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segunda-feira, 29 de agosto de 2022

SÃO CLEMENTE MARIA HOFBAUER - REDENTORISTA

 

São Clemente Maria Hofbauer nasceu no dia 26 de dezembro de 1751, em Tasswitz, na República Tcheca. Era o nono de doze filhos nascidos do casal Maria e Paulo Hofbauer. No Batismo, recebeu o nome de João. Mais tarde, quando eremita, recebe o nome de Clemente. Pensou na carreira militar, como a de seu irmão. Mas foi a meta do sacerdócio que finalmente sobrepujou a carreira militar. Todavia, sendo de família pobre, Clemente tinha poucas chances de ir para um seminário ou entrar para uma ordem religiosa.

A devoção de São Clemente à Santíssima Virgem Maria
 

A devoção à Santíssima Virgem era um ponto atacado e combatido naqueles tempos de frieza religiosa e jansenismo detestável.
 
Até teólogos que se diziam católicos, julgavam dever impugnar o culto de Maria Santíssima. O Rosário era desconhecido em bastante centros católicos de sorte que em Viena se tinha em conta de curiosidade o fato de que na igreja de Santa Úrsula havia um padre que benzia Terços e Rosários.
 
São Clemente era um digno fiolho espiritual de Santo Afonso Maria de Ligório, o dedicado cantor e defensor acérrimo das Glórias de Maria, e por isso não podia deixar de consagrar à Virgem Maria um amor terno e filial. O divino Mestre afirmou que a boca fala ex abundantia cordis, daquilo que enche o coração; para São Clemente, o decantar no púlpito e nas palestras familiares as Glórias da Mãe de Deus, era uma das maiores alegrias e consolações da sua alma. 

No púlpito, quando discorria sobre algum mistério da vida de Nossa Senhora, tornava-se excepcionalmente eloqüente e as palavras jorravam fáceis dos seus lábios: era o filho amoroso que enaltecia os encômios de sua Mãe. 

A Imaculada Conceição, as Sete Dores de Maria e, sobretudo o mistério da Anunciação, em que veneramos conjuntamente a encarnação do Verbo e a maternidade da Virgem, eram o objeto de sua mais terna devoção desde os dias de sua infância, e o assunto predileto dos seus eloqüentes sermões. Dificilmente passava-lhe despercebido o toque do “Ângelus” de manhã, ao meio dia e à tarde; onde quer que se achasse, punha-se de joelhos e com devoção e amor saudava sua Rainha e Mãe.
 
A exemplo de Sto. Afonso nutria uma devoção toda especial para com a Virgem sob o título do Bom Conselho, de cujas luzes tanto necessitava naqueles tempos turbulentos; e a Virgem diversas vezes deu mostras de que aceitava os obséquios do seu devoto Servo, guiando-o, qual estrela indeficiente através dos escolhos e abrolhos da vida tempestuosa do seu século.


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Começou a estudar latim na casa paroquial quando tinha quatorze anos. Incapaz de prosseguir os estudos eclesiásticos, teve que aprender um ofício. Foi mandado como aprendiz a uma padaria em 1767. Em 1770 foi trabalhar na padaria do mosteiro premonstratense Klosterbruck. 

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Em 1771, uma viagem à Itália levou Clemente a Tívoli. Aí decidiu fazer-se eremita no santuário de Nossa Senhora de Quintiliolo e pediu ao bispo local o hábito de eremita. Foi aí que recebeu o nome de Clemente Maria. Manteve para a vida o hábito da oração e do trabalho. 

Voltou ao mosteiro para de novo ser padeiro e recomeçar o estudo do latim. Embora tivesse completado os estudos de Filosofia em 1776, não pode ir adiante. Não era o tipo de vida que queria. Não era apostolado. 

Voltou para casa e viveu dois anos como eremita em Mühlfrauen. Por insistência da mãe, deixou o eremitério para de novo tornar-se padeiro. Desta vez, conseguiu um emprego numa famosa padaria de Viena, onde encontrou duas senhoras distintas que pagaram seus estudos. 

Aos 29 anos, entrou para a Universidade de Viena. Ali ficou frustrado com os cursos das matérias eclesiásticas, cheios de racionalismo e de outras doutrinas nada católicas. 

Durante uma peregrinação à Itália em 1784, Clemente e seu companheiro de viagem, Tadeu Hübl, decidiram entrar numa comunidade religiosa. Os dois foram aceitos no noviciado redentorista de São Julião, em Roma. Na festa de São José, 19 de março de 1785, Clemente e Tadeu tornaram-se redentoristas, professando os votos de pobreza, castidade e obediência. Dez dias depois foram ordenados sacerdotes. 

Poucos meses após a ordenação, os dois redentoristas estrangeiros foram convocados pelo seu Superior Geral, Pe. De Paola. Receberam a missão de voltar à Áustria e estabelecer a Congregação Redentorista. Era uma nomeação difícil e insólita para dois homens recém-ordenados. Para Afonso, essa difusão da Congregação além dos Alpes era uma prova segura de que os Redentoristas iriam perdurar até o fim dos tempos. 

Varsóvia e São Beno 

A situação política não permitiu a Clemente permanecer no seu próprio país. O imperador austríaco que tinha fechado mais de mil mosteiros e conventos, não permitiria que uma nova ordem religiosa fizesse uma fundação. Sabendo disto, os dois redentoristas foram para a Polônia. Em fevereiro de 1787 eles chegaram a Varsóvia, cidade de 124.000 habitantes. Embora houvesse lá 160 igrejas e mais 20 mosteiros e conventos na cidade, pode-se dizer que era quase uma favela sem Deus. A população era pobre e mal educada, morando em casas mal conservadas. Muitos tinham passado do Catolicismo para à maçonaria. 

A Polônia vivia uma grande turbulência política quando da chegada de Clemente em 1787. O rei Estanislau II era virtualmente um fantoche nas mãos de Catarina II da Rússia. Anos antes, em 1772, tinha ocorrido a primeira divisão do país - Áustria, Rússia e Prússia dividiram a presa. Divisão semelhante haveria de suceder de novo em 1793 e pela terceira vez em 1795. Napoleão e seu grande exército conquistador em marcha através da Europa haveria de aumentar a tensão política. Durante os vinte anos que Clemente passou em Varsóvia quase não teve um momento de paz. 

Em Viena encontraram Pedro Kunzmann, um colega padeiro e com ele eremita na Itália. Ele se tornou o primeiro irmão redentorista fora da Itália. Chegaram a Varsóvia sem um centavo. Encontraram-se com o Delegado Apostólico, o Arcebispo Saluzzo, que lhes confiou a Igreja de São Beno para o trabalho com os de língua alemã. 

Iniciou um trabalho com os órfãos. Quando o número de meninos foi demasiado para a sua casa, Clemente inaugurou o Refúgio Menino Jesus. Para dar comida e roupa aos garotos, tinha de pedir esmola. 

No começo, quando os Redentoristas abriram a igreja, havia pouca gente. O povo tinha muitas coisas que os afastavam de Deus, e achavam difícil confiar naqueles padres estrangeiros. Com o tempo, São Beno se tornou o centro florescente da Igreja em Varsóvia. 

Em 1791, quarto ano depois da sua chegada, os Redentoristas ampliaram a casa dos meninos. Abriram um internato para meninas, posto sob a direção de algumas nobres senhoras de Varsóvia. O dinheiro para financiar tudo isso provinha de alguns benfeitores, mas Clemente ainda precisava mendigar à procura de ajuda para os seus muitos órfãos. 

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Na igreja, Clemente com seu grupo de cinco padres e três irmãos redentoristas, começaram o que chamaram de missão perpétua. Quem fosse a São Beno em qualquer dia poderia ouvir sermões em alemão e em polonês. Os padres estavam disponíveis para atender confissões a qualquer hora do dia e da noite. 

Em 1800 o crescimento era visível não só no trabalho na igreja mas também na comunidade redentorista. O número de Redentoristas trabalhando em São Beno era de 21 padres e 7 irmãos. Havia também cinco noviços e quatro seminaristas poloneses. 

Reprodução.

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Todo esse trabalho era feito em condições nada favoráveis. As batalhas chegaram a Varsóvia durante a Semana Santa de 1794. Os Redentoristas, como todo morador da cidade, sentiram sua vida em perigo constante. Três bombas atravessaram o teto da igreja mas não explodiram. Na ocasião das batalhas, Clemente e seus companheiros pregavam a paz. Isto apenas serviu para aumentar os gritos de protesto contra os Redentoristas, considerados traidores. 

Quase desde o princípio, foram atacados de dois lados. Politicamente eram estrangeiros. Outro tipo de ataque era ainda mais doloroso. Um ataque pessoal, da parte de pessoas que deixaram a Igreja para se tornarem maçons. Encontravam-se nos seus grupos secretos para tramar contra os católicos, prejudicar os sacerdotes, impedir o culto público e fechar as igrejas. 

Os Redentoristas tinham sempre de ficar atentos às emboscadas. Seus inimigos ficavam à espreita para atingi-los com pedras ou bater-lhes com varas. Certa vez alguém deu um pernil envenenado aos padres. Quatro deles morreram intoxicados. Foi uma terrível tragédia para Clemente. Providencialmente, quatro jovens entraram na comunidade pouco depois deste incidente. 

Ainda mais doloroso para Clemente foi perder seu colega e grande amigo Pe. Tadeu. Tadeu recebeu um falso chamado para um doente. Muitas horas depois foi lançado para fora de uma carruagem em grande velocidade, depois de ter sido torturado e moído de pancadas. Alguns dias depois morreu em decorrência da agressão. Clemente ficou profundamente contristado com a morte do amigo. 

Os ataques continuaram. Os Redentoristas passaram a ser alvo de zombarias nos teatros. Os padres poloneses do lugar chegaram a tentar deter o trabalho feito pelos Redentoristas. Depois de vinte anos edificando a fé do povo de Varsóvia, eram atacados, assaltados e atormentados. Em 1806 foi promulgada uma lei proibindo os sacerdotes locais de convidar os Redentoristas para pregar missões em suas paróquias. Veio depois uma lei que impedia os Redentoristas de pregar e de ouvir confissões na sua própria igreja de São Beno. 

Diante disto, Clemente apelou diretamente ao Rei da Saxônia que governava a Polônia na época. Embora soubesse do bem que os Redentoristas estavam fazendo, ele era impotente para deter os maçons que queriam ver os Redentoristas fora da Polônia. O decreto de expulsão foi assinado dia 9 de junho de 1808. Onze dias depois, a igreja de São Beno era fechada e os quarenta Redentoristas lá residentes foram levados para a prisão, onde ficaram quatro semanas, até lhes ser dada ordem de voltar cada qual para seu país. 

Viena: um novo começo 

Em setembro de 1808, depois de exilado da Polônia, Clemente chegou a Viena. Lá ficaria até a morte, quase treze anos depois. Em 1809, quando as forças de Napoleão atacaram Viena, Clemente trabalhava como capelão de um hospital, cuidando dos muitos soldados feridos. O arcebispo, vendo o seu zelo, pediu-lhe que cuidasse de uma pequena igreja italiana na cidade de Viena. Aí permaneceu quatro anos, até ser nomeado capelão das irmãs ursulinas em julho de 1813 

Cuidando do bem-estar espiritual das irmãs e dos leigos que frequentavam sua capela, a verdadeira santidade de Clemente manifestou-se ainda mais claramente. Naquele altar a sua devoção revelava-o como homem de fé. No púlpito falava as palavras que o povo precisava ouvir. Pregava de tal modo que pudessem conhecer os pecados deles, experimentar a bondade de Deus e viver suas vidas conforme a vontade divina. 

Reprodução.
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São Clemente tinha o costume de bater à porta do sacrário para conversar com Jesus.


Naqueles primeiros anos do século XIX, Viena era um importante centro cultural europeu. Clemente gostava de entreter-se com estudantes e intelectuais. Os estudantes vinham - a sós ou em grupos - para sua casa a fim de conversar, fazer uma refeição ou pedir conselho. Boa parte deles se tornou Redentoristas. Trouxe para a Igreja muitos ricos e artistas. 

Em Viena Clemente sofreu novos ataques. Por certo tempo foi proibido de pregar. Depois foi ameaçado de expulsão por se ter comunicado com o seu Superior Geral redentorista em Roma. Antes que a expulsão fosse oficializada, o Imperador Francisco da Áustria deveria assiná-la. Na ocasião o Imperador fez uma peregrinação a Roma, onde visitou o Papa Pio VII e ficou sabendo quanto era estimada sua obra. Soube também que podia recompensá-lo pelos seus anos de serviço dedicado permitindo-lhe começar uma fundação redentorista na Áustria. 

Assim, em vez de um decreto de expulsão, ganhou uma audiência com o Imperador Francisco. Rapidamente os planos estavam feitos. Foi escolhida e restaurada uma igreja para se tornar a primeira fundação redentorista na Áustria. Mas isto haveria de iniciar sem Clemente. Ele caiu doente no início de março de 1820 e morreu no dia 15 de março do mesmo ano. Morreu com a gratificante notícia de que o seu segundo sonho tinha sido realizado. 

Canonização 

Clemente Hofbauer foi beatificado no dia 29 de Janeiro de 1888 pelo Papa Leão XIII, e canonizado no dia 20 de maio de 1909. Em 1914, o Papa Pio X concedeu-lhe o título de Apóstolo e Patrono de Viena. 

O que fez de Clemente um santo? Não fez nenhum milagre que nos deslumbrasse, nem teve visões para nos maravilhar. Teve até faltas - um temperamento alemão irritadiço, uma tendência a ser áspero. No entanto, se nós pudéssemos passar algumas horas com ele, iríamos descobri-lo como um homem de uma fé excepcionalmente forte, de extraordinária calma e paz, e de incansável zelo apostólico. 

A simplicidade foi a principal característica da sua santidade. Aceitava a vontade de Deus do jeito que ela vinha, e fez todo o bem de que foi capaz. Levou uma vida de inocência e de serviço, dedicando-se a louvar a Deus e a levar os outros a servi-lo. Pelo seu modo totalmente simples de se tornar santo, Clemente é um modelo para todos.

Fonte: https://www.a12.com/redentoristas/santos-e-beatos/sao-clemente-maria-hofbauer

 

Oração pela conservação da Fé (São Clemente Maria Hofbauer)

Ó meu Redentor, chegado estará o momento terrível, em que não restarão mais do que poucos cristãos animados do espírito de Fé? O momento em que, provocado pelos nossos crimes, nos retirareis Vossa proteção? As faltas e a vida criminosa dos Vossos filhos têm enfim impelido irrevogavelmente a Vossa Justiça a se vingar? Autor e consumador da nossa Fé, nós Vos suplicamos na amargura do nosso coração contrito e humilhado: não permitais que a bela luz da Fé se extinga em nós. Lembrai-Vos das Vossas antigas misericórdias; lançai um olhar de compaixão sobre a vinha que foi plantada pela Vossa direita, regada com o suor dos Vossos Apóstolos, inundada pelo sangue de milhares de Mártires e lágrimas de tantos generosos penitentes, e fertilizada pelas orações de tantos Confessores e Virgens inocentes.

Ó divino Mediador, olhai para estas almas fervorosas que num rapto contínuo para a Vossa Misericórdia, Vos imploram pela conservação do mais precioso de todos os tesouros. Diferi, ó Deus justíssimo, o decreto da nossa reprovação, voltai os Vossos olhos dos nossos pecados, e fixai-os sobre o Sangue adorável que, derramado sobre a Cruz, nos adquiriu a salvação e intercede quotidianamente por nós sobre os nossos altares. Ah! Conservai-nos a verdadeira Fé Católica Romana! Aflijam-nos, embora, as enfermidades; os pesares nos consumam; acabrunhem-nos as desgraças; mas conservai-nos a nossa santa Fé, porque, ricos deste dom precioso suportaremos de boa mente todas as dores, e nada poderá turvar a nossa felicidade. Ao contrário, sem o soberano tesouro da Fé, a nossa desgraça será indizível e imensa.

Ó bom Jesus, autor da nossa Fé, conservai-a pura; guardai-nos firmemente na barca de Pedro, fiéis e obedientes ao seu sucessor, o Vosso Vigário na terra, a fim de que a unidade da Santa Igreja seja mantida, a santidade animada, a Sé Apostólica livre e protegida, e a Igreja universal dilatada para bem das almas.

Ó Jesus, autor da nossa Fé, humilhai e convertei os inimigos da Igreja; concedei a todos os fiéis e príncipes cristãos e a todo o povo fiel, a paz e a verdadeira unidade; fortificai-nos e conservai-nos todos no Vosso santo serviço, para que, vivendo para Vós, morramos também em Vós. Ó Jesus, autor da nossa Fé, viva eu para Vós e para Vós morra. Amém.

(lnd. 500 d. uma vez no dia). – 699.

Livro As Mais Belas Orações de Santo Afonso

Fonte:https://www.arsenalcatolico.com.br/oracao-pela-conservacao-da-fe-sao-clemente-maria-hofbauer/

 

Oração:

Bom Deus do Céu, escolhestes São Clemente como missionário do Reino de Deus e através do serviço aos pobres e abandonados ele consagrou sua vida a Jesus Cristo. Concedei-nos a perseverança necessária para o trabalho de evangelização e dai-nos um coração caridoso, par que imitemos em nosso cotidiano as ações de São Clemente. Pedimos isso em nome de Cristo, vosso Filho e Senhor nosso. Amém.

 

Crianças, doentes, estudantes, damas e nobres, todos, sem exceção, o conheciam e estimavam. Suas pregações atraíam milhares de pessoas, especialmente jovens e intelectuais.

 

Deus é admirável nos seus santos”, diz com sabedoria um secular canto litúrgico. E, de fato, onde poderemos distinguir com maior facilidade o braço poderoso do Altíssimo do que nas figuras incomparáveis de Seus justos e eleitos? Representantes de todas as raças, povos e condições sociais, em suas pessoas pulsa a força do evangelho, brilha a luz da virtude e se torna realidade o título de nossa Santa Igreja, uma vez que a chamamos Católica porque essa palavra quer dizer “universal”.

Sempre que nos aprofundamos no conhecimento da alma de um bem-aventurado, deparamos invariavelmente com admiráveis reflexos da pessoa adorável de Jesus, que ali encontrou correspondência à voz de Sua graça: “Se alguém Me ama, guardará a minha palavra e meu Pai o amará, e Nós viremos a ele e nele faremos a nossa morada” (Jo 14, 23). Nesse sentido, o Santo Padre Bento XVI nos ensina: “Cada santo que entra na História já constitui uma pequena porção do retorno de Cristo, um novo ingresso dEle no tempo, que nos mostra Sua imagem de um novo modo e nos deixa seguros de Sua presença”1.


Um luzeiro para o norte da Europa

Numa manifestação de imensa bondade, Deus suscitou no intrincado período de passagem do século XVIII para o XIX grandes homens segundo o Seu coração, que empunharam corajosamente a chama da caridade. Foram santos tão modelados segundo as máximas do Evangelho que quase diríamos terem seguido pessoalmente as pegadas do Mestre nas míticas paragens de Israel.

É entre tais heróis que encontramos São Clemente Maria Hofbauer, um dos gloriosos padroeiros de Viena, suscitado pelo Senhor para transformar a sociedade de seu tempo com as simples armas do fervor e da oração.

Nosso Santo veio ao mundo em Tasswitz, pequena aldeia rural, hoje pertencente à República Checa, situada a cem quilômetros ao norte de Viena. Levado à pia batismal no mesmo dia de seu nascimento, 26 de dezembro de 1751, recebeu o nome de João Evangelista. Sua humilde família foi abençoada com doze filhos, entre os quais João era o nono.

Apesar das muitas dificuldades enfrentadas pelos pais, reinava naquele lar cristão um grande zelo pela Lei de Deus, no cumprimento da qual todas as crianças foram formadas. Quando a morte arrebatou a vida do chefe da família Hofbauer, a mãe de Clemente — seu nome de religioso, com o qual passou para a História — levou-o aos pés do crucifixo da paróquia e lhe disse: “Meu filho, a partir de agora, é Ele o teu pai. Cuida de andar sempre pelos caminhos que são do Seu agrado”. Tinha ele, por essa época, apenas sete anos.

Discípulo sem mestre

Assim se descortinaram para São Clemente, em tão tenra idade, os grandes obstáculos da vida a serem vencidos. Encontramo-lo ainda criança como aprendiz de padeiro, e na adolescência como auxiliar no refeitório da abadia premonstratense de Klosterbruck. Ansiava ele pela vida consagrada, sem discernir claramente sua vocação específica nem possuir meios para trilhar esta sublime via. Pode-se dizer que toda a sua juventude foi uma incessante busca pelos desígnios divinos a seu respeito.

Sem se sentir chamado a ser um dos filhos de São Norberto, junto aos quais trabalhou com dedicação e aprendeu as primeiras letras, partiu o jovem de 24 anos para um local retirado em Mühlfrauen e viveu aí como eremita por um ano.

Num paradoxal trajeto forçado pelas circunstâncias e permitido por Deus, teve de abandonar sua ermida e voltar aos trabalhos de panificação, para depois retomar a vida de absoluto recolhimento e oração, quando retornava de uma peregrinação a Roma. Encantou-se nesta circunstância com os ermitões de Tívoli, aos quais se uniu com alegria por um fecundo período.

Pode parecer surpreendente que um santo tão chamado ao apostolado e à pregação quanto São Clemente tenha passado metade da vida sem descobrir sua vocação, e longos períodos em completo silêncio e isolamento. Mas Deus nada faz de muito grande repentinamente, nem confia Seus superiores desígnios a homens pouco experimentados nas vias espirituais. Nos períodos de trabalho como padeiro ou de recolhimento e solidão, germinava na alma do humilde camponês a semente de uma transformadora santidade, a qual só cresce à sombra da piedade e só frutifica na proporção da solidez de suas raízes.

A força de um novo carisma

Seu desejo de se tornar sacerdote intensificou-se na vida eremítica. Convencido interiormente de que chegara o momento, São Clemente partiu rumo a Viena, onde tinha esperanças de começar os estudos eclesiásticos. Ali, três nobres damas se compadeceram dele e pagaram suas despesas, o que lhes mereceu para sempre a gratidão do santo e as copiosas bênçãos de Deus.

Após um período em Viena, São Clemente partiu outra vez para a Cidade Eterna, desejando completar sua formação teológica. Grande foi sua consolação quando lá conheceu, com um companheiro de viagem, Tadeu, os sacerdotes da Congregação do Santíssimo Redentor, a instituição fundada havia pouco por Santo Afonso de Ligório. Já no primeiro contato, sentiu que estavam encerrados os anos de incessante procura: Deus o chamava para ser redentorista, e não deixava lugar para dúvidas.

Era o ano de 1784, e o venerando fundador, próximo já dos noventa anos, passava os dias sofrendo e rezando por seus filhos. Quando soube do ingresso desses dois virtuosos jovens germânicos no noviciado, Santo Afonso consolou-se sobremaneira e fez esta impressionante profecia: “Não duvideis, a Congregação há de durar até o dia do Juízo, porque não é obra minha, mas de Deus. Enquanto eu viver, ela continuará na obscuridade e nas humilhações; depois da minha morte, porém, ela estenderá suas asas, sobretudo nos países do Norte. Estes padres farão muito pela glória de Deus” 2. Não se enganava o eminente Doutor da Igreja, pois a grandiosa expansão dos padres redentoristas pelo mundo deveu-se em larga medida ao impulso inicial dado por aquele novo filho, um dos consolos de sua ancianidade.

Ergue-se a chama do fervor

Os abençoados dias de noviciado foram de imenso valor para São Clemente, que teve a alma modelada segundo o espírito do fundador e o carisma da ordem. Sua profissão religiosa não tardou muito, e a ansiada ordenação sacerdotal se deu no dia 29 de março de 1785, quando contava 34 anos de idade. Logo ele se transformou, à imagem de Jesus, no bom pastor que dá a vida por suas ovelhas.

Os superiores enviaram-no para além dos Alpes, incumbindo-o de atividades missionárias junto aos pobres. Seu trabalho apostólico iniciou-se em Varsóvia, onde lhe foi confiada a Igreja de São Beno, nessa época completamente abandonada. O triste estado material do templo bem representava o desamparo espiritual das almas que na cidade viviam, afundadas na indiferença e tibieza, sem instrução religiosa nem vida sacramental.

São Clemente tinha consciência do perigo que corria aquele rebanho, e lançou-se com ardor na obra de evangelização. Começou com os meninos abandonados, para os quais fundou uma escola nas próprias dependências de São Beno. Compadecia-se da ignorância geral sobre as verdades da Fé, tanto entre o povo humilde como entre as pessoas ilustres; para solucionar esse problema, pregava constantemente. Aos poucos, o singular sacerdote ia vencendo a inércia espiritual. Crianças, jovens, operários, damas e cavalheiros, todos sem exceção, lotavam a igreja para ouvir suas palavras cheias de unção, capazes não apenas de convencer, mas também de mover os corações para as vias da santidade.

 

Necessidades supremas, remédios extraordinários

Durante os vinte anos de sua permanência na Polônia, as atividades realizadas na comunidade de São Beno foram o foco de uma imensa transformação, duradoura e eficaz. Para a obtenção desse êxito, o principal recurso do santo, o mesmo que usou depois em Viena, foi simples e digno de nota: tratou ele de revestir de beleza e magnificência todas as cerimônias litúrgicas, estimulando nas almas o senso do sagrado. “As solenidades públicas atraem por seu esplendor e aos poucos cativam o povo, o qual ouve mais com os olhos do que com os ouvidos3, costumava dizer.

Com efeito, São Clemente revestia de preciosos ornatos o recinto sagrado, particularmente nos dias festivos. Os paramentos, os cânticos, o cerimonial impecável, tudo concorria para que se revelasse aos olhos dos assistentes a pulcritude da Santa Igreja, a Esposa Mística de Cristo “toda gloriosa, sem mácula, sem ruga, sem qualquer outro defeito semelhante, mas santa e irrepreensível” (Ef 5, 27).

Acompanhemos a sua própria narrativa do que então se realizava num único dia na igreja dos redentoristas:

“Aos domingos e dias santos, às cinco horas da manhã há instrução para os operários e empregados, que não podem ouvir, em outra hora, a palavra divina, havendo em seguida uma Missa para eles […]. Todos os dias há uma Missa às seis horas com exposição do Santíssimo, durante a qual o povo canta, havendo em seguida uma instrução ao povo em polonês. Durante a instrução celebram-se Missas para aqueles que não compreendem alemão nem polonês. Às oito horas, Missa cantada a cantochão com uma pregação em polonês, e logo em seguida uma outra em alemão. Terminada essa instrução os meninos da escola vão à igreja, onde começa a Missa solene com a grande orquestra: assim encerra-se o culto da manhã.

Depois do meio-dia: aos domingos e dias santos há catecismo para as crianças às duas horas; às três horas as irmandades cantam o Ofício Parvo de Nossa Senhora; às quatro horas há pregação para os alemães, seguida de Vésperas Solenes. Terminadas estas, uma pregação em polonês e enfim a visita ao Santíssimo Sacramento e a Nossa Senhora segundo o método do venerável Servo de Deus, Afonso de Ligório. Nos dias úteis os exercícios da tarde começam só depois da aula. Todos os dias às cinco horas da tarde há pregação em alemão, visita ao Santíssimo e em seguida outra pregação em polonês, via sacra e cânticos sacros em louvor de Jesus Sacramentado e da Santíssima Virgem; rematando tudo, se faz com o povo o exame de consciência, rezam-se os atos cristãos, procede-se à leitura da vida do Santo cuja festa a Igreja celebra no dia seguinte, e por fim a Ladainha de Nossa Senhora, findo o que fecha-se a igreja” 4.

Essa impressionante atividade apostólica, que alguns qualificavam de exagerada, não era suficiente para atender todos os fiéis, pois muitos tinham que se contentar com a assistência do lado de fora. Tampouco esgotava o desejo que São Clemente sentia de fazer o bem, e representa apenas uma parcela de seu apostolado. Dedicava-se ademais à formação dos noviços, à fundação de novas casas da Congregação, às obras de caridade, à imprensa católica… Não é fácil, senão impossível, enumerar todos os benefícios que brotaram de seu insaciável coração.

O apóstolo de Viena

Eram dias difíceis para a liberdade religiosa aqueles do final do século XVIII. As novas instituições não eram vistas com bons olhos, o que levou o rei Frederico Augusto da Saxônia a assinar um decreto de expulsão dos redentoristas de Varsóvia. Apesar do grande sofrimento, mas com cristã resignação, São Clemente partiu da Polônia com os seus. Ele soube ver aí um sinal da Providência: “Deus é o Senhor que dirige tudo para a Sua glória e o nosso bem; quem se levanta contra nós, leva-nos para onde Deus quer5.

Foi deste modo que a comunidade se dispersou e ele chegou a Viena em 1808. Restavam-lhe os últimos 12 anos de vida, nos quais transformaria a cidade imperial. A princípio trabalhou na igreja dos italianos, até que foi como capelão para o convento das ursulinas. Lá, iniciou a pregação e o apostolado que atraía milhares de pessoas, especialmente jovens e intelectuais. Os versados em ciência viam nele uma luz superior a seus próprios conhecimentos, e se deixavam instruir pelo sacerdote que os conduzia para a Fé. Não passava uma única semana sem que ele levasse a cabo alguma grande conversão.

Eis uma amostra da impressão causada por suas pregações: “Ele prega como alguém que tem poder. O poder da sua vocação vem da força da sua Fé, que se acha como que encarnada nele e se expressa em cada feição do seu rosto e em cada um dos seus movimentos6”. Disse outra testemunha: “Nunca vi alguém que soubesse tornar o cristianismo tão amável, como ele. Durante suas pregações penso muitas vezes que deve ter sido assim que pregaram os apóstolos7”.

Triunfal glorificação

Não havia entre os católicos quem não conhecesse e estimasse o padre Clemente: as crianças, que o seguiam por todas as partes; os necessitados e doentes, que o tinham sempre à cabeceira como insuperável consolo; os jovens, que enchiam sua casa para serem formados nos mais nobres princípios cristãos; e os grandes aos olhos do mundo, os quais perto de São Clemente tornavam-se como crianças junto a seu pai.

Quando ele morreu, em 15 de março de 1820, uma enorme multidão veio prestar sua última homenagem ao pastor insuperável que o Senhor e Sua Mãe lhes enviaram. Era o início da glorificação do Servo de Deus, cuja memória haveria de figurar não só entre os homens, mas, sobretudo, no Coração de Deus. O irmão que salva seu irmão salva sua própria alma, e brilhará no Céu como um Sol por toda a eternidade. 

Fonte: https://revista.arautos.org/sao-clemente-maria-hofbauer-o-santo-que-transformou-viena/ 

 

A devoção de São Clemente à Santíssima Virgem Maria
 

A devoção à Santíssima Virgem era um ponto atacado e combatido naqueles tempos de frieza religiosa e jansenismo detestável.
 
Até teólogos que se diziam católicos, julgavam dever impugnar o culto de Maria Santíssima. O Rosário era desconhecido em bastante centros católicos de sorte que em Viena se tinha em conta de curiosidade o fato de que na igreja de Santa Úrsula havia um padre que benzia Terços e Rosários.
 
São Clemente era um digno fiolho espiritual de Santo Afonso Maria de Ligório, o dedicado cantor e defensor acérrimo das Glórias de Maria, e por isso não podia deixar de consagrar à Virgem Maria um amor terno e filial. O divino Mestre afirmou que a boca fala ex abundantia cordis, daquilo que enche o coração; para São Clemente, o decantar no púlpito e nas palestras familiares as Glórias da Mãe de Deus, era uma das maiores alegrias e consolações da sua alma. 

No púlpito, quando discorria sobre algum mistério da vida de Nossa Senhora, tornava-se excepcionalmente eloqüente e as palavras jorravam fáceis dos seus lábios: era o filho amoroso que enaltecia os encômios de sua Mãe. 

A Imaculada Conceição, as Sete Dores de Maria e, sobretudo o mistério da Anunciação, em que veneramos conjuntamente a encarnação do Verbo e a maternidade da Virgem, eram o objeto de sua mais terna devoção desde os dias de sua infância, e o assunto predileto dos seus eloqüentes sermões. Dificilmente passava-lhe despercebido o toque do “Ângelus” de manhã, ao meio dia e à tarde; onde quer que se achasse, punha-se de joelhos e com devoção e amor saudava sua Rainha e Mãe.
 
A exemplo de Sto. Afonso nutria uma devoção toda especial para com a Virgem sob o título do Bom Conselho, de cujas luzes tanto necessitava naqueles tempos turbulentos; e a Virgem diversas vezes deu mostras de que aceitava os obséquios do seu devoto Servo, guiando-o, qual estrela indeficiente através dos escolhos e abrolhos da vida tempestuosa do seu século.


Leia mais: https://aparicoesdenossasenhora.webnode.com.br/products/s%C3%A3o-clemente-maria-holfbauer-/#.YwynJ7TMLIU

 

A devoção de São Clemente à Santíssima Virgem Maria
 

A devoção à Santíssima Virgem era um ponto atacado e combatido naqueles tempos de frieza religiosa e jansenismo detestável.
 
Até teólogos que se diziam católicos, julgavam dever impugnar o culto de Maria Santíssima. O Rosário era desconhecido em bastante centros católicos de sorte que em Viena se tinha em conta de curiosidade o fato de que na igreja de Santa Úrsula havia um padre que benzia Terços e Rosários.
 
São Clemente era um digno fiolho espiritual de Santo Afonso Maria de Ligório, o dedicado cantor e defensor acérrimo das Glórias de Maria, e por isso não podia deixar de consagrar à Virgem Maria um amor terno e filial. O divino Mestre afirmou que a boca fala ex abundantia cordis, daquilo que enche o coração; para São Clemente, o decantar no púlpito e nas palestras familiares as Glórias da Mãe de Deus, era uma das maiores alegrias e consolações da sua alma. 

No púlpito, quando discorria sobre algum mistério da vida de Nossa Senhora, tornava-se excepcionalmente eloqüente e as palavras jorravam fáceis dos seus lábios: era o filho amoroso que enaltecia os encômios de sua Mãe. 

A Imaculada Conceição, as Sete Dores de Maria e, sobretudo o mistério da Anunciação, em que veneramos conjuntamente a encarnação do Verbo e a maternidade da Virgem, eram o objeto de sua mais terna devoção desde os dias de sua infância, e o assunto predileto dos seus eloqüentes sermões. Dificilmente passava-lhe despercebido o toque do “Ângelus” de manhã, ao meio dia e à tarde; onde quer que se achasse, punha-se de joelhos e com devoção e amor saudava sua Rainha e Mãe.
 
A exemplo de Sto. Afonso nutria uma devoção toda especial para com a Virgem sob o título do Bom Conselho, de cujas luzes tanto necessitava naqueles tempos turbulentos; e a Virgem diversas vezes deu mostras de que aceitava os obséquios do seu devoto Servo, guiando-o, qual estrela indeficiente através dos escolhos e abrolhos da vida tempestuosa do seu século.
Fonte: https://aparicoesdenossasenhora.webnode.com.br

Ladainha de São Clemente Maria

Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós
Senhor, tende piedade de nós
Jesus cristo, ouvi-nos
Jesus cristo, atendei-nos
Deus pai do céu, tende piedade de nós
Deus filho redentor do mundo, tende piedade de nós
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós
Santíssima trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós
São Clemente, homem santo de Deus.................. Rogai por nós
São Clemente, sacerdote dedicado....................... Rogai por nós
São Clemente, filho de Maria............................... Rogai por nós
São Clemente, pregador da palavra de Deus...................
São Clemente, administrador dos sacramentos da igreja............
São Clemente, homem de fé.............
São Clemente, homem de penitência...............
São Clemente, homem de oração.................
São Clemente, homem da santa Eucaristia................
São Clemente, homem de pura castidade..................
São Clemente, homem fiel a Deus...............
São Clemente, testemunha do amor de Cristo...........
São Clemente, defensor da justiça................
São Clemente, defensor dos pobres e marginalizados................
São Clemente, defensor dos fracos................
São Clemente, distribuidor da paz.................
São Clemente, distribuidor da alegria cristã...............
São Clemente, consolador dos aflitos................
São Clemente, auxilio dos doentes....................
São Clemente, homem de alegria......................
São Clemente Maria, nosso padroeiro......... Rogai por nós, rogai por nós, rogai por nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, senhor
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, senhor
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
A devoção de São Clemente à Santíssima Virgem Maria
 

A devoção à Santíssima Virgem era um ponto atacado e combatido naqueles tempos de frieza religiosa e jansenismo detestável.
 
Até teólogos que se diziam católicos, julgavam dever impugnar o culto de Maria Santíssima. O Rosário era desconhecido em bastante centros católicos de sorte que em Viena se tinha em conta de curiosidade o fato de que na igreja de Santa Úrsula havia um padre que benzia Terços e Rosários.
 
São Clemente era um digno fiolho espiritual de Santo Afonso Maria de Ligório, o dedicado cantor e defensor acérrimo das Glórias de Maria, e por isso não podia deixar de consagrar à Virgem Maria um amor terno e filial. O divino Mestre afirmou que a boca fala ex abundantia cordis, daquilo que enche o coração; para São Clemente, o decantar no púlpito e nas palestras familiares as Glórias da Mãe de Deus, era uma das maiores alegrias e consolações da sua alma. 

No púlpito, quando discorria sobre algum mistério da vida de Nossa Senhora, tornava-se excepcionalmente eloqüente e as palavras jorravam fáceis dos seus lábios: era o filho amoroso que enaltecia os encômios de sua Mãe. 

A Imaculada Conceição, as Sete Dores de Maria e, sobretudo o mistério da Anunciação, em que veneramos conjuntamente a encarnação do Verbo e a maternidade da Virgem, eram o objeto de sua mais terna devoção desde os dias de sua infância, e o assunto predileto dos seus eloqüentes sermões. Dificilmente passava-lhe despercebido o toque do “Ângelus” de manhã, ao meio dia e à tarde; onde quer que se achasse, punha-se de joelhos e com devoção e amor saudava sua Rainha e Mãe.
 
A exemplo de Sto. Afonso nutria uma devoção toda especial para com a Virgem sob o título do Bom Conselho, de cujas luzes tanto necessitava naqueles tempos turbulentos; e a Virgem diversas vezes deu mostras de que aceitava os obséquios do seu devoto Servo, guiando-o, qual estrela indeficiente através dos escolhos e abrolhos da vida tempestuosa do seu século.


Leia mais: https://aparicoesdenossasenhora.webnode.com.br/products/s%C3%A3o-clemente-maria-holfbauer-/#.YwynJ7TMLIU

 

A devoção de São Clemente à Santíssima Virgem Maria
 

A devoção à Santíssima Virgem era um ponto atacado e combatido naqueles tempos de frieza religiosa e jansenismo detestável.
 
Até teólogos que se diziam católicos, julgavam dever impugnar o culto de Maria Santíssima. O Rosário era desconhecido em bastante centros católicos de sorte que em Viena se tinha em conta de curiosidade o fato de que na igreja de Santa Úrsula havia um padre que benzia Terços e Rosários.
 
São Clemente era um digno fiolho espiritual de Santo Afonso Maria de Ligório, o dedicado cantor e defensor acérrimo das Glórias de Maria, e por isso não podia deixar de consagrar à Virgem Maria um amor terno e filial. O divino Mestre afirmou que a boca fala ex abundantia cordis, daquilo que enche o coração; para São Clemente, o decantar no púlpito e nas palestras familiares as Glórias da Mãe de Deus, era uma das maiores alegrias e consolações da sua alma. 

No púlpito, quando discorria sobre algum mistério da vida de Nossa Senhora, tornava-se excepcionalmente eloqüente e as palavras jorravam fáceis dos seus lábios: era o filho amoroso que enaltecia os encômios de sua Mãe. 

A Imaculada Conceição, as Sete Dores de Maria e, sobretudo o mistério da Anunciação, em que veneramos conjuntamente a encarnação do Verbo e a maternidade da Virgem, eram o objeto de sua mais terna devoção desde os dias de sua infância, e o assunto predileto dos seus eloqüentes sermões. Dificilmente passava-lhe despercebido o toque do “Ângelus” de manhã, ao meio dia e à tarde; onde quer que se achasse, punha-se de joelhos e com devoção e amor saudava sua Rainha e Mãe.
 
A exemplo de Sto. Afonso nutria uma devoção toda especial para com a Virgem sob o título do Bom Conselho, de cujas luzes tanto necessitava naqueles tempos turbulentos; e a Virgem diversas vezes deu mostras de que aceitava os obséquios do seu devoto Servo, guiando-o, qual estrela indeficiente através dos escolhos e abrolhos da vida tempestuosa do seu século.


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segunda-feira, 27 de junho de 2022

NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO


Conheça-a-Novena-a-Nossa-Senhora-do-Perpétuo-Socorro















 




Ó Senhora do Perpétuo Socorro, mostrai-nos que sois verdadeiramente nossa mãe, obtendo-me o seguinte benefício:

(Faça o seu pedido)

E a graça de usar dele para a glória de Deus e a salvação de minha alma.

Ó glorioso Santo Afonso, que por Vossa confiança na bem-aventurada Virgem conseguistes tantos favores e tão perfeitamente provastes em Vossos admiráveis escritos que todas as graças nos vêm de Deus pela intercessão de Maria.

Alcançai-me a mais tenra confiança para com nossa mãe do Perpétuo Socorro e rogai-lhe, com instância, me conceder o favor que reclamo de seu poder e bondade maternal.

Eterno Pai, em nome de Jesus e pela intercessão de nossa Mãe do Perpétuo Socorro e de Santo Afonso, peço-Vos que me atendais para Vossa glória e bem de minha alma.

Consagração à Nossa Senhora

Ó Santa Mãe Dolorosa de Deus, ó Virgem Dulcíssima, eu vos ofereço meu coração para que o conserveis intacto como Vosso Coração Imaculado.

Eu vos ofereço a minha inteligência, para que ela conceba apenas pensamentos de paz e bondade, de pureza e verdade.

Eu vos ofereço minha vontade para que ela se mantenha viva e generosa a serviço de Deus.

Eu vos ofereço meu trabalho, minhas dores, meus sofrimentos, minhas angústias, minhas tribulações e minhas lágrimas, no meu presente e no meu futuro para serem apresentadas por Vós a Vosso Divino Filho, para purificação de minha vida.

Mãe compassiva, eu me refugio em Vosso Coração Imaculado, para acalmar as dolorosas palpitações de minhas tentações, de minha aridez, de minha indiferença e das minhas negligências.

Escutai-me ó Mãe, guiai-me, sustentai-me e defendei-me contra todos os perigos da alma e do corpo, agora e para toda a eternidade. Assim seja.

fonte: https://www.padrereginaldomanzotti.org.br/novena/de-nossa-senhora-do-perpetuo-socorro/

 

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

A exemplo de Jesus, também nós recorremos a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro diante das angústias de nosso coração. Confira a preparação para todos os dias da novena:

– Recolher-se em oração em casa ou em uma igreja;
– Fazer o pedido da graça que tanto deseja alcançar;
– Rezar a oração de cada dia;
– Rezar um Pai-Nosso e três Ave-Marias;
– Praticar a boa obra de cada dia. Pode-se trocar por outra mais conveniente.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Conheça-a-Novena-a-Nossa-Senhora-do-Perpétuo-Socorro

Imagem ilustrativa

Primeiro dia

“Eis a tua mãe” (Jo 19,27)
Bondosa Mãe do Perpétuo Socorro, que experimentastes a angústia da vida, acolhei o meu pedido. Sois Mãe e tendes o desejo de socorrer a todos, aqui está alguém que é pecador, mas que recorre a vós.
• Boa obra: dar esmola a um pobre.

Segundo dia

“[…] meu espírito se alegra em Deus […]” (Lc 1,47)
Mãe do Perpétuo Socorro, ajudai-me a ser de Deus. Tudo passa como vento, Deus permanece. Quero ser d’Ele e, por isso, vos suplico: socorrei-me nessa vida, ajudai-me a não perder Deus nos sofrimentos e necessidades. Bondosa Mãe, aumentai a minha fé e confiança, socorrei-me com vosso amor.
• Boa obra: em casa, fazer o trabalho com amor.

Terceiro dia

“[…] seja feita a tua vontade […]” (Mt 6,10)
Bondosa Mãe, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, compreendestes e sempre fizestes o que Deus queria, afastai de mim a dureza do coração, o orgulho e o egoísmo. Ajudai-me, bondosa Mãe, a seguir a vontade de Deus e concedei-me a graça que vos peço.
• Boa obra: antes de dormir, agradecer a Deus por tudo o que aconteceu no dia.

Quarto dia

“[…] foi a mim que o fizestes!” (Mt 25,40)
Mãe de Jesus e minha mãe, dai-me um coração generoso para ajudar o próximo e misericordioso para perdoar sempre. Dai-me um coração humilde e manso para suportar suas fraquezas. Jesus disse que faço a Ele o que faço aos outros, por isso, ajudai-me a melhor amar Deus e meus irmãos. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, socorrei-me na graça que vos peço.
• Boa obra: dar algo ao pobre.

Quinto dia

“[…] eu estou ali, no meio deles.” (Mt 18,20)
Bondosa Mãe, como vivestes com Jesus e José em casa? Concedei-me amar meus irmãos e aceitar cada um no seu jeito de ser. Dai-nos a paz, compreensão, bondade e alegria para que o Espírito de Jesus permaneça conosco. Bondosa Mãe, pedi a Ele por nós.
• Boa obra: visitar alguém doente.

Sexto dia

“Vinde a mim, […] e eu vos darei descanso.” (Mt 11,28)
Pode a mãe esquecer seu filho? Sei, ó Maria, que não nos esqueceis, mas tenho medo de me esquecer de vós. Peço-vos nunca perder Deus nem a fé, e sempre confiar em vós. Ó Maria, feliz de quem vos conhece e a vós recorre como o filho a sua Mãe. Ajudai-me em minha prece.
• Boa obra: ir a uma igreja e rezar por alguém.

Sétimo dia

“Faça-se em mim segundo a tua palavra.” (Lc 1,38)
Maria, sempre fizestes tudo o que Deus vos pediu. Para que eu também seja assim, ajudai-me a ouvir a Palavra de Deus, a meditar, a ouvir o que Jesus ensinou. Atendei meu pedido nesta novena e não deixai que fique acomodado na vida.
• Boa obra: ler Lc 1,39-56.

Oitavo dia

“[…] olhou para a humildade de sua serva.” (Lc 1,48)
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, quantas vezes me torno orgulhoso, vaidoso, confiante nas coisas que passam! Tudo isso pode ocupar o lugar de Deus em meu coração. Maria, livrai-me desta tentação de trocar Deus pelas coisas da terra e descuidar da casa d’Ele em mim. Bondosa Mãe, socorrei-me com a graça de Jesus.
• Boa obra: ouvir e conversar, bondosamente, com um idoso ou uma pessoa difícil.

Nono dia

“Maria, porém, guardava todas as coisas, meditando-as no seu coração” (Lc 2,19). Quantas vezes, ó Maria, meu coração fica triste, atribulado, cheio de dúvidas e angustiado. Isso acontece, porque não me recolho no silêncio da oração nem procuro ver o que Deus quer de mim. Não sei escutar o Senhor. Maria, peço-vos a graça de acreditar que Deus me ama sempre, mesmo na dor.
• Boa obra: passar o dia alegre e não se aborrecer.

fonte:  https://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/devocao/novena/conheca-novena-nossa-senhora-perpetuo-socorro/ 

 



 

domingo, 29 de maio de 2022

ASCENSÃO DO SENHOR

 

21/05/2023)
▬Primeira Leitura - Atos (1,1-11)
▬Salmo - 46(47),6
▬Segunda Leitura - Efésios (1,17-23)
►Evangelho - (Mt 28,16-20)
◄ASCENSÃO DO SENHOR►
"ESTOU COM VOCÊS TODOS OS DIAS..."
O ESPÍRITO SANTO TORNA O CRISTO PRESENTE AOS SEUS DISCÍPULOS. É PELA FÉ QUE VEMOS E ENCONTRAMOS O SENHOR, A PRESENÇA PERMANENTE DELE É O SUSTENTO DA NOSSA MISSÃO!
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a Vós, Senhor!
Naquele tempo, os onze discípulos foram para a Galileia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado. Quando viram Jesus, prostraram-se diante dele. Ainda assim alguns duvidaram. Então Jesus aproximou-se e falou: “Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra. Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei! Eis que estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!
fonte: Facebook

 



Os onze discípulos foram para a Galileia, para a montanha que Jesus lhes tinha designado. 17. Quando o viram, adoraram-no; entretanto, alguns hesitavam ain­da. 18. Mas Jesus, aproximando-se, lhes disse: “Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. 19. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. 20. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”."
São Mateus, 28 - Bíblia Católica Online


 ATOS DOS APÓSTOLOS 1, 1-11

"1. Em minha primeira narração, ó Teó­filo, contei toda a sequência das ações e dos en­si­na­mentos de Jesus,"
2"desde o princípio até o dia em que, depois de ter dado pelo Espírito Santo suas instruções aos apóstolos que escolhera, foi arrebatado (ao céu). 3. E a eles se manifestou vivo depois de sua Paixão, com muitas provas, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas do Reino de Deus. 4. E comendo com eles, ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem aí o cumprimento da promessa de seu Pai, “que ouvis­tes” – disse ele – “da minha boca; 5. porque João batizou na água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo daqui a poucos dias”."
6"Assim reunidos, eles o interrogavam: “Senhor, é porventura agora que ides instaurar o reino de Israel?”. 7. Respondeu-lhes ele: “Não vos pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder, 8. mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria e até os confins do mundo”. 9. Dizendo isso, elevou-se da (terra) à vista deles e uma nuvem o ocultou aos seus olhos. 10. Enquanto o acompanhavam com seus olhares, vendo-o afastar-se para o céu, eis que lhes apareceram dois homens vestidos de branco, que lhes disseram: 11. “Homens da Galileia, por que ficais aí a olhar para o céu? Esse Jesus que acaba de vos ser arrebatado para o céu voltará do mesmo modo que o vistes subir para o céu”. 12. Voltaram eles então para Jerusalém do monte chamado das Oli­veiras, que fica perto de Jerusalém, distante uma jornada de sábado.* 13. Tendo entrado no cenáculo, subiram ao quarto de cima, onde costumavam permanecer. Eram eles: Pedro e João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelador, e Judas, irmão de Tiago. 14. Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus, e os irmãos dele. 15. Em um daqueles dias, levantou-se Pedro no meio de seus irmãos, na assembleia reunida que constava de umas cento e vinte pessoas, e disse: 16. “Irmãos, convinha que se cumprisse o que o Espírito Santo predisse na escritura pela boca de Davi, acerca de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam Jesus. 17. Ele era um dos nossos e teve parte no nosso ministério. 18. Esse homem adquirira um campo com o salário de seu crime. Depois, tombando para a frente, arrebentou-se pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram.* 19. (Tornou-se este fato conhecido dos habitantes de Jerusalém, de modo que aquele campo foi chamado na língua deles Hacéldama, isto é, Campo de Sangue.) 20. Pois está escrito no Livro dos Salmos: Fique deserta a sua habitação, e não haja quem nela habite; e ainda mais: Que outro receba o seu cargo (Sl 68,26; 108,8). 21. Convém, pois, que destes homens que têm estado em nossa companhia todo o tempo em que o Senhor Jesus viveu entre nós, 22. a começar do batismo de João até o dia em que de nosso meio foi arrebatado, um deles se torne conosco testemunha da sua Ressurreição”. 23. Propuseram dois: José, chamado Bar­sabás, que tinha por sobrenome Justo, e Matias. 24. E oraram nestes termos: “Ó Senhor, que conheces os corações de todos, mostra-nos qual destes dois escolheste 25. para tomar neste ministério e apostolado o lugar de Judas que se transviou, para ir para o seu próprio lugar”. 26. Deitaram sorte e caiu a sorte em Matias, que foi incorporado aos onze apóstolos."
Atos dos Apóstolos, 1 - Bíblia Católica Online


 EFÉSIOS 1, 17-23

"17. Rogo ao Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê um espírito de sabedoria que vos revele o conhe­cimento dele; 18. que ilumine os olhos do vosso coração, para que compreendais a que esperança fostes chamados, quão rica e gloriosa é a herança que ele reserva aos santos, 19. e qual a suprema grandeza de seu poder para conosco, que abraçamos a fé. É o mesmo poder extraordinário que 20. ele manifestou na pessoa de Cristo, ressuscitando-o dos mortos e fazendo-o sentar à sua direita no céu, 21. acima de todo principado, potestade, virtude, dominação e de todo nome que possa haver neste mundo como no futuro.* 22. E sujeitou a seus pés todas as coisas, e o constituiu chefe supremo da Igreja, 23. que é o seu corpo, o receptáculo daquele que enche todas as coisas sob todos os aspectos.*"
Efésios, 1 - Bíblia Católica Online

Leia mais em: https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/efesios/1/

 







Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar,
Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera;
Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus.
E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que, disse ele, de mim ouvistes.
Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.
Aqueles, pois, que se haviam reunido perguntaram-lhe, dizendo: Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel?
E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.
Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.
E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos.
E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco.
Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.

Atos 1:1-11
Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar,
Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera;
Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus.
E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que, disse ele, de mim ouvistes.
Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.
Aqueles, pois, que se haviam reunido perguntaram-lhe, dizendo: Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel?
E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.
Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.
E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos.
E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco.
Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.

Atos 1:1-11
Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar,
Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera;
Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus.
E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que, disse ele, de mim ouvistes.
Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.
Aqueles, pois, que se haviam reunido perguntaram-lhe, dizendo: Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel?
E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.
Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.
E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos.
E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco.
Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.

Atos 1:1-11

domingo, 24 de abril de 2022

ORAÇÃO DAS MIL MISERICÓRDIAS

 

ORAÇÃO PREPARATÓRIA

Vós morrestes  Jesus, mas uma fonte de vida jorrou para as almas e abriu-se um mar de misericórdia para o mundo. Ó fonte de vida, inescrutável misericórdia divina, envolvei o mundo todo e derramai-Vos sobre nós!
Ó Sangue e água, que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de misericórdia para nós, eu confio em Vós!
Ato de Contrição:
Ó meu Jesus, crucificado por minha culpa, estou muito arrependido de ter feito pecado, pois ofendi a Vós que sois tão bom e mereci ser castigado neste mundo e no outro, mas perdoa-me Senhor, não quero mais pecar. Amém!
Invocação ao Espírito Santo:
(Esta invocação deve ser repetida durante o dia)
Vinde Espírito Santo, Vinde por meio da poderosa intercessão do Imaculado coração de Maria Vossa Amadíssima Esposa. (3X).
OFERECIMENTO:
Queremos rezar as mil misericórdias pela Santa Madre Igreja, pelas almas do Purgatório e para a conversão dos pecadores do mundo inteiro!
Existirá dor maior do que a que JESUS sentiu?
INICIANDO A RECITAÇÃO DAS MIL MISERICÓRDIAS:
Creio – Pai Nosso, Ave Maria.
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação)

1ª DOR
:  Jesus entrou em agonia no Getsêmani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a decisão de um clínico. O suar sangue, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais. Para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro! (50x)
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação)
2ª DOR: O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens esmagaram Jesus. Tal tensão extrema produziu o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas. O sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
3ª DOR: Pilatos ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós,das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro! (50x)
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
4ª DOR: Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe, o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor.
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ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
5ª DOR: As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro!
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
6ª DOR: Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).
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ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
– Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)

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Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
7ª DOR: Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz: pesa uns 50 quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos.
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ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das alma, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)

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Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
8ª DOR: Os soldados puxam Jesus com as cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D –  Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes  e do mundo inteiro!(50x)

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Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
9ª DOR: Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
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Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
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10ª DOR: Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim. O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pó e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos.
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ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
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Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
11ª DOR: Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apoiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D –  Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)

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Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
12ª DOR: A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: Provoca uma síncope e faz perder a consciência.Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
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Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!

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13ª DOR: O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
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14ª DOR: As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que Jesus levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
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Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
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15ª DOR: Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
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Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
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16ª DOR: Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
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Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
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17ª DOR: A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianótico.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
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Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
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18ª DOR: Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
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Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
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19ª DOR: Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável!
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
–  Pela Sua dolorosa paixão /
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Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
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20ª DOR: Atraídas pelo sangue que ainda escorre e também pelo sangue coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde. Uma tortura que portanto já dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento:
“Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?”
Jesus grita: “Tudo está consumado!”.
Em seguida num grande brado diz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”.
E JESUS morre… em meu lugar… por causa dos meus pecados!
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ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.

.D –  Pela Sua dolorosa paixão /

 R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)

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Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
Final
T – Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro. (3x)
Canto
Vitória, Tu reinarás, Ó Cruz, Tu nos salvarás :/
1. Brilhando sobre o mundo/ que vive sem tua luz/ Tu és um sol fecundo/ de amor e de paz, ó Cruz.
2. Aumenta a confiança/ do pobre e do pecador/ confirma nossa esperança/ na marcha para o Senhor.
3. À sombra dos teus braços/ a Igreja viverá,/ Por ti no eterno abraço/ o Pai nos acolherá.
ORAÇÃO À DIVINA MISERICÓRDIA
Ó Deus de grande misericórdia, bondade infinita, eis que hoje a humanidade toda clama do abismo da sua miséria à Vossa misericórdia, à Vossa compaixão, ó Deus, e clama com a potente voz da sua miséria. Ó Deus clemente, não rejeiteis a oração dos exilados desta Terra. Ó Senhor, bondade inconcebível, que conheceis profundamente a nossa miséria e sabeis que, com nossas próprias forças, não temos condições de nos elevar até Vós, por isso Vos suplicamos: adiantai-Vos ao nosso pedido com a Vossa misericórdia, a fim de que possamos cumprir fielmente a Vossa santa vontade durante toda a nossa vida e na hora da morte. Que o poder da Vossa misericórdia nos defenda dos ataques dos inimigos da nossa salvação, para que aguardemos com confiança, como Vossos filhos, a Vossa vinda última, dia que somente Vós conheceis. E esperamos alcançar tudo o que Jesus nos prometeu, apesar de toda a nossa miséria, porque Jesus é a nossa Confiança; pelo Seu Coração misericordioso, como por uma porta aberta, entramos no Céu. Amém!
Hoje, dia 16 de Abril, fui publicar a oração das Mil Misericórdias no Facebook, ao copiar o link da foto dessa postagem, percebi algo diferente na foto, vejam: os dentes e o brilho no olho direito
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