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sábado, 1 de abril de 2023

Jesus Te Adoro - Ir. Kelly Patrícia - Clip Oficial - e Orações de Adoração para se fazer Diante do Santíssimo Sacramento

 



Jesus Te adoro (versão web) Letra e música: Ir. Kelly Patrícia Direção, imagens e edição: Gabriel Lage CD: Adorar-Te Perpetuamente 

Jesus, Te adoro!

 Jesus, Te adoro! 

Jesus, Te adoro com todo o coração. 

E Tu me amas, e Tu me amas, e Tu me amas, e eu acolho o Teu amor 

E eu Te amo, e eu Te amo, e eu Te amo, e retribuo o Teu amor.


Jesus, eu Vos Amo

Jesus, eu Vos amo em meio a toda escuridão.

Jesus, eu Vos amo em meio a todas as dores.

Jesus, eu Vos amo em meio a toda tristeza.

Jesus, eu Vos amo em meio a toda angústia.

Jesus, eu Vos amo em meio a toda tentação.

Jesus, eu Vos amo por toda minha vida, e por toda a eternidade.

 

Louvores a Jesus Cristo, nosso Senhor

V. Ó Jesus, só Vós sois digno de todo o louvor, só Vós belo e glorioso, só Vós amável e cheio de doçura. Vós Sois o redentor do gênero humano, Vós o descanso e a alegria do meu coração, o desejo único da minha alma.
R. Vós Sois a sabedoria eterna, o Filho Unigênito do Eterno Pai, e esplendor da Sua glória.

V. Da Vossa união com o Pai procedeu desde a eternidade o Espírito Santo, e no-lo enviastes qual doce fonte abundante, em cujas águas nos refrigeramos agora e na eternidade.
R. Por isso Vos saudamos em união com o Pai e o espírito Santo, Deus como Vós, bendito por toda a eternidade. Amém.


Oração a Jesus Sacramentado, por Santo Afonso

Senhor meu Jesus Cristo, que, pelo amor que tendes aos homens, estais de noite e de dia neste Sacramento, todo cheio de piedade e de amor, esperando, chamando e recebendo todos os que vêm visitar-vos; eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do altar. Eu vos adoro do abismo do meu nada e vos dou graças por todos os benefícios que me tendes feito; especialmente por vós mesmo dardes a mim  neste sacramento, por me terdes concedido como advogada vossa Mãe santíssima, e por me terdes chamado a visitar-vos nesta igreja.

Eu vós saúdo, pois hoje, o vosso amantíssimo Coração e a minha intenção é fazê-lo por três motivos: primeiro, em ação de garças por esta grande dádiva; segundo, para compensar-vos de todas as injúrias que tendes recebido, neste Sacramento, de todos os vossos inimigos; terceiro, com intenção de adora-vos, nesta visita, em todos os lugares da terra onde vossa presença sacramental estais menos reverenciado e em maior abandono.

Meu Jesus, eu vos amo de todo o meu coração; pesa-me de ter, no passado, tantas vezes ofendido a vossa divina bondade. Proponho, com o auxílio de vossa graça, nunca mais ofender-vos para o futuro. E, no presente, miserável qual sou, eu me consagro todo a vós e renuncio a toda a própria vontade, a todos os afetos e desejos, e a tudo o que é meu, para vo-lo oferecer . De hoje em diante fazei vós de mim e de tudo o que me pertence aquilo o que for de vosso agrado.

Só procuro e só peço o vosso santo amor, a perseverança final e o perfeito cumprimento de vossa vontade.

Recomendo-vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do santíssimo sacramento e da Bem-aventurada Virgem Maria.

Recomendo-vos também todos os pobres pecadores.

Finalmente, desejo unir, meu querido Salvador, todos os meus afetos com os de vosso amorosíssimo Coração; e, assim unidos, os ofereço a vosso Eterno Pai e lhe peço em vosso nome que por vosso amor os queira aceitar e atende.




Visita a Jesus Sacramentado

V. Prostrado na Vossa Presença, humildemente Vos adoro, Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus Pai. Creio que estais presente no Santíssimo Sacramento com Corpo e Alma, Divindade e Humanidade, tão real e verdadeiramente como estais no céu. Adoro-Vos com respeito e devoção de que é capaz minha alma. Agradeço-Vos os benefícios que tenho até hoje recebido das Vossas mãos, e em particular as graças que me vieram do Santíssimo Sacramento. Do fundo da alma arrependo-me de Vos ter ofendido tantas vezes. De Vossa bondade e misericórdia espero que não rejeitareis um coração contrito e humilhado. Animado por esta confiança, eis-me aqui diante do Vosso sacrário, onde Vos dignais de permanecer dia e noite. Ofereço-Vos esta minha visita para honra e glória Vossa, em reparação dos meus pecados e para alcançar a graça da perseverança.
R. Uno esta minha intenção com os louvores dos Anjos e Santos, com os louvores e sacrifícios, que oferecestes ao Vosso Pai enquanto estivestes aqui na terra, e que oferecestes no Santíssimo Sacramento do Altar.

Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

V. Bendito sejais, Jesus Cristo, meu Deus e Salvador! Verbo eterno do Pai, Filho da bem-aventurada Virgem Maria, Cordeiro de Deus, Salvação do mundo, Alegria dos corações, Vida das almas, Fonte de todas graças, meu Sumo Bem, bendito sejais!
R. Bendito sejais, Hóstia Imaculada que foste imolada por nós no lenho da cruz. Bendito sejais! Pois Vós sois o Pão dos Anjos, o Alimento para os homens, a Fortaleza dos fracos, o Consolo dos aflitos, a Esperança dos pecadores, o Viático dos moribundos, o Penhor da eterna bem-aventurança.

V. Adoro-Vos, ó Jesus, Verdade eterna! Creio firmemente, que estais presente no Santíssimo Sacramento, real e verdadeiramente, com Corpo e Alma, com tudo que Sois e possuís, eu Vos amo de todo o coração. Amo-Vos por amor de Vós, que Sois infinitamente perfeito.

Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

V. Ó misericordiosíssimo Jesus! De todo o coração arrependo-me de Vos ter ofendido a Vós, que Sois meu Deus e Senhor, e por Vossa bondade e majestade digno de todo o amor e louvor. Proponho firmemente não mais pecar e Vos servir com toda a fidelidade.
R. Ó adorável Jesus! Bendito e louvado sejais de todos os homens na terra, e de todos os Anjos e Santos no céu, porque Sois digno de todo o louvor. Bendito e adorado sejais no Santíssimo Sacramento, porque Sois o princípio e o fim de todas as coisas.

V. Liberalíssimo Jesus! No Santíssimo Sacramento Vos entregais a pobres homens em divindade e humanidade. Em retribuição a tamanha generosidade entrego-me a Vós de corpo e alma, com tudo que sou e que possuo. Só para Vós, ó Jesus, quero viver; por Vosso amor trabalhar e sofrer, e em Vosso Nome morrer e me salvar.
R. Ó amabilíssimo Jesus! À Vossa divina vontade entrego-me sem reserva porque sei que me amais com um amor infinito. Disponde de mim e de tudo que é meu do modo que Vos aprouver, e que mais contribuir para a Vossa glória e nossa salvação.

Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

V. Ó clementíssimo Jesus! Vossa verdade governe-me, Vossa misericórdia console-me, Vossa caridade vivifique-me, Vossa graça conserve-me, Vossa onipotência defenda-me, Vossa presença no Santíssimo Sacramento santifique-me.
R. Ó Santíssimo Jesus! Fazei que Vossa santa Encarnação seja minha alegria, Vossa doutrina meu caminho, Vossa conduta meu exemplo, Vossa humildade meu modelo, Vossa paciência minha fortaleza, Vossa justiça minha salvação, Vosso amor no Santíssimo Sacramento meu consolo e auxílio.

V. Ó misericordioso Jesus! Fazei-me achar em Vossa Santa Cruz o meu doce repouso; em Vossas Chagas minha morada; em Vossos braços meu abrigo, Vossa sagrada Paixão opere o perdão dos meus pecados; Vossa Morte faça-me despertar para uma vida santa; Vossa gloriosa Ressurreição e Ascensão encham minha alma de esperança e consolação; Vossa vinda no dia de juízo abra-me as portas do céu,
R. Onde Vós, ó Jesus, sereis minha glória e recompensa. Assim seja.

Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

 

Tantum Ergo (Tão Sublime Sacramento)

Tão sublime Sacramento
Adoremos neste Altar,
Pois o Antigo Testamento
Deu ao Novo seu lugar.
Venha a fé por suplemento,
Os sentidos completar.

Ao Eterno Pai cantemos,
E a Jesus, o Salvador;
Ao Espírito exaltemos,
Na Trindade, eterno Amor:
Ao Deus Uno e Trino demos
A alegria do louvor. Amém.

S: Do céu lhes destes o Pão.
T: Que contém todo sabor.

Oremos

Deus, que neste admirável Sacramento, nos deixastes o memorial da Vossa Paixão, concedei-nos tal veneração pelos sagrados mistérios do Vosso Corpo e Vosso Sangue, que experimentamos sempre em nós a Sua eficácia redentora. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos. Amém.

Bendito seja Deus.
Bendito seja o Seu Santo Nome.
Bendito seja Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem.
Bendito seja o Nome de Jesus.
Bendito seja o Seu Sacratíssimo Coração.
Bendito seja o Seu Preciosíssimo Sangue.
Bendito seja Jesus no Santíssimo Sacramento do Altar.
Bendito seja o Espírito Santo Paráclito.
Bendita seja a grande Mãe de Deus, Maria Santíssima.
Bendita seja a sua santa e Imaculada Conceição.
Bendita seja a sua gloriosa Assunção.
Bendito seja o Nome de Maria, Virgem e Mãe.
Bendito seja São José, seu castíssimo esposo.
Bendito seja Deus nos Seus Anjos e nos Seus Santos.

Deus e Senhor nosso, protegei a Vossa Igreja, dai-lhe santos pastores e dignos ministros. Derramai as Vossas bênçãos sobre o nosso Santo Padre, o Papa; sobre o nosso (Arce)Bispo, sobre o nosso Pároco, sobre todo o clero, sobre o chefe da Nação e do Estado, e sobre todas as pessoas constituídas em dignidade, para que governem com justiça. Dai ao povo brasileiro paz constante e prosperidade completa. Favorecei, com os efeitos contínuos de Vossa bondade, o Brasil, este (arce)bispado, a paróquia em que habitamos, a cada um de nós em particular e a todas as pessoas por quem somos obrigados a orar, ou que se recomendaram às nossas orações. Tende misericórdia das almas dos fiéis que padecem no purgatório; dai-lhes, Senhor, o descanso e a luz eterna.

Jaculatórias ao Santíssimo Sacramento

Carne viva de Cristo, fortifica-me!

Sangue generoso do Salvador, inebria-me!

Olhar silencioso de Cristo, preenche-me!

Palavra sacratíssima do meu Mestre, instrua-me!

Braços abertos de Cristo, protege-me!

Costas abertas do Crucificado, recebe-me!

Coração transpassado de Cristo, aprisiona-me!

Mão afetuosa de Jesus, abençoa-me!

Dedo onipotente de Cristo, cura-me!

Doce ombro do Bom Pastor, reconduze-me!

Vulto amoroso de Cristo, atraí-me!

Sorriso escondido de meu Amigo, pacifica-me!

Hálito vigoroso de Cristo, dá-me a vida!

Força triunfante do Senhor, conduza-me!

Fogo ardente de Cristo, inflama-me!

Bondade do Filho de Maria, seduze-me!

Luz puríssima de Cristo, ilumina-me!

Vida que jorra do Redentor, transforma-me!

Alma sublime de Cristo, eleva-me!

Divindade do Verbo feito Carne, consagra-me!

Espírito Santo, Dom de Cristo, santifica-me!

6. Sabeis que eu Vos Amo

Senhor, Vós sabeis que eu Vos amo, porque me conheces até o fundo do meu ser.

Vós sabeis que eu Vos amo, mesmo que não o consiga exprimir na oração.

Senhor, Vós sabeis que eu Vos amo, mesmo que eu não consiga mostrar-Vos o meu amor como queria.

Senhor, Vós sabeis que eu Vos amo, mesmo que eu me pergunte se meu amor é sincero e verdadeiro.

Senhor, Vós sabeis que eu Vos amo, mesmo que eu não sinta nada deste amor que gostaria de doar-Vos.

Senhor, Vós sabeis que eu Vos amo, e que para mim viver significa amar-Vos.

Senhor, Vós sabeis muito bem como anseio entregar-me interiormente, e que estou sofrendo por não conseguir amar-Vos com mais magnanimidade.

Senhor, Vós sabeis que eu Vos amo, e que esta certeza ilumina as minhas dúvidas e angústias e que isso me encoraja para amar-Vos ainda mais, porque sabeis da verdade do meu pobre amor e mesmo assim o estimais. Amém.

fonte:https://rumoasantidade.com.br/oracoes-fazer-diante-santissimo-sacramento/#jesus_amo

 

Oração de Santo Afonso Maria de Liguori para a Comunhão espiritual

“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós”

fonte:https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-04/a-oraco-de-santo-afonso-maria-de-liguori-para-a-comunhao.html

 

 

 

quarta-feira, 15 de março de 2023

AS 24 HORAS DA PAIXÃO

 Livro As 24 Horas da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo

foto:https://pt.churchpop.com/quero-te-ensinar-a-estar-comigo-a-mensagem-de-jesus-a-serva-de-deus-luisa-piccarreta/

A Serva de Deus, Luísa Piccarreta nasceu na cidade de Corato, na Província de Bari, Itália, na manhã de 23 de Abril de 1865, Domingo “In Albis” (actual Domingo da Festa da Divina Misericórdia) e no mesmo dia foi batizada; viveu sempre lá e morreu em conceito de santidade no dia 4 de Março de 1947. Os seus pais eram Rosa Tarantino e o senhor Vito Nicola Piccarreta, trabalhador de uma quinta da família Mastorelli. A pequena Luísa, a quarta de cinco filhas, era de temperamento tímido e medroso; no entanto, também era vivaz e alegre.

No Domingo “In Albis” de 1874, com nove anos, fez a Primeira Comunhão e no mesmo dia recebeu o Sacramento da Confirmação. Desde pequena que manifestava uma forte inclinação a dedicar bastante tempo à meditação e oração, tendo como elementos fundamentais da sua vida interior um amor ardente por Jesus sofredor na Sua Paixão e prisioneiro por amor na Eucaristia e uma devoção madura e sólida à Santíssima Virgem Maria. Os seus pais não prestavam atenção a estas suas afeições, até ao momento em que se começou a manifestar na sua filha uma misteriosa enfermidade que a obrigava a ficar de cama. Os médicos, não conseguindo encontrar a causa e de dar um diagnóstico, sugeriram a visita de um sacerdote. Ficaram admirados quando com o sinal da Cruz, Luísa recuperou do seu “estado habitual”, como ela própria o chamou anos depois, ao longo dos seus escritos.

Por volta dos dezoito anos, quando se encontrava em casa a trabalhar e meditava na Paixão de Jesus, sentiu um aperto no coração e dificuldade em respirar. Assustada, foi até à varanda e dali viu que a rua estava cheia de pessoas que empurravam Jesus que levava a cruz. Sofredor e ensanguentado, Jesus, então, levantou os olhos para ela dizendo estas palavras: “Alma, ajuda-me!”

Luísa entrou na sua habitação com o coração desfeito pela dor e chorando Lhe disse: “Quanto sofres, ó meu bom Jesus! Se eu pudesse ao menos ajudar-Te e libertar-Te desses lobos raivosos, oh como quereria sofrer as tuas penas, as tuas dores e fadigas em teu lugar, para, deste modo, Te aliviar mais…! Ah, meu Bem!, faz com que também eu sofra, não é justo que Tu sofras tanto por meu amor e que eu pecadora não sofra por Ti”. E desde aquele momento, repetindo sempre o seu FIAT (faça-se), tornaram-se mais frequentes os períodos em que ficava de cama até chegar à imobilidade por 62 anos.

Nesta “pequena prisão”, Jesus deu-lhe a conhecer o grande desejo do Seu Coração: que o homem viva na Sua Vontade, para regressar à ordem, ao lugar e à finalidade para a qual foi criado, isto é, aquilo que Ele mesmo nos ensinou a pedir no Pai Nosso: “Faça-se a tua Vontade assim na terra como no Céu”, deste modo depositou nela as suas maravilhosas verdades, para que por sua vez, como “Arauto do Reino”, depositária e secretária dos tesouros da Divina Vontade, desse a conhecer o Decreto Eterno da vinda do Seu Reino na Igreja e no Mundo inteiro.

A este respeito escreve S. Aníbal Maria Di Francia:

“Nosso Senhor, que de século em século aumenta sempre mais as maravilhas do seu Amor, parece que desta virgem, que Ele disse que é a mais pequena que encontrou na terra, sem nenhuma instrução, quis fazer dela um instrumento apto para uma missão tão sublime, que nenhuma outra se pode comparar a ela, ou seja, O TRIUNFO DA DIVINA VONTADE no universo, conforme aquilo que dizemos no Pai Nosso: FIAT VOLUNTAS TUA, SICUT IN COELO IN TERRA”.

Luísa, como filha da Igreja, foi-lhe sempre submissa e obediente. Desde o período de 1884 até à sua morte em 1947, esteve submetida ao cuidado e obediência de vários confessores enviados pelo Bispo da sua Arquidiocese. O seu segundo confessor, D. Gennaro di Gennaro em 28 de Fevereiro de 1899 deu-lhe a obediência de escrever tudo quanto acontecia entre Jesus e ela e as graças que continuamente recebia. Foi então que Luísa se dedicou a vencer a repugnância de tornar público aquilo que vivia no seu interior. E assim, com grande esforço, escreveu mais de 2.000 capítulos, recolhidos em trinta e seis volumes, sem contar centenas de cartas, “As Horas da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo”, e “A Virgem Maria no Reino da Divina Vontade”.

Um dos seus confessores e promotor mais importante da Divina Vontade (a doutrina que Jesus ensinou a Luísa) foi S. Aníbal Maria Di Francia que foi o Revisor Eclesiástico dos volumes (deu o seu Nulla Obstat a 19 dos 36 volumes), e primeiro apóstolo do Reino do Fiat Divino (como Jesus mesmo o chama no volume 20 do seu diário, 6 de Novembro de 1926).

Luísa morreu antes de completar os oitenta e dois anos de idade, no dia 4 de Março de 1947, depois de uma curta, mas fatal pneumonia - a única enfermidade diagnosticada na sua vida -, entrou na Vida Eterna para continuar mergulhada na Divina Vontade no Céu, como o esteve em terra. Em 1993, os seus despojos mortais foram trasladados para o Santuário de Santa Maria Greca, graças ao seu último confessor D. Benedetto Calvi. No dia 20 de Novembro de 1994 – na Festa de Cristo Rei -, a Santa Sé deu o seu “Nulla Obstat” à Arquidiocese de Trani – Barletta-Bisceglie, guiada por Sua Excelência Mons. Carmelo Cassati, para a abertura oficial da Causa de Canonização. No dia 29 de Novembro de 2005 Sua Excelência Mon. Giovan Battista Pichierri - Arcebispo atual da Arquidiocese -, encerrou a fase diocesana, recolhendo imensos documentos e testemunhos sobre a fama de santidade da Serva de Deus, iniciando assim a fase romana da Causa, através da qual o Santo Padre a elevará às honras dos altares. Fonte:http://www.passioiesus.org/pt/luisa/biografia_luisa.htm

A Serva de Deus teve várias visões e revelações
sobre os sofrimentos de Jesus e de Maria
A vida de Luísa fora muito modesta; ela possuía pouco ou nada. Vivia em uma casa alugada, assistida amorosamente pela sua irmã Angelina e por algumas mulheres piedosas. Aquele pouco que ela possuía não lhe bastava sequer para pagar o aluguel da casa. Para sustentar-se, dedicava-se assiduamente aos bordados de almofadas, tirando daí aquilo que lhe bastava para manter a própria irmã, uma vez que ela não tinha necessidade de roupas nem de calçados. O seu alimento consistia de poucos gramas de vianda, que lhe eram oferecidos pela sua assistente Rosária Bucci. Luísa nada pedia, nada desejava e vomitava imediatamente o alimento que ingeria. O seu aspecto não era o de um moribundo, mas nem sequer o de uma pessoa perfeitamente sadia. Contudo, nunca estava inerte: as suas forças eram consumadas no sofrimento quotidiano ou no trabalho e, para quem a conhecia profundamente, a sua vida era considerada um milagre contínuo.

Era admirável o seu desapego de qualquer lucro que não proviesse do seu trabalho diário, Com firmeza, ela rejeitava o dinheiro e os vários presentes que lhe eram enviados com qualquer pretexto. Além disso, nunca aceitou dinheiro pela publicação dos seus livros. Santo Aníbal, que certo dia lhe queria entregar o dinheiro derivado dos direitos de autor, ela respondeu assim: «Não tenho qualquer direito, porque o que ali está escrito não é meu» (cf. «Prefácio» ao livro L’orologio della Passione, Messina 1926). Rejeitava indignada e restituía o dinheiro que às vezes as pessoas piedosas lhe enviavam.

A habitação de Luísa parecia um mosteiro, pois nenhum curioso tinha acesso à mesma. Ela estava sempre circundada por poucas mulheres, que viviam da sua própria espiritualidade, e por algumas jovens que frequentavam a sua casa para aprender a bordar almofadas. Era precisamente desse cenáculo que saíam numerosas vocações religiosas. Porém, a sua obra não se limitava às jovens, uma vez que muitos jovens também foram convidados por ela a entrar nos vários institutos religiosos e no sacerdócio.

O seu dia iniciava por volta das cinco horas da manhã, quando à sua casa chegava o sacerdote para abençoá-la e celebrar a Santa Missa, oficiada pelo seu confessor ou por algum seu delegado: privilégio que ela obteve de Leão XIII, confirmado por São Pio X em 1907. Depois da Santa Missa, Luísa permanecia em oração de ação de graças por cerca de duas horas. Por volta das oito horas iniciava o seu trabalho, que durava até ao meio-dia; após o almoço frugal, permanecia sozinha no seu quarto, em recolhimento. À tarde – depois de algumas horas de trabalho – recitava o Santo Rosário. À noite, por volta das vinte horas, Luísa começava a escrever o seu diário e adormecia por volta da meia-noite. De manhã, encontrava-se imobilizada, rígida, contraída na cama, com a cabeça dobrada à direita, e era necessária a intervenção da autoridade sacerdotal a fim de acordá-la para as suas ocupações diárias e colocá-la sentada na cama.

Luísa faleceu com a idade de 81 anos, 10 meses e nove dias, a 4 de março de 1947, depois de 15 dias uma forte pneumonia, a única enfermidade da sua vida. Ela morreu no fim da noite, na mesma hora em que todos os dias a bênção do sacerdote a libertava do seu estado de rigidez. Nessa época o arcebispo era D. Francesco Petronelli (25 de maio de 1939 – 16 de junho de 1947). Luísa permaneceu sentada na cama. Não foi possível estendê-la e – o que constitui um fenômeno extraordinário – o seu corpo não passou pela rigidez cadavérica e permaneceu na posição em que sempre estivera.






Sem apresentar sinais de corrupção, durante quatro dias, 

seu corpo foi velado e visitado por centenas de pessoas.








Assim que se difundiu a notícia a morte de Luísa, como um regato em cheia, toda a população acorreu à sua casa e foi necessária a intervenção da polícia para conter a multidão que, dia e noite, ia ver Luísa, mulher muito querida ao coração da população. Uma voz ressoava: «Morreu Luísa a Santa!». Para conter toda a multidão que ia vê-la, com o consentimento da autoridade civil e do oficial sanitário, o seu corpo permaneceu exposto por quatro dias, sem dar qualquer sinal de corrupção. Sentada na sua cama, vestida de branco, Luísa não parecia morta; parecia que dormia, uma vez que, como já se disse, o seu corpo não passou pela rigidez cadavérica. Com efeito, sem qualquer esforço era possível movimentar a sua cabeça em todas as direções, erguer os seus braços, dobrar as mãos e todos os dedos; podia-se também levantar as suas pálpebras e observar os seus olhos brilhantes não velados. Todos a consideravam ainda viva, imersa em um sono profundo. Uma equipe de médicos convocados de forma especial declarou, depois de atentos exames do cadáver, que Luísa estava realmente morta e que portanto se devia pensar em uma morte verdadeira e não a uma morte aparente, como todos imaginavam.

Luísa tinha afirmado que nasceu «ao contrário»; por isso, era justo que a sua morte fosse «ao contrário» em relação às outras criaturas. Ela permaneceu sentada, como tinha sempre vivido, e sentada teve que ir para o cemitério, em um ataúde especialmente construído, com as partes laterais e a frente feitas de vidro, de maneira que todos a pudessem ver, como uma rainha no seu trono, vestida de branco, com o Fiat no seu peito. Mais de 40 sacerdotes, o Cabido e o Clero local participaram no cortejo fúnebre; revezando-se as irmãs carregavam-na nos ombros, e uma imensa multidão de cidadãos a circundava: as ruas estavam apinhadas de maneira inverossímil; também as varandas e os tetos das casas estavam repletos de gente, e o cortejo prosseguia com grande dificuldade. As exéquias da pequena filha da Vontade Divina foram celebradas na Igreja Matriz por todo o Cabido. Cada um procurou levar para casa uma recordação, flores, depois de ter tocado o ataúde que, poucos anos mais tarde, foi trasladado para a paróquia de Santa Maria Greca.


Funerais de Luísa Piccarreta: ataúde especialmente feito para ela. 




Em 1994, no dia da solenidade de Cristo Rei na Igreja Matriz, Sua Excelência D. Carmelo Cassati, na presença de um público numerosíssimo e de representantes estrangeiros, abriu oficialmente o processo de beatificação da Serva de Deus Luísa Piccarreta.



Datas significativas (cronologia)

1865 Luísa Piccarreta nasceu no dia 23 de abril, domingo in Albis, em Corato, Bari (Itália), e os seus pais Vito Nicola e Tarantino Filomena, tiveram cinco filhos: Maria, Rachele, Filomena, Luísa e Angela.

Depois de poucas horas do nascimento de Luísa, o seu pai envolveu-a em uma coberta e levou-a à Igreja Matriz para ser batizada. A sua mãe não sofres as dores do parto; o seu nascimento foi indolor.

1872 Recebeu Jesus eucarístico no domingo in Albis e, no mesmo dia, foi-lhe administrado o sacramento da Crisma, pela mãos de D. Giuseppe Bianchi Dottula, então arcebispo de Trani.

1883 Com a idade de 18 anos, da varanda da sua casa vê Jesus curvado sob o peso da cruz, que lhe diz: «Alma, ajuda-me!». A partir desse momento, alma solitária, viveu em contínua união com os sofrimentos inefáveis do seu Esposo divino.

1888 Torna-se Filha de Maria e Terciária dominicana com o nome de Irmã Madalena.

1885-1947 Alma eleita, seráfica esposa de Cristo, humilde e piedosa, dotada por Deus de dons extraordinários, vítima inocente, para-raios da Justiça divina, nos 62 anos ininterruptos de cama, foi Arauto do Reino da Vontade Divina.

4.III.1947 Repleta de méritos, na luz eterna da Vontade Divina terminou – como viveu – os seus dias para triunfar com os anjos e os santos nos esplendores eternos da Vontade Divina.

7.III.1947 Por quatro dias, os seus restos mortais foram expostos à veneração de uma imensa multidão de fiéis, que iam à sua casa para ver pela última vez Luísa a Santa, muito querida ao seu coração. O funeral foi um verdadeiro triunfo; Luísa passou como uma rainha, carregada sobre os ombros, no meio de alas de gente. Todo o clero, secular e religioso, acompanhou o ataúde de Luísa. A liturgia fúnebre realizou-se na Igreja Matriz, com a participação do inteiro Cabido. Na parte da tarde, Luísa foi enterrada na capela gentílica da família Calvi.

3.VII.1963 Os seus restos mortais foram sepultados definitivamente em Santa Maria Greca.

20.XI.1994 Festividade de Cristo Rei. Na Igreja Matriz de Corato, na presença de um numerosíssimo público local e forasteiro, D. Cassati abriu de forma oficial o processo de beatificação da Serva de Deus Luísa Piccarreta.


A primeira imagenzinha da Serva de Deus Luísa Piccarreta, publicada em 1948, com o imprimatur de D. Reginaldo Addazzi, O.P.



Oração pedindo a glorificação da Serva de Deus: 

« Ó Santíssima Trindade,
Pai, Filho, Espírito Santo,
louvamos-Te, e damos-Te graças pelo dom da santidade
da tua Serva fiel Luísa Piccarreta.
Pai, ela viveu na Tua Divina Vontade,
movendo-se sob a ação do Espírito Santo,
conforme ao Teu Filho obediente até à morte de cruz,
Vítima e Hóstia a Ti agradável,
cooperando na obra da Redenção do género humano.
As suas virtudes de obediência, de humildade,
de amor total a Cristo e à Igreja
levam-nos a pedir-Te o dom da sua glorificação na Terra,
para que resplandeça diante de todos a Tua glória,
e que o Teu Reino de verdade, de justiça e de amor
se difunda, até aos confins da terra,
através do carisma particular
do Fiat Voluntas Tua sicut in Caelo et in terra.
Recorremos aos seus méritos para obter de Ti,
Santíssima Trindade,
a graça particular que Te pedimos
com a intenção de cumprir a Tua Divina Vontade. Amém

Três Glórias...
Pai Nosso...
Rainha dos Santos, rogai por nós.


+ Giovanni Battista Pichierri
Arcebispo de Trani-Bisceglie-Barlettta
Trani, 29 de Outubro de 2005

 fonte:http://www.santosebeatoscatolicos.com/2015/04/serva-de-deus-luisa-piccarreta-virgem-e.html

 O  prefácio  escrito pelo confessor da serva de Deus Luísa Piccarreta

Santo Aníbal Maria di Francia foto:https://arquisp.org.br/liturgia/santo-do-dia/santo-anibal-maria-di-francia

Aníbal Maria Di Francia (1851-1927)

Aníbal Maria Di Francia nasceu em Messina (Itália) aos 5 de julho de 1851. Foram seus pais, a nobre senhora Anna Toscano e o cavalheiro Francisco, marquês de S. Catarina de Jonio, vice-cônsul pontifício e capitão honorário da marinha.

Aníbal, terceiro de quatro filhos, ficou órfão aos 15 meses pela morte prematura do pai. A amarga experiência infundiu no animo precoce do menino, uma particular ternura e um especial amor para com os órfãos e crianças abandonadas que caracterizaram não só a sua vida, mas todo o seu sistema educativo.

Desenvolveu grande amor a Jesus Sacramentado, tanto que recebeu autorização - excepcional naquele tempo - de comungar diariamente. Muito jovem ainda, diante de Jesus Sacramentado solenemente exposto, recebeu a graça especial que podemos definir como a inteligência do Rogate (Rogai): «A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai [Rogate], pois, ao dono da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita» (Mt 9, 38; Lc 10, 2). Estas palavras do Evangelho constituíram a intuição fundamental, o carisma ao qual dedicou toda a sua vida.

Dotado de grande genialidade e notáveis capacidades literárias, apenas ouviu a chamada do Senhor, respondeu pronta e generosamente, adaptando os talentos ao seu ministério. Completados os estudos, aos 16 de março de 1878, foi ordenado sacerdote. Alguns meses antes se encontrou providencialmente com um mendigo quase cego que lhe proporcionou a oportunidade de entrar em contato com a triste realidade social e moral da periferia mais pobre de Messina, as assim chamadas Casas Avignone que lhe abriu o caminho daquele imenso amor para com os pobres e órfãos que se tornou uma característica fundamental de sua vida. Com o consentimento de seu Bispo foi morar naquele gueto e empenhou todas as suas energias na redenção daqueles infelizes, que aos seus olhos se apresentavam com a imagem evangélica das ovelhas sem pastor. Foi uma experiência marcada por contradições, incompreensões e dificuldades de todo tipo, que superou com grande fé, vendo nos humildes e marginalizados o próprio Jesus Cristo realizando aquilo que definia «espírito de dupla caridade: evangelização e serviço dos pobres».

No ano de 1882 tiveram início seus orfanatos que em seguida colocou sob a proteção de Santo Antonio de Pádua, daí recebendo o nome de antonianos. Sua preocupação não consistia somente em dar aos órfãos pão e trabalho, mas, sobretudo em proporcionar-lhes educação integral especialmente no aspecto moral e religioso, oferecendo aos assistidos um verdadeiro clima de família que favorecesse o processo formativo de descobrir e realizar o plano de Deus.

Pelo seu espírito missionário desejava abraçar todos os órfãos e pobres do mundo. Mas o que fazer? A palavra Rogate abria-lhe esta possibilidade. Por isso escreveu: «O que é este punhado de órfãos que são evangelizados diante de milhões que se perdem e são abandonados como rebanho sem pastor? Eu procurava uma saída ampla, imensa e a encontrei nas adoráveis palavras de N. S. Jesus Cristo: Rogate ergo... e então me pareceu ter encontrado o segredo de todas as boas obras e da salvação de todos os homens».

Aníbal tinha intuído que o Rogate não era uma simples recomendação do Senhor, mas um comando explicito e um «remédio infalível». Razão pela qual seu carisma deve ser considerado principio animador de uma providencial fundação na Igreja. Outro aspecto a se destacar é que ele antecede o tempo ao considerar como vocações também os leigos engajados, pais, professores e até os bons governantes.

Para realizar na Igreja e no mundo seus ideais apostólicos, fundou duas novas famílias religiosas: em 1887 a Congregação das Filhas do Divino Zelo e, dez anos mais tarde, a dos Rogacionistas. Quis que os membros dos dois Institutos, aprovados canonicamente aos 6 de agosto de 1926, se empenhassem a viver o Rogate com um quarto voto. Assim o Di Francia escreveu numa suplica de 1909 a S. Pio X: «Dediquei-me desde a minha juventude à santa palavra do Evangelho: Rogate ergo. Nos meus mínimos Institutos de beneficência se eleva oração incessante e cotidiana dos órfãos, dos pobres, dos sacerdotes e virgens consagradas, com as quais se suplicam aos Corações Santíssimos de Jesus e Maria, ao Patriarca S. Jose e aos Santos Apóstolos para que queiram prover abundantemente a S. Igreja de sacerdotes eleitos e santos, de evangélicos operários da mística messe das almas».

Para difundir a oração pelas orações promoveu numerosas iniciativas, correspondia-se e teve encontros pessoais com os Sumos Pontífices de seu tempo, instituiu a Sagrada Aliança para o clero e a Pia União da Rogação Evangélica para todos os fiéis. Fundou o jornal com o significativo titulo «Deus e o Próximo» para envolver os fiéis na vivência dos mesmos ideais.

«É toda a Igreja - escreve - que oficialmente deve rezar para esta intenção, pois a missão da oração para obter bons operários é tal que deve interessar vivamente os bispos, os pastores do místico rebanho, aos quais são confiadas as almas e são hoje os apóstolos de Jesus Cristo». O Dia Mundial de oração pelas vocações, instituído por Paulo VI em 1964, pode considerar-se a resposta da Igreja à esta sua intuição.

Teve grandíssimo amor ao sacerdócio, convicto de que somente mediante a ação de numerosos e santos sacerdotes é possível salvar a humanidade. Empenhou-se fortemente na formação espiritual dos seminaristas que o Arcebispo de Messina confiou a seus cuidados. Com freqüência repetia que sem uma sólida formação espiritual, sem oração, «toda fadiga dos bispos e reitores de seminários se reduz geralmente a um cultivo artificial de padres...». Sua caridade, definida sem cálculos e sem limites, manifestou-se com conotações particulares mesmo para com sacerdotes em dificuldade e irmãs de clausura.

Durante sua vida terrena já se manifestava clara e genuína fama de santidade observável em todos os níveis, de tal modo que, - quando a 1 de junho 1927 morria santamente em Messina, confortado pela presença de Nossa Senhora que muito amara ao longo de sua existência, o povo repetia: «vamos ver o santo que dorme». Seus funerais foram uma verdadeira e própria apoteose que os jornais da época registraram com precisão não só com artigos, mas também com fotografias. As autoridades foram solícitas em permitir que fosse sepultado no Templo da Rogação Evangélica, cuja construção ele mesmo quis e que é dedicado exatamente ao divino preceito: «Rogai ao dono da colheita para que mande trabalhadores à sua colheita».

As Congregações religiosas dos Rogacionistas e das Filhas do Divino Zelo, fundadas por Padre Aníbal, estão presentes nos cinco continentes empenhadas conforme os ideais do Fundador, na difusão da oração pelas vocações através de centros vocacionais e editoras e na gestão de institutos-assistenciais a favor das crianças (Menores abandonados, meninos de rua, órfãos, surdos-mudos), centros nutricionais e de saúde, abrigos para anciãos e Casa para mães solteiras, escolas e centros de formação profissional...

A santidade e missão de Padre Aníbal declarado «insígne apóstolo da oração pelas vocações» são experimentadas hoje profundamente por todos que estão compenetrados das necessidades vocacionais da Igreja.

O Sumo Pontífice João Paulo II o proclamou Bem-aventurado aos 7 de outubro de 1990 definindo-o «autêntico antecipador e zeloso mestre da moderna pastoral vocacional».

fonte: https://www.vatican.va/news_services/liturgy/saints/ns_lit_doc_20040516_di-francia_po.html

Saiba como meditar com o livro As 24 Horas da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo

 




 

sexta-feira, 10 de março de 2023

ORAÇÕES DA BÍBLIA


 



"6. Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, te recompensará. 7. Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras. 8. Não os imi­teis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lho peçais. 9. Eis como deveis rezar: PAI NOS­SO, que estais no céu, santificado seja o vosso nome; 10. venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. 11. O pão nosso de cada dia nos dai hoje;* 12. perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam;* 13. e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. 14. Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, vosso Pai celeste também vos perdoará. 15. Mas, se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará."
São Mateus, 6 - Bíblia Católica Online



"46. E Maria disse: “Minha alma glorifica ao Senhor,* 47. meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, 48. porque olhou para sua pobre serva. Por isso, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, 49. porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo. 50. Sua misericórdia se estende, de geração em geração, sobre os que o temem. 51. Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos. 52. Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes. 53. Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos. 54. Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia, 55. conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre”."
São Lucas, 1 - Bíblia Católica Online

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"II Reis, 20 1. Naquele tempo, Ezequias foi atingido por uma enfermidade mortal. Veio o profeta Isaías, filho de Amós, ter com ele e disse-lhe: “Eis o que diz o Senhor: ‘Põe em ordem a tua casa, porque vais morrer; não sararás’.”"
"2. Então, Ezequias voltou-se para o lado da parede e orou ao Senhor, dizendo: 3. “Senhor, lembrai-vos de que andei fielmente diante de vós e de que com lealdade de coração fiz o que é bom aos vossos olhos”. E, dizendo isso, derramava abundantes lágrimas. 4. Isaías não tinha ainda deixado o átrio interior, quando a palavra do Senhor lhe foi dirigida nestes termos: 5. “Volta e dize a Ezequias, chefe de meu povo: ‘Eis o que diz o Senhor, Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas. Por isso, vou curar-te. Dentro de três dias subirás ao Templo do Senhor."
"6. Vou acrescentar quinze anos aos dias de tua vida. Além disso, te salvarei, a ti e a esta cidade, das mãos do rei da Assíria e protegerei esta cidade por amor de mim mesmo e de Davi, meu servo’.” 7. Então, disse Isaías: “Trazei-me massa de figos”. Pegaram a massa e a aplicaram sobre a úlcera e o rei ficou curado. 8. Ezequias disse a Isaías: “Qual o sinal de que o Senhor me curou e de que poderei subir ao templo dentro de três dias?”. 9. Isaías respondeu-lhe: “Eis o sinal que te dará o Senhor para que saibas que se há de cumprir a sua promessa. Queres que a sombra se adiante dez graus ou recue dez graus?”. 10. “É fácil – replicou Ezequias – que a sombra se adiante dez graus. Não! Quero que ela recue dez graus.” 11. Então, o profeta Isaías orou, e o Senhor fez com que a sombra recuasse dez graus no relógio solar de Acaz."
II Reis, 20 - Bíblia Católica Online

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"Gênesis, 32 1-13



  • No dia seguinte, pela ma­nhã, Labão beijou seus fi­lhos e suas filhas; abençoou-os e retomou o caminho de sua casa."
    "2. Jacó prosseguiu o seu caminho e encontrou uns anjos de Deus.*

    3. Ao vê-los, exclamou: “É aqui o acampamento de Deus!”. Por isso, deu àquele lugar o nome de Maanaim. 4. Despachou diante de si mensagei­ros a seu irmão Esaú, na terra de Seir, nos campos de Edom. 5. E deu-lhes esta ordem: “Eis o que direis ao meu senhor Esaú: Assim fala o teu servo Jacó: Habitei em casa de Labão onde estive até o dia de hoje. "

    "7. Os mensageiros voltaram a Jacó, dizendo: “Fomos ter com Esaú: ele vem ao teu encontro com quatrocentos homens”. 8. Jacó foi tomado de pavor e de angústia. Dividiu em dois grupos a gente que estava com ele, assim como as ovelhas, os bois e os camelos. 9. “Se Esaú – disse ele consigo – atacar um dos grupos e o destruir, ao menos o outro se salvará.” 10. Depois Jacó disse: “Deus de meu pai Abraão, Deus de meu pai Isaac, Senhor que me disses­ses: Volta para a tua terra, para o meio de tua parentela, e eu te beneficiarei, 11. eu sou indigno de todos os favores e de toda a fidelidade que tendes testemunhado ao vosso servo. Só tinha o meu bastão quando atravessei este Jordão, e eis que possuo agora dois acampamentos. 12. Salvai-me, eu vos peço, das mãos de meu irmão Esaú, pois temo que ele me venha atacar, sem poupar nem mãe nem filhos. 13. Entretanto, vós me dissestes: Eu te beneficiarei e tornarei tua posteridade inumerável como os grãos de areia do mar”."



    Gênesis, 32 - Bíblia Católica Online
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ORAÇÃO DE JONAS -  Jonas 2,2-11
"2. Jonas fez oração ao Senhor seu Deus, do ventre do peixe. 3. Disse: Clamei ao Senhor no meio da minha tribulação, e ele ouviu-me. Clamei do ventre do sepulcro, e tu ouviste a minha voz. 4. Lançaste-me ao abismo, ao coração dos mares, e as correntes das águas me cercaram; todas as tuas vagas e todas as tuas ondas passaram por cima de mim. 5. E eu já dizia: Fui rejeitado de diante dos teus olhos; acaso verei ainda novamente o teu santo templo?"
"6. As águas me cercaram até ao pescoço, o abismo encerrou-me em si, as algas cercavam-me a cabeça. 7. Desci até às raízes dos montes; os ferrolhos da terra encerraram-me para sempre; tu, contudo, Senhor Deus meu, retiraste a minha vida da cova. 8. Quando em mim desfalecia a minha alma, lembrei-me do Senhor; a minha oração chegou a ti, subindo até ao teu santo templo. 9. Os que se entregam aos ídolos vãos, abandonam a misericórdia (daquele que os teria livrado). 10. Eu, porém, te oferecerei sacrifícios com cânticos de louvor, cumprirei todos os votos que fiz. Do Senhor vem a salvação. 11. Então o Senhor mandou ao peixe, e este vomitou e Jonas na praia."
Jonas, 2 - Bíblia Católica Online

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ORAÇÃO DE AZARIAS - DANIEL 3, 25-45
"25. Azarias, em pé bem no meio do fogo, fez a seguinte oração: 26. “Sede bendito e louvado, Senhor, Deus de nossos pais! Que vosso nome seja glorioso pelos séculos! 27. Vós sois justo em todo o vosso proceder; vossas obras são justas, vossos caminhos são retos, vossos julgamentos são equitativos. 28. Exercestes um julgamento equitativo em tudo aquilo que nos infligistes e em tudo aquilo que infligistes à cidade santa de nossos pais, Jerusalém; foi em consequência de um julgamento equitativo que vós nos infligistes tudo isso por causa de nossos pecados. 29. Pecamos, erramos afastando-nos de vós; em tudo agimos mal. 30. Não obedecemos a vossos preceitos, não os pusemos em prática, não observamos as leis que nos destes para nossa felicidade. 31. Em todos os males que enviastes sobre nós, em tudo que nos infligistes, foi um justo julgamento que exercestes, 32. mesmo entregando-nos nas mãos de inimigos injustos, de ímpios enfurecidos, às mãos de um rei, o mais iníquo e o mais perverso de toda a terra. 33. Agora não ousamos nem mesmo abrir a boca: vergonha e ignomínia para vossos servos e a nós que vos adoramos. 34. Pelo amor de vosso nome, não nos abandoneis para sempre; não destruais de modo algum vossa aliança. 35. Não nos retireis vossa misericórdia em consideração a Abraão, vosso amigo, Isaac, vosso servo, Israel, vosso santo, 36. aos quais prometestes multiplicar sua descendência como as estrelas do céu e a areia que se encontra à beira do mar. 37. Senhor, fomos reduzidos a nada diante das nações, fomos humilhados diante de toda a terra: tudo, devido a nossos pecados! 38. Hoje, já não há príncipe, nem profeta, nem chefe, nem holocausto, nem sacrifício, nem oblação, nem incenso, nem mesmo um lugar para vos oferecer nossas primícias e encontrar misericórdia. 39. Entretanto, que a contrição de nosso coração e a humilhação de nosso espírito nos permita achar bom acolhimento junto a vós, Senhor, 40. como se nós nos apresentássemos com um holocausto de carneiros, de touros e milhares de gordos cordeiros! Que assim possa ser hoje o nosso sacrifício em vossa presença! Que possa reconciliar-nos convosco, porque nenhuma confusão existe para aqueles que põem em vós sua confiança. 41. É de todo nosso coração que nós vos seguimos agora, que nós vos reve­renciamos, que buscamos vossa face. 42. Não nos confundais; tratai-nos com vossa habitual doçura e com todas as riquezas de vossa misericórdia. 43. Ponde em execução vossos prodígios para nos salvar, Senhor, e cobri vosso nome de glória. 44. Que sejam então confundidos aqueles que maltratam vossos servos, que eles sofram a vergonha de ver a ruína de seu poderio e o aniquilamento de sua força. 45. Assim, saberão que sois o Senhor, o Deus único e glorioso sobre toda a superfície da terra”."
Daniel, 3 - Bíblia Católica Online

Leia mais em: https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/daniel/3/

Atos dos Apóstolos 4,23-31
Oração dos seguidores de Jesus.

23.Logo que foram postos em liberdade, Pedro e João voltaram para junto dos irmãos e contaram tudo quanto os sumos sacerdotes e os anciãos haviam dito.
24.Ao ouvirem o relato, todos juntos elevaram a voz a Deus e disseram: “Senhor, tu criaste o céu, a terra, o mar e tudo o que neles existe.
25.Por meio do Espírito Santo, disseste através do teu servo Davi, nosso pai: ‘Por que se enfureceram as nações, e os povos imaginaram coisas vãs?
26.Os reis da terra se apresentaram, e os príncipes uniram-se contra o Senhor e contra o seu Ungido’.
27.Foi o que aconteceu nesta cidade: Herodes e Pôncio Pilatos uniram-se, com as nações pagãs e a população de Israel, contra Jesus, teu santo servo, a quem ungiste,
28.a fim de executarem tudo o que a tua mão e a tua vontade haviam predeterminado que sucedesse.
29.Agora, Senhor, olha as ameaças que fazem, e concede que os teus servos anunciem corajosamente a tua palavra.
30.Estende a mão para que se realizem curas, sinais e prodígios por meio do nome do teu santo servo Jesus”.
31.Quando terminaram a oração, tremeu o lugar onde estavam reunidos. 

Todos ficaram cheios do Espírito Santo e anunciavam corajosamente a palavra de Deus.

 fonte:https://clube.cancaonova.com/palavra-meditada/atos-dos-apostolos-4-23-31/

 

Eclesiástico 50, 22-24

Convite ao louvor 

E agora, bendigam o Deus do universo, que realiza por toda parte coisas grandiosas. 

Ele exaltou os nossos dias desde o seio materno e age conosco segundo a sua misericórdia. 

Que ele nos dê um coração alegre e conceda a paz aos nossos dias em Israel, para todo o sempre. 

Que a sua misericórdia permaneça fielmente conosco, e nos resgate enquanto vivermos.

fonte:https://biblia.paulus.com.br/biblia-pastoral/antigo-testamento/livros-sapienciais/eclesiastico/50

quinta-feira, 9 de março de 2023

Pequeno exorcismo do Papa Leão XIII

 

Pequeno exorcismo do Papa Leão XIII

No ano de 1884 o grande pontífice Leão XIII fez publicar a oração chamada por muitos de “Pequeno Exorcismo de Leão XIII”.  Este pequeno exorcismo não se confunde, nem pode confundir, com o Exorcismo Solene da Igreja, o Grande Exorcismo rezado sempre por sacerdote autorizado expressamente pelo Bispo. O pequeno exorcismo de Leão XIII é, diferentemente, uma oração para uso privado, que o Papa quis colocar ao alcance de todo bom católico nas dificuldades da vida.

‘‘O pecado dá, por seu lado, ocasião à intervenção ativa, em nós e no nosso mundo, de um agente obscuro e inimigo, o demônio. O mal não é só uma deficiência, mas também uma força ativa, é ação de um ser vivo espiritual, pervertido e perversor. Terrível, misteriosa e inquietante realidade!’’ (Papa Paulo VI em 15/11/1972)

 

ORAÇÃO DE EXORCISMO

O pequeno exorcismo de S. Santidade Leão XIII é, diferentemente, uma oração para uso privado, que o Papa quis colocar ao alcance de todo bom católico nas dificuldades da vida. Ele é por isso uma maravilhosa arma para o combate espiritual, quando receitado com fé viva, muita firmeza e prudência, e um grande amor a Deus. Esta atitude do fiel é uma atitude de combate espiritual. A oração pode ser recitada todos os dias pelos próprios fiéis: homens, mulheres, tanto na Igreja como em casa. Pode-se rezar em particular ou, o que é preferível,  ou em família em grupos de 2 ou 3 pessoas.

ORAÇÃO INICIAL

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém

O Deus, Pai todo-poderoso, que quer salvar todo ser humano, esteja conosco. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

Senhor, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós.

SALMO 91 (90)

Você que habita ao amparo do Altíssimo, e vive à sombra do Onipotente, diga a Javé: «Meu refúgio, minha fortaleza, meu Deus, eu confio em ti!» Ele livrará você do laço do caçador, e da peste destruidora. Ele o cobrirá com suas penas, e debaixo de suas asas você se refugiará. O braço dele é escudo e armadura. Você não temerá o terror da noite, nem a flecha que voa de dia, nem a epidemia que caminha nas trevas, nem a peste que devasta ao meio-dia. Caiam mil ao seu lado e dez mil à sua direita, a você nada atingirá. Basta que você olhe com seus próprios olhos, para ver o salário dos injustos, porque você fez de Javé o seu refúgio e tomou o Altíssimo como defensor.  A desgraça jamais o atingirá, e praga nenhuma vai chegar à sua tenda, pois ele ordenou aos seus anjos que guardem você em seus caminhos. Eles o levarão nas mãos, para que seu pé não tropece numa pedra.  Você caminhará sobre cobras e víboras, e pisará leões e dragões. «Eu o livrarei, porque a mim se apegou. Eu o protegerei, pois conhece o meu nome. Ele me invocará, e eu responderei. Na angústia estarei com ele. Eu o livrarei e glorificarei. Vou saciá-lo de longos dias e lhe farei ver a minha salvação».

LADAINHA DE TODOS OS SANTOS

Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, tende piedade de nós.

Senhor, tende piedade de nós.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós.        

São Miguel,

Santos Anjos de Deus

Santo Elias profeta

São João Batista,

São José,

São Pedro e São Paulo,

Santo André,

São Tiago,

São João,

São Tomé,

São Filipe,

São Bartolomeu,

São Mateus,

São Simão,

São Tadeu,

São Matias,

Santa Maria Madalena,

Santo Estevão e São Lourenço,

Santa Perpétua e Felicidade,

Santa Inês,

São Gregório,

Santo Agostinho,

Santo Atanásio,

São Basílio,

São Martinho,

São Bento,

São Francisco de Assis,

Santo Antônio de Pádua,

São Domingos,

Santo Tomás de Aquino,

São Bernardo,

Santa Catarina de Sena,

Santa Teresa de Jesus,

São João da Cruz,

São João Maria Vianney,

São Vicente de Paulo,

São João Bosco,

São Geraldo Magela,

São Pio de Pietrelcina,

Santa Paulina,

Santo Antonio Galvão,

Beato João XXIII,

Beata Teresa de Calcutá,

Beata Irmã Dulce

Beato Padre Eustáquio,

Beato João Paulo II,

Todos os Santos e Santas de Deus

Sede-nos propício,

livrai-nos, Senhor

De todo mal,

De todo pecado,

Das insídias do demônio,

Da morte eterna,

Pela Vossa encarnação,

Pelo vosso santo jejum,

Pela vossa cruz e paixão,

Pela vossa morte e sepultura,

Pela vossa santa ressurreição,

Pela vossa ascensão,

Pela efusão do Espírito Santo,

Cristo, ouvi-nos.

Cristo, atendei-nos.

Ó Deus, sempre pronto a compadecer-vos e a perdoar, atende à nossa súplica, abençoai e libertai a mim, a minha família, e essa casa, na vossa bondade de Pai, de toda espécie de mal. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

PEQUENO EXORCISMO DE S.S. LEÃO XIII

(Publicado por sua ordem em 1884, para uso público e privado, por parte de sacerdotes)

+ Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

(Segurar um crucifixo até o fim do exorcismo)

ORAÇÃO A S. MIGUEL ARCANJO

Gloriosíssimo Príncipe dos Exércitos celestes, S. Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate contra os principados e as potestades, contra os chefes deste mundo de trevas, contra os espíritos malignos espalhados pelos ares (Ef. VI, 10-12).

Vinde em auxílio dos homens que Deus fez à Sua imagem e semelhança, e resgatou com grande preço da tirania do Demônio (Sab. II, 23-24; I Cor. VI, 20).

É a vós que a Santa Igreja venera como seu guardião e patrono, vós a quem o Senhor confiou as almas resgatadas para as introduzir na felicidade celeste. Suplicai, pois, ao Deus da Paz, que esmague Satanás sob os nossos pés a fim de lhe tirar o poder para prejudicar a igreja. Apresentai ao Altíssimo as nossas orações para que depressa desçam sobre nós as misericórdias do Senhor. E sujeitai a antiga serpente –que não é outro senão o Diabo ou Satanás –para o precipitar encadeado nos Abismos, de modo que não possa, nunca mais, seduzir as nações. (Apoc. 20,1-3).

EXORCISMO

Em nome de Jesus Cristo, nosso Deus e Senhor, com a intercessão da Imaculada Virgem Maria, Mãe de Deus, de S. Miguel Arcanjo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, e de todos os santos, apoiados na autoridade sagrada: da Santa Igreja Católica  nós empreendemos, com confiança, a batalha para afastar os ataques e as emboscadas do Demônio.

SALMO 68(67)

Levanta-se o Senhor e sejam dispersos os seus inimigos! Fujam diante d’Ele aqueles que O odeiam! Desvaneçam como se desvanece o fumo. E como se derrete a cera ao fogo, assim pereçam os pecadores diante da face de Deus.

Eis a Cruz do Senhor, fugi potências inimigas!

Venceu o leão da tribo de Judá,

o descendente de Davi.

Venha a nós, Senhor, a Vossa misericórdia!

Pois, em Vós, nós esperamos.

Nós te exorcizamos, espírito imundo, potência satânica, invasão do inimigo infernal, legião, reunião ou seita diabólica. Em nome e pela virtude de Nosso Senhor Jesus Cristo +, sejas expulso da Igreja de Deus, das almas criadas à imagem de Deus e resgatadas pelo precioso Sangue do Divino Cordeiro + . Desde este momento, não te atrevas mais, pérfida serpente, a enganar o gênero humano, perseguir + a Igreja de Deus e sacudir e joeirar como o trigo os eleitos de Deus +. Manda-te o Deus Altíssimo +, ao qual, na tua grande soberba, presumes ainda ser semelhante. Ele “que deseja que todos os homens se salvem e conheçam a verdade”. (I Tim.2, 4).

Manda-te Deus Pai + Manda-te Deus Filho + Manda-te Deus Espírito Santo + Manda-te o Cristo, Verbo Eterno de Deus feito carne +. Ele que para salvação da nossa progênie perdida por tua inveja, se humilhou e “tornou obediente até a morte” (Fil. 2, 8)

Ele que edificou a Sua Igreja sobre pedra firme e prometeu que as portas do inferno não prevaleceriam jamais contra Ela, querendo permanecer com Ela “todos os dias até o fim do mundo” (Mat. 28, 20). Manda-te o sinal sagrado da Cruz +, e a virtude de todos os mistérios da nossa Fé Cristã +. Manda-te a poderosa Mãe de Deus, a Virgem Maria +, que desde o primeiro instante da sua Imaculada Conceição, pela sua humildade esmagou a tua cabeça orgulhosa. Manda-te a fé dos santos Apóstolos Pedro e Paulo, e dos outros apóstolos +. Manda-te o sangue dos mártires e a piedosa intercessão de todos os Santos e Santas +.

Então, dragão amaldiçoado e toda a legião diabólica, nós te esconjuramos: Pelo Deus + Vivo, pelo Deus + Verdadeiro, pelo Deus + Santo, pelo Deus que tanto amou o mundo que lhe deu Seu único Filho, para que quem creia n’Ele não pereça mas tenha a Vida Eterna (Jo, 3, 14 e 15).

CESSA de enganar as criaturas humanas e de derramar sobre elas o veneno da condenação eterna: CESSA de danificar a Igreja e de armar laços à sua liberdade. VAI-TE Satanás, inventor e mestre de enganos, inimigo da salvação dos homens. CEDE o lugar a Cristo, em Quem não encontraste nada das tuas obras; CEDE o lugar à Igreja, Una, Santa, católica e Apostólica, que o próprio Cristo adquiriu com o Seu Sangue.

HUMILHA-TE sob a poderosa Mão de Deus; treme e foge à invocação, feita por nós, do Santo e terrível nome de Jesus que faz tremer o inferno; a Quem as Virtudes dos Céus, as Potestades e as Dominações estão submissas; e que os Querubins e os Serafins louvam sem cessar dizendo: “Santo, Santo, é o Senhor o Deus dos Exércitos”.

Senhor ouvi a minha oração. E chegue a Vós o meu clamor. “Santo, Santo, é o Senhor o Deus do universo, os céus e a terra proclamam a Vossa glória. Hosana, nas alturas. Bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas.

BREVE BÊNÇÃO DE SANTO ANTÔNIO

Eis a Cruz do Senhor; fugi potências inimigas!

Venceu o Leão da tribo de Judá, o Filho de Davi!

O Senhor Jesus Cristo esteja junto de nós para nos defender; dentro de nós, para nos conservar; à frente de nós, para nos guiar; atrás nós, para nos guardar; sobre nós para nos abençoar, Ele que, como o Pai e o Espírito Santo, vive e reina pelos séculos dos séculos. Amém.

ORAÇÃO FINAL

Deus do Céu, Deus da Terra, Deus dos Anjos, Deus dos Arcanjos. Deus dos Patriarcas, Deus dos Profetas, Deus dos Apóstolos. Deus dos Mártires, Deus dos confessores, Deus das virgens. Deus que tendes o poder de dar a vida depois da morte, o repouso depois do trabalho;  Porque não há outro Deus senão Vós; e não pode haver outro a não ser Vós; o Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis, cujo Reino não terá fim; Com humildade suplicamos que a Vossa Gloriosa Majestade se digne livrar-nos poderosamente, e guardar-nos sãos e salvos de todo o poder, laço, mentira e malvadez dos espíritos infernais. Por Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.

Das emboscadas do Demônio, livra-nos Senhor. Dignai-vos conceder à vossa Igreja a segurança e a liberdade para Vos servir. Nós Vos suplicamos, ouvi-nos Senhor. Dignai-vos humilhar os inimigos da Santa Igreja. Nós Vos suplicamos, escutai-nos Senhor. (Aspergir com água benta as pessoas e o lugar).

Rezar: Lc 1, 46 – 55 ou Lc 1, 67 – 79 – Pai-Nosso

INVOCAÇÃO DA BÊNÇÃO DE DEUS

Visitai, Senhor, esta morada e afastai dela as ciladas do inimigo; habitem nela os vossos Santos Anjos e nos guardem em paz; e a vossa bênção esteja sempre conosco. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.+ Amém. (Rezar: Ave Maria)

Aconteceu então uma batalha no céu: Miguel e seus Anjos guerrearam contra o Dragão. O Dragão batalhou juntamente com os seus Anjos, mas foi derrotado, e no céu não houve mais lugar para eles. Esse grande Dragão é a antiga Serpente, é o chamado Diabo ou Satanás. É aquele que seduz todos os habitantes da terra. O Dragão foi expulso para a terra, e os Anjos do Dragão foram expulsos com ele. Ouvi, então, uma voz forte no céu, proclamando: ‘‘Agora realizou-se a salvação, o poder e a realeza do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo.’’ (Ap 12, 7-10)

fonte:https://filhosdemaria.org/oracoes/pequeno-exorcismo-do-papa-leao-xiii/