quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

NOVENA DE NATAL




A Criação
(Gn 1, 26-27)

E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem e semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra. Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; homem e mulher os criou.
 
*   *   *

Neste primeiro dia de nossa Novena, contemplemos a Criação. Quando nós, cristãos, rezamos o Credo, dizemos que cremos em um Deus que é Pai todo poderoso e criador do céu e da terra. Ora, de todas as criaturas, a criatura mais perfeita que Deus criou foi o homem. Deus criou o homem à sua imagem e semelhança. E, ademais, Deus criou o homem também com a graça. Através da graça o homem participa da natureza divina. Entretanto, precisamos considerar que o homem pecou e perdeu a graça.

De maneira especial, vamos pedir no Natal e nos demais dias do ano, que Nosso Senhor Jesus Cristo nos visite a todos, aumentando ou recuperando a graça que perdemos com o pecado. Assim, seremos  cristãos de fato, porque teremos dentro de nós a salvação que Jesus veio trazer. Vamos rezar um Pai Nosso, uma Ave Maria e um Glória em cada dia de nossa Novena. Hoje, de maneira especial, nesta intenção: que voltemos a participar da natureza divina.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Concedei, ó Deus onipotente, que a novidade do Natal do vosso Filho Unigênito, feito homem, liberte da antiga escravidão aos que estão retidos pelo pecado. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.

ORAÇÃO FINAL
A celebração do Natal pode ser de luz ou de trevas, de esperança ou de ilusão, de paz ou de conflito. Tudo vai depender de com qual espírito estaremos revestidos.
A festa automaticamente acontece, por força de tradição. Para muita gente, o Natal não passa disto: presentes, relacionamentos amistosos, votos e mesas fartas. Porém, tudo isto passa. Como cristãos, peçamos a Deus onipotente a graça de podermos festejar o Natal não como sendo uma data destinada a mera recordação do nascimento de Jesus, mas sim um acontecimento que haverá de se repetir em nossa vida todos os dias do ano novo.


SEGUNDO DIA

A Anunciação
(Lc 1, 26-38)

Foi enviado por Deus o anjo Gabriel a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um varão que se chamava José, da casa de Davi. E o nome da virgem era Maria. E entrando o anjo onde ela estava, disse: "Deus te salve, cheia de graça, o Senhor é contigo. Bendita és tu entre as mulheres". E ela, tendo ouvido estas palavras, perturbou-se, discorrendo pensativa que saudação seria esta. E o anjo disse-lhe: "Não temas, Maria, pois achaste graça diante de Deus; eis que conceberás no teu ventre e darás à luz um filho e por-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado Filho do Altíssimo e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó e o seu reino não terá fim". E Maria disse ao anjo: "Como se fará isso, pois eu não conheço varão?" O anjo respondeu-lhe: "O Espírito Santo descerá sobre ti e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. E por isso mesmo, o santo que há de nascer de ti, será chamado Filho de Deus. Eis que também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. E este é o sexto mês da que era estéril, pois para Deus nada é impossível". Então disse Maria: "Eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra". E o anjo retirou-se.
 
*  *  *

Neste segundo dia de nossa Novena, contemplemos o mistério da Anunciação. Pensemos um pouco a respeito desta belíssima cena em que Nossa Senhora, rezando, recebe a visita do anjo Gabriel dizendo que ela vai ser a mãe do Messias. Nossa Senhora, fazendo suas orações, pedia exatamente a vinda do Salvador da humanidade. Quem sabe se ela não estaria contemplando, na sua imaginação, a fisionomia d'Ele, pensando em como ele deveria ser? E, de repente, no meio dessa contemplação, aparece-lhe o anjo Gabriel, dizendo que será ela a mãe do Messias, a mãe do Redentor esperado pela humanidade. Como deveria também ter sido bonito o diálogo entre o anjo Gabriel e Nossa Senhora! Entretanto, as circunstâncias pareciam impedir que ela se tornasse a mãe do Messias. Ela respondeu ao anjo que não havia ainda esposado homem. Mas o anjo insiste e Nossa Senhora se coloca inteiramente nas mãos da Divina Providência: "Se é isso que a Providência quer de mim, independentemente das circunstâncias, vou aceitar". Interessante observar essa flexibilidade de Nossa Senhora em relação aos planos de Deus. Sendo vontade de Deus, temos que nos submeter: este é o exemplo que Nossa Senhora nos dá neste segundo dia de nossa Novena.

Por isso, vamos rezar hoje o Pai Nosso, a Ave Maria e o Glória, pedindo a Nossa Senhora que nos dê esta mesma virtude, esta mesma flexibilidade, este mesmo desejo de fazer tudo o que a Providência quer que façamos, este mesmo espírito de submissão em relação aos desígnios de Deus.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Concedei, ó Deus onipotente, que a novidade do Natal do vosso Filho Unigênito, feito homem, liberte da antiga escravidão aos que estão retidos pelo pecado. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.
 ORAÇÃO FINAL
A celebração do Natal pode ser de luz ou de trevas, de esperança ou de ilusão, de paz ou de conflito. Tudo vai depender de com qual espírito estaremos revestidos.
A festa automaticamente acontece, por força de tradição. Para muita gente, o Natal não passa disto: presentes, relacionamentos amistosos, votos e mesas fartas. Porém, tudo isto passa. Como cristãos, peçamos a Deus onipotente a graça de podermos festejar o Natal não como sendo uma data destinada a mera recordação do nascimento de Jesus, mas sim um acontecimento que haverá de se repetir em nossa vida todos os dias do ano novo.

TERCEIRO DIA



A Visitação de Maria a Isabel
(Lc 1, 39-47)

E naqueles dias, levantando-se Maria, dirigiu-se com pressa às montanhas, a uma cidade de Judá. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. E aconteceu que apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo e exclamou em alta voz e disse: "Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. E donde me vem, que a mãe do meu Senhor venha ter comigo? Porque logo que a voz da tua saudação chegou aos meus ouvidos, o menino exultou de alegria no meu ventre. E bem-aventurada tu, que creste, porque se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor lhe foram ditas". Então
Maria disse: "Minha alma engrandece o Senhor, e o meu espírito exulta em Deus meu Salvador".
 
*  *  *

Neste terceiro dia de nossa Novena, pensemos um pouco a respeito de outra situação muito bonita da vida de Nossa Senhora, uma parte da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo, uma vez que Ele já está presente no ventre dela: a visitação de Maria à sua prima Isabel. Muito peculiar esta visita, porque é preciso considerar que Nossa Senhora já tinha em seu ventre o Criador do Universo. Ela tinha dentro de si o próprio Deus. Não era uma mera rainha portando dentro de si o rei que um dia sucederá recebendo o trono. Não. Ela tinha dentro de si o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, o Santo dos santos. Ela tinha dentro de si o próprio Deus. Agora é bonito verificar que Nossa Senhora, entretanto, faz um belíssimo ato de humildade, porque mesmo tendo Deus dentro de si, o que ela quis fazer? Ela não quis ser servida. Ela quis servir. Ela se dirigiu em direção à casa de Isabel, que também estava grávida, para ajudá-la nessa situação, porque sua prima, já idosa, precisava do apoio de alguém. Maria foi aquela que quis dar esse apoio, mesmo estando também grávida.

Por isso, vamos rezar hoje o Pai Nosso, a Ave Maria e o Glória, pedindo que tenhamos sempre a humildade de Nossa Senhora. Que nos seja concedida também a graça de termos sempre esse estado de espírito de querer servir aos outros, de querer constantemente fazer bem aos outros, assim como Maria quis fazer com Isabel, mesmo portando dentro de si o próprio Deus. Qual a importância que nós temos? Sabemos que somos meras criaturas e, de longe, não podemos nos comparar com Nossa Senhora em nosso chamado, em nossa missão. No entanto, não deixemos de pedir  este estado de espírito de querer fazer sempre o bem aos outros, esta humildade que Maria nos apresenta hoje, neste terceiro dia de nossa Novena.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Concedei, ó Deus onipotente, que a novidade do Natal do vosso Filho Unigênito, feito homem, liberte da antiga escravidão aos que estão retidos pelo pecado. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.
ORAÇÃO FINAL
A celebração do Natal pode ser de luz ou de trevas, de esperança ou de ilusão, de paz ou de conflito. Tudo vai depender de com qual espírito estaremos revestidos.
A festa automaticamente acontece, por força de tradição. Para muita gente, o Natal não passa disto: presentes, relacionamentos amistosos, votos e mesas fartas. Porém, tudo isto passa. Como cristãos, peçamos a Deus onipotente a graça de podermos festejar o Natal não como sendo uma data destinada a mera recordação do nascimento de Jesus, mas sim um acontecimento que haverá de se repetir em nossa vida todos os dias do ano novo.

QUARTO DIA



O nascimento de João Batista
(Lc 1,67-79)

E Zacarias, seu pai, foi cheio do Espírito Santo e profetizou dizendo: "Bendito seja o Deus de Israel, porque visitou e resgatou o seu povo. E suscitou uma força para nos salvar, na casa de seu servo Davi.
Conforme anunciou pela boca dos seus santos, de seus profetas, desde os tempos antigos; para nos livrar dos nossos inimigos e das mãos de todos os que nos odeiam; para exercer a sua misericórdia a favor de nosso pai Abraão, de nos conceder que, livres das mãos dos nossos inimigos, O sirvamos sem temor, com uma santidade e uma justiça digna do seu olhar, durante todos os dias da nossa vida. E tu, menino, serás chamado o profeta do Altíssimo, porque irás diante da face do Senhor para preparar os seus caminhos, para dar ao seu povo o conhecimento da salvação para a remissão dos pecados; pelas entranhas da misericórdia do nosso Deus, graças à qual nos visitou do alto o Sol nascente, para iluminar os que jazem nas trevas e na sombra da morte, para dirigir os nossos pés no caminho da paz".
 
*  *  *

Neste quarto dia de nossa Novena, contemplemos um personagem importantíssimo na vida de Nosso Senhor Jesus Cristo: o precursor d'Ele, João Batista. Pensemos um pouco a respeito do chamado de João Batista. Ele era primo de Jesus e veio ao mundo exatamente para anunciar a vinda do Salvador. João Batista era de uma grande santidade. Santidade esta exigida para a missão que tinha: ele precisava anunciar ao mundo a vinda do Messias e convidar a todos para uma vida de penitência, de conversão e de oração. Ele convidava as pessoas a viverem de acordo com a vinda de Nosso Senhor  Jesus Cristo. Nós, cristãos católicos, temos o mesmo chamado de São João Batista, ou seja, também precisamos anunciar a vinda de Nosso Senhor que, de maneira especial, vai visitar cada um de nós no dia de Natal, mas que já visita nossas almas todos os dias, em todos os momentos, convidando-nos a todo  instante a uma verdadeira conversão, convidando-nos sempre a sermos bons. Como cristãos, nós também somos chamados a convidar muitos de nossos irmãos para que também se aproximem deste convite de Nosso Senhor. Portanto, se temos a mesma vocação ou chamado de São João Batista, precisamos também ser santos como ele. Como poderemos convidar alguém para ser santo, se nós próprios não formos santos?

Rezemos hoje o Pai Nosso, a Ave Maria e o Glória, pedindo a graça de sermos sempre chamados a ser precursores da vinda do Menino Jesus, e que nos seja concedida a santidade necessária para a aceitação deste chamado.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Concedei, ó Deus onipotente, que a novidade do Natal do vosso Filho Unigênito, feito homem, liberte da antiga escravidão aos que estão retidos pelo pecado. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.
 ORAÇÃO FINAL
A celebração do Natal pode ser de luz ou de trevas, de esperança ou de ilusão, de paz ou de conflito. Tudo vai depender de com qual espírito estaremos revestidos.
A festa automaticamente acontece, por força de tradição. Para muita gente, o Natal não passa disto: presentes, relacionamentos amistosos, votos e mesas fartas. Porém, tudo isto passa. Como cristãos, peçamos a Deus onipotente a graça de podermos festejar o Natal não como sendo uma data destinada a mera recordação do nascimento de Jesus, mas sim um acontecimento que haverá de se repetir em nossa vida todos os dias do ano novo.

QUINTO DIA

A provação de José
(Mt 1,18-25)

Estando Maria, sua mãe, desposada com José, concebeu do Espírito Santo, antes de coabitarem. E José, seu esposo, sendo justo e não querendo difamá-la, resolveu deixá-la secretamente. Ora, andando ele com isto no pensamento, eis que um anjo do Senhor lhe apareceu em sonho dizendo: "José, filho de Davi, não temas receber Maria como tua esposa, porque o que nela foi concebido é obra do Espírito Santo. E dará à luz um filho ao qual porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito pelo Senhor por meio do profeta, que diz: "Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e o chamarão pelo nome de Emanuel, que quer dizer "Deus conosco".
 
*  *  *

Neste quinto dia de nossa Novena, contemplemos a provação de São José, que ia se tornar esposo de Nossa Senhora, porém percebera que Maria estava grávida, sem que eles tivessem coabitado. Imaginemos a grande provação para um homem como São José, íntegro, que percebia também a integridade e pureza de Nossa Senhora, mas ao mesmo tempo não sabia o que fazer diante daquela situação. São José passava por uma grande dificuldade. Porém, ele não perdeu a confiança, não desanimou, não desconfiou dos planos de Deus para com ele. Por isso Deus mandou-lhe um anjo para, em sonho, dizer-lhe que Maria havia concebido pelo poder do Espírito Santo. O anjo do Senhor deu-lhe o consolo de que necessitava para prosseguir em seu caminho. São José passou por uma grande provação. Todos nós aqui na terra estamos em fase de prova e constantemente seremos convidados pela Providência a também passar por dificuldades e provações. Não adianta querermos o contrário. Nosso caminho terreno é mesmo um caminho de sofrimentos. Porém, é necessário que saibamos como passar por essas provações da melhor maneira possível, sem sucumbir. Se mantivermos a fé e pedirmos, Deus  sempre nos dará forças e tudo mais que necessitarmos para vencer qualquer dificuldade. São José nos dá este exemplo. No meio de sua perplexidade, ele não perdeu a confiança em Deus e foi ajudado.

Rezemos hoje o Pai Nosso, a Ave Maria e o Glória, pedindo que nos momentos difíceis de nossa vida, Deus nos conceda a mesma confiança que São José teve quando passou por aquela provação. Que nos lembremos sempre de recorrer a São José,  quando enfrentarmos alguma tentação, provação ou qualquer dificuldade.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Concedei, ó Deus onipotente, que a novidade do Natal do vosso Filho Unigênito, feito homem, liberte da antiga escravidão aos que estão retidos pelo pecado. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.
ORAÇÃO FINAL
A celebração do Natal pode ser de luz ou de trevas, de esperança ou de ilusão, de paz ou de conflito. Tudo vai depender de com qual espírito estaremos revestidos.
A festa automaticamente acontece, por força de tradição. Para muita gente, o Natal não passa disto: presentes, relacionamentos amistosos, votos e mesas fartas. Porém, tudo isto passa. Como cristãos, peçamos a Deus onipotente a graça de podermos festejar o Natal não como sendo uma data destinada a mera recordação do nascimento de Jesus, mas sim um acontecimento que haverá de se repetir em nossa vida todos os dias do ano novo.

SEXTO DIA


O nascimento de Jesus
(Lc 2, 1-7)

E naqueles dias, saiu um edito de César Augusto, para que se fizesse o recenseamento. Este primeiro recenseamento foi feito por Cirino, governador da Síria. E iam todos recensear-se, cada um à sua cidade. E José foi também da Galiléia, na cidade de Nazaré, à Judéia, na cidade de Davi, que se chamava Belém, porque era da casa da família de Davi, para se recensear juntamente com Maria, sua esposa, que estava grávida. E estando ali, aconteceu que completaram-se os dias em que ela devia dar à luz. E Maria deu à luz o seu filho primogênito e o enfaixou e reclinou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.
 
*  *  *

Neste sexto dia de nossa Novena, contemplemos um grande acontecimento esperado por toda humanidade, acontecimento este que continua a iluminar o mundo até os dias de hoje. Contemplemos o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Antes de tudo, precisamos considerar as circunstâncias que envolveram o nascimento de Jesus. Saía um edito de César Augusto exigindo que toda a população fosse recenseada. Então Nossa Senhora e São José precisavam fazer uma longa viagem. Imaginemos a dificuldade de Maria, que estava grávida. Mas ela se submeteu àquela situação, porque percebia que tratava-se de plano da Providência. Nossa Senhora e São José andavam pela cidade de Belém, batendo de porta em porta, porque havia chegado o momento em que ela daria a luz ao Menino Jesus. Mas não havia lugar para eles na estalagem. Não houve quem recebesse Nossa Senhora e São José, para que eles vivessem com a devida dignidade aquele grande momento. E Nosso Senhor Jesus Cristo nasceu na pobreza, na suma pobreza. Nasceu numa gruta, numa estrebaria, entre os animais. E foi colocado numa manjedoura. Interessante para nós seguirmos este exemplo de Nossa Senhora e de São José, essa submissão aos planos da Providência, esse amor a tudo o que Deus quer para nós. Mas não podemos de maneira alguma seguir o exemplo daqueles que não os receberam, daqueles que não abriram suas portas para que o Menino Jesus nascesse.

Rezemos hoje o Pai Nosso, a Ave Maria e o Glória, pedindo a graça de recebermos a família de Nazaré em nosso coração.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Concedei, ó Deus onipotente, que a novidade do Natal do vosso Filho Unigênito, feito homem, liberte da antiga escravidão aos que estão retidos pelo pecado. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.
ORAÇÃO FINAL
A celebração do Natal pode ser de luz ou de trevas, de esperança ou de ilusão, de paz ou de conflito. Tudo vai depender de com qual espírito estaremos revestidos.
A festa automaticamente acontece, por força de tradição. Para muita gente, o Natal não passa disto: presentes, relacionamentos amistosos, votos e mesas fartas. Porém, tudo isto passa. Como cristãos, peçamos a Deus onipotente a graça de podermos festejar o Natal não como sendo uma data destinada a mera recordação do nascimento de Jesus, mas sim um acontecimento que haverá de se repetir em nossa vida todos os dias do ano novo.



SÉTIMO DIA
Glória nos céus
(Lc 2,8-20)

Ora, naquela mesma região, havia uns pastores que velavam e faziam de noite a guarda do rebanho. E eis que apareceu junto deles um anjo do Senhor e a claridade de Deus os cercou, e tiveram grande temor. Porém, o anjo disse-lhes: "Não temais; porque eis que vos anuncio uma grande alegria que terá todo o povo. Nasceu-vos na cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor. E eis o sinal: encontrareis um menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura". E subitamente apareceu com o anjo uma multidão da milícia celeste, louvando a Deus e dizendo: "Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens de boa vontade". E depois que os anjos se retiraram deles para o céu, os pastores diziam entre si: "Vamos até Belém e vejamos o que lá sucedeu e o que é que o Senhor nos manifestou". E foram com grande pressa e encontraram Maria, José e o menino, deitado na manjedoura. E vendo isto, conheceram o que lhes tinha sido dito acerca deste menino. E todos os que ouviram, se admiravam das coisas que lhes diziam os pastores. Ora, Maria conservava todas estas coisas, meditando-as no seu coração. E os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, conforme lhes tinha sido dito.
 
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Neste sétimo dia de nossa Novena, contemplemos duas cenas. Primeiro, a glorificação dada pelos anjos a Deus: "Glória a Deus no mais alto dos céus". E uma cena muito próxima: o modo como os pastores agiram quando receberam a mensagem do anjo dizendo que Nosso Senhor havia nascido. Imaginemos os pastores em torno de uma fogueira, conversando, talvez assando algum alimento para comer. Eles deviam estar cheios de afazeres. Precisavam cuidar das suas ovelhas. E, no meio daquela situação toda, aparece-lhes um anjo anunciando a vinda de um Salvador, a vinda do Messias esperado. Ora, duas posturas eles poderiam tomar. Uma era seguir o anúncio do anjo e sair em busca daquele Salvador que aparecia. Outra era continuar tocando seus afazeres e simplesmente ignorar o grande acontecimento que ocorria. Apareceram-lhes depois vários anjos dando glória a Deus. Os anjos serviram de exemplo para os pastores. Vendo a glória esplendorosa que os anjos podiam dar a Deus, os pastores também quiseram louvar a Deus e se retiraram dos seus afazeres, para se aproximarem do Menino Jesus com prontidão, a fim de O adorarem.

Rezemos hoje o Pai Nosso, a Ave Maria e o Glória, pedindo a graça de também podermos adorar o Menino Jesus. Que nossa vida seja um constante ato de glorificação a Deus.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Concedei, ó Deus onipotente, que a novidade do Natal do vosso Filho Unigênito, feito homem, liberte da antiga escravidão aos que estão retidos pelo pecado. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.
ORAÇÃO FINAL
A celebração do Natal pode ser de luz ou de trevas, de esperança ou de ilusão, de paz ou de conflito. Tudo vai depender de com qual espírito estaremos revestidos.
A festa automaticamente acontece, por força de tradição. Para muita gente, o Natal não passa disto: presentes, relacionamentos amistosos, votos e mesas fartas. Porém, tudo isto passa. Como cristãos, peçamos a Deus onipotente a graça de podermos festejar o Natal não como sendo uma data destinada a mera recordação do nascimento de Jesus, mas sim um acontecimento que haverá de se repetir em nossa vida todos os dias do ano novo.

OITAVO DIA
 
Adoração dos Magos
(Mt 2,1-2.9-11)

Tendo, pois, nascido Jesus em Belém de Judá, reinando o rei Herodes, eis que uns magos chegaram do Oriente a Jerusalém, dizendo: "Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Porque nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo". E eles, tendo ouvido as palavras do rei, partiram; e eis que a estrela que tinham visto no Oriente ia adiante deles até que, chegando onde estava o menino, parou. Vendo novamente a estrela, ficaram possuídos de grandiosa alegria. E entrando na casa, encontraram o menino com Maria, sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo seus tesouros lhe ofereceram como presentes ouro, incenso e mirra.
 
*  *  *

Neste oitavo dia de nossa Novena, contemplemos uma situação muito pungente. Três Reis Magos vindos de longínquas partes do mundo, não mediram esforços para se aproximarem do Menino Jesus. Os três Reis fizeram uma longa viagem, com uma grande caravana, porque percebiam através dos astros que estudavam, que um grande acontecimento se daria: a vinda do Messias, a vinda de um Salvador. Nós não sabemos qual era a profundidade do significado disto para eles. Não sabemos como eles compreendiam esse acontecimento a respeito da vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas sabemos, isso sim, e que isso sirva de lição para nós, que eles não mediram esforços para estar junto do Menino Jesus. Não mediram esforços para trazer presentes e ser agradáveis ao Salvador. Eles fizeram uma longa viagem, inclusive com risco de perseguições por parte do império romano. Entretanto, não desanimaram. Quiseram estar junto do Messias. E tendo, então, seguido a estrela de Belém por um longo percurso, finalmente se encontraram com o Menino Jesus. Depositando aos seus pés três presentes: ouro, incenso e mirra, prostraram-se diante d'Ele e O adoraram. Adoraram o Deus feito homem.

Rezemos hoje o Pai Nosso, a Ave Maria e o Glória, pedindo a graça de também não pouparmos esforços para nos aproximarmos de Deus. Que assim como os três Reis Magos não desanimaram diante dos grandes percursos que fizeram,  também nós não desanimemos diante de tentações, dificuldades e provações. Que nos seja concedida sempre essa prontidão de alma, esse desejo intenso de estar junto de Nosso Senhor.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Concedei, ó Deus onipotente, que a novidade do Natal do vosso Filho Unigênito, feito homem, liberte da antiga escravidão aos que estão retidos pelo pecado. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.
 ORAÇÃO FINAL
A celebração do Natal pode ser de luz ou de trevas, de esperança ou de ilusão, de paz ou de conflito. Tudo vai depender de com qual espírito estaremos revestidos.
A festa automaticamente acontece, por força de tradição. Para muita gente, o Natal não passa disto: presentes, relacionamentos amistosos, votos e mesas fartas. Porém, tudo isto passa. Como cristãos, peçamos a Deus onipotente a graça de podermos festejar o Natal não como sendo uma data destinada a mera recordação do nascimento de Jesus, mas sim um acontecimento que haverá de se repetir em nossa vida todos os dias do ano novo.



NONO DIA
A Luz do mundo
(Jo 1,1-5.9-12.14)

No princípio era o Verbo e o Verbo estava em Deus e o Verbo era Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele e nada foi feito sem Ele. N'Ele estava a vida e a vida era a luz dos homens. Estava Ele no mundo, e o mundo foi feito por intermédio d'Ele. Veio para o que era seu, e os seus não O receberam. Mas, a todos quantos O receberam, aos que creram no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós; e nós vimos a sua glória, o unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.

*  *  *

Chegamos ao nono e último dia de nossa Novena. Contemplemos hoje esse grandiosíssimo acontecimento: a vinda da Luz ao mundo, a Luz que nos ilumina, Nosso Senhor Jesus Cristo. Se estivermos em data próxima ao dia 24 de dezembro, podemos dizer que dentro de alguns minutos Ele vai nascer. Vai nascer na liturgia da Igreja que nos será apresentada, mas também deve nascer em nossos corações. O nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo tem um significado todo especial para nós, cristãos. Nós nos referimos a Ele, ainda agora, como sendo a Luz do mundo. Por quê? Porque a partir do momento em que Nosso Senhor nasce em nosso coração, Ele deve ser nossa guia, a Luz que ilumina nossos passos. A Luz do mundo deve iluminar nossos pensamentos, atos, afazeres. Tudo em nossa vida deve girar em torno dessa Luz. Se precisamos enxergar algo, precisamos enxergar iluminados por essa Luz que é Nosso Senhor Jesus Cristo. Todas as realidades aqui na terra devem ser iluminadas por Ele.

Rezemos hoje o Pai Nosso, a Ave Maria e o Glória, pedindo a bênção de Deus todo poderoso, na intenção de que Nosso Senhor Jesus Cristo seja sempre nossa Luz. Neste dia em que contemplamos nosso Salvador nascendo, o Menino Jesus no colo de Nossa Senhora, sendo adorado por São José, pelos pastores, pelos Reis Magos, e tendo os anjos em torno d'Ele, cuidando d'Ele, peçamos que Ele, todos os dias, nos conceda a graça de tê-lo como nossa Luz, nossa guia, em todos os momentos de nossa vida presente e futura.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Concedei, ó Deus onipotente, que a novidade do Natal do vosso Filho Unigênito, feito homem, liberte da antiga escravidão aos que estão retidos pelo pecado. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.
  ORAÇÃO FINAL
A celebração do Natal pode ser de luz ou de trevas, de esperança ou de ilusão, de paz ou de conflito. Tudo vai depender de com qual espírito estaremos revestidos.
A festa automaticamente acontece, por força de tradição. Para muita gente, o Natal não passa disto: presentes, relacionamentos amistosos, votos e mesas fartas. Porém, tudo isto passa. Como cristãos, peçamos a Deus onipotente a graça de podermos festejar o Natal não como sendo uma data destinada a mera recordação do nascimento de Jesus, mas sim um acontecimento que haverá de se repetir em nossa vida todos os dias do ano novo.

FONTE: http://www.basilicadocarmocampinas.org.br/natal9.htm