cega do Arcebispo, mas em breve reconheceu que muito se tinha enganado, pois este continuava a defender as prerrogativas da Igreja romana contra as pretensões régias.

Páscoa
Desesperado, o rei exclamou um dia: “Malditos sejam os que vivem do meu pão e não me livram deste padre insolente”. Quatro cavaleiros tomaram à letra estas palavras, que não eram sem dúvida mais que uma exclamação de desespero. A 29 de dezembro de 1170, à tarde, vieram encontrar-se com Tomás no seu palácio, exigindo que ele levantasse as censuras que tinha imposto. Recusou-se a isso e foi com eles tranquilamente para uma capela lateral da Sé. “Morro de boa vontade por Jesus e pela santa Igreja”, disse-lhes; e eles abateram-no com as espadas.

Via de Santificação
O assassinato de São Tomás Becket comoveu muitos, tanto que, após três anos, no dia 21 de fevereiro de 1173, o Papa Alexandre III sancionou o seu martírio, elevando-o à honra dos altares.

Minha oração

“Ó querido santo, vos despojaste de toda glória e poder humano para assumir o poderio divino do serviço ao outro, do pastoreio sincero, rogai por nós para que tenhamos a mesma coragem e desapego. Olhai também por aqueles que trabalham em favor da justiça social. Amém.”

Origem
As origens da festa litúrgica remontam ao século XVII. Em 1895, Leão XIII fixou a celebração no terceiro domingo depois da Epifania; Bento XV, em 1921, colocou-o na oitava da Epifania; e, atualmente, a reforma litúrgica de 1968 fixou-o no domingo depois do Natal.

Nomenclatura
A Sagrada Família, como o nome sugere, é “sagrada” e “única” ao mesmo tempo. “Santo”, porque cada um dos seus componentes é santo: o Menino é Santo por natureza; a Mãe é santa por privilégio; e José é justo pela graça.

A Santidade
A santidade de toda a família é dada pela soma da santidade desigual de cada componente individual. “Única”, porque historicamente não houve outra família igual nem jamais haverá a mesma. E isso pelo simples fato de que cada membro de uma mesma família, como pessoa, não é apenas único e irrepetível, mas também exclusivo, pois a predestinação absoluta de Cristo e Maria é uma e única, e a santidade de José é declarada oficialmente a partir de Deus.

Sagrada Família: contemplemos a casinha de Nazaré
Empenho da família
O Natal já nos mostrou a Sagrada Família reunida na gruta de Belém, mas, hoje, somos convidados a contemplá-la na casinha de Nazaré, onde Maria e José se empenham em fazer crescer, dia após dia, o Menino Jesus. Os artistas, muitas vezes, o faziam em mil situações e atitudes, colocando a Santíssima Virgem ao lado de seu Menino em primeiro plano, ou o bom São José na carpintaria onde a criança também aprende o trabalho humano, brincando. Assim, as famílias são chamadas a realizar o mesmo para com Deus e seus filhos.

Amor e culto a Deus
Podemos intuir também o imenso acontecimento que se realiza em Nazaré: poder amar a Deus e amar o próximo com um único gesto indivisível! Com efeito, para Maria e José, o Menino é o seu Deus e o seu próximo mais querido. Foi, portanto, em Nazaré que os atos mais sagrados (rezar, conversar com Deus, ouvir a sua Palavra, entrar em comunhão com ele) coincidiam com as expressões coloquiais normais que toda mãe e todo pai dirigem ao filho. 

Neste dia, somos convidados a refletir sobre a nossa família
O início da história de todas as famílias cristãs
Foi em Nazaré que os “atos de culto devidos a Deus” (os mesmos que, entretanto, se celebravam no grandioso templo de Jerusalém) coincidiram com os habituais cuidados com que Maria vestiu o Menino Jesus, lavou-o, alimentou-o, entregou-se a seus jogos. Foi então que começou a história de todas as famílias cristãs, para as quais tudo (os afetos, os acontecimentos, a matéria da vida) pode ser vivido como sacramento: verdadeiro sinal e antecipação de um amor infinito. 

Exemplos para as famílias atuais
Certamente, a passagem da “sagrada família” à família humana é muito delicada e complexa. O primeiro serve de exemplo para toda família que deseja inspirar-se no desígnio autêntico de Deus. Um exemplo que se adapta a cada Personagem: a Cristo, autor da Vida e do Amor; a Maria, a primeira discípula; e a José, o primeiro seguidor de Maria. A família, em si mesma, constitui o núcleo vital da sociedade e da comunidade eclesial. No entanto, tudo depende da fé na sacramentalidade do matrimônio que os esposos devem reconhecer, aceitar, amar e permanecer fiéis a ela. 

É preciso escolher o amor
A Escolha 

Hoje, parece que justamente esta característica específica está em crise, para que uma nova evangelização ajude o povo de Deus nesta recuperação. Seria desejável que os esposos tivessem sempre claro na escolha do amor o belo pensamento do Concílio Vaticano II: “a família é o lugar onde as diversas gerações se encontram e se ajudam mutuamente para alcançar uma sabedoria humana mais completa e harmonizar as direitos da pessoa com as demais necessidades da vida social…” (GS 52). Para alcançar esta nobre meta espiritual de natureza cristocêntrica, o Concílio continua: Esta é uma parte do mistério da Sagrada Família.

Minha oração

“Ó Sagrada Família de Nazaré, ali Deus foi amado e cultuado com os mais altos louvores, dai a nós por tua intercessão o mesmo amor e cuidado com Deus. Ao mesmo tempo, rogamos ao Pai celeste que derrame nas nossas famílias graças especiais a fim de vivermos para transformar a sociedade através do testemunho e exemplo. Amém.”

Sagrada Família, rogai por nós!
São Tomás Becket, rogai por nós!
Origens
São Silvestre I apagou-se ao lado de um Imperador culto e ousado como Constantino, o qual, mais do que o servir, teria, antes, servido – se dele, da sua simplicidade e humanidade, agindo por vezes como verdadeiro Bispo da Igreja, sobretudo no Oriente, onde recebeu o nome de Isapóstolo, isto é, igual aos apóstolos.

A Intromissão de Constantino
Na realidade, nos assuntos externos da Igreja, o Imperador considerava-se acima dos próprios Bispos, o Bispo dos Bispos, com inevitáveis intromissões nos próprios assuntos internos, uma vez que, com a sua mentalidade ainda pagã, não estava capacitado para entender e aceitar um poder espiritual diferente e acima do civil ou político.

A prudência de São Silvestre I
E, talvez, São Silvestre I, na sua simplicidade, tivesse sido o Papa ideal para a circunstância. Outro Papa mais exigente, mais cioso da sua autoridade, teria irritado a megalomania de Constantino, perdendo a sua proteção. Ainda estava muito viva a lembrança dos horrores que passara a Igreja no reinado de Diocleciano, e São Silvestre I, testemunha dessa perseguição que ameaçou subverter por completo a Igreja, preferiu agradecer este dom inesperado da proteção imperial e agir com moderação e prudência.

São Silvestre I, 33º Papa da Igreja Católica
Medida exorbitante de Constantino
Constantino terá certamente exorbitado, mas isso ter-se-á devido ao desejo de manter a paz no Império, ameaçada por dissensões ideológicas da Igreja, como na questão do donatismo que, apesar de já condenado no pontificado anterior, vê-se de novo discutido, em 316, por iniciativa sua.

Agitação de Ario
Dois anos depois, gerou-se nova agitação doutrinária mais perigosa, com origem na pregação de Ario, sacerdote alexandrino, que negava a divindade da segunda Pessoa e, consequentemente, o mistério da Santíssima Trindade. Constantino, inteirado da agitação doutrinária, manda mais uma vez convocar os Bispos do Império para dirimirem a questão. Sabemos pelo Liber Pontificalis, por Eusébio e Santo Atanásio, que o Papa dá o seu acordo e envia, como representantes seus, Ósio, Bispo de Córdova, acompanhado por dois presbíteros. Ele, como dignidade suprema, não se imiscuiria nas disputas, reservando-se à aprovação do veredito final. Além disso, não convinha parecer demasiado submisso ao Imperador.

Heresia de Ario
Foi o primeiro Concílio Ecumênico (universal) que reuniu em Niceia, no ano 325, mais de 300 Bispos, com o próprio Imperador a presidir em lugar de honra. Os Padres conciliares não tiveram dificuldade em fazer prevalecer a doutrina recebida dos Apóstolos sobre a divindade de Cristo, proposta energicamente pelo Bispo de Alexandria, Santo Atanásio. A heresia de Ario foi condenada sem hesitação; e a ortodoxia trinitária ficou exarada no chamado Símbolo Niceno ou Credo, ratificado por São Silvestre I.

O final de um grande Pontificado
Inauguração de Constantinopla
Constantino, satisfeito com a união estabelecida, parte no ano seguinte para as margens do Bósforo onde, em 330, inaugura Constantinopla, a que seria a nova capital do Império, eixo nevrálgico entre o Oriente e o Ocidente, até a sua queda em poder dos turcos otomanos em 1453.

Doação Constantiniana
Data dessa altura a chamada doação constantiniana, mediante a qual o Imperador entrega à Igreja, na pessoa de São Silvestre I, a Domus Faustae, Casa de Fausta, sua esposa, ou palácio imperial de Latrão (residência papal até Leão XI), junto ao qual se ergueria uma grandiosa basílica de cinco naves, dedicada a Cristo Salvador e, mais tarde, a São João Batista e São João Evangelista (futura e atual catedral episcopal de Roma, S. João de Latrão). Mais tarde, doaria igualmente a própria cidade.

Páscoa
Depois de um longo pontificado (de 314 a 335), cheio de acontecimentos e transformações profundas na vida da Igreja, morre São Silvestre I, no último dia do ano 335, dia em que a Igreja venera a sua memória. São Silvério foi sepultado no cemitério de Priscila. Os seus restos mortais foram transladados por Paulo I (757-767) para a igreja erguida em sua memória.

Minha oração

“Ó grande defensor da fé, ilustre sábio da doutrina, defendei o povo fiel do mal das heresias, das mentalidades mundanas e de tudo o que nos circunda contra os valores humanos. Te rogamos a lucidez da doutrina e a graça de amar o Deus verdadeiro e servir a única Igreja. Amém.”

São Silvestre I, rogai por nós!