CONTATO

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domingo, 23 de abril de 2023

SANTOS DO MÊS DE ABRIL

 
Vicente nasceu em Valência, na Espanha, em 1350. Passou a infância e a juventude junto aos padres dominicanos, que tinham um convento próximo à sua casa e pediu ingresso na Ordem dos Pregadores aos dezessete anos.
Vicente estudou em Barcelona e Tolosa, doutorando-se em filosofia e teologia. Foi ordenado sacerdote em 1378. Desde o início foi um excelente pregador e iniciou uma peregrinação por toda a Europa. O período histórico era delicado, com muitas guerras e lutas contra a Igreja.



Nesta época, Urbano IV, italiano, foi eleito papa, ma as correntes políticas francesas não o aceitaram e elegeram outro, um francês, o Papa Clemente VII, que foi residir em Avinhon, na França. A Igreja se dividiu em duas, ocorrendo o chamado de cisma da Igreja Ocidental, porque ela ficou sob dois comandos, o que durou trinta e nove anos.
Vicente Ferrer aderiu, inicialmente, ao papa de Avinhon. O coração desse dominicano era dotado de uma fé fervorosa e diante de uma Europa marcada por batalhas sangrentas, calamidades públicas, fome, miséria, misticismo, ignorância, além da peste negra, a pregação de Vicente Ferrer ganhou nuances de fatalismo. Ferrer foi chamado de “o anjo do Apocalipse” pois em suas pregações quase sempre falava dos flagelos e tribulações pelas quais haveria de passar a humanidade.

Ele andou pela Espanha, França, Itália, Suíça, Bélgica, Inglaterra e Irlanda e muitas outras regiões, defendendo a unidade da Igreja, o fim das guerras, o arrependimento e a penitência. Tornou-se a mais alta voz da Europa. Pregava para multidões e as catedrais tornavam-se pequenas para os que queriam ouvi-lo. Por isso fazia seus sermões nas grandes praças públicas. Milhares de pessoas o seguiam em procissões de penitência.
O cisma da Igreja só terminou quando os dois papas renunciaram ao mesmo tempo, para o bem da unidade do cristianismo. Vicente retirou seu apoio ao papa Bento XIII e ajudou a eleger o novo papa, Martinho V, trazendo de novo a união da Igreja Ocidental.

Ele morreu no dia 05 de abril de 1419, na França. Foi canonizado pelo Papa Calisto III, seu compatriota em 1458, que o declarou padroeiro de Valencia e Vannes. São Vicente Ferrer foi um dos maiores pregadores da Igreja do segundo milênio e o maior pregador do século XIV. São Vicente Ferrer é padroeiro dos construtores.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

REFLEXÃO

São Vicente Ferrer, grande pregador, colocou todas as suas forças em ação a fim de gerar unidade no seio da Igreja. A sua pregação tocava o íntimo dos corações, operando em muitos a conversão. A vida de São Vicente mostra-nos que Deus chama os homens certos para os momentos críticos do povo e da Igreja. Não rara vezes somos muito ágeis em criticar a dinâmica de nossas comunidades, mas nem sempre nos oferecemos para auxiliar nos trabalhos. Você já parou para pensar que Deus pode estar precisando de você nos trabalhos de evangelização da sua comunidade?

ORAÇÃO

São Vicente Ferrer, vós que tanto sofrestes e lutastes pela unidade da Igreja, intercedei junto a Deus para que nossa Igreja encontre a unidade, principalmente entre os líderes religiosos, sacerdotes e leigos que professam a fé Católica. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
fonte:https://conventodapenha.org.br/sao-vicente-ferrer-05-de-abril/

 

Santa Gema Galgani - 11 de Abril



A curta existência desta santa, que nasceu em Camigliano, na Toscana, em 1878, e morreu em Lucca, aos 25 anos de idade, foi, em certo sentido, uma vida rotineira. É uma história de fervorosa piedade, de caridade e de contínuos sofrimentos. Estes sofrimentos foram causados, em parte, por uma saúde débil, em parte pela pobreza em que sua família caiu, em parte pela zombaria daqueles que se ofendiam com suas práticas devocionais, seus êxtases e outros fenômenos, e em parte por aquilo que ela acreditava serem assaltos do demônio. Mas ela contava com o consolo da comunhão constante com Nosso Senhor, que lhe falava como se estivesse corporalmente presente, e também encontrou muita bondade por parte da família Giannini, que a tratou nos seus últimos anos de vida depois da morte do pai quase como uma filha adotiva.

Ao nascer, em 12 de março de 1878, na pequena Camigliano, perto de Luca, Gema recebeu esse nome, que em italiano significa joia, por ser a primeira menina dos cinco filhos do casal Galgani, que foi abençoado com um total de oito filhos.

Gema Galgani teve uma infância feliz, cercada de atenção pela mãe, que lhe ensinava as orações e o catecismo com alegria, incutindo o amor a Jesus na pequena. Ela aprendeu tão bem que não se cansava de recitá-las e pedia constantemente à mãe que lhe contasse as histórias da vida de Jesus. Mas essa felicidade caseira terminou aos sete anos. Sua mãe morreu precocemente e sua ausência também logo causou o falecimento do pai. Órfã, caiu doente e só suplantou a grave enfermidade graças ao abrigo encontrado no seio de uma família de Luca, também muito católica, que a adotou e cuidou de sua formação.

Conta-se que Gema, com a tragédia da perda dos pais, apegou-se ainda mais à religião. Recebeu a primeira eucaristia antes mesmo do tempo marcado para as outras meninas e levava tão a sério os conceitos de caridade que dividia a própria merenda com os pobres. Demonstrava, sempre, vontade de tornar-se freira e tentou fazê-lo logo depois que Nossa Senhora lhe apareceu em sonho. Pediu a entrada no convento da Ordem das Passionistas de Corneto, mas a resposta foi negativa. Muito triste com a recusa, fez para si mesma os juramentos do serviço religioso, os votos de castidade e caridade, e fatos prodigiosos começaram a ocorrer em sua vida.

Quando rezava, Gema era constantemente vista rodeada de uma luz divina. Conversava com anjos e recebia a visita de são Gabriel, de Nossa Senhora das Dores passionista, como ela desejara ser. Logo lhe apareceram no corpo os estigmas de Cristo, que lhe trouxeram terríveis sofrimentos, mas que era tudo o que ela mais desejava.

Entretanto, fisicamente fraca, os estigmas e as penitências que se auto-infligia acabaram por consumir sua vida. Gema Galgani morreu muito doente, aos vinte e cinco anos, no Sábado Santo, dia 11 de abril de 1903.

Imediatamente, começou a devoção e veneração à “Virgem de Luca”, como passou a ser conhecida. Estão registradas muitas graças operadas com a intercessão de Gema Galgani, que foi canonizada em 1940 pelo papa Pio XII, que a declarou modelo para a juventude da Igreja, autorizando sua festa litúrgica para o dia de sua morte.

fonte:https://franciscanos.org.br/vidacrista/calendario/santa-gema-galgani/#gsc.tab=0 


Santa Gema Galgani, virgem
 

 

A história desta santa, tão perto de nós no tempo (1878-1903) e nos costumes do dia a dia, tem coisas incríveis pelos fenômenos místicos de que foi protagonista. Em certos períodos de sua atormentada existência suportou afrontas de todo tipo. O demônio lhe aparecia até na forma humana do seu confessor para lhe sugerir coisas obscenas. Outras vezes lhe aparecia como um anjo luminoso; desmascarado, desaparecia numa grande chama vermelha deixando um monte de cinzas. Seguidamente batia nela, deixando-a inerte sobre o chão, onde a encontravam com o rosto inchado e os ossos deslocados.

Era porém, frequentemente, confortada pela companhia de Cristo, da Virgem Santíssima e do Anjo da Guarda. Assim ela mesma contou, por obediência, os acontecimentos que precederam ao misterioso fenômeno da impressão dos estigmas: “Estávamos na tarde de 8 de junho de 1899, quando, de repente, sinto uma dor interna dos meus pecados… Apareceu Jesus. Tinha todas as feridas abertas; mas daquelas feridas não mais saía sangue, saíam chamas de fogo, que vieram tocar nas minhas mãos, nos meus pés e no meu coração. Eu me senti como morta”.

As chagas abertas reapareciam todas as semanas das 20 horas de quinta-feira às 15 de sexta-feira, acompanhadas de êxtase. Diante desses misteriosos fenômenos, que logo se tornaram motivo de curiosidade, o povo do quarteirão em Lucas, na rua dos Borghi, onde a santa morava, criou logo uma expressão adequada: “a menina da graça”. Era uma menina que cresceu muito depressa, amadurecida pela experiência da dor.

Filha do farmacêutico de Camigliaio, província de Lucas, órfã de mãe aos 8 anos teve de socorrer os sete irmãos. Poucos anos depois, morreu-lhe também o pai e ela, curada prodigiosamente de uma doença que a molestava demais, pediu para entrar no convento, mas o seu pedido foi rejeitado. Foi aceita na casa do cavaleiro Mateus Giannini, onde teve uma vida muito escondida, tranquila e obediente ao diretor espiritual e às irmãs passionistas que cuidaram dela. Escondia debaixo de suas luvas e do modestíssimo hábito religioso os sinais da sua participação na paixão de Cristo.

Entretanto as manifestações de sua santidade haviam ultrapassado os limites de seu bairro e da sua cidade. Muitos que haviam batido à sua porta movidos só pela curiosidade, saíam transformados na alma. A doença dos ossos que a atingira na meninice voltou a atormentá-la atrozmente. Entendeu então que o seu calvário estava chegando ao fim. Em sua humildade, porém, julgava não ter pago ainda com a moeda do sofrimento o privilégio de ter sido associada à paixão de Jesus Cristo. Morreu aos 25 anos, em 1903. Era a manhã do sábado de aleluia.

Extraído do livro:
Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.

fonte:https://www.paulus.com.br/portal/santo/santa-gema-galgani-virgem/ 

A história da mística Santa Gemma Galgani – Santo do dia 11/04


Uma santa extraordinária, de sensível beleza, uma jovem simples, que é modelo para os jovens de hoje.
Deixou escritos de intensa simplicidade e de muita profundidade e sinceridade de coração, que são reflexos claros das maravilhas da graça na alma dessa santa que viveu, no
próprio corpo, as dores do Crucificado.

CHAGADA COM OS ESTIGMAS TEM AINDA A GRAÇA DE SER CELEBRADA NA SEMANA SANTA. DEUS E SEUS CAPRICHOS


“Eu não procuro mais nada; sacrifiquei tudo e todos a Deus; agora eu me preparo para morrer. Agora é mesmo verdade que não me resta mais nada, Jesus. Eu recomendo a minha pobre alma a Ti… Jesus!”
Infância e caminho de fé

Santa Gemma Galgani (1878-1903) nasceu em Lucca, um vilarejo italiano e desde criança manifestou grande desejo pela oração graças a sua mãe. Esta morreu muito cedo de tuberculose e o pai de Gemma deixou a pequena aos cuidados do semi-internato das Irmãs de Santa Zita.

De tanto insistir, recebeu a primeira comunhão aos 9 anos. Ela dizia: “Dá-me Jesus… e verás quão boa eu serei. Eu vou mudar bastante“.

Anos mais tarde, quando ela já tinha 19 anos, seu pai veio a falecer e infelizmente os gestores de sua empresa não souberam administrar o dinheiro, perdendo tudo, o que deixou ela e seus irmãos em condições de pobreza.

O sofrimento começava a fazer parte de sua vida. Ela desenvolveu uma séria doença na coluna e além disso, contraiu meningite; em pouco tempo seus braços e pernas começaram a paralisar. Foi neste momento que se apegou a São Gabriel Possenti de Nossa Senhora das Dores (na época Venerável) e passou vê-lo todas as noites perto de sua cama.

Certa noite, quando achava que sua morte se aproximava, ouviu o barulho de um terço a mover-se; era o santo. Este lhe pediu de fazer uma novena em honra ao Santíssimo Coração de Jesus para alcançar a cura. Ao final dos nove dias Gemma estava de pé para a alegria e espanto de todos.  
À esq. Santa Gemma. No canto dir. acima o momento de sua morte e abaixo, a família que a adotou.

Estigmas

Gemma cultivava em seu coração a ideia de entregar-se a vida religiosa, todavia o Senhor lhe reservava outros planos.

Certo dia, enquanto pensava sobre isto, ela se pôs a orar e de súbito entrou em êxtase, sentindo um profundo pesar pelos seus pecados. Foi então que a Virgem Maria se apresentou e disse: “Meu filho Jesus te ama sem medida e deseja dar-te uma graça. Eu serei uma Mãe para ti. Serás uma verdadeira filha.”

Foi então que ela viu Jesus com todas as suas chagas em fogo e rapidamente as chamas atingiram suas mãos, pés e coração.

“Senti como se estivesse morrendo, e eu teria caído no chão, se minha Mãe não me tivesse segurado, enquanto todo esse tempo eu permanecia sob o seu manto”.

Gemma relata que permaneceu naquela posição por várias horas e quando acabou, caiu de joelhos, sentindo fortes dores nas mãos, nos pés e no coração.

“Levantei para ir para a cama, e percebi que saía sangue dessas partes onde sentia dor. Cobri-as o melhor que pude, e, ajudada então pelo meu Anjo, pude ir para a cama…”
Entre anjos e demônios

Gemma tinha experiências muitos ricas com seu Anjo da Guarda; muito provavelmente sua pureza atraiu seu fiel guardião e tinham longas conversas. Oravam juntos diversas orações e os salmos, além de meditarem a Paixão de Cristo.

Foi então que no ano de 1902 Gemma se ofereceu a Deus como vítima pela salvação das almas; logo depois ficou extremamente doente. Seu estômago não aceitava nenhum tipo de alimento, tempos depois começou a expelir sangue.

Junto a isso iniciou-se em sua alma um período intenso de aridez espiritual, com ataques do próprio demônio. Ele tentava convencê-la de que Deus a havia abandonado e como não obtinha sucesso por vezes a atacava fisicamente.

Testemunhas diziam que ela recebia golpes e que o demônio lhe aparecia em forma de bestas que a atacavam de forma feroz.

Seu corpo se fragilizava mais e mais até que no dia 11 de abril 1903, já sem forças, pediu o viático:

“Eu não procuro mais nada; sacrifiquei tudo e todos a Deus; agora eu me preparo para morrer”. Agora é mesmo verdade que não me resta mais nada, Jesus. Eu recomendo a minha pobre alma a Ti… Jesus!”

Gemma sorriu e pendeu a cabeça para o lado dando seu último suspiro. Ela tinha 25 anos.
Orações para pedir a intercessão de Santa Gemma

Aqui me tens prostrada a vossos pés Santíssimos, meu querido Jesus, para manifestar-vos em cada instante meu reconhecimento e gratidão por tantos e tão contínuos favores como me haveis dado e que todavia quereis conceder-me.

Quantas vezes os tenho invocado, Oh! Jesus, me haveis deixado sempre satisfeita; tenho recorrido a vós, e sempre me haveis consolado.

Como poderei expressar meus sentimentos amado Jesus? Vos dou graças… mas outra graça quero de Vós. Oh!, Deus meu, se é de vosso agrado… (Aqui se manifesta a graça que se deseja conseguir). Se não fosseis Todo-Poderoso não vos faria esta súplica. Oh! Jesus, tende piedade de mim. Faça-se em tudo vossa Santíssima vontade.

Pai-Nosso, Ave-Maria e glória…
Oração para obter a cura de um enfermo

Oh! minha celeste padroeira Santa Gemma, por vossa ardente caridade para com o próximo sofreste, na terra, longas e cruéis enfermidades. Lembrai-vos de que, se Deus vos exaltou a tão grande glória, por para que, do Céu, consolásseis os aflitos, convertêsseis os pecadores e curásseis os enfermos.

O pensamento de que milhares dos que a vós recorreram foram socorridos, me anima a pedir a graça que tanto desejo. Restituí, pois, pelo amor de Jesus, restituí perfeita saúde ao meu enfermo.

Oh! Santa Gemma, ouvi esta minha prece! Vós não me haveis de recusar esta graça, se for da vontade de Deus. Eu não a mereço, mas confio inteiramente em vossa poderosa intercessão. Amém.
TRECHOS DO MANUSCRITO AUTOBIOGRÁFICO:
O CADERNO DOS MEUS PECADOS

Contato com o diabo:

“Segundo conta padre Germano, em seu livro sobre a vida de Santa Gemma Galgani, o Diabo estava tão enfurecido com estes escritos que usou de todos os artifícios para destruí-los.
Quando ela concluiu os manuscritos, padre Germano pediu que os entregasse primeiro aos cuidados de sua mãe adotiva, a senhora Cecília Giannini, para que os guardasse, esperando a oportunidade de entregá-los. Passados alguns dias, Gemma viu o Diabo passar, rindo, pela janela do quarto onde ficava a gaveta na qual estavam guardados os manuscritos, e depois desaparecer no ar. Acostumada com tais aparições, como vemos em seu diário, ela não suspeitou de nada. Todavia, o Diabo retornou logo depois para molestá-la, como acontecia frequentemente, mas não teve êxito. Furioso por ter falhado, o Diabo saiu rangendo os dentes e declarando exultante: “Guerra, guerra, o teu livro está em minhas mãos”. Ele havia roubado os escritos da gaveta e agora estava de posse deles.

Ao perceber que seus escritos estavam nas mãos do Diabo, Gemma escreveu imediatamente a seu diretor, contando–lhe o ocorrido. Contou também o fato a sua benfeitora, Cecília Giannini, a quem devia obediência, tendo a obrigação de partilhar de todos os acontecimentos extraordinários que lhe sucedessem. Elas foram até o quarto, abriram a gaveta e viram que os escritos já não estavam ali. Imediatamente, elas comunicaram o fato ao padre Germano, que ficou profundamente
consternado pela perda do tesouro. Padre Germano não sabia o que fazer e foi rezar junto ao túmulo de São Gabriel da Virgem Dolorosa, amigo espiritual de Gemma Galgani, buscando uma luz diante do ocorrido. Em oração, uma ideia lhe veio à mente: decidiu que exorcizaria o demônio para que devolvesse os manuscritos, caso ele os tivesse realmente roubado, e assim o fez. Voltou para o convento, tomou a estola, o ritual do exorcismo e água benta, e retornou para junto do túmulo do já falecido servo de Deus, Gabriel da Virgem Dolorosa, e lá, apesar de estar bem distante de Lucca, onde os manuscritos haviam sido roubados, pronunciou o rito de exorcismo na sua forma regular. Padre Germano diz que Deus ouviu suas preces e, na mesma hora, os escritos foram devolvidos ao lugar de onde haviam sidos retirados alguns dias antes. No caderno estavam as provas de que o Diabo tentara destruí-lo: as páginas estavam chamuscadas de cima a baixo, e queimadas em algumas partes, como se cada uma delas tivesse sido exposta ao fogo separadamente…”

Mais sobre ela:
Santa Gemma Galgani Mí­stica da redenção

A figura mística de Santa Gemma Galgani continua a fascinar pela sua única experiência espiritual que nos permitiu de conhecer a vontade de Deus. Uma experiência que ainda hoje pode aquecer o coração e iluminar a nossa mente.

Gemma foi uma mística toda ardente pelo amor de Jesus. Este amor a permitiu de viver uma autentica paixão. Das suas “cartas” se entende todo o seu imenso amor por Cristo, amor que raramente se pode encontrar na mesma intensidade em outros Santos. «Quem te matou, Jesus» pergunta Gemma. E responde Jesus «O amor» (II 82).

O amor a que se refere Gemma não é somente uma emoção, mas um Amor doado por Cristo através da Sua palavra, e ela se deixa tanto levar como discípula de colocar-se e sentir-se como ele. «Diversas vezes perguntei a Jesus que me ensine o verdadeiro modo de amá-lo, e então Jesus parece que me faça ver as suas Santíssimas chagas abertas» (I,15).

No participar à paixão ela deseja ajudar Jesus nas suas dores. Se cria assim um pacto de amor em modo tal que Jesus a possa oferecer ao Pai como vítima de amor por todos os pecadores.
Esta é a sua missão, salvar os pecadores, não com a palavra ou com o ensinamento, mas com a vida, com a participação à Paixão de Jesus.
Através dessa graça mariana, descobre o significado místico da virgem aos pés da Cruz e doa a Maria a sua própria alma. Da sua parte, Maria prepara a Santa à graça da estigmatização.

Gemma com a oferta da sua vida concluiu a missão que Deus lhe havia confiado, amando-o com todo o seu ser.
Porém, apesar de tudo, Gemma não pode revestir o hábito de consagrada a Deus e isto representou, sem dúvida, a maior delusão da sua vida, mas consumiu a sua união de amor com Jesus Crucifixo no mundo, na normalidade da vida laical. Um sinal evidente que esta estrada pode ser percorrida por todos nós.

Em Gemma se verificaram dois fenômenos cardiopáticos místicos: o alçamento das costelas, quando a Santa teve que dizer a Jesus «És muito grande, o Jesus: o meu coração é pequeno, tu não podes estar dentro dele, que se dilate este coração!»; o segundo fenômeno foi aquele da queimadura do peito, quando ela exclamou «Mas serão estas chamas efeito do teu amor, o Senhor?»

A sua personalidade era de asceta: Caminhava descalça e sem meias, inclusive de inverno. Usava o cilício até quando não lhes foram proibidos. Nela existem todos os ingredientes de uma Santa Estigmatização como Padre Pio, cheia de amor como Santa Teresa de Lisieux. A seguir se pode encontrar tudo aquilo que se pode fazer arder o coração.

Atrás de uma aparência normal se esconde uma Santa extraordinária. Uma mística em contínuo e afetuoso dialogo com Jesus. Uma contemplativa que reza com a simplicidade de uma moça e a profundidade de um teólogo. Supera as mais terríveis dificuldades deixando-se guiar pelo seu Anjo da Guarda. Desde moça mantém a alma cândida com a firme intenção de uma vida imaculada.

Gemma nasce em Borgonuovo de Casigliano (Lucca) no dia 12 de Março de 1878. Enquanto recebe a crésima na Igreja de S. Miguel em Foro, Jesus lhe pede o sacrifício da mãe. Aos 18 anos se opera ao pé sem anestesia e no dia de Natal do mesmo ano, faz o voto de castidade. Gemma fica orfã cedo,quase abandonada na maior miséria.

Já com 20 anos, Gemma não aceita uma proposta de casamento, por ser «toda de Jesus». Durante este ano fica curada milagrosamente de problemas na espinha e iniciam as experiências místicas. A chamam, na cidade, «a mocinha da graça».

Fala com o seu Anjo da Guarda e lhe da também encargos delicados, como aquele de entregar em Roma a correspondência ao seu diretor espiritual. «A carta, apenas terminada, a dou ao Anjo, ela escreve. Está aqui perto de mim que espera». E as cartas, misteriosamente, chegavam a destinação sem passar através do Correio do Reino.

Em junho de 1899, Cristo lhe dá o dom das estigmas. No mesmo ano, durante a missão em S. Martino, Gemma conhece os padres Passionistas que a introduzem na casa Giannini. Acolhida como uma filha nesta casa devota e rica, conduz uma vida retirada entre casa e Igreja. Mas as manifestações da sua santidade superam os muros da casa patrícia. Faz conversões, prediz acontecimentos futuros, cai em êxtase. Na oração, sua sangue; no seu corpo, além dos sinais dos pregos, aparecem as chagas da flagelação. Aqui conhece Padre Germano que que se torna seu diretor espiritual.

Logo se vem a saber que as suas luvas pretas e a sua veste escura e estreita escondem os sigilos da Paixão. Estas estigmas se abrem, dolorosas e sanguinantes, toda semana, na véspera das sextas-feira.

Diante dela os cientistas não conseguem esconder o embaraço. Até alguns diretores espirituais não sabem como justificar a extraordinária moça: suspeitam de mistificação, falam de histerismo ou de sugestão, pedem provas, exigem obediência.

Somente ela, Gemma Galgani, no meio das dores físicas e às provas morais, não diz nada, ou melhor, diz sempre sim. Não pede nada, ou melhor, pede a Jesus para si, mais dores e para os outros pede a conversão e a salvação.

No ano 1901, com 23 anos, Gemma escreve por ordem de Padre Germano, a Autobiografia, “O quaderno dos meus pecados”. No ano seguinte se oferece vítima ao Senhor para a salvação dos pecadores. Jesus a pede de fundar um mosteiro de clausura Passionista em Lucca. Gemma responde com entusiasmo. No mes de setembro do mesmo ano se adoece gravemente. A sua vida é marcada profundamente da dor.

Começa o período mais escuro da sua vida. As consequências do pecado caem pesantemente sobre o seu corpo e sua alma. No ano 1903, era um Sábado Santo, Gemma Galgani morre aos 25 anos, devorada do mal, mas pedindo até o último momento ainda mais dor.

O Somo Pontífice Pio X assina no ano 1903, o Decreto de fundação do Mosteiro Passionista em Lucca.

Em 1905 as irmãs de clausura Passionistas iniciam a sua presença em Luca, realizando o antigo desejo que Jesus tinha feito a Gemma.

Padre Germano, diretor espiritual de Gemma, escreve em 1907 a primeira biografia. Iniciam os processo canônicos para o reconhecimento da sua santidade.

No ano 1933 Pio XI inclui Gemma Galgani entre os Beatos da Igreja.

Será Pio XII, no ano 1940 a elevar Gemma Galgani à gloria dos Santos e indicá-la modelo da Igreja universal pelas das virtudes cristãs.

Giuliane Matos
fonte:https://blog.comfebrasil.com.br/a-historia-da-mistica-santa-gemma-galgani-santo-do-dia-11-04/ 
 
São Martinho I, papa e mártir-13 de Abril
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Originário de Todi e diácono da Igreja romana, Martinho foi eleito ao sumo pontificado após a morte do papa Teodoro (13 de maio de 649) e logo mostrou mão firme no governo do leme da barca de Pedro. Não pediu nem aguardou o consentimento à sua eleição da parte do imperador Constante II que no ano anterior promulgara o Tipo, documento em defesa da tese herética dos monotelitas. Para barrar a difusão dessa heresia, três meses após sua eleição, o papa Martinho convocou, na basílica de são João de Latrão, grande concílio, para o qual foram convidados todos os bispos do Ocidente.

A condenação de todos os escritos monotelitas, sancionada nas cinco sessões solenes, provocou irritadíssima reação da corte bizantina. O imperador ordenou ao exarca de Ravena, Olímpio, que fosse a Roma e prendesse o papa. Olímpio quis cumprir as ordens imperais com algumas alterações e tentou, por meio do seu escudeiro, assassinar o papa durante a celebração da missa em Santa Maria Maior. No momento de receber a hóstia consagrada das mãos do pontífice o sicário puxou o punhal, mas foi imediatamente atingido por uma cegueira total.

Provavelmente esse fato convenceu Olímpio a trocar de atitude e a reconciliar-se com o santo pontífice e projetar uma luta armada contra Constantinopla. Em 653, morto Olímpio de peste, o imperador pôde cumprir a sua vingança, fazendo com que o novo exarca de Ravena, Teodoro Calíopa, prendesse o papa.

Martinho, acusado de ter-se apossado ilegalmente do alto cargo de sumo pontífice e de haver tramado com Olímpio contra Constantinopla, foi conduzido por via marítima até à cidade do Bósforo. A longa viagem, que durou quinze meses, foi o início de um cruel martírio. Durante as numerosas escalas, a nenhum dos tantos fiéis que foram encontrar-se com o papa foi concedido aproximar-se dele. Ao prisioneiro não era dada nem água para se lavar. Chegando a Constantinopla a 17 de setembro de 654, o papa ficou estendido numa cama na rua pública recebendo os insultos do povo durante um dia inteiro, antes de ser fechado por três meses na prisão Prandiária. Depois iniciou-se o longo e exaustivo processo, durante o qual os sofrimentos foram tão grandes a ponto de o acusado murmurar: “Façam de mim o que quiserem; qualquer morte será para mim um benefício”.

Humilhado publicamente, despido e exposto aos rigores do frio, carregado de correntes, foi fechado na cela reservada aos condenados à morte. A 16 de março de 655 fizeram-no partir secretamente para o exílio em Quersoneso, na Crimeia. Sofreu fome e foi se enfraquecendo no mais absoluto abandono durante outros quatro meses, até que a morte o colheu, fraco de corpo, mas não de vontade, aos 16 de setembro de 655.

Extraído do livro:
Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.

fonte:https://www.paulus.com.br/portal/santo/sao-martinho-i-papa-e-martir/

















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Santo Anselmo - 21 de Abril
Bispo e Doutor da Igreja. É dele a frase: “Não quero compreender para crer, mas crer para compreender, pois bem sei que sem a fé eu não compreenderia nada de nada.” O santo de hoje é chamado de teólogo-filósofo.
Nasceu em Piamonte no ano de 1033. Seu pai era Conde e, devido ao mau relacionamento com ele, saiu de casa, apenas com um burrinho e um servo.
Foi em busca da ciência, mas também se entregando aos prazeres. Era cristão, mas não de vivência. Devido aos estudos, 'bateu' no Mosteiro de Bec e conheceu Lanfranc, um religioso e mestre beneditino. Por meio dessa amizade edificante, descobriu um tesouro maior: Jesus Cristo.
Nesse processo de conversão, abriu-se ao chamado à vida religiosa e entrou para a família beneditina. Seu mestre amigo foi escolhido para ser bispo em Cantuária e Anselmo ocupou o lugar do Mestre, chegando a ser também Superior. Um homem sábio, humilde, um formador para as autoridades, um pai. Um verdadeiro Abade.
Por obediência à Mãe Igreja, foi substituir seu amigo, que havia falecido, no Arcebispado de Ca
antuária. Viveu grandes desafios lá, retornando a Piamonte, onde faleceu, com esta fama de santidade e testemunho de fidelidade e amor a Cristo e à verdade.
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Santo Anselmo, rogai por nós!
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Fonte: Canção Nova 
fonte: Facebook

Hoje é celebrado são Marcos Evangelista, o leão alado

Hoje, 25 de abril, a Igreja Católica celebra a festa de dão Marcos Evangelista, discípulo de são Pedro e autor do segundo evangelho do Novo Testamento. Seu símbolo é o leão alado por sua relação com o Apocalipse e são João Batista.

São Marcos era judeu de origem e de uma família tão cristã que sempre acolheu os primeiros cristãos em sua casa.

Acompanhou Paulo e Barnabé, seu primo, à Antioquia na primeira viagem missionária. Também foi com Pedro a Roma.

 São Marcos se separou deles em Perga e retornou para sua casa. Mais tarde, Paulo se recusou a aceitar Marcos. Barnabé rompeu a associação missionária com são Paulo e foi para Chipre com seu primo. Anos depois, são Marcos e são Paulo se juntariam em outra viagem missionária.

Sobre seu evangelho, são Marcos o escreveu em grego, aparentemente, para um público cristão. A data em que ele escreveu é debatida, mas talvez tenha sido na década de 60 a 70 depois de Cristo.

O evangelista foi a Roma com são Pedro, apóstolo que se dirigiria a são Marcos como “meu filho”. Marcos estabeleceu a Igreja em Alexandria, onde fundou sua famosa escola cristã.

Foi martirizado aproximadamente em 25 abril de 68 em Alexandria. Suas relíquias descansam na catedral de Veneza.

São Marcos é retratado como um leão alado em relação a um dos quatro seres viventes do Apocalipse. Alguns consideram que isso é porque o evangelho de Marcos começa com João Batista clamando no deserto, como um leão que ruge.

Fonte:ACI.digital


Reprodução/ Vatican News



Hoje a Igreja Católica celebra o dia de São Marcos, um jovem cristão que assumiu seu chamado missionário e fez a diferença por onde passou. E até hoje ele continua fazendo a diferença por meio de seus escritos que nos aproximam de Cristo.

Separamos sete curiosidades para você conhecer um pouquinho mais deste jovem santo. E que São Marcos interceda para que nós, jovens, tenhamos a coragem de assumir nossa vocação e testemunhar nosso encontro com Jesus! Ah, e se você quer ser amigo de Jesus, está no lugar certo.

1- Fazia parte de uma das primeiras famílias cristãs


Ao contrário do que muitos pensam, São Marcos não foi discípulo de Jesus, mas o conheceu muito bem. Judeu, era filho de Maria de Jerusalém, e sobrinho de São Barnabé, aquele que foi companheiro de São Paulo em algumas viagens missionárias (Atos 12, 25).

2- Foi batizado por São Pedro

Quando Jesus morreu e ressuscitou, Marcos ainda era muito jovem. Portanto, segundo a tradição, ele foi batizado por São Pedro, que era um grande frequentador de sua casa e amigo de sua família.

3- Sua casa recebeu importantes celebrações com Jesus

A casa de São Marcos era sempre aberta para receber as festas e reuniões de Jesus e seus discípulos. Segundo a tradição, a família deveria ser rica, já que conta-se também que a última Ceia e Pentecostes (onde se reuniram cerca de 120 pessoas) foram celebradas lá, e outros eventos depois (cf. Atos 12,12).
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4- Foi o primeiro a escrever o Evangelho

Apesar de não ser um dos 12, vê-se que Marcos, desde jovem, pôde presenciar momentos importantes e particulares da vida de Jesus e seus discípulos.

Segundo historiadores, seu Evangelho é o mais antigo e foi escrito por volta do ano 60 d.C., quando acompanhou Pedro em uma viagem a Roma.

5- Foi martirizado no dia da Páscoa

Depois das mortes de Pedro e Paulo, Marcos saiu em missão para pregar o Evangelho, passando pela Ásia Menor, Egito e, de maneira especial, em Alexandria, onde fundou igrejas que muito prosperaram.

Foi martirizado no dia da Páscoa, enquanto celebrava a Missa.

6- É representado com um leão

Em suas imagens, é representado com um leão aos seus pés. A representação vem de seu Evangelho, que se inicia com a passagem de São João Batista: “uma voz que clama no deserto” (Marcos 1,3).

No deserto, era comum ouvir fortes rugidos dos leões, daí a relação.
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7- É padroeiro de Veneza

Depois de seu martírio, mercadores italianos levaram seus restos mortais para Veneza, na Itália. Por conta disso, o santo é padroeiro da cidade, que possui uma catedral dedicada a ele, onde até hoje permanecem seus restos mortais.

fonte:https://www.a12.com/jovensdemaria/artigos/crescendo-na-fe/7-curiosidades-sobre-o-jovem-e-evangelista-sao-marcos



sexta-feira, 21 de abril de 2023

SABEDORIA - TRECHOS DA BÍBLIA E CARTÕES

 Eclesiástico 1,2-31
 Toda a sabedoria vem do Senhor Deus, ela sempre esteve com ele. Ela existe antes de todos os séculos.

2. Quem pode contar os grãos de areia do mar, as gotas de chuva, os dias do tempo? Quem pode medir a altura do céu, a extensão da terra, a profundidade do abismo?

3. Quem pode penetrar a sabedoria divina, anterior a tudo?

4. A sabedoria foi criada antes de todas as coisas, a inteligência prudente existe antes dos séculos!

5. O Verbo de Deus nos céus é fonte de sabedoria, seus caminhos são os mandamentos eternos.

A quem foi revelada a raiz da sabedoria? Quem pode discernir os seus artifícios?

7. A quem foi mostrada e revelada a ciência da sabedoria? Quem pode compreender a multiplicidade de seus caminhos?

8. Somente o Altíssimo, criador onipotente, rei poderoso e infinitamente temível, Deus dominador, sentado no seu trono;

9. foi ele quem a criou no Espírito Santo, quem a viu, numerada e medida;*

10. ele a aspergiu em todas as suas obras, sobre toda a carne, à medida que a repartiu, e deu-a àqueles que a amavam.

11. O temor do Senhor é uma glória, um motivo de glória, uma fonte de alegria, uma coroa de regozijo.

12. O temor do Senhor alegra o coração. Ele nos dá alegria, regozijo e longa vida.

13. Quem teme o Senhor se sentirá bem no instante derradeiro, no dia da morte será abençoado.

14. O amor de Deus é uma sabedoria digna de ser honrada.

15. Aqueles a quem ela se mostra amam-na logo que a veem, logo que reconhecem os prodígios que realiza.

16. O temor do Senhor é o início da sabedoria. Ela foi criada com os homens fiéis no seio de sua mãe, ela caminha com as mulheres de escol, vemo-la na companhia dos justos e dos fiéis.

17. O temor do Senhor é a religião da ciência.*

18. Essa religião guarda e santifica o coração; ela lhe traz satisfação e alegria.

19. Aquele que teme ao Senhor será confortado, no dia da morte será abençoado.

20. O temor do Senhor é a plenitude da sabedoria, a plenitude de seus frutos, para aquele que a possui

21. ela enche toda a sua casa com os bens que produz, e seus celeiros com seus tesouros.

22. O temor do Senhor é a coroa da sabedoria: dá uma plenitude de paz e de frutos de salvação.

23. Ele a viu e numerou-a; ora, um e outra são um dom de Deus.

24. A sabedoria distribui a ciência e a prudente inteligência; eleva à glória aqueles que a possuem.

25. O temor do Senhor é a raiz da sabedoria, seus ramos são de longa duração.

26. A inteligência e a religião da ciência se acham nos tesouros da sabedoria, mas a sabedoria é abominada pelos pecadores.

27. O temor do Senhor expulsa o pecado,

28. pois aquele que não tem esse temor não poderá tornar-se justo. A violência de sua paixão causará sua ruína.

29. O homem paciente esperará até um determinado tempo, após o qual a alegria lhe será restituída.

30. O homem de bom senso guarda suas palavras; muitos falarão, em voz alta, de sua prudência.

31. O sentido da instrução está encerrado nos celeiros da sabedoria.

32. Mas o culto de Deus é abominado pelo pecador.

33. Meu filho, tu que desejas ardentemente a sabedoria, sê justo e Deus te concederá.

34. Pois o temor do Senhor é sabedoria e instrução, e o que lhe é agradável

35. é fidelidade e doçura; ele encherá os celeiros daqueles (que as possuem).

ECLESIÁSTICO 9

1. “Deus de nossos pais, e Senhor de misericórdia, que todas as coisas criastes pela vossa palavra,

2. e que, por vossa sabedoria, formastes o homem para ser o senhor de todas as vossas criaturas,

3. governar o mundo na santidade e na justiça, e proferir seu julgamento na retidão de sua alma,

4. dai-me a sabedoria que partilha do vosso trono, e não me rejeiteis como indigno de ser um de vossos filhos.

5. Sou, com efeito, vosso servo e filho de vossa serva, um homem fraco, cuja existência é breve, incapaz de compreender vosso julgamento e vossas leis;*

6. porque qualquer homem, mesmo perfeito, entre os homens, não será nada, se lhe falta a sabedoria que vem de vós.

7. Ora, vós me escolhestes para ser rei de vosso povo e juiz de vossos filhos e vossas filhas.

8. Vós me ordenastes construir um templo na vossa montanha santa e um altar na cidade em que habitais: imagem da sagrada habitação que preparastes desde o princípio.*

9. Mas ao vosso lado está a sabedoria que conhece vossas obras; ela estava presente quando fizestes o mundo, ela sabe o que vos é agradável, e o que se conforma às vossas ordens.

10. Fazei-a, pois, descer de vosso santo céu, e enviai-a do trono de vossa glória, para que, junto de mim, tome parte em meus trabalhos, e para que eu saiba o que vos agrada.

11. Com efeito, ela sabe e conhece todas as coisas; prudentemente guiará meus passos e me protegerá no brilho de sua glória.

12. Assim, minhas obras vos serão agradáveis; governarei vosso povo com justiça, e serei digno do trono de meu pai.

13. Que homem, pois, pode conhecer os desígnios de Deus, e penetrar nas determinações do Senhor?

14. Tímidos são os pensamentos dos mortais, e incertas as nossas concepções;

15. porque o corpo corruptível torna pesada a alma, e a morada terrestre oprime o espírito carregado de cuidados.

16. Mal podemos compreender o que está sobre a terra, dificilmente encontramos o que temos ao alcance da mão. Quem, portanto, pode descobrir o que se passa no céu?

fonte: https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/sabedoria/9/ 

 Eclesiástico 6

18. Meu filho, aceita a instrução desde teus jovens anos; ganharás uma sabedoria que durará até a velhice.

19. Vai ao encontro dela, como aquele que lavra e semeia, espera pacientemente seus excelentes frutos,

20. terás alguma pena em cultivá-la, mas, em breve, comerás os seus frutos.

21. Quanto a sabedoria é amarga para os ignorantes! O insensato não permanecerá junto a ela.

22. Ela lhes será como uma pesada pedra de provação, eles não tardarão a desfazer-se dela.*

23. Pois a sabedoria que instrui justifica o seu nome, não se manifesta a muitos; mas, naqueles que a conhecem, persevera, até tê-los levado à presença de Deus.

fonte:https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/eclesiastico/6/

 

Jó 28, 12-28

12. Mas a sabedoria onde se encontra? Onde está o lugar da inteligência?

13. O homem ignora o caminho dela, ninguém a encontra na terra dos vivos.

14. O abismo diz: ‘Ela não está em mim’. ‘Não está comigo’, diz o mar.

15. Não pode ser adquirida com ouro maciço, nem pode ser comprada a peso de prata.

16. Não pode ser posta em balança com o ouro de Ofir, nem com o ônix precioso ou a safira.

17. Não pode ser comparada nem ao ouro nem ao vidro, ninguém a troca por vaso de ouro fino.

18. Quanto ao coral e ao cristal, nem se fala. A sabedoria vale mais do que as pérolas.

19. Não pode ser igualada ao topázio da Etiópia, nem pode ser equiparada ao mais puro ouro.

20. De onde vem, pois, a sabedoria? Qual é o lugar da inteligência?

21. Um véu a oculta de todos os viventes e até das aves do céu ela se esconde.

22. Declaram o inferno e a morte: ‘Apenas ouvimos falar dela’.

23. Deus conhece o caminho para encontrá-la e é ele quem sabe o seu lugar,

24. porque ele vê até os confins da terra e vê tudo o que há debaixo do céu.

25. Quando ele fixou um peso ao vento e regulou a medida das águas,

26. quando decretou as leis para a chuva, e traçou uma rota aos relâmpagos,

27. então a viu e a descreveu, penetrou-a e escrutou-a.

28. Depois disse ao homem: ‘O temor do Senhor, eis a sabedoria! Fugir do mal, eis a inteligência’.”

fonte:https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/jo/28/

Eclesiástico 24

1. A sabedoria faz o seu próprio elogio, honra-se em Deus, gloria-se no meio do seu povo.*

2. Ela abre a boca na assembleia do Altíssimo, gloria-se diante dos exércitos do Senhor,

3. é exaltada no meio do seu povo, e admirada na assembleia santa.

4. Entre a multidão dos eleitos, recebe louvores, e bênçãos entre os abençoados de Deus.

5. Ela diz: “Saí da boca do Altíssimo; nasci antes de toda criatura.

7. Elevei-me como o cedro do Líbano, como o cipreste do monte Sião;*

18. cresci como a palmeira de Cades, como as roseiras de Jericó.*

19. Elevei-me como uma formosa oliveira nos campos, como um plátano no caminho à beira das águas.

20. Exalo um perfume de canela e de bálsamo odorífero, um perfume como de mirra escolhida;

21. como o estoraque, o gálbano, o ônix e a mirra, como a gota de incenso que cai por si própria, perfumei minha morada. Meu perfume é como o de um bálsamo sem mistura.*

22. Estendi meus galhos como um terebinto, meus ramos são de honra e de graça.

23. Cresci como a vinha de frutos de agradável odor, e minhas flores são frutos de glória e abundância.

24. Sou a mãe do puro amor, do temor (a Deus), da ciência e da santa esperança,

25. em mim se acha toda a graça do caminho e da verdade, em mim toda a esperança da vida e da virtude.

26. Vinde a mim todos os que me desejais com ardor, e enchei-vos de meus frutos;

27. pois meu espírito é mais doce do que o mel, e minha posse mais suave que o favo de mel.

28. A memória de meu nome durará por toda a série dos séculos.

29. Aqueles que me comem terão ainda fome, e aqueles que me bebem terão ainda sede.

30. Aquele que me ouve não será humilhado, e os que agem por mim não pecarão.

31. Aqueles que me tornam conhecida terão a vida eterna.

32. Tudo isso é o livro da vida, a aliança do Altíssimo, e o conhecimento da verdade.*

33. Moisés deu-nos a Lei com os preceitos da justiça, a herança da casa de Jacó e as promessas feitas a Israel.

34. Deus prometeu a seu servo Davi que faria sair dele um rei muito poderoso, o qual se sentaria eternamente num trono de glória.

35. A Lei faz transbordar a sabedoria como o Fison, e como o Tigre na época dos frutos novos;*

36. ela espalha a inteligência como o Eufrates, e uma inundação como a do Jordão no tempo da colheita.

37. É ela quem derrama a ciência como o Nilo, soltando as águas como o Geon no tempo da vindima.

38. Foi ele quem primeiro a conheceu perfeitamente, essa sabedoria impenetrável às almas fracas.*

39. O seu pensamento é mais vasto do que o mar, e seu conselho, mais profundo do que o grande abismo.

40. Eu, a sabedoria, fiz correr os rios.💗

41. Sou como o curso de água imensa de um rio, como o canal de uma ribeira, e como um aqueduto saindo do paraíso.

42. Eu disse: “Regarei as plantas do meu jardim, darei de beber aos frutos de meu prado”;

43. e eis que meu curso de água tornou-se abundante, e meu rio tornou-se um mar.

44. Pois a luz da ciência que eu derramo sobre todos é como a luz da manhã, e de longe eu a torno conhecida.

45. Penetrarei em todas as profundezas da terra, visitarei todos aqueles que dormem, e alumiarei todos os que confiam no Senhor.

46. Continuarei a espalhar a minha doutrina como uma profecia, e a deixarei aos que buscam a sabedoria, e não abandonarei seus descendentes até o século santo.

47. Considerai que não trabalhei só para mim, mas para todos aqueles que buscam a verdade.

fonte: https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/eclesiastico/24/ 

Sabedoria 9, 1-18
ORAÇÃO PEDINDO SABEDORIA

1. “Deus de nossos pais, e Senhor de misericórdia, que todas as coisas criastes pela vossa palavra,

2. e que, por vossa sabedoria, formastes o homem para ser o senhor de todas as vossas criaturas,

3. governar o mundo na santidade e na justiça, e proferir seu julgamento na retidão de sua alma,

4. dai-me a sabedoria que partilha do vosso trono, e não me rejeiteis como indigno de ser um de vossos filhos.

5. Sou, com efeito, vosso servo e filho de vossa serva, um homem fraco, cuja existência é breve, incapaz de compreender vosso julgamento e vossas leis;*

6. porque qualquer homem, mesmo perfeito, entre os homens, não será nada, se lhe falta a sabedoria que vem de vós.

7. Ora, vós me escolhestes para ser rei de vosso povo e juiz de vossos filhos e vossas filhas.

8. Vós me ordenastes construir um templo na vossa montanha santa e um altar na cidade em que habitais: imagem da sagrada habitação que preparastes desde o princípio.*

9. Mas ao vosso lado está a sabedoria que conhece vossas obras; ela estava presente quando fizestes o mundo, ela sabe o que vos é agradável, e o que se conforma às vossas ordens.

10. Fazei-a, pois, descer de vosso santo céu, e enviai-a do trono de vossa glória, para que, junto de mim, tome parte em meus trabalhos, e para que eu saiba o que vos agrada.

11. Com efeito, ela sabe e conhece todas as coisas; prudentemente guiará meus passos e me protegerá no brilho de sua glória.

12. Assim, minhas obras vos serão agradáveis; governarei vosso povo com justiça, e serei digno do trono de meu pai.

13. Que homem, pois, pode conhecer os desígnios de Deus, e penetrar nas determinações do Senhor?

14. Tímidos são os pensamentos dos mortais, e incertas as nossas concepções;

15. porque o corpo corruptível torna pesada a alma, e a morada terrestre oprime o espírito carregado de cuidados.

16. Mal podemos compreender o que está sobre a terra, dificilmente encontramos o que temos ao alcance da mão. Quem, portanto, pode descobrir o que se passa no céu?

17. E quem conhece vossas intenções, se vós não lhe dais a sabedoria, e se do mais alto dos céus vós não lhe enviais vosso Espírito Santo?

18. Assim se tornaram direitas as veredas dos que estão na terra; os homens aprenderam as coisas que vos agradam e pela sabedoria foram salvos.”*

 fonte: https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/sabedoria/9/

 

 Jó 32, 6-13

6. Então Eliú, filho de Baraquel, de Buz, tomou a palavra nestes termos: “Sou jovem em anos, e vós sois anciãos, por isso minha timidez me impediu de manifestar-vos o meu saber.

7. Dizia comigo: ‘A idade vai falar, os muitos anos farão conhecer a sabedoria’.

8. Mas é o espírito de Deus no homem, e um sopro do Todo-poderoso que dá a inteligência.

9. Não são os mais velhos que são sábios, nem os anciãos que discernem o que é justo.

10. Por isso, é que digo: ‘Escutai-me, vou mostrar-vos o que sei’.

11. Esperei enquanto faláveis, prestei atenção em vossos raciocínios. Enquanto discutíeis,

12. segui-vos atentamente. Mas ninguém refutou a Jó, nem respondeu aos seus argumentos.

13. E não digais: ‘Encontramos a sabedoria; foi Deus e não um homem quem nos instrui’.

28, 12-28

12. Mas a sabedoria onde se encontra? Onde está o lugar da inteligência?

13. O homem ignora o caminho dela, ninguém a encontra na terra dos vivos.

14. O abismo diz: ‘Ela não está em mim’. ‘Não está comigo’, diz o mar.

15. Não pode ser adquirida com ouro maciço, nem pode ser comprada a peso de prata.

16. Não pode ser posta em balança com o ouro de Ofir, nem com o ônix precioso ou a safira.

17. Não pode ser comparada nem ao ouro nem ao vidro, ninguém a troca por vaso de ouro fino.

18. Quanto ao coral e ao cristal, nem se fala. A sabedoria vale mais do que as pérolas.

19. Não pode ser igualada ao topázio da Etiópia, nem pode ser equiparada ao mais puro ouro.

20. De onde vem, pois, a sabedoria? Qual é o lugar da inteligência?

21. Um véu a oculta de todos os viventes e até das aves do céu ela se esconde.

22. Declaram o inferno e a morte: ‘Apenas ouvimos falar dela’.

23. Deus conhece o caminho para encontrá-la e é ele quem sabe o seu lugar,

24. porque ele vê até os confins da terra e vê tudo o que há debaixo do céu.

25. Quando ele fixou um peso ao vento e regulou a medida das águas,

26. quando decretou as leis para a chuva, e traçou uma rota aos relâmpagos,

27. então a viu e a descreveu, penetrou-a e escrutou-a.

28. Depois disse ao homem: ‘O temor do Senhor, eis a sabedoria! Fugir do mal, eis a inteligência’.”

 fonte: https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/jo/28/

NA BÍBLIA DO PEREGRINO - PAULUS  OS VERSÍCULOS 25 ao 28 

25 - Quando assinalou seu peso ao vento e definiu a medida das águas

28 - quando impôs sua lei à chuva e sua rota ao relâmpago e ao trovão, 

27 - então a observou e a calculou, e perscrutou e firmou.

28 - E disse o homem:

"Respeitar o Senhor é sabedoria, afastar-se do mal é prudência". 

Salomão, filho de Davi, fortaleceu-se no seu reino; e o SENHOR seu Deus era com ele, e o engrandeceu sobremaneira.
E falou Salomão a todo o Israel, aos capitães de mil e de cem, aos juízes e a todos os governadores em todo o Israel, chefes das famílias.
E foi Salomão, e toda a congregação com ele, ao alto que estava em Gibeom, porque ali estava a tenda da congregação de Deus, que Moisés, servo do Senhor, tinha feito no deserto.
Mas Davi tinha feito subir a arca de Deus de Quiriate-Jearim ao lugar que lhe preparara; porque lhe tinha armado uma tenda em Jerusalém.
Também o altar de cobre que tinha feito Bezaleel, filho de Uri, filho de Hur, estava ali diante do tabernáculo do Senhor; e Salomão e a congregação o buscavam.
E Salomão ofereceu ali sacrifícios perante o Senhor, sobre o altar de cobre que estava na tenda da congregação; e ofereceu sobre ele mil holocaustos.
Naquela mesma noite Deus apareceu a Salomão, e disse-lhe: Pede o que queres que eu te dê.
E Salomão disse a Deus: Tu usaste de grande benignidade com meu pai Davi, e a mim me fizeste rei em seu lugar.
Agora, pois, ó Senhor Deus, confirme-se a tua palavra, dada a meu pai Davi; porque tu me fizeste reinar sobre um povo numeroso como o pó da terra.
Dá-me, pois, agora, sabedoria e conhecimento, para que possa sair e entrar perante este povo; pois quem poderia julgar a este tão grande povo?
Então Deus disse a Salomão: Porquanto houve isto no teu coração, e não pediste riquezas, bens, ou honra, nem a morte dos que te odeiam, nem tampouco pediste muitos dias de vida, mas pediste para ti sabedoria e conhecimento, para poderes julgar a meu povo, sobre o qual te constituí rei,
Sabedoria e conhecimento te são dados; e te darei riquezas, bens e honra, quais não teve nenhum rei antes de ti, e nem depois de ti haverá.
Assim Salomão veio a Jerusalém, do alto que estava em Gibeom, de diante da tenda da congregação; e reinou sobre Israel.

2 Crônicas 1:1-13
Salomão, filho de Davi, fortaleceu-se no seu reino; e o SENHOR seu Deus era com ele, e o engrandeceu sobremaneira.
E falou Salomão a todo o Israel, aos capitães de mil e de cem, aos juízes e a todos os governadores em todo o Israel, chefes das famílias.
E foi Salomão, e toda a congregação com ele, ao alto que estava em Gibeom, porque ali estava a tenda da congregação de Deus, que Moisés, servo do Senhor, tinha feito no deserto.
Mas Davi tinha feito subir a arca de Deus de Quiriate-Jearim ao lugar que lhe preparara; porque lhe tinha armado uma tenda em Jerusalém.
Também o altar de cobre que tinha feito Bezaleel, filho de Uri, filho de Hur, estava ali diante do tabernáculo do Senhor; e Salomão e a congregação o buscavam.
E Salomão ofereceu ali sacrifícios perante o Senhor, sobre o altar de cobre que estava na tenda da congregação; e ofereceu sobre ele mil holocaustos.
Naquela mesma noite Deus apareceu a Salomão, e disse-lhe: Pede o que queres que eu te dê.
E Salomão disse a Deus: Tu usaste de grande benignidade com meu pai Davi, e a mim me fizeste rei em seu lugar.
Agora, pois, ó Senhor Deus, confirme-se a tua palavra, dada a meu pai Davi; porque tu me fizeste reinar sobre um povo numeroso como o pó da terra.
Dá-me, pois, agora, sabedoria e conhecimento, para que possa sair e entrar perante este povo; pois quem poderia julgar a este tão grande povo?
Então Deus disse a Salomão: Porquanto houve isto no teu coração, e não pediste riquezas, bens, ou honra, nem a morte dos que te odeiam, nem tampouco pediste muitos dias de vida, mas pediste para ti sabedoria e conhecimento, para poderes julgar a meu povo, sobre o qual te constituí rei,
Sabedoria e conhecimento te são dados; e te darei riquezas, bens e honra, quais não teve nenhum rei antes de ti, e nem depois de ti haverá.
Assim Salomão veio a Jerusalém, do alto que estava em Gibeom, de diante da tenda da congregação; e reinou sobre Israel.

2 Crônicas 1:1-13


Salomão, filho de Davi, fortaleceu-se no seu reino; e o SENHOR seu Deus era com ele, e o engrandeceu sobremaneira.
E falou Salomão a todo o Israel, aos capitães de mil e de cem, aos juízes e a todos os governadores em todo o Israel, chefes das famílias.
E foi Salomão, e toda a congregação com ele, ao alto que estava em Gibeom, porque ali estava a tenda da congregação de Deus, que Moisés, servo do Senhor, tinha feito no deserto.
Mas Davi tinha feito subir a arca de Deus de Quiriate-Jearim ao lugar que lhe preparara; porque lhe tinha armado uma tenda em Jerusalém.
Também o altar de cobre que tinha feito Bezaleel, filho de Uri, filho de Hur, estava ali diante do tabernáculo do Senhor; e Salomão e a congregação o buscavam.
E Salomão ofereceu ali sacrifícios perante o Senhor, sobre o altar de cobre que estava na tenda da congregação; e ofereceu sobre ele mil holocaustos.
Naquela mesma noite Deus apareceu a Salomão, e disse-lhe: Pede o que queres que eu te dê.
E Salomão disse a Deus: Tu usaste de grande benignidade com meu pai Davi, e a mim me fizeste rei em seu lugar.
Agora, pois, ó Senhor Deus, confirme-se a tua palavra, dada a meu pai Davi; porque tu me fizeste reinar sobre um povo numeroso como o pó da terra.
Dá-me, pois, agora, sabedoria e conhecimento, para que possa sair e entrar perante este povo; pois quem poderia julgar a este tão grande povo?
Então Deus disse a Salomão: Porquanto houve isto no teu coração, e não pediste riquezas, bens, ou honra, nem a morte dos que te odeiam, nem tampouco pediste muitos dias de vida, mas pediste para ti sabedoria e conhecimento, para poderes julgar a meu povo, sobre o qual te constituí rei,
Sabedoria e conhecimento te são dados; e te darei riquezas, bens e honra, quais não teve nenhum rei antes de ti, e nem depois de ti haverá.
Assim Salomão veio a Jerusalém, do alto que estava em Gibeom, de diante da tenda da congregação; e reinou sobre Israel.

2 Crônicas 1:1-13

 2 Crônicas 1:1-13

Salomão, filho de Davi, fortaleceu-se no seu reino; e o SENHOR seu Deus era com ele, e o engrandeceu sobremaneira.
E falou Salomão a todo o Israel, aos capitães de mil e de cem, aos juízes e a todos os governadores em todo o Israel, chefes das famílias.
E foi Salomão, e toda a congregação com ele, ao alto que estava em Gibeom, porque ali estava a tenda da congregação de Deus, que Moisés, servo do Senhor, tinha feito no deserto.
Mas Davi tinha feito subir a arca de Deus de Quiriate-Jearim ao lugar que lhe preparara; porque lhe tinha armado uma tenda em Jerusalém.
Também o altar de cobre que tinha feito Bezaleel, filho de Uri, filho de Hur, estava ali diante do tabernáculo do Senhor; e Salomão e a congregação o buscavam.
E Salomão ofereceu ali sacrifícios perante o Senhor, sobre o altar de cobre que estava na tenda da congregação; e ofereceu sobre ele mil holocaustos.
Naquela mesma noite Deus apareceu a Salomão, e disse-lhe: Pede o que queres que eu te dê.
E Salomão disse a Deus: Tu usaste de grande benignidade com meu pai Davi, e a mim me fizeste rei em seu lugar.
Agora, pois, ó Senhor Deus, confirme-se a tua palavra, dada a meu pai Davi; porque tu me fizeste reinar sobre um povo numeroso como o pó da terra.
Dá-me, pois, agora, sabedoria e conhecimento, para que possa sair e entrar perante este povo; pois quem poderia julgar a este tão grande povo?
Então Deus disse a Salomão: Porquanto houve isto no teu coração, e não pediste riquezas, bens, ou honra, nem a morte dos que te odeiam, nem tampouco pediste muitos dias de vida, mas pediste para ti sabedoria e conhecimento, para poderes julgar a meu povo, sobre o qual te constituí rei,
Sabedoria e conhecimento te são dados; e te darei riquezas, bens e honra, quais não teve nenhum rei antes de ti, e nem depois de ti haverá.
Assim Salomão veio a Jerusalém, do alto que estava em Gibeom, de diante da tenda da congregação; e reinou sobre Israel.


fonte:https://www.bibliaonline.com.br/acf/2cr/1


 Eclesiástico 19, 18-21

18. pois toda a sabedoria consiste no temor a Deus; nela está o temor a Deus. E em toda a sabedoria reside o cumprimento da Lei.

19. O hábito de praticar o mal não é sabedoria; o modo de agir dos pecadores não é prudência.

20. Há uma malícia hábil que é execrável, e há uma estupidez que é apenas falta de sabedoria.

21. Mais vale o homem que tem pouca sabedoria, e a quem falta o senso, mas que tem o temor (a Deus), do que o homem que possui uma grande inteligência, e que transgride a Lei do Altíssimo.

fonte: https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/eclesiastico/19/

 Eclesiástico 6,18-37

18. Meu filho, aceita a instrução desde teus jovens anos; ganharás uma sabedoria que durará até a velhice.

19. Vai ao encontro dela, como aquele que lavra e semeia, espera pacientemente seus excelentes frutos,

20. terás alguma pena em cultivá-la, mas, em breve, comerás os seus frutos.

21. Quanto a sabedoria é amarga para os ignorantes! O insensato não permanecerá junto a ela.

22. Ela lhes será como uma pesada pedra de provação, eles não tardarão a desfazer-se dela.*

23. Pois a sabedoria que instrui justifica o seu nome, não se manifesta a muitos; mas, naqueles que a conhecem, persevera, até tê-los levado à presença de Deus.

24. Escuta, meu filho, recebe um sábio conselho, não rejeites minha advertência.

25. Mete os teus pés nos seus grilhões, e teu pescoço em suas correntes.

26. Abaixa teu ombro para carregá-la, não sejas impaciente em suportar seus liames.

27. Vem a ela com todo o teu coração. Guarda seus caminhos com todas as tuas forças.

28. Segue-lhe os passos e ela se dará a conhecer; quando a tiveres abraçado, não a deixes.

29. Pois acharás finalmente nela o teu repouso. E ela se transformará para ti em um motivo de alegria.

30. Seus grilhões serão uma proteção, um firme apoio; suas correntes te serão um adorno glorioso;*

31. pois nela há uma beleza que dá vida, e seus liames são ligaduras que curam.

32. Como ele te revestirás como de uma vestimenta de glória, e a porás sobre ti como uma coroa de júbilo.

33. Meu filho, se me ouvires com atenção, serás instruído; se submeteres o teu espírito, tu te tornarás sábio.

34. Se me deres ouvido, receberás a doutrina. Se gostares de ouvir, adquirirás a sabedoria.

35. Permanece na companhia dos doutos anciãos, une-te de coração à sua sabedoria, a fim de que possas ouvir o que dizem de Deus, e não te escapem suas louváveis máximas.

36. Se vires um homem sensato, madruga para ir ter com ele, desgaste o teu pé o limiar de sua porta.

37. Concentra teu pensamento nos preceitos de Deus, sê assíduo à meditação de seus mandamentos. Ele próprio te dará um coração, e a sabedoria que desejas te será concedida.

fonte:https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/eclesiastico/6/

 Tiago 3,13-16

13. Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre com um bom proceder as suas obras repassa­das de doçura e de sabedoria.

14. Mas, se tendes no coração um ciúme amargo e gosto pelas contendas, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.

15. Esta não é a sabedoria que vem do alto, mas é uma sabedoria terrena, humana, diabólica.

16. Onde houver ciúme e contenda, ali há também perturbação e toda espécie de vícios.

 

Eclesiastes, 7, 11-12.19.29

11. A sabedoria é tão boa como uma herança, e é de proveito aos que veem o sol.

12. A sabedoria protege, assim como o dinheiro protege. A vantagem do saber consiste em que a sabedoria dá vida a quem a possui.

19. A sabedoria dá ao sábio mais força do que dez chefes de guerra reunidos numa cidade.

29. Somente descobri isto: Deus fez o homem reto, mas é ele quem procura os extravios.*

1. Quem é comparável ao sábio? Quem conhece a razão das coisas? A sabedoria de um homem ilumina-lhe o semblante e abranda-lhe a severidade de sua face.

2. Observa as ordens do rei, e isso por causa do juramento feito a Deus.*

3. Não te apres­ses a sair de sua presença. Não te comprometas com um mau negócio, porque o rei faz tudo o que lhe apraz.

4. Com efeito, sua palavra é soberana, e quem ousaria dizer-lhe: “Que fazes tu?”.

5. Quem observa os preceitos não experimentará mal algum; e o coração do sábio conhece o tempo e o julgamento.

16. Quando meu espírito se entregou ao estudo da sabedoria e à observação dos trabalhos que há sobre a terra, porque nem de dia, nem de noite os olhos dos homens encontram repouso.