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Hoje apresentamos ao Brasil a vida de Maria Eduarda Nogueira de Paula, falecida exatamente há um ano, em 17 de janeiro de 2025.
Duda
foi uma jovem brasileira, acólita, membra do Exército de São Miguel do
Instituto Hesed e filha da Arquidiocese de Juiz de Fora. No auge da
juventude, foi diagnosticada com Sarcoma de Ewing, um câncer raro nos
ossos. A partir desse momento, sua vida tornou-se um testemunho
silencioso e luminoso de fé.
Internada
inúmeras vezes, rezava diariamente com o Instituto Hesed, especialmente
o Terço da Misericórdia. Médicos e enfermeiras se organizavam para não
entrar em seu quarto durante os momentos de oração. Muitos
profissionais de saúde ficaram profundamente impressionados com a fé serena e o sorriso constante daquela menina.
Duda
transformou a dor em entrega. Seus pais, familiares e amigos não viram
apenas uma jovem enferma, mas uma gigante na fé, uma alma da sétima
morada. Amava profundamente a Eucaristia, a liturgia, Nossa Senhora e a
Igreja. Tinha especial devoção a Santa Teresinha do Menino Jesus, a quem
chamava de melhor amiga, e à Serva de Deus Lola, com quem aprendeu a
confiança absoluta no Coração de Jesus.
Durante
o tratamento, aprendeu a confeccionar terços, que hoje se tornaram
verdadeiras relíquias espirituais. Alcançou ainda a graça de ver seus
pais receberem o sacramento do Matrimônio, um dos dias mais felizes de
sua vida.
Duda faleceu amparada
pelos últimos sacramentos, acompanhada espiritualmente pelos sacerdotes
dos Arautos do Evangelho. Dom Gil Antônio Moreira, então arcebispo de
Juiz de Fora, que a acompanhou de perto, declarou publicamente: “Ela é a
versão feminina de Carlo Acutis”. Em 2025, entregou ao Papa um dossiê
sobre sua vida, manifestando o desejo de que, após o tempo regulamentar,
seja iniciado um processo de beatificação.
Um ano depois, sua vida continua falando.
fonte- página do FACEBOOK
Reinaldo Pelegrinetti Junior
Fonte: Instagram https://www.instagram.com/p/DToBdlfiQtG/
Carlos Renê - opadrepio
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