CONTATO

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segunda-feira, 15 de maio de 2023

Trechos da Bíblia sobre o Espírito Santo

 PENTECOSTES









1. Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reu­nidos no mesmo lugar.*

2. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados.

3. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles.

4. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.

5. Achavam-se então em Jerusalém judeus piedosos de todas as nações que há debaixo do céu.

 

I Coríntios, 12

 A respeito dos dons espirituais, irmãos, não quero que vivais na ignorância.*

2. Sabeis que, quando éreis pagãos, vos deixáveis levar, conforme vossas tendências, aos ídolos mudos.

3. Por isso, eu vos declaro: ninguém, falando sob a ação divina, pode dizer: “Jesus seja maldito”; e ninguém pode dizer: “Jesus é o Senhor”, senão sob a ação do Espírito Santo.

4. Há diversidade de dons, mas um só Espírito.

5. Os ministérios são diversos, mas um só é o Senhor.

6. Há também diversas operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.

7. A cada um é dada a manifestação do Espírito para proveito comum.

8. A um é dada pelo Espírito uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de ciência, por esse mesmo Espírito;

9. a outro, a fé, pelo mesmo Espírito; a outro, a graça de curar as doenças, no mesmo Espírito;

10. a outro, o dom de milagres; a outro, a profecia; a outro, o discernimento dos espíritos; a outro, a variedade de línguas; a outro, por fim, a interpretação das línguas.*

11. Mas um e o mesmo Espírito distribui todos esses dons, repartindo a cada um como lhe apraz.

12. Porque, como o corpo é um todo com muitos membros, e todos os membros do corpo, embora muitos, formam um só corpo, assim também é Cristo.

13. Em um só Espírito fomos batizados todos nós, para formar um só corpo, judeus ou gregos, escravos ou livres; e todos fomos impregnados do mesmo Espírito.

14. Assim, o corpo não consiste em um só membro, mas em muitos.

15. Se o pé dissesse: “Eu não sou a mão; por isso, não sou do corpo”, acaso deixaria ele de ser do corpo?

16. E se a orelha dissesse: “Eu não sou o olho; por isso, não sou do corpo”, deixaria ela de ser do corpo?

 17. Se o corpo todo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se fosse todo ouvido, onde estaria o olfato?

18. Mas Deus dispôs no corpo cada um dos membros como lhe aprouve.

19. Se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo?

20. Há, pois, muitos membros, mas um só corpo.

21. O olho não pode dizer à mão: “Eu não preciso de ti”; nem a cabeça aos pés: “Não necessito de vós”.

22. Antes, pelo contrário, os membros do corpo que parecem os mais fracos são os mais necessá­rios.

23. E os membros do corpo que temos por menos honrosos, a esses cobrimos com mais decoro. Os que em nós são menos decentes, recatamo-los com maior empenho,

24. ao passo que os membros decentes não re­cla­mam tal cuidado. Deus dispôs o corpo de tal modo que deu maior honra aos membros que não a têm,

25. para que não haja dissensões no corpo e que os membros tenham o mesmo cuidado uns para com os outros.

26. Se um membro sofre, todos os membros padecem com ele; e se um membro é tratado com carinho, todos os outros se congratulam por ele.

27. Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um, de sua parte, é um dos seus membros.

28. Na Igreja, Deus constituiu primeiramente os apóstolos, em segundo lugar os profetas, em terceiro lugar os doutores, depois os que têm o dom dos milagres, o dom de curar, de socorrer, de governar, de falar diversas línguas.*

29. São todos apóstolos? São todos profetas? São todos doutores?

30. Fazem todos milagres? Têm todos a graça de curar? Falam todos em diversas línguas? Interpretam todos?

31. Aspirai aos dons superiores. E agora, ainda vou indicar-vos o caminho mais excelente de todos.

fonte:https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/i-corintios/12/


 

1. Depois disso, acontecerá que derramarei o meu Espírito sobre todo ser vivo: vossos filhos e vossas filhas profetizarão; vossos anciãos terão sonhos, e vossos jovens terão visões.*

2. Naqueles dias, derramarei também o meu Espírito sobre os escravos e as escravas.

3. Farei aparecer prodígios no céu e na terra, sangue, fogo e turbilhões de fumo.*

4. O sol se converterá em trevas e a lua, em sangue, ao se aproximar o grandioso e temível dia do Senhor.

5. Mas todo o que invocar o nome do Senhor será poupado, porque, sobre o monte Sião e em Jerusalém, haverá um resto, como o Senhor disse, e entre os sobreviventes estarão os que o Senhor tiver chamado.*

 São Lucas, 12,11-12

11. Quando, porém, vos levarem às sinagogas, perante os magistrados e as autoridades, não vos preocupeis com o que haveis de falar em vossa defesa,

12. porque o Espírito Santo vos inspirará naquela hora o que deveis dizer”.

 Lucas 1, 11-17

11. Apareceu-lhe então um anjo do Senhor, em pé, à direita do altar do perfume.*

12. Vendo-o, Zaca­rias ficou perturbado, e o temor assaltou-o.

13. Mas o anjo disse-lhe: “Não temas, Zaca­rias, porque foi ouvida a tua oração: Isabel, tua mulher, vai dar-te um filho, e tu o chamarás João.

14. Ele será para ti motivo de gozo e alegria, e muitos se alegrarão com o seu nascimento;

15. porque será grande diante do Senhor e não beberá vinho nem licor, e desde o ventre de sua mãe será cheio do Espírito Santo;

16. ele converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor, seu Deus,

17. e irá adiante de Deus com o espírito e poder de Elias para reconduzir os corações dos pais aos filhos e os rebeldes à sabedoria dos justos, para preparar ao Senhor um povo bem disposto”.

 

1. Cheio do Espírito Santo, voltou Jesus do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto,

2. onde foi tentado pelo demônio durante quarenta dias. Durante esse tempo ele nada comeu e, terminados esses dias, teve fome.

 

13. Depois de tê-lo assim tentado de todos os modos, o demônio apartou-se dele até outra ocasião.*

14. Jesus, então, cheio da força do Espírito, voltou para a Galileia. E a sua fama divulgou-se por toda a região.

 17. Foi-lhe dado o livro do profeta Isaías. Desenrolando o livro, esco­lheu a passagem onde está escrito (61,1s):*

18. O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu; e enviou-me para anunciar a Boa-Nova aos pobres, para sarar os contritos de coração,

19. para anunciar aos cativos a redenção, aos cegos a restauração da vista, para pôr em liberdade os cativos, para publicar o ano da graça do Senhor.

fonte:https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/sao-lucas/4/ 

 ATOS DOS APÓSTOLOS 8, 5-8. 4-17

5. porque João batizou na água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo daqui a poucos dias”.

6. Assim reunidos, eles o interrogavam: “Senhor, é porventura agora que ides instaurar o reino de Israel?”.

7. Respondeu-lhes ele: “Não vos pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder,

8. mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria e até os confins do mundo”.

 14. Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus, e os irmãos dele.

15. Em um daqueles dias, levantou-se Pedro no meio de seus irmãos, na assembleia reunida que constava de umas cento e vinte pessoas, e disse:

16. “Irmãos, convinha que se cumprisse o que o Espírito Santo predisse na escritura pela boca de Davi, acerca de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam Jesus.


1. Em minha primeira narração, ó Teó­filo, contei toda a sequência das ações e dos en­si­na­mentos de Jesus,

2. desde o princípio até o dia em que, depois de ter dado pelo Espírito Santo suas instruções aos apóstolos que escolhera, foi arrebatado (ao céu).

3. E a eles se manifestou vivo depois de sua Paixão, com muitas provas, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas do Reino de Deus.

4. E comendo com eles, ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem aí o cumprimento da promessa de seu Pai, “que ouvis­tes” – disse ele – “da minha boca;

5. porque João batizou na água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo daqui a poucos dias”.

6. Assim reunidos, eles o interrogavam: “Senhor, é porventura agora que ides instaurar o reino de Israel?”.

7. Respondeu-lhes ele: “Não vos pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder,

8. mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria e até os confins do mundo”.

9. Dizendo isso, elevou-se da (terra) à vista deles e uma nuvem o ocultou aos seus olhos.

10. Enquanto o acompanhavam com seus olhares, vendo-o afastar-se para o céu, eis que lhes apareceram dois homens vestidos de branco, que lhes disseram:

11. “Homens da Galileia, por que ficais aí a olhar para o céu? Esse Jesus que acaba de vos ser arrebatado para o céu voltará do mesmo modo que o vistes subir para o céu”.

12. Voltaram eles então para Jerusalém do monte chamado das Oli­veiras, que fica perto de Jerusalém, distante uma jornada de sábado.*

13. Tendo entrado no cenáculo, subiram ao quarto de cima, onde costumavam permanecer. Eram eles: Pedro e João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelador, e Judas, irmão de Tiago.

14. Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus, e os irmãos dele.

15. Em um daqueles dias, levantou-se Pedro no meio de seus irmãos, na assembleia reunida que constava de umas cento e vinte pessoas, e disse:

16. “Irmãos, convinha que se cumprisse o que o Espírito Santo predisse na escritura pela boca de Davi, acerca de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam Jesus.

fonte:https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/atos-dos-apostolos/1/

 

 

Se me amais, guardai os meus mandamentos.
E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;
O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.
Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.
Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis; porque eu vivo, e vós vivereis.
Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós.
Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.

João 14:15-21

 

João 14,15-21

15-Jesus continuou:

 Se vocês me amam, obedeçam aos meus mandamentos. 

16-Eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro Auxiliador, o Espírito da verdade, para ficar com vocês para sempre. 17-O mundo não pode receber esse Espírito porque não o pode ver, nem conhecer. Mas vocês o conhecem porque ele está com vocês e viverá em vocês. 

18- Não vou deixá-los abandonados, mas voltarei para ficar com vocês. 19-Daqui a pouco o mundo não me verá mais, mas vocês me verão. E, porque eu vivo, vocês também viverão.20- Quando chegar aquele dia, vocês ficarão sabendo que eu estou no meu Pai e que vocês estão em mim, assim como eu estou em vocês.

 21- A pessoa que aceita e obedece aos meus mandamentos prova que me ama. E a pessoa que me ama será amada pelo meu Pai, e eu também a amarei e lhe mostrarei quem sou.

São Mateus 3,11-17


11. Eu vos batizo com água, em sinal de penitência, mas aquele que virá depois de mim é mais poderoso do que eu e nem sou digno de carregar seus calçados. Ele vos batizará no Espírito Santo e em fogo.

12. Tem na mão a pá, limpará sua eira e reco­lherá o trigo ao celeiro. As palhas, porém, serão queimadas num fogo inextinguível”.

13. Da Galileia foi Jesus ao Jordão ter com João, a fim de ser batizado por ele.

14. João recusava-se: “Eu devo ser batizado por ti e tu vens a mim!”.

15. Mas Jesus lhe respondeu: “Deixa por agora, pois convém cumpramos a justiça completa”. Então, João cedeu.*

16. Depois que Jesus foi batizado, saiu logo da água. Eis que os céus se abriram e viu descer sobre ele, em forma de pomba, o Espírito de Deus.

17. E do céu baixou uma voz: “Eis meu Filho muito amado em quem ponho minha afeição”.


08. LEITURA DOS ATOS DOS APÓSTOLOS
Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. 2De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. 3Então apareceram línguas como de fogo que se repartiam e pousaram sobre cada um deles. 4Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava. 5Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo. 6Quandoouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. 7Cheios de espanto e admiração, diziam: “Esses homens que estão falando não são todos galileus? 8Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? 9Nós que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judéia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia,10 da Frigia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; 11judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deusna nossa própria língua!” 

PALAVRA DO SENHOR.
II LEITURA - 1Cor 12,3b-7.12-13
10. LEITURA DA PRIMEIRA CARTA DE SÃO PAULO AOS CORINTIOS - 
Irmãos: 3bNinguém pode dizer:Jesus é o Senhor, a não ser no Espírito Santo. 4
diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito.
5Há diversidade de ministérios, mas um mesmo é o Senhor. 6Há diferentes atividades, mas um mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos. 7A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum. 12Como o corpo é um, embora tenha membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo. 13De fato, todos nós, judeus ou gregos, escravos ou livres, fomos batizados num único corpo, e todos nós bebemos de um único Espírito. 

EVANGELHO - Jo 20,19-23
12. PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO SEGUNDO JOÃO -  
19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo
dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. 20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22E depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhe serão retidos”. PALAVRA DA SALVAÇÃO.   
fonte: https://diocesedeapucarana.com.br

 

 


Se me amais, guardai os meus mandamentos.
E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;
O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.
Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.
Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis; porque eu vivo, e vós vivereis.
Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós.
Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.

João 14:15-21

terça-feira, 2 de maio de 2023

SANTA BRÍGIDA DA SUÉCIA

 

 CONHEÇA A HISTÓRIA DE SANTA BRÍGIDA | O Santo do Dia - 23 de Julho - YouTube

imagem - fonte:Santos de Fé e Oração - Youtube

Santa Brígida da Suécia

Viúva, religiosa da Terceira Ordem (1302-1373). Fundadora da Ordem das Irmãs de São Salvador. Canonizada por Bonifácio IX em 7 de outubro de 1392.

Conhecemos bem os acontecimentos da vida de Santa Brígida, porque os seus pais espirituais redigiram a sua biografia para promover o processo de canonização logo após sua morte, ocorrida em 1373. Brígida nasceu em 1303, em Finster, na Suécia, uma nação do Norte europeu que, já fazia três séculos, havia acolhido a fé cristã com o mesmo entusiasmo com que a santa a tinha recebido de seus pais, pessoas muito piedosas, pertencentes a nobres famílias próximas à Casa real.

Podemos distinguir dois períodos na vida desta santa. O primeiro é caracterizado pela sua condição de mulher alegremente casada. O marido chamava-se Ulf e era governador de um importante distrito do reino da Suécia. O matrimônio durou 28 anos, até a morte de Ulf. Nasceram oito filhos, dos quais a segunda, Karin (Catarina), é venerada como santa. Isso é um sinal eloquente do compromisso educativo de Brígida em relação a seus próprios filhos. Além disso, a sua sabedoria pedagógica foi apreciada a tal ponto que o rei da Suécia, Magnus, chamou-a à corte durante um certo período, com a missão de introduzir a sua jovem esposa, Bianca de Namur, na cultura sueca.

Brígida, espiritualmente conduzida por um douto religioso que a iniciou no estudo das escrituras, exerceu uma influência muito positiva sobre a sua família que, graças à sua presença, tornou-se uma verdadeira “igreja doméstica”. Juntamente com o marido, adotou a Regra dos Terciários franciscanos. Praticava com generosidade obras de caridade em favor dos indigentes; fundou também um hospital. Próximo à sua esposa, Ulf aprendeu a melhorar o seu caráter e a progredir na vida cristã. Ao retornar de uma longa peregrinação a Santiago de Compostela, feita em 1341 juntamente com outros membros da família, os esposos amadureceram o projeto de viver em continência; mas, pouco tempo depois, na paz de um mosteiro ao qual havia se retirado, Ulf concluiu a sua vida terrena.

Esse primeiro período da vida de Brígida ajuda-nos a apreciar aquela que hoje podemos definir como uma autêntica “espiritualidade conjugal”: unidos, os esposos cristãos podem percorrer um caminho de santidade, sustentados pela graça do Sacramento do Matrimônio. Não poucas vezes, exatamente como aconteceu na vida de Santa Brígida e Ulf, é a mulher que, com a sua sensibilidade religiosa, com a delicadeza e a doçura pode fazer o marido percorrer um caminho de fé. Penso com reconhecimento em tantas mulheres que, dia após dia, ainda hoje iluminam as próprias famílias com o seu testemunho de vida cristã. Possa o Espírito do Senhor suscitar também hoje a santidade dos esposos cristãos, para mostrar ao mundo a beleza do matrimônio vivido segundo os valores do Evangelho: o amor, a ternura, o auxílio recíproco, a fecundidade na geração e na educação dos filhos, a abertura e a solidariedade com relação ao mundo, a participação na vida da Igreja.

Quando Brígida torna-se viúva, inicia-se o segundo período da sua vida. Renunciou a outras núpcias para aprofundar a união com o Senhor através da oração, penitência e obras de caridade. Também as viúvas cristãs, portanto, podem encontrar nessa santa um modelo a seguir. Com efeito, Brígida, com a morte do marido, após ter distribuído os seus bens aos pobres, mesmo sem ter feito a consagração religiosa, estabeleceu-se junto ao mosteiro cisterciense de Alvastra. Ali começaram as revelações divinas, que a acompanharam durante todo o resto de sua vida. Essas foram ditadas por Brígida a seus secretários-confessores, que as traduziram do sueco para o italiano em uma edição de oito livros, intitulados Revelationes (Revelações). A esses livros, une-se também um suplemento, que é intitulado precisamente Revelationes extravagantes (Revelações suplementares).

As Revelações de Santa Brígida apresentam um conteúdo e um estilo muito variado. Às vezes, a revelação apresenta-se sob a forma de diálogos entre as Pessoas divinas, a Virgem, os santos e também os demônios; diálogos nos quais também Brígida intervém. Outra vezes, ao contrário, trata-se do relato de uma visão particular; e, em outras, é narrado ainda aquilo que a Virgem Maria lhe revela acerca da vida e dos mistérios do Filho. O valor das Revelações de Santa Brígida, por vezes objeto de algumas dúvidas, foi precisado pelo Venerável João Paulo II na Carta Spes Aedificandi: “Não há dúvida que a Igreja, ao reconhecer a santidade de Brígida, mesmo sem se pronunciar sobre cada uma das revelações, acolheu a autenticidade do conjunto da sua experiência interior” (n. 5).

De fato, lendo as Revelações, somos interpelados sobre muitos temas importantes. Por exemplo, retornam frequentemente as descrições, com detalhes bastante realistas, da paixão de Cristo, pela qual Brígida teve sempre uma devoção privilegiada, contemplando nessa o amor infinito de Deus pelos homens. Na boca do Senhor que fala, ela coloca com audácia estas comoventes palavras: “Ó meus amigos, amo tão ternamente as minhas ovelhas que, se fosse possível, desejaria morrer tantas outras vez, por cada uma dessas, por aquela mesma morte que sofri para a redenção de todas” (Revelationes, Livro I, c. 59). Também a dolorosa maternidade de Maria, que a tornou Mediadora e Mãe de misericórdia, é um argumento que aparece frequentemente nas Revelações.

Recebendo esses carismas, Brígida era consciente de ser destinatária de um grande dom de predileção da parte do Senhor: “Filha minha – lemos no primeiro livro das Revelações –, escolhi a ti para mim, ama-me com todo o teu coração […] mais do que tudo o que existe no mundo” (c. 1). De resto, Brígida bem sabia, e estava firmemente convencida, de que todo o carisma é destinado a edificar a Igreja. Exatamente por esse motivo, não poucas das suas revelações eram destinadas, sob a forma de admoestações também severas, aos fiéis de seu tempo, incluídas as Autoridades religiosas e políticas, para que vivessem coerentemente a sua vida cristã; mas fazia isso sempre com uma abordagem respeitosa e de fidelidade plena ao Magistério da Igreja, em particular ao Sucessor do Apóstolo Pedro.

Em 1349, Brígida deixou para sempre a Suécia e foi em peregrinação a Roma. Não somente buscava participar do Jubileu de 1350, mas desejava também obter do Papa a aprovação da Regra de uma Ordem Religiosa que pretendia fundar, em honra ao Santo Salvador, e composta por monges e monjas sob a autoridade da abadessa. Esse é um elemento que não deve surpreender-nos: na Idade Média, existiam fundações monásticas com um ramo masculino e um ramo feminino, mas com a prática da mesma regra monástica, que previa a direção da Abadessa. De fato, na grande tradição cristã, à mulher é reconhecida uma dignidade própria, e – sempre sob o exemplo de Maria, Rainha dos Apóstolos – um lugar próprio na Igreja, que, sem coincidir com o sacerdócio ordenado, é igualmente importante para o crescimento espiritual da Comunidade. Além disso, a colaboração dos consagrados e consagradas, sempre no respeito da sua específica vocação, reveste-se de grande importância no mundo de hoje.

Em Roma, na companhia da filha Karin (Catarina), Brígida dedicou-se a uma vida de intenso apostolado e de oração. E, de Roma, partiu em peregrinação a diversos santuários italianos, em particular a Assis, pátria de São Francisco, pelo qual Brígida nutriu sempre grande devoção. Finalmente, em 1371, coroou o seu maior desejo: a viagem à Terra Santa, para onde foi em companhia dos seus filhos espirituais, um grupo que Brígida chamava de “os amigos de Deus”.

Durante aqueles anos, os Pontífices encontravam-se em Avignon, distante de Roma: Brígida dirigiu-se severamente a eles, a fim de que voltassem à sé de Pedro, na Cidade Eterna.

Morreu em 1373, antes que o Papa Gregório XI retornasse definitivamente para Roma. Foi sepultada provisoriamente na igreja romana de San Lorenzo in Panisperna, mas, em 1374, os seus filhos Birger e Karin a levaram de volta para a pátria, ao mosteiro de Vadstena, sede da Ordem religiosa fundada por Santa Brígida, que teve subitamente uma notável expansão. Em 1391, o Papa Bonifácio IX canonizou-a solenemente.

Papa Bento XVI

fonte:https://franciscanos.org.br/carisma/calendario/santa-brigida-da-suecia#gsc.tab=0


A mensagem de Santa Brígida para a Europa

A Igreja recorda neste 23 de julho Santa Brigida, declarada co-Padroeira da Europa em 1999 por São João Paulo II. Na entrevista ao Vatican News, a Madre Hilaria Vieyra, Vigária Geral da Ordem do Santíssimo Salvador, fala sobre essa mulher extremamente moderna e a atualidade de sua mensagem.

Debora Donnini - Cidade do Vaticano

"A mensagem de Santa Brígida hoje é tão atual quanto era em sua época: a Europa é tão marcada pelo secularismo, pelo materialismo e também pelo ódio. Hoje, mais do que nunca, existe a necessidade de viver a mensagem de Santa Brígida, que nos chama à unidade, à paz e à solidariedade".

O forte apelo que a Santa sueca fazia à Europa é reiterado pela Madre Hilaria Vieyra, Vigária Geral da Ordem do Santíssimo Salvador, fundada por Santa Brígida no século XIV e renovada por Santa Maria Isabel Hesslblad no século XX. Mas quem era essa mulher tão moderna e tão importante na história da Igreja, para ser declarada co-Padroeira da Europa?

Esposa e mãe de 8 filhos

Santa Brígida nasceu em 1303 de uma nobre família sueca e, apesar de sentir sua vocação, aceitou se casar como seu pai queria. Ela tem oito filhos. Com seu marido Ulf, governador de um importante distrito do Reino da Suécia, ela vive um casamento feliz e de fé. "A vida de Brígida era de oração, de escuta do Evangelho, ela meditou sobre a Paixão de Nosso Senhor e daqui nasce o seu carisma, de união, de paz e de solidariedade", explica Madre Hilaria.

O empenho para o retorno do Papa de Avinhão a Roma

 

A segunda parte da vida de Santa Brígida começa quando fica viúva. "Ele veio a Roma em 1349 para celebrar o Ano Santo de 1350, antes de tudo para ter a aprovação das regras da Ordem que estava fundando", conta a religiosa.

Brígida queria, de fato, fundar uma Ordem composta por freiras e religiosos. "Vindo a Roma, encontra uma situação desastrosa. O Papa estava em Avinhão, não em Roma, o povo romano era como ovelha sem pastor, havia a peste, havia uma guerra entre França e Inglaterra", prossegue Madre Hilaria, sublinhando que “o seu grande amor por Jesus, a levou a fazer com que o Papa  voltasse de Avignon para Roma".

A mulher sueca decide se estabelecer em Roma e nos quartos da Praça Farnese - onde hoje está localizada a Cúria Geral - "recebeu a maior parte das Revelações, mas também em diferentes igrejas de Roma". "Santa Brígida, de fato, tira sua mensagem do Evangelho, da união com Jesus, de seu ardente amor ao Crucifixo".

O coração de sua missão e de sua contemporânea Santa Catarina da Sena, portanto, será pedir fortemente ao Papa para que retorne ao túmulo de Pedro. Ela não verá o Papa retornar a Roma, porque Urbano V retornará mas apenas por um breve período de tempo. Ela veio a falecer em 1373, enquanto será Catarina a  testemunhar o retorno definitivo do Papa Gregório XI em 1377. "Santa Brígida – recorda Madre Hilaria - não somente rezou e fez sacrifícios, mas falou diretamente com o Papa, os cardeais, os príncipes da Europa".

A paz na Europa

A outra "frente" em que se empenhou com força, foi a paz na Europa. Intercede para que tenha fim a Guerra dos Cem Anos entre a França e a Inglaterra. Suas obras de caridade foram decisivas nesse período. Ela, que tinha sido nobre vivia na pobreza, encontrando-se também pedindo esmolas nas portas das igrejas. São os anos de peregrinação a várias partes da Itália: de Assis a Gargano. E, por fim, de peregrinação em peregrinação, chega à Terra Santa. Ela tinha quase setenta anos, mas isso não a impede.

A mística

Central na sua experiência de fé, a Paixão de Cristo e a Virgem Maria. Testemunham isto o rosário brigidino e as orações, ligadas a particulares graças prometidas por Jesus àqueles que as recitassem.

Santa Brígida e os Papas

Canonizada em 1391 por Bonifácio IX, Santa Brígida é a santa padroeira da Suécia. Foi declarada em 1999 co-Padroeira da Europa por São João Paulo II. "Indicando-a como co-Padroeira da Europa, tem a intenção de fazer com que a sintam próxima não somente aqueles que receberam a vocação a uma vida de especial consagração, mas também aqueles que são chamados às ocupações comuns da vida laical no mundo e especialmente à alta e exigente vocação de formar uma família cristã", escreveu S. João Paulo II em sua Carta Apostólica em forma de Motu Proprio com a qual a proclamava, de fato, co-Padroeira da Europa, juntamente com Santa Catarina de Sena e Santa Teresa Benedita da Cruz.

O Papa também salientou que "a Igreja, mesmo sem nunca ter se pronunciado sobre cada uma das revelações, acolheu a autenticidade do conjunto da sua experiência interior" e cerca de um mês mais tarde, na celebração ecumênica em memória de Santa sueca, recordou do seu empenho "pela unidade de fé e da Igreja".

Bento XVI, em 2010, a ela dedicou uma catequese de uma Audiência Geral, ligando sua figura à busca da plena unidade de todos os cristãos: "Santa Brígida - disse - testemunha como o cristianismo permeeou profundamente a vida de todos povos” da Europa.

Maria Isabel Hesselblad, que renovou a Ordem no século XX dando a ela um forte caráter ecumênico, foi canonizada em 2016 pelo Papa Francisco.

As brigidinas hoje e o ecumenismo

"Nós oferecemos a nossa vida por este propósito: a unidade dos cristãos. Fazemo-lo em silêncio, na oração, na Eucaristia ... em todas as nossas casas praticamos a hospitalidade, acolhemos não somente os peregrinos escandinavos, e oferecemos o nossa serviço de humildade, de caridade e de simplicidade com uma finalidade ecumênica", diz ainda Madre Hilaria, sublinhando que na casa na Praça Farnese, Santa Maria Isabel Hesselblad durante a Segunda Guerra Mundial, escondeu muitas pessoas, “escondeu judeus. Ela, como Santa Brígida - conclui - era uma mulher forte e corajosa, com um grande amor pelo Senhor, que a levou a fazer o bem, ajudava os pobres com a acolhida, com aquele grande amor que se via nela. Ela dizia isto a suas filhas ... e nós tentamos seguir o exemplo dela!"

fonte:https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2018-07/santa-brigida-co-padroeira-da-europa.html

 

Revelações do purgatório . Santa Brígida

O Purgatório e seus diferentes Graus.

 

Purgatório - Wikiwand

REVELAÇÕES DO PURGATÓRIO

Santa Brígida estava rezando, quando numa visão espiritual, viu um palácio muito grande e cheio de gente, todos com roupas brancas resplandecentes e cada um em seu assento. Mas havia um trono judicial superior aos outros, que estava ocupado por um Ser como o SOL. DELE saia uma prodigiosa Luz e o resplendor era de dimensões notáveis na longitude, latitude e profundidade. Próximo ao trono estava uma VIRGEM com uma preciosa coroa na cabeça, e todos do palácio serviam Aquele que estava no trono brilhando como um SOL, dando-LHE mil louvores com hinos e cânticos.

Atrás DELE, vi um negro, como se fosse um etíope, feio e de aspecto abominável, cheio de imundice e inflamado de cólera, que começou a gritar dizendo: “Ó JUIZ justo, julga esta alma e ouve as suas obras, porque pouco lhe resta de estar no corpo, e me dá licença para que atormente a alma e o corpo no que for justo”. Depois, a Santa viu um soldado armado junto ao trono, com aspecto modesto, sábio nas palavras e educado em seus gestos, dizendo: “Ó JUIZ, vês aqui as boas obras que esta alma fez até hoje”. E logo se ouviu uma voz do trono dizendo: “São, pois, os vícios que existem nesta alma, mais que as virtudes. Não é justiça que tenha a soma dos vícios como parte da virtude, nem elas podem se juntar”. Em seguida disse o negro: “Para mim é de justiça que esta alma me seja entregue; que ela tenha vícios não importa, porque estou cheio de maldades, e assim, ela estará bem comigo”. Disse o soldado: “A misericórdia de DEUS acompanha todas as pessoas até a morte, e até que a alma tenha saído do corpo não se pode dar uma sentença; e esta alma, sobre a qual pleiteamos, ainda está no corpo e tem sua liberdade para escolher o seu caminho”.

Replicou o negro: “A Escritura que não pode mentir diz: Amarás a DEUS sobre todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo. E tudo que esta alma tem feito é por temor, não por amor a DEUS, e todos os pecados que ela confessou, foi com pouca contrição e arrependimento. Assim sendo, ela não merece o Céu, justo é que ela seja enviada ao inferno, pois seus pecados estão aqui absolutamente claros diante da Justiça Divina, e deles, ela nunca teve uma verdadeira contrição e arrependimento”. Disse o soldado: “Esta infeliz, esperou e acreditou que assistida pela graça teria essa verdadeira contrição”.

Respondeu o negro: “Tens trazido aqui todo bem feito por esta alma, todas as sua palavras e pensamentos que possam lhe servir para a salvação; mas tudo isto não é suficiente nem com muita boa vontade, comparando ao que vale um  verdadeiro ato de contrição e arrependimento, nascido da caridade Divina com fé e esperança; e por conseguinte, não pode servir para apagar todos os seus pecados. Isto porque, a Justiça é de DEUS, definida em sua eternidade, que ninguém se salvará sem arrependimento; e como é possível que DEUS vá contra este seu decreto eterno? Resulta que, com toda razão peço esta alma para ser atormentada com a pena eterna no inferno”.

 

O soldado não replicou, e logo apareceram inúmeros demônios, semelhantes as centelhas que saem de um fogo ardente, e uma voz clamava dizendo ao que estava no trono: “Bem sabemos que é um DEUS em três Pessoas Divinas, que não tem princípio e nem fim, nem existe outro DEUS senão TU, que é o verdadeiro Amor (Caridade), em Quem se junta a Misericórdia e a Justiça. TU está em TI Mesmo desde o princípio, não há em TI nenhuma modificação ou inconstância, TU és o Mesmo, tudo está em TI perfeitamente acabado e completo como convém a um DEUS; fora de TI não existe nada, e sem TI não existe satisfação e nem alegria”.

“TEU Amor fez os Anjos com o poder de TUA Divindade, e os fizestes segundo a VOSSA infinita Misericórdia. Mas depois que interiormente nos inflamamos com a soberba, inveja e avareza, TUA Caridade, que ama a Justiça, jogou-nos do Céu com o fogo de nossa malícia ao incompreensível e tenebroso abismo que se chama inferno. Assim fez então TUA Caridade, que também não se afastará agora de TEU justo julgamento, que se faz segundo a TUA Misericórdia, ou segundo a TUA Justiça. E ainda nos atrevemos a dizer, que se o que amas com preferência a todas as coisas, que é a VIRGEM MARIA, TUA MÃE e que TI gerou, e que nunca pecou, se tivesse pecado mortalmente e morrido sem contrição Divina, amas tanto a Justiça, que sua alma nunca teria subido ao Céu. Logo, ó JUIZ, porque não declaras ser nossa esta alma, para que a atormentemos segundo as suas obras”?

 

Ouviu-se depois o som de uma trombeta e todos ficaram em silêncio, e uma voz disse: “Calai e ouvi todos vocês, Anjos, almas e demônios, vai falar a MÃE DE DEUS”. Em seguida a VIRGEM MARIA apareceu diante do trono do JUIZ, trazendo muitas coisas escondidas embaixo do manto, e disse aos demônios: “Vocês, inimigos, perseguis a misericórdia, e sem nenhuma caridade pregais a justiça. Ainda que seja verdade que esta alma se acha em falta com as boas obras, e por falta delas não possa entrar no Céu, olhe o que trago debaixo de meu manto. E levantando um painel por ambos lados, via-se uma pequena igreja e nela alguns religiosos; e pelo outro lado viam-se homens e mulheres, amigos de DEUS, e todos rezavam a uma só voz, dizendo: SENHOR, tenha misericórdia dessa alma”.

Reinou um grande silêncio e NOSSA SENHORA prosseguiu: “A Sagrada Escritura diz que aquele que tem uma verdadeira fé pode mudar os montes de um lugar para outro. O que não pode fazer então os clamores e súplicas de todos aqueles que tem fé e servem a DEUS com fervoroso amor? O que não podem alcançar os amigos de DEUS, que rogam e pedem por esta alma, para que fosse afastada do inferno e conseguisse o Céu, e bem mais ainda quando por suas boas obras não procuraram outra vantagem que os bens celestes para aquele que necessitava? Porventura, não podem as lágrimas e as orações de todos os bem-aventurados ajudar a levantar esta alma, para que antes de sua morte tenha uma verdadeira contrição com o Amor de DEUS? Eu também unirei os meus rogos as orações de todos os Santos que estão no Céu, a quem esta pessoa honrava com particular veneração”.

“E a vós demônios, os mando da parte do JUIZ e de seu poder, que atendais em sua justiça ao que estão vendo agora”. E todos responderam numa só voz: “Vemos que no mundo as lágrimas e o arrependimento aplacam a ira de DEUS, assim os pedidos que são feitos O inclinam a Misericórdia com Amor”. Depois disto, ouviu-se uma voz que saiu Daquele que estava sentado no Trono resplandecente: “Pelos rogos de Meus amigos, esta pessoa terá contrição antes da morte e não irá para o inferno, irá para o Purgatório com os que ali padecem tormentos por causa de seus pecados: e assim que terminar de pagar todos os seus pecados, receberá seu prêmio no Céu, com aqueles que tiveram fé e esperança, mas com pouca caridade”. E assim que ouviram isto, os demônios fugiram.

LIVRO 4 – Capítulo 6

fonte:https://blog.comfebrasil.com.br/revelacoes-do-purgatorio-santa-brigida/

https://cleofas.com.br/wp-content/uploads/2011/01/santabr25c325adgidadesuecia.jpgCerta vez, em uma visão, Jesus lhe disse: "O que eu te falo não é somente para ti, (...) mas por meio de ti falarei ao mundo". Santa Brígida era a primeira na sucessão real; era ela a Princesa Real da Suécia. Todavia, invocando o Espírito Santo, conseguiu o que queria: esquivar-se da realeza para se dedicar unicamente ao Reino de Deus.


    As visões e revelações de Santa Brígida se referiam aos assuntos mais polêmicos de sua época; muitos historiadores reconhecem que, graças a essas visões, muitos acordos de paz foram firmados, e também acertos políticos entre Estados deram-se em função das revelações dadas a Brígida. Todas essas experiências foram escritas (em latim) pelo prior do Mosteiro de Santa Maria, Pe. Pedro de Skninge, que era confessor e confidente de Santa Brígida.

    Por revelação divina à Santa Brígida, fundou-se em Vadstena um Monastério e, depois, a Ordem do Santíssimo Salvador. Seu ministério apostólico compreendeu sua austeridade, sua devoção e peregrinação aos santuários, sua severidade consigo mesma e sua bondade para com o próximo, além de sua entrega total aos cuidados dos sofredores e doentes.

    Em 1349, Santa Brígída viajou para Roma a fim de conseguir autorização para fundar a nova ordem. Enquanto aguardava a volta do Papa de Avijnon, ela residiu perto da Igreja de São Lourenço, e, nas imediações, ela, uma princesa, em extrema humildade, esmolava em favor dos necessitados. Somente em 1368 conseguiu de Urbano V que, depois de várias modificações, aprovasse as regras de sua ordem.

    Em 1371, viajou à Terra Santa; regressou a Roma em 1373, já aos seus 71 anos de idade. Santa Brígida sentia, então, que suas forças se esvaneciam, vindo a falecer logo em seguida; foi sepultada na Igreja de São Lourenço, em Roma. Mais tarde, seu corpo foi transladado para a Suécia em atenção ao seu próprio pedido.

    Em 1391, Santa Brígida da Suécia foi canonizada por Bonifácio IX e elevada à categoria de Padroeira da Suécia e Co-Patrona da Europa.

    A Ordem por ela fundada perdura até hoje, denominada “Ordem do Santo Salvador”, chamada “Ordem Brigidina”.

O tempo presente e as profecias de Sta. Brígida


Consta dos escritos de Santa Brígida que Nosso Senhor, referindo-se aos últimos tempos, disse-lhe:

“...40 anos antes do ano 2000 (nos anos 1960, portanto), o demônio será deixado solto, por um tempo.”

“Um sinal dos eventos que marcarão o fim dos tempos será este: os sacerdotes deixarão de usar o hábito santo e se vestirão como pessoas comuns; as mulheres se vestirão como os homens e os homens como as mulheres.”

“…Esta é a hora de Satanás, que tem a infame intenção de destruir a minha Criação...”

    Encerramos com uma importante advertência: há muitas supostas profecias atribuídas a Santa Brígida que podem ser encontradas na internet. Porém, é preciso extremo cuidado e seriedade ao se analisar tais conteúdos, porque há muita falsidade e/ou material sem apresentação de fontes que não merece crédito.


As Revelações de Santa Brígida receberam um grau excepcionalmente alto de autenticidade,  autoridade e importância desde o início. O Papa Gregório XI (1370–78) aprovou, confirmou-os e julgou-os favoravelmente, assim como Bonifácio IX (1389-1404), na Bula Ab Origine Mundi (n. 39, de 7 de julho de 1391). Mais tarde, foram examinados no Concílio de Constança (1414-18) e no de Basileia (1431-49), ambos julgando-os em conformidade com a Fé católica; As revelações também foram fortemente defendidas por inúmeros teólogos conceituados, incluindo Jean Gerson (1363-1429), Chanceler da Universidade de Paris, e Cardeal Juan de Torquemada (1388-1468).
 
fonte:https://www.ofielcatolico.com.br/2019/05/santa-brigida-e-suas-profecias-para-os.html 
 
 

Estas quinze orações a seguir foram ditadas por Jesus a Santa Brígida e aprovadas pelo Papa Pio IX, em 31 de maio de 1862, que as reconheceu como autênticas e de grande proveito para as almas.

Veja as promessas de Jesus

Como já há muito tempo Santa Brígida desejasse saber o número de golpes que Jesus levara durante a Paixão, certo dia, Ele lhe apareceu dizendo: "Recebi em todo o Meu Corpo 5.480 golpes. Se desejais honras as chagas que eles Me produziram, mediante uma veneração particular, deveis recitar 15 Pai-Nossos e 15 Ave-Marias, acrescentando as seguintes orações, durante um ano inteiro; quando o ano terminar, tereis prestado homenagem a cada uma das Minhas Chagas.

Quem recitar estas oração durante um ano inteiro conseguirá livrar do Purgatório 15 almas de sua família, 15 justos também de sua linhagem serão conservados em graça e 15 pecadores de sua família serão convertidos.

A pessoa que as recitar será elevada ao mais eminente grau de perfeição e 15 dias antes da sua morte Eu lhe darei meu Precioso Corpo, para que ela seja livre da fome eterna. Eu lhe darei também de beber o Meu Precioso Sangue, afim de que não padeça sede eternamente e 15 dias antes da morte ela experimentará uma profunda contrição de todos os seus pecados e um perfeito conhecimento deles. Diante dela colocarei o sinal da Minha Cruz vitoriosa como socorro e defesa contra os embustes dos seus inimigos.

Antes da sua morte, Eu virei em companhia de Minha muito cara e bem amada Mãe, para receber a sua alma e conduzi-la às alegrias eternas. E tendo-a levado até lá, Eu lhe darei a beber um trago singular da fonte da Minha Divindade, o que não farei, absolutamente, a outros que não tenham recitado as Minhas Orações.

Aquele que disser estas Orações pode estar seguro de ser associado ao supremo coro dos Anjos e todo aquele que as ensinar a alguém, terá assegurado para sempre sua felicidade e seus méritos. Sim, eles serão estáveis e durarão perpetuamente.

No lugar onde se encontrarem e onde forem recitadas essas Orações, Deus estará também presente com as Suas Graças."

Todos esses privilégios foram prometidos a Santa Brígida por Nosso Senhor Crucificado com a condição de que as orações fossem recitadas diariamente. São, igualmente, prometidas a todos os que as recitarem, devotamente, durante um ano inteiro.

Pergunta-se: É necessário recitá-las sem interrupção? A resposta é: Faltar o menos possível. Todavia devemos recuperá-las, se, por força maior, não as pudermos rezar em um dia. Devemos recitá-las 365 vezes dentro de um ano, com devoção, esforçando-nos para penetrar no sentido profundo das palavras que vamos pronunciando.

Observações

  • 1. É bom rezar sempre a intenção antes de cada oração; 
  • 2. Não precisa ler este cabeçalho com as promessas de Jesus todos os dias; 
  • 3. É preciso rezar todas as orações a cada dia, durante um ano inteiro.
  • 4. Se a pessoa vier a falecer durante este período, o mérito lhe será conferido;
  • 5. Nunca tenha medo que algo lhe acontecerá de mal se você as rezar; 
  • 6. As intenções indicadas antes de cada uma das orações são de Nossa Senhora.

Quinze Orações de Santa Brígida

Comece, sempre, com o Sinal da Cruz!

+  Pelo sinal da Santa Cruz,

+ Livrai-nos Deus, Nosso Senhor,

+ Dos nossos inimigos.

+ Em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Faça uma oração inicial ao Espírito Santo e depois diga:

1ª Oração: Pelos Sacerdotes, freiras e religiosos militantes!

Reze agora um Pai-Nosso... E depois uma Ave-Maria... (E a seguir:)

Ó JESUS CRISTO, doçura eterna para aqueles que Vos amam, alegria que ultrapassa toda a alegria e todo o desejo, esperança de salvação dos pecadores, que declarastes não terdes maior contentamento do que estar entre os homens, até o ponto de assumir a nossa natureza, na plenitude dos tempos, por amor deles. Lembrai-Vos dos sofrimentos, desde o primeiro instante da Vossa Conceição e sobretudo durante a Vossa Santa Paixão, assim como havia sido decretado e estabelecido desde toda a eternidade na mente divina. Lembrai-Vos, Senhor, que, celebrando a Ceia com os Vossos discípulos, depois de lhes haverdes lavado os pés, deste-lhes o Vosso Sagrado Corpo e precioso Sangue e, consolando-os docemente lhes predissestes a Vossa Paixão iminente. Lembrai-Vos da tristeza e da amargura que experimentastes em Vossa Alma como o testemunhastes Vós mesmo por estas palavras: "a Minha Alma está triste até a morte". Lembrai-Vos, Senhor, dos temores, angústias e dores que suportastes em Vosso Corpo delicado, antes do suplício da Cruz, quando, depois de ter rezado por três vezes, derramado um suor de Sangue, fostes traído por Judas Vosso discípulo, preso pela nação que escolhestes, acusado por testemunhas falsas, injustamente julgado por três juízes, na flor da Vossa juventude e no tempo solene da Páscoa. Lembrai-Vos que fostes despojado de Vossas vestes e revestido com as vestes da irrisão, que Vos velaram os olhos e a face, que Vos deram bofetadas, que Vos coroaram de espinhos, que Vos puseram uma cana na mão e que, atado a uma coluna, fostes despedaçado por golpes e acabrunhado de afrontas e ultrajes.

Em memória destas penas e dores que suportastes antes da Vossa Paixão sobre a Cruz, concedei-me, antes da morte, uma verdadeira contrição, a oportunidade de me confessar com pureza de intenção e sinceridade absoluta, uma adequada satisfação e a remissão de todos os meus pecados.

Assim seja!

2ª Oração: Pelos trabalhadores em geral;

Pai-Nosso... Ave-Maria...

Ó JESUS CRISTO, verdadeira liberdade dos Anjos, paraíso de delícias, lembrai-Vos do peso acabrunhador de tristezas que suportastes, quando Vossos inimigos, quais leões furiosos, Vos cercaram e, por meio de mil injúrias, escarros, bofetadas, arranhões e outros inauditos suplícios Vos atormentaram à porfia. Em consideração destes insultos e destes tormentos, eu Vos suplico, ó meu Salvador, que Vos digneis libertar-me dos meus inimigos, visíveis e invisíveis e fazer-me chegar, com o Vosso auxílio a perfeição da salvação eterna. Assim seja!

3ª Oração: Pelos presos;

Pai-Nosso... Ave-Maria...

Ó JESUS, Criador do Céu e da terra, a quem coisa alguma pode conter ou limitar, Vós que tudo abarcais e tendes tudo sob o Vosso poder, lembrai-Vos da dor, repleta de amargura, que experimentastes quando os soldados, pregando na Cruz Vossas Sagradas mãos e Vossos pés tão delicados, transpassaram-nos com grandes e rombudos cravos e não Vos encontrando no estado em que teriam desejado, para dar largas à sua cólera, dilataram as Vossas Chagas, exacerbando assim as Vossas dores. Depois, por uma crueldade inaudita, Vos estenderam sobre a Cruz e Vos viraram de todos os lados, deslocando, assim, os Vossos membros.

Eu vos suplico, pela lembrança desta dor que suportastes na Cruz, com tanta santidade e mansidão, que Vos digneis conceder-me o Vosso Temor e o Vosso Amor. Assim seja!

4ª Oração: Pelos doentes;

Pai Nosso... Ave-Maria...

Ó JESUS, médico celeste, que fostes elevado na Cruz afim de curar as nossas chagas por meio das Vossas, lembrai-Vos do abatimento em que Vos encontrastes e das contusões que Vos infligiram em Vossos Sagrados membros, dos quais nenhum permaneceu em seu lugar, de tal modo que dor alguma poderia ser comparada a Vossa. Da planta dos pés até o alto da cabeça, nenhuma parte do Vosso Corpo esteve isenta de tormentos e, entretanto, esquecido dos Vossos sofrimentos, não Vos cansastes de suplicar a Vosso Pai, pelos inimigos que Vos cercavam, dizendo-Lhe: "Pai, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem".

Por esta grande misericórdia e em memória desta dor, fazei com que a lembrança da Vossa Paixão, tão impregnada de amargura, opere em mim uma perfeita contrição e a remissão de todos os meus pecados. Assim seja!

5ª Oração: Pelos funcionários dos hospitais;

Pai-Nosso... Ave-Maria...

Ó JESUS, espelho do esplendor eterno. Lembrai-Vos da tristeza que sentistes, quando, contemplando a luz da Vossa Divindade a predestinação daqueles que deveriam ser salvos pelos méritos da Vossa santa paixão, contemplastes, ao mesmo tempo, a multidão dos réprobos, que deveriam ser condenados por causa de seus pecados e lastimastes, amargamente, a sorte destes infelizes pecadores, perdidos e desesperados.

Por este abismo de compaixão e de piedade e, principalmente, pela bondade que manifestastes ao bom ladrão dizendo-lhe: "Hoje mesmo estarás Comigo no Paraíso", eu Vos suplico ó Doce Jesus, que na hora da minha morte useis de misericórdia para comigo. Assim seja! 

Arquivo CJFC
fonte:https://www.miliciadaimaculada.org.br/espiritualidade/formacao/as-15-oracoes-de-santa-brigida

 


segunda-feira, 1 de maio de 2023

JESUS, O BOM PASTOR


 1 Pedro 2, 20-25

20. Que mérito teria alguém se suportasse pacientemente os açoites por ter praticado o mal? Ao contrário, se é por ter feito o bem que sois maltratados, e se o suportardes pacientemente, isso é coisa agradável aos olhos de Deus.

21. Ora, é para isso que fostes­ chamados. Também Cristo pa­deceu por vós, deixando-vos exemplo para que sigais os seus passos.

22. Ele não cometeu pecado, nem se achou falsidade em sua boca .

23. Ele, ultrajado, não retribuía com idêntico ultraje; ele, maltratado, não proferia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça.

24. Carregou os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro para que, mortos aos nossos pecados, vivamos para a justiça. Por fim, por suas chagas fomos curados .

25. Porque éreis como ovelhas desgarradas, mas agora retornastes ao Pastor e guarda das vossas almas.

fonte: Bíblia católica 

 



Sou Bom Pastor
Irmã Míria T. Kolling

Sou bom pastor, ovelhas guardarei
Não tenho outro ofício, nem terei
Quantas vidas Eu tiver, Eu lhes darei

Maus pastores, num dia de sombra
Não cuidaram e o rebanho se perdeu
Vou sair pelo campo, reunir o que é Meu
Conduzir e salvar

Sou bom pastor, ovelhas guardarei
Não tenho outro ofício, nem terei
Quantas vidas Eu tiver, Eu lhes darei

Verdes prados e belas montanhas
Hão de ver o pastor, rebanho atrás
Junto a Mim, as ovelhas terão muita paz
Poderão descansar

Sou bom pastor, ovelhas guardarei
Não tenho outro ofício, nem terei
Quantas vidas Eu tiver, Eu lhes darei







1.
Salmo de Davi. O Senhor é meu pastor, nada me faltará.*

2. Em verdes prados ele me faz repousar. Conduz-me junto às águas refrescantes,

3. restaura as forças de minha alma. Pelos caminhos retos ele me leva, por amor do seu nome.

4. Ainda que eu atravesse o vale escuro, nada temerei, pois estais comigo. Vosso bordão e vosso báculo são o meu amparo.

5. Preparais para mim a mesa à vista de meus inimigos. Derramais o perfume sobre minha cabeça, e transborda minha taça.

6. A vossa bondade e misericórdia hão de seguir-me por todos os dias de minha vida. E habitarei na casa do Senhor por longos dias.

fonte:https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/salmos/22/

 



Evangelho: Jo 10,1-10

Naquele tempo, disse Jesus: 1“Em verdade, em verdade vos digo, quem não entra no redil das ovelhas pela porta, mas sobe por outro lugar, é ladrão e assaltante. 2Quem entra pela porta é o pastor das ovelhas. 3A esse o porteiro abre, e as ovelhas escutam a sua voz; ele chama as ovelhas pelo nome e as conduz para fora. 4E, depois de fazer sair todas as que são suas, caminha à sua frente, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. 5Mas não seguem um estranho, antes fogem dele, porque não conhecem a voz dos estranhos”. 6Jesus contou-lhes essa parábola, mas eles não entenderam o que ele queria dizer. 7Então Jesus continuou: “Em verdade, em verdade vos digo, eu sou a porta das ovelhas. 8Todos aqueles que vieram antes de mim são ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os escutaram. 9Eu sou a porta. Quem entrar por mim será salvo; entrará e sairá e encontrará pastagem. 10O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”.

fonte: Arautos do Evangelho



 MÚSICA

O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ; NÃO ME FALTA COISA ALGUMA. (BIS)

O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ;
NÃO ME FALTA COISA ALGUMA.
PELOS PRADOS E CAMPINAS VERDEJANTES
ELE ME LEVA A DESCANSAR
PARA AS ÁGUAS REPOUSANTES ME ENCAMINHA,
E RESTAURA AS MINHAS FORÇAS.

O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ; NÃO ME FALTA COISA ALGUMA.

ELE ME GUIA NO CAMINHO MAIS SEGURO,
PELA HONRA DO SEU NOME.
MESMO QUE EU PASSE PELO VALE TENEBROSO,
NENHUM MAL EU TEMEREI.
ESTAIS COMIGO COM BASTÃO E COM CAJADO,
ELES ME DÃO A SEGURANÇA!

O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ; NÃO ME FALTA COISA ALGUMA.

PREPARAIS À MINHA FRENTE UMA MESA,
BEM À VISTA DO INIMIGO;
COM ÓLEO VÓS UNGIS MINHA CABEÇA
E O MEU CÁLICE TRANSBORDA.

O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ; NÃO ME FALTA COISA ALGUMA.

FELICIDADE E TODO BEM HÃO DE SEGUIR-ME,
POR TODA A MINHA VIDA;
E, NA CASA DO SENHOR, HABITAREI
PELOS TEMPOS INFINITOS.

O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ; NÃO ME FALTA COISA ALGUMA. (BIS)