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terça-feira, 4 de abril de 2023

Fulton Sheen - Um pouco de sua vida

Um pouco de sua vida

O bispo americano John Fulton Sheen nasceu em oito de maio de 1895 e foi muito conhecido por suas pregações e principalmente pelo trabalho na televisão e no rádio, onde sua maneira de pregar a Palavra de Deus lhe permitiu converter milhares de pessoas, incluindo muitas pessoas famosas.

Além disso, ele é autor de 73 livros e vários trabalhos acadêmicos. Ele é considerado o maior comunicador do século XX. Nasceu em El Paso, Illionis, sendo o mais velho dos quatro filhos de um fazendeiro. Ele ficou conhecido como Fulton (nome de solteira de sua mãe), mas foi batizado como Peter John Sheen.

Quando criança, contraiu tuberculose. Então, a família mudou-se para próximo de Peoria, Illinois, onde Sheen foi coroinha. Ele foi ordenado sacerdote em 1919, no Saint Paul’s Seminary em Minnesota.

Estudou na Universidade Católica da América e depois fez doutorado em Filosofia pela Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, em 1923. No mesmo ano ele ganhou o prêmio “Cardeal Mercier”, um prêmio internacional de Filosofia, sendo o primeiro americano a ganhar essa distinção. Em 1930 começou um programa de rádio semanal no domingo à noite, às 20h00min, chamado “A Hora Católica”.

O bispo Sheen é conhecido como um dos primeiros “televangelistas”. Ele ensinou teologia e filosofia, executando também a função de pároco, antes de ser nomeado Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Nova York em 1951, função que executou até o ano de 1965.Por duas décadas (o programa durou até 1957) ele teve uma grande audiência, de mais de quatro milhões de ouvintes semanalmente, competindo com grandes artistas como Frank Sinatra e Milton Berle. Em 1952 ganhou o prêmio “Emmy” de Personalidade mais Vista na Televisão. Mas o Bispo Sheen dizia que eram Mateus, Marcos, Lucas e João os grandes responsáveis pelo seu sucesso.

Em 1966 foi nomeado Bispo de Rochester, onde ficou por três anos, antes de renunciar e ser nomeado Arcebispo Titular da Sé de Newport, no País de Gales pelo papa Paulo VI. Esta função lhe permitiu continuar com sua obra de pregação.

Além disso, também dedicou sua energia em atividades políticas, denunciando a Guerra do Vietnã. Uma de suas melhores apresentações aconteceu em fevereiro de 1953, quando ele denunciou o regime soviético de Joseph Stalin. Ele fez uma leitura dramática da cena do enterro de Júlio César, substituindo os nomes de César, Cassio, Marco Antônio e Brutus pelos nomes de importantes líderes soviéticos: Stalin, Lvreenty Beria, Georgy Malenkov e Andrey Vishinski, concluindo: “Stalin, um dia você terá de cumprir o seu julgamento”.O Bispo Sheen tinha o dom de comunicar a palavra de Deus na forma mais pura e simples. A Revista Time se referiu a ele em 1946 como “Voz de ouro”. “O Mons. Fulton Sheen é o mais famoso pregador do catolicismo nos EUA”. Em 1951, iniciou um programa semanal na televisão “Vale a Pena Viver”. O programa consistia simplesmente no fato do bispo Sheen falar na frente de uma plateia ao vivo. Ele falava sobre temas atuais, como os males do comunismo e o uso da psicologia, muitas vezes usando um quadro-negro.

O maior elogio de todos!

O Bispo Sheen ganhou o seu maior elogio em outubro e 1979, quando o Papa João Paulo II abraçou-o na Catedral de São Patrício em Nova York.

Encontro de Dom Fulton Sheen e São João Paulo II 

O Papa lhe disse: “Você tem escrito e falado muito bem do Senhor Jesus. Você é um filho fiel da Igreja”.Com esse lindo aviso o Bispo Sheen foi para a vida eterna em 09 de dezembro de 1979, falecendo de doença cardíaca. Em 14 de Setembro de 2002 a Congregação para as Causas dos Santos abriu oficialmente a causa do Arcebispo Sheen e lhe concedeu o título de “Servo de Deus”.

E atualmente está em curso o processo para sua canonização.

Alguns livros de sua autoria:

* Deus e Inteligência em Filosofia Moderna (1925); * As sete últimas palavras (1933); * Filosofia da Ciência (1934); * O Eterno Galileu (1934); * Calvário e a Missa (1936); * A Cruz e as bem-aventuranças (1937); * Sete Palavras de Jesus e Maria (1945); * O comunismo e a consciência do Ocidente (1948); * Caminho para a Felicidade (1953); * Caminho para a Paz Interior (1955); * Vida de Cristo (1958); * Missões e a crise mundial (1963); O Terço Missionário: O terço missionário foi uma ideia do bispo americano Fulton Sheen.

Ele percebeu que temos cinco mistérios e cinco continentes, então escolheu para cada continente uma cor que, de certa forma, lembrasse alguma característica do mesmo. Desse moto, ao rezar o mistério estamos pedindo por todas as pessoas que vivem nesse continente.

Algumas frases do Bispo Fulton Sheen:

“Não existem mais de 100 pessoas neste mundo que realmente odeiem a Igreja Católica, mas há milhões que odeiam o que eles pensam ser a Igreja Católica.”

Um indivíduo importuno fez uma pergunta ao Bispo Sheen sobre alguém que havia morrido. O Bispo respondeu: “Vou perguntar a ele quando eu chegar ao céu”. O chato replicou: “E se ele não estiver no Céu?”. O Bispo respondeu: “Bom, então você pergunta a ele”.

Um homem disse ao Bispo Sheen que não acreditava no inferno. O Bispo respondeu: “Você vai acreditar quando chegar lá”.

Há três doces monotonias em Sua vida (a vida de Cristo): Trinta Anos obedecendo, Três Anos ensinando, Três Horas redimindo.

“Se alguém entre nós pudesse ter feito sua própria mãe, nós a teríamos feito a mulher mais bonita do mundo. Cada mãe, quando pega a jovem vida que nasceu dela, ergue os olhos para o Céu a fim de agradecer a DEUS pelo dom que fez o mundo rejuvenescer novamente. Mas existe uma Mãe, Maria, que não ergueu os olhos. Ela baixou os olhos para o Céu, pois era o Céu que estava em seus braços.”

“Nossos cérebros são suficientemente grandes hoje em dia. Poderia ser verdade que nossos corações estão pequenos demais?”

“Não podemos gostar de todo mundo, mas podemos amar todo mundo.”

Por amor a Jesus Sacramentado

Uma história sobre o verdadeiro valor e zelo que devemos ter pela Eucaristia Alguns meses antes de sua morte, o Bispo Fulton J. Sheen foi entrevistado pela rede nacional de televisão: “Bispo Sheen, milhares de pessoas em todo o mundo procuram imitar o exemplo de vossa eminência. Em quem o senhor se inspirou? Foi por acaso em algum Papa?”.

O Bispo Sheen respondeu que sua maior inspiração não foi um Papa, um Cardeal, ou outro Bispo, sequer um sacerdote ou freira. Foi uma menina chinesa de onze anos de idade. Explicou que quando os comunistas apoderaram-se da China, prenderam um sacerdote em sua própria reitoria, próximo à Igreja. O sacerdote observou assustado, de sua janela, como os comunistas invadiram o templo e dirigiram-se ao santuário. Cheios de ódio profanaram o tabernáculo, pegaram o cálice e, atirando-o ao chão, espalharam-se as hóstias consagradas. Eram tempos de perseguição e o sacerdote sabia exatamente quantas hóstias havia no cálice: trinta e duas. Quando os comunistas retiraram-se, talvez não tivessem percebido, ou não prestaram atenção, a uma menininha, que rezando na parte detrás da igreja, viu tudo o que ocorreu.

À noite, a pequena regressou e, escapando da guarda posta na reitoria, entrou no templo. Ali, fez uma hora santa de oração, um ato de amor para reparar o ato de ódio. Depois de sua hora santa, entrou no santuário, ajoelhou-se, e inclinando-se para frente, com sua língua recebeu Jesus na Sagrada Comunhão. (Naquele tempo não era permitido aos leigos tocar a Eucaristia com suas mãos). A pequena continuou regressando a cada noite, fazendo sua hora santa e recebendo Jesus Eucarístico na língua. Na trigésima noite, depois de haver consumido a última hóstia, acidentalmente fez um barulho que despertou o guarda. Este correu atrás dela, agarrou-a, e golpeou-a até mata-la com a parte posterior de sua arma. Este ato de martírio heroico foi presenciado pelo sacerdote enquanto, profundamente abatido, olhava da janela de seu quarto convertido em cela.

Quando o Bispo Sheen escutou o relato, inspirou-se de tal maneira que prometeu a Deus que faria uma hora santa de oração diante de Jesus Sacramentado todos os dias, pelo resto de sua vida. Se aquela pequena pôde dar testemunho com sua vida da real e bela Presença do seu Salvador no Santíssimo Sacramento então, o bispo via-se obrigado ao mesmo. Seu único desejo desde então seria atrair o mundo ao Coração ardente de Jesus no Santíssimo Sacramento. A pequena ensinou ao Bispo o verdadeiro valor e zelo que se deve ter pela Eucaristia; como a fé pode sobrepor-se a todo medo e como o verdadeiro amor a Jesus na Eucaristia deve transcender a própria vida.

O que se esconde na Hóstia Sagrada é a glória de Seu amor. Todo o mundo criado é um reflexo da realidade suprema que é Jesus Cristo. O sol no céu é apenas um símbolo do filho de Deus no Santíssimo Sacramento. É por isso que muitos sacrários imitam os raios de sol. Como o sol é a fonte natural de toda energia, o Santíssimo Sacramento é a fonte sobrenatural de toda graça e amor.

Fonte:

http://santosebeatoscatolicos.blogspot.com.br/2014/06/veneravel-servo-de-deus-john-fulton.html

fonte:https://pascombrasil.org.br/veneravel-fulton-sheen-bispo-comunicador-norte-americano-e-chamado-apostolo-da-tv/

 

A ALEGRIA é o delicioso experimentar de sentimentos de prazer pelo bem adquirido e, atualmente, desfrutado, ou a perspectiva do bem que se espera alcançar. Pode haver alegrias naturais e alegrias espirituais. Alegria natural será a alegria da juventude, antes de ter a alma cansada pela desilusão, ou a alegria da saúde, quando é agradável e saboroso o alimento, ou a alegria do triunfo, quando a batalha foi ganha, ou as alegrias da afeição, quando se é amado. Todas estas alegrias se tornam mais intensas e sólidas, quando têm por base a alegria espiritual. Nenhuma felicidade terrena será permanente e perfeita, se não estiver associada a uma boa consciência.

A alegria espiritual é uma tranquilidade de espírito no meio das vicissitudes da vida, semelhante à da montanha, quando o temporal desaba sobre ela. Com aquele que não está arraigado ao Divino, todo o revés se amplifica. Não pode aplicar, plenamente, as suas faculdades a uma só coisa, porque está perturbado por muitas.

Alegria não é o mesmo que jovialidade. A jovialidade é um ato, a alegria um hábito. A jovialidade é como um meteoro, a alegria como uma estrela; a jovialidade é como um espinheiro crepitante, a alegria como uma chama. A alegria, sendo mais permanente, torna mais fáceis as ações difíceis. Os soldados, depois de longa caminhada, dificilmente marchariam tão ligeiros, se não marchassem ao som da música. Um coração alegre acha sempre suave o jugo e a carga leve.

Nenhuma enfermeira, com certeza, é útil no quarto de um doente, se não for dotada de espírito alegre. Duas coisas deve ter uma enfermeira, antes de entrar no quarto de um doente: uma ferida e o sentido do bom humor. Uma ferida, para poder avaliar o que custa a dor; o sentido do bom humor, para saber difundir a felicidade. Não é preciso que esta ferida seja física, mas simbólica, quer dizer, importa que se seja, profundamente, compreensivo das penas e dos sofrimentos dos outros. Nada há que faça prolongar tanto a doença como um rosto carregado.

A alegria depende muito mais do coração do que da razão. Os carinhos da esposa e dos filhos despertam e aumentam muito mais a satisfação do chefe de família do que os raciocínios da sua inteligência, por mais penetrantes que sejam. Diante do berço, o pai parece ter os atributos de Ser Eterno, que infundiu a sua ternura e o seu amor naquela criança. O potencial de alegria é sempre uma prova clara do estado moral do homem. Ninguém pode ser feliz no exterior, se não for feliz já no interior. Se o sentido da culpa oprimir a alma, nenhuma soma de prazeres do exterior poderá compensar a falta de alegria do interior. Como a tristeza é a companheira do pecado, a alegria é a companheira da santidade.

Tanto se pode sentir alegria na prosperidade, como na adversidade. Na prosperidade, consiste ela não nos bens que gozamos, mas nos que esperamos; não nos prazeres que sentimos, mas nos que acreditamos ver, um dia. Podem abundar as riquezas, mas as que esperamos são daquelas que a traça não corrói, nem a ferrugem consome, nem os ladrões assaltam e roubam. Mesmo, na adversidade, pode haver alegria, na certeza de que até o Divino Mestre morreu na Cruz, como condição para ressuscitar.

Se, hoje, a alegria não é vulgar, é porque há almas tímidas que não têm coragem para se esquecer de si mesmas e fazer sacrifícios pelo próximo, ou, ainda, porque um humanitarismo acanhado torna as coisas mais sedutoras da vida futura de 

aparência vã. Quanto mais uma fé ardente em Deus e um cuidado sério pela salvação da alma se desvanecerem da vida, tanto mais desaparecerá a alegria e voltar-se-á ao desespero dos pagãos. Os antigos Gregos e Romanos sempre viram, ao longo do seu caminho, uma sombra e um cadáver a seus pés. Não era surpresa alguma que um Romano, que não sabia por que viver e nada tinha a esperar da vida, entrasse no banho e, rompendo uma veia, tranquila e insensivelmente, morresse exangue. Certo dia, disse da vida um famoso poeta grego que era melhor não ter nascido e que a melhor coisa depois desta seria deixar a vida, o mais depressa possível. Tudo isto está no extremo oposto do que disse Paulo:

«Alegrai-vos, sempre, no Senhor e, mais uma vez, vos digo, alegrai-vos»

Voltar para o Índice do livro Rumo à Felidade, de Fulton Sheen

(SHEEN, Dom Fulton. Rumo à Felicidade – WAY TO HAPPINESS. Tradução de Dr. A. J. Alves das Neves, pároco de São Pedro da Cova. Livraria Figueirinhas, Porto, 1956, p. 13-15)

“Nunca serás feliz se a tua felicidade depender somente daquilo que tu desejas. Muda o teu foco. Encontra um novo centro, será o que Deus quiser, e ninguém poderá tirar a tua alegria” – Bispo Fulton Sheen

fonte https://rumoasantidade.com.br/alegria/ 

Arcebispo Fulton Sheen será declarado beato da Igreja Católica 

Publicado segunda-feira, 8 de julho de 2019, 16h10

Milagre atribuído à intercessão do Arcebispo Fulton Sheen foi aprovado pelo Papa na última sexta-feira, 5

 ACI Digital

Arcebispo Fulton Sheen / Foto: Domínio público

O Papa Francisco aprovou na sexta-feira, 5, o milagre atribuído à intercessão do Arcebispo Fulton Sheen, o que permitirá que o famoso evangelizador dos meios de comunicação nos Estados Unidos seja declarado beato. A Congregação para as Causas dos Santos do Vaticano promulgou o decreto que aprovou o milagre do Arcebispo Sheen em 6 de julho.

O milagre envolve a recuperação inexplicável de James Fulton Engstrom, uma criança da cidade de Goodfield, no Condado de Peoria, Illinois, que aparentemente nasceu morto em setembro de 2010. O pequeno não mostrava sinais de vida quando os profissionais médicos tentaram reanimá-lo. No entanto, a mãe e o pai da criança, Bonnie e Travis Engstrom, rezaram ao Arcebispo Sheen para curar seu filho e o milagre ocorreu.

Uma equipe de sete especialistas médicos que assessoraram a Congregação vaticana para as Causas dos Santos aprovou o milagre em março de 2014. O Arcebispo Sheen foi um catequista de televisão muito querido nas décadas de 1950 e 1960 nos Estados Unidos. Seu programa de televisão foi o vencedor de um prêmio Emmy “Life is Worth Living” e alcançou milhões de pessoas.

O Arcebispo Sheen foi ordenado sacerdote da Diocese de Peoria, Illinois, aos 24 anos, e foi nomeado Bispo Auxiliar de New York em 1951, onde permaneceu até sua nomeação como Bispo de Rochester, Nova York, em 1966. Aposentou-se em 1969 e retornou para Nova York, onde morou até sua morte em 1979.

Em 27 de junho, os restos mortais de Dom Fulton Sheen foram transferidos da Arquidiocese de Nova York para Peoria, Illinois, após uma longa batalha judicia, sobre o sepultamento do arcebispo, que colocou a causa de beatificação em espera.

A Diocese de Peoria abriu a causa de beatificação de Dom Fulton Sheen em 2002, depois que a Arquidiocese de Nova York disse que não iria explorar o caso. Em 2012, Bento XVI reconheceu as virtudes heroicas do Arcebispo.

Em setembro de 2014, o Bispo de Peoria, Dom Daniel Jenky, suspendeu a causa de Fulton Sheen, alegando que a Santa Sé esperava que restos mortais dele estivessem na Diocese de Peoria. A sobrinha de Fulton Sheen, Joan Cunningham entrou com uma ação legal pedindo que os restos mortais dele fossem transferidos para a Catedral de Santa Maria, em Peoria. A Arquidiocese de Nova York apelou diversas vezes dessa tentativa de transferir os restos mortais.

Em 7 de junho, o Tribunal de Apelações de Nova York rejeitou a apelação final da decisão do Supremo Tribunal de Nova York que confirmava o pedido de Cunningham e mais tarde, naquele mês, os restos mortais de Dom Sheen foram transferidos para Peoria. A data da beatificação do Arcebispo Sheen ainda não foi estabelecida. Aparentemente, outro milagre atribuído ao Arcebispo Sheen levaria no futuro à sua canonização.

fonte:https://noticias.cancaonova.com/igreja/arcebispo-fulton-sheen-sera-declarado-beato-da-igreja-catolica/

O livro também está a venda no site da canção nova

 Livro A Vida Vale a Pena Ser Vivida - Retiro Quaresmal

 

domingo, 2 de abril de 2023

MÚSICAS EM HOMENAGEM A JESUS, MARIA E JOSÉ

 

 

Cura-me Senhor Jesus Anjos de Resgate 


Senhor, estou nesse momento aqui, por Tuas chagas vou pedir: cura-me... cura-me E lava o meu passado, com Teu Sangue derramado. 

 Senhor, ainda dói dentro de mim, os erros que eu cometi. Cura-me... cura-me. E lava meu passado, com Teu Sangue derramado. 

 Vem ser a voz que me aconselha, vem ser o ar que eu respiro. Pois Tu és o Pão que me sustenta. Tu és o Deus que me alimenta. 

Cura-me Senhor, cura-me Senhor! 

Enxuga as minhas lágrimas de dor.

Cura me Senhor, cura-me Senhor! 

E me devolve a vida com Teu amor. 

 Senhor, ferido estou diante de Ti e de joelhos vou pedir: cura-me... cura-me...

 
 
Encontrei-me com Jesus num jardimNunca vi nada tão lindo assimMinhas dores entreguei em suas mãosE Jesus foi falando pra mim
Das feridas que eu recebiNão saíram sangue nem dorFoi por isso que o mal eu venciPorque delas só saia amorFoi sempre o meu amor
Foi por vocêQue eu me deixei ser tão chagado e feridoPor isso sinta-se amado e queridoPois é o meu amor que cura a sua dor
Foi por vocêQue na cruz, meu sangue foi derramadoPor isso sinta-se querido e amadoPois é o meu amor que cura a sua dorQue cura a sua dor
Então Jesus pediu-me assimQue as mágoas que estivessem em mimQue delas não saísse mais dorQue de hoje em diante só saísse amorQue seja sempre assim
Foi por vocêQue eu me deixei ser tão chagado e feridoPor isso sinta-se amado e queridoPois é o meu amor que cura a sua dor
Foi por vocêQue na cruz meu sangue foi derramadoPor isso sinta-se querido e amadoPois é o meu amor que cura a sua dorQue cura a sua dor
Cura a sua dorO meu amor que cura a sua dor
Fonte: Musixmatch

 

O Amigo Mais Certo
Padre Reginaldo Manzotti

Deus é tão grande, Ele pode mudar sua vida
Deus é tão grande, Ele pode cessar o seu sofrer
Ele conhece você intimamente
Sabe o que você pensa e o que vai fazer

Ele é o amigo mais certo das horas incertas
Ele enxuga seu pranto quando você chora
Ele está sempre presente quando está sozinho
Ele é vida, é a verdade, é o caminho

Ele é o amigo mais certo das horas incertas
Ele enxuga seu pranto quando você chora
Ele está sempre presente quando está sozinho
Ele é vida, é a verdade, é o caminho

Ele é a realidade dos seus lindos sonhos
Ele é o Deus que te livra da imensa solidão
Ele é a fonte jorrando nesse seu deserto
Ele é o amor que preenche todo o seu coração

Ele é o amigo mais certo das horas incertas
Ele enxuga seu pranto quando você chora
Ele está sempre presente quando está sozinho
Ele é vida, é a verdade, é o caminho

Ele é o amigo mais certo das horas incertas
Ele enxuga seu pranto quando você chora
Ele está sempre presente quando está sozinho
Ele é vida, é a verdade, é o caminho

Fonte:https://www.letras.mus.br/padre-reginaldo-manzotti/1179998/ 

Milagre do Rosário

Oh, mãe abençoada, nós oramos a vós
Obrigada pelo milagre de vosso rosário
Só você pode segurar
A abençoada mão de seu filho
Por tempo bastante para que o mundo compreenda

Ave Maria, cheia de graça
O Senhor esteja convosco
Bendita é vós entre as mulheres
E bendito é o fruto de vosso ventre, Jesus
Oh, Santa Maria, querida mãe de Deus
Por favor rogai por nós pecadores
Agora e na hora de nossa morte

E agradeço mais uma vez
Pelo milagre de vosso rosário

Canção à Virgem de Fátima cantada por Elvis Presley traz história de conversão

Nossa Senhora de Fátima e o Rosário já foram cantados por um grande nome da música internacional, Elvis Presley, na canção “The Miracle of the Rosary”, a qual além da mensagem da Virgem Maria traz como pano de fundo uma história de conversão.

Embora tenha sido criado na Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Elvis Presley gravou “The Miracle of the Rosary” em 15 de maio de 1971. Porém, não se trata de uma canção sua, e sim de Lee Denson, amigo do rei do rock, que pertencia à Igreja Batista, mas se converteu ao catolicismo após se casar com uma católica.

A família de Lee Denson ajudou os pais de Elvis quando estes se mudaram da cidade de Tupelo para Memphis, em 1947. Lee foi o primeiro professor de guitarra de Presley.

A história da canção “The Miracle of the Rosary” foi escrita em 1960, quando Denson se aproximou do catolicismo. Sua esposa Mary era católica e devota da Vigem. Todos os dias, rezava o terço, conforme a Mãe de Deus havia pedido aos três pastorinhos na Cova da Iria.

Entretanto, devido avida corrida de músico profissional de seu marido, começou a descuidar da fé. Certo dia, o terço que uma amiga havia lhe trazido de Fátima sumiu. Ela revirou a casa inteira, mas não o encontrou.

Foi na noite de 13 de outubro de 1960 que, ao chegar em casa, encontrou o terço no seu estojo, em cima de uma almofada na cama. Mary e seu marido ficaram surpresos. Mais tarde, enquanto dormiam, acordaram de repente, ela após sentir um suave toque nos lábios e ele por ter ouvido um som parecido com um sino.

Na manhã seguinte, decidiram ir à Missa e revelaram, posteriormente, que ouviram o padre dizer que Nossa Senhora de Fátima todos os dias opera milagres na vida de cada um e que poucos lhe agradecem ou param para pensar no que lhes aconteceu.

Lee e sua esposa contaram que foram os únicos a ouvir essas palavras. Perplexo, o músico não voltou a dormir bem, até que resolver compor uma canção para Nossa Senhora de Fátima.

Pensando em um artista que pudesse gravá-la a fim de dar grande projeção aos milagres de Fátima, logo lembrou-se de seu amigo Elvis Presley. Mas, resolveu esperar até 1967, quando foram comemorados os 50 anos das aparições da Virgem na Cova da Iria. Elvis, porém, não pôde gravar naquele ano, o que veio a se concretizar em 1971.

Lee Denson abandonou a carreira artística para se dedicar à igreja, em Memphis. Em uma ocasião, em 1978, cantou “The Miracle of the Rosary” na Missa e, conforme relatos, a Igreja se encheu de perfume de rosas. Entre os fiéis, estava o arcebispo panamenho Tomas Clavel, que considerou um sinal “milagroso”.

Tempos depois, o Papa Paulo VI abençoou a canção “The Miracle of the Rosary”. Nos anos 1980, Lee Denson a cantou no Santuário de Fátima e no Carmelo de Coimbra, na presença da Irmã Lúcia, uma das videntes de Fátima.

fonte:

Fonte: https://www.acidigital.com/noticias/cancao-a-virgem-de-fatima-cantada-por-elvis-presley-traz-historia-de-conversao-54099

fonte:https://cleofas.com.br/cancao-a-virgem-de-fatima-cantada-por-elvis-presley-traz-historia-de-conversao/


Maria de Maio

Zé Vicente

Deus te salve, Maria de Maio!
Das flores nos campos, de estrelas no céu.
Deus te salve, Maria de Maio!
Das mães, das novenas, dos cantos de amor.

Ó filha de Deus! Ó Mãe de Jesus. Nas fontes, cachoeiras nos olhos sois luz!

Deus te salve, Maria de Maio!
Dos frutos nas roças, do céu todo azul.
Deus te salve, Maria de Maio!
Das brisas, neblinas, da gente a sorrir.

Deus te salve, Maria de Maio!
Dos pássaros livres, do sol a brilhar.
Deus te salve, Maria de Maio!
Orvalho de graças, sobre o nosso chão.
 
fonte:https://www.letras.mus.br/ze-vicente/1608051/

 

 

A VOZ DE MARIA 

A voz de Maria minh'alma anestesia como um bálsamo escorre sobre s feridas e as alivia.

 A voz de Maria doce melodia que me conduz com plena harmonia ao coração de Jesus.

 As mãos de Maria sobre mim estendidas é santa benção é proteção para minha vida.

 Tua voz Maria Tuas mãos Maria Teu sorriso doce que me faz cantar: Te amo mamãezinha!




sábado, 1 de abril de 2023

Jesus Te Adoro - Ir. Kelly Patrícia - Clip Oficial - e Orações de Adoração para se fazer Diante do Santíssimo Sacramento

 



Jesus Te adoro (versão web) Letra e música: Ir. Kelly Patrícia Direção, imagens e edição: Gabriel Lage CD: Adorar-Te Perpetuamente 

Jesus, Te adoro!

 Jesus, Te adoro! 

Jesus, Te adoro com todo o coração. 

E Tu me amas, e Tu me amas, e Tu me amas, e eu acolho o Teu amor 

E eu Te amo, e eu Te amo, e eu Te amo, e retribuo o Teu amor.


Jesus, eu Vos Amo

Jesus, eu Vos amo em meio a toda escuridão.

Jesus, eu Vos amo em meio a todas as dores.

Jesus, eu Vos amo em meio a toda tristeza.

Jesus, eu Vos amo em meio a toda angústia.

Jesus, eu Vos amo em meio a toda tentação.

Jesus, eu Vos amo por toda minha vida, e por toda a eternidade.

 

Louvores a Jesus Cristo, nosso Senhor

V. Ó Jesus, só Vós sois digno de todo o louvor, só Vós belo e glorioso, só Vós amável e cheio de doçura. Vós Sois o redentor do gênero humano, Vós o descanso e a alegria do meu coração, o desejo único da minha alma.
R. Vós Sois a sabedoria eterna, o Filho Unigênito do Eterno Pai, e esplendor da Sua glória.

V. Da Vossa união com o Pai procedeu desde a eternidade o Espírito Santo, e no-lo enviastes qual doce fonte abundante, em cujas águas nos refrigeramos agora e na eternidade.
R. Por isso Vos saudamos em união com o Pai e o espírito Santo, Deus como Vós, bendito por toda a eternidade. Amém.


Oração a Jesus Sacramentado, por Santo Afonso

Senhor meu Jesus Cristo, que, pelo amor que tendes aos homens, estais de noite e de dia neste Sacramento, todo cheio de piedade e de amor, esperando, chamando e recebendo todos os que vêm visitar-vos; eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do altar. Eu vos adoro do abismo do meu nada e vos dou graças por todos os benefícios que me tendes feito; especialmente por vós mesmo dardes a mim  neste sacramento, por me terdes concedido como advogada vossa Mãe santíssima, e por me terdes chamado a visitar-vos nesta igreja.

Eu vós saúdo, pois hoje, o vosso amantíssimo Coração e a minha intenção é fazê-lo por três motivos: primeiro, em ação de garças por esta grande dádiva; segundo, para compensar-vos de todas as injúrias que tendes recebido, neste Sacramento, de todos os vossos inimigos; terceiro, com intenção de adora-vos, nesta visita, em todos os lugares da terra onde vossa presença sacramental estais menos reverenciado e em maior abandono.

Meu Jesus, eu vos amo de todo o meu coração; pesa-me de ter, no passado, tantas vezes ofendido a vossa divina bondade. Proponho, com o auxílio de vossa graça, nunca mais ofender-vos para o futuro. E, no presente, miserável qual sou, eu me consagro todo a vós e renuncio a toda a própria vontade, a todos os afetos e desejos, e a tudo o que é meu, para vo-lo oferecer . De hoje em diante fazei vós de mim e de tudo o que me pertence aquilo o que for de vosso agrado.

Só procuro e só peço o vosso santo amor, a perseverança final e o perfeito cumprimento de vossa vontade.

Recomendo-vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do santíssimo sacramento e da Bem-aventurada Virgem Maria.

Recomendo-vos também todos os pobres pecadores.

Finalmente, desejo unir, meu querido Salvador, todos os meus afetos com os de vosso amorosíssimo Coração; e, assim unidos, os ofereço a vosso Eterno Pai e lhe peço em vosso nome que por vosso amor os queira aceitar e atende.




Visita a Jesus Sacramentado

V. Prostrado na Vossa Presença, humildemente Vos adoro, Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus Pai. Creio que estais presente no Santíssimo Sacramento com Corpo e Alma, Divindade e Humanidade, tão real e verdadeiramente como estais no céu. Adoro-Vos com respeito e devoção de que é capaz minha alma. Agradeço-Vos os benefícios que tenho até hoje recebido das Vossas mãos, e em particular as graças que me vieram do Santíssimo Sacramento. Do fundo da alma arrependo-me de Vos ter ofendido tantas vezes. De Vossa bondade e misericórdia espero que não rejeitareis um coração contrito e humilhado. Animado por esta confiança, eis-me aqui diante do Vosso sacrário, onde Vos dignais de permanecer dia e noite. Ofereço-Vos esta minha visita para honra e glória Vossa, em reparação dos meus pecados e para alcançar a graça da perseverança.
R. Uno esta minha intenção com os louvores dos Anjos e Santos, com os louvores e sacrifícios, que oferecestes ao Vosso Pai enquanto estivestes aqui na terra, e que oferecestes no Santíssimo Sacramento do Altar.

Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

V. Bendito sejais, Jesus Cristo, meu Deus e Salvador! Verbo eterno do Pai, Filho da bem-aventurada Virgem Maria, Cordeiro de Deus, Salvação do mundo, Alegria dos corações, Vida das almas, Fonte de todas graças, meu Sumo Bem, bendito sejais!
R. Bendito sejais, Hóstia Imaculada que foste imolada por nós no lenho da cruz. Bendito sejais! Pois Vós sois o Pão dos Anjos, o Alimento para os homens, a Fortaleza dos fracos, o Consolo dos aflitos, a Esperança dos pecadores, o Viático dos moribundos, o Penhor da eterna bem-aventurança.

V. Adoro-Vos, ó Jesus, Verdade eterna! Creio firmemente, que estais presente no Santíssimo Sacramento, real e verdadeiramente, com Corpo e Alma, com tudo que Sois e possuís, eu Vos amo de todo o coração. Amo-Vos por amor de Vós, que Sois infinitamente perfeito.

Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

V. Ó misericordiosíssimo Jesus! De todo o coração arrependo-me de Vos ter ofendido a Vós, que Sois meu Deus e Senhor, e por Vossa bondade e majestade digno de todo o amor e louvor. Proponho firmemente não mais pecar e Vos servir com toda a fidelidade.
R. Ó adorável Jesus! Bendito e louvado sejais de todos os homens na terra, e de todos os Anjos e Santos no céu, porque Sois digno de todo o louvor. Bendito e adorado sejais no Santíssimo Sacramento, porque Sois o princípio e o fim de todas as coisas.

V. Liberalíssimo Jesus! No Santíssimo Sacramento Vos entregais a pobres homens em divindade e humanidade. Em retribuição a tamanha generosidade entrego-me a Vós de corpo e alma, com tudo que sou e que possuo. Só para Vós, ó Jesus, quero viver; por Vosso amor trabalhar e sofrer, e em Vosso Nome morrer e me salvar.
R. Ó amabilíssimo Jesus! À Vossa divina vontade entrego-me sem reserva porque sei que me amais com um amor infinito. Disponde de mim e de tudo que é meu do modo que Vos aprouver, e que mais contribuir para a Vossa glória e nossa salvação.

Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

V. Ó clementíssimo Jesus! Vossa verdade governe-me, Vossa misericórdia console-me, Vossa caridade vivifique-me, Vossa graça conserve-me, Vossa onipotência defenda-me, Vossa presença no Santíssimo Sacramento santifique-me.
R. Ó Santíssimo Jesus! Fazei que Vossa santa Encarnação seja minha alegria, Vossa doutrina meu caminho, Vossa conduta meu exemplo, Vossa humildade meu modelo, Vossa paciência minha fortaleza, Vossa justiça minha salvação, Vosso amor no Santíssimo Sacramento meu consolo e auxílio.

V. Ó misericordioso Jesus! Fazei-me achar em Vossa Santa Cruz o meu doce repouso; em Vossas Chagas minha morada; em Vossos braços meu abrigo, Vossa sagrada Paixão opere o perdão dos meus pecados; Vossa Morte faça-me despertar para uma vida santa; Vossa gloriosa Ressurreição e Ascensão encham minha alma de esperança e consolação; Vossa vinda no dia de juízo abra-me as portas do céu,
R. Onde Vós, ó Jesus, sereis minha glória e recompensa. Assim seja.

Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

 

Tantum Ergo (Tão Sublime Sacramento)

Tão sublime Sacramento
Adoremos neste Altar,
Pois o Antigo Testamento
Deu ao Novo seu lugar.
Venha a fé por suplemento,
Os sentidos completar.

Ao Eterno Pai cantemos,
E a Jesus, o Salvador;
Ao Espírito exaltemos,
Na Trindade, eterno Amor:
Ao Deus Uno e Trino demos
A alegria do louvor. Amém.

S: Do céu lhes destes o Pão.
T: Que contém todo sabor.

Oremos

Deus, que neste admirável Sacramento, nos deixastes o memorial da Vossa Paixão, concedei-nos tal veneração pelos sagrados mistérios do Vosso Corpo e Vosso Sangue, que experimentamos sempre em nós a Sua eficácia redentora. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos. Amém.

Bendito seja Deus.
Bendito seja o Seu Santo Nome.
Bendito seja Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem.
Bendito seja o Nome de Jesus.
Bendito seja o Seu Sacratíssimo Coração.
Bendito seja o Seu Preciosíssimo Sangue.
Bendito seja Jesus no Santíssimo Sacramento do Altar.
Bendito seja o Espírito Santo Paráclito.
Bendita seja a grande Mãe de Deus, Maria Santíssima.
Bendita seja a sua santa e Imaculada Conceição.
Bendita seja a sua gloriosa Assunção.
Bendito seja o Nome de Maria, Virgem e Mãe.
Bendito seja São José, seu castíssimo esposo.
Bendito seja Deus nos Seus Anjos e nos Seus Santos.

Deus e Senhor nosso, protegei a Vossa Igreja, dai-lhe santos pastores e dignos ministros. Derramai as Vossas bênçãos sobre o nosso Santo Padre, o Papa; sobre o nosso (Arce)Bispo, sobre o nosso Pároco, sobre todo o clero, sobre o chefe da Nação e do Estado, e sobre todas as pessoas constituídas em dignidade, para que governem com justiça. Dai ao povo brasileiro paz constante e prosperidade completa. Favorecei, com os efeitos contínuos de Vossa bondade, o Brasil, este (arce)bispado, a paróquia em que habitamos, a cada um de nós em particular e a todas as pessoas por quem somos obrigados a orar, ou que se recomendaram às nossas orações. Tende misericórdia das almas dos fiéis que padecem no purgatório; dai-lhes, Senhor, o descanso e a luz eterna.

Jaculatórias ao Santíssimo Sacramento

Carne viva de Cristo, fortifica-me!

Sangue generoso do Salvador, inebria-me!

Olhar silencioso de Cristo, preenche-me!

Palavra sacratíssima do meu Mestre, instrua-me!

Braços abertos de Cristo, protege-me!

Costas abertas do Crucificado, recebe-me!

Coração transpassado de Cristo, aprisiona-me!

Mão afetuosa de Jesus, abençoa-me!

Dedo onipotente de Cristo, cura-me!

Doce ombro do Bom Pastor, reconduze-me!

Vulto amoroso de Cristo, atraí-me!

Sorriso escondido de meu Amigo, pacifica-me!

Hálito vigoroso de Cristo, dá-me a vida!

Força triunfante do Senhor, conduza-me!

Fogo ardente de Cristo, inflama-me!

Bondade do Filho de Maria, seduze-me!

Luz puríssima de Cristo, ilumina-me!

Vida que jorra do Redentor, transforma-me!

Alma sublime de Cristo, eleva-me!

Divindade do Verbo feito Carne, consagra-me!

Espírito Santo, Dom de Cristo, santifica-me!

6. Sabeis que eu Vos Amo

Senhor, Vós sabeis que eu Vos amo, porque me conheces até o fundo do meu ser.

Vós sabeis que eu Vos amo, mesmo que não o consiga exprimir na oração.

Senhor, Vós sabeis que eu Vos amo, mesmo que eu não consiga mostrar-Vos o meu amor como queria.

Senhor, Vós sabeis que eu Vos amo, mesmo que eu me pergunte se meu amor é sincero e verdadeiro.

Senhor, Vós sabeis que eu Vos amo, mesmo que eu não sinta nada deste amor que gostaria de doar-Vos.

Senhor, Vós sabeis que eu Vos amo, e que para mim viver significa amar-Vos.

Senhor, Vós sabeis muito bem como anseio entregar-me interiormente, e que estou sofrendo por não conseguir amar-Vos com mais magnanimidade.

Senhor, Vós sabeis que eu Vos amo, e que esta certeza ilumina as minhas dúvidas e angústias e que isso me encoraja para amar-Vos ainda mais, porque sabeis da verdade do meu pobre amor e mesmo assim o estimais. Amém.

fonte:https://rumoasantidade.com.br/oracoes-fazer-diante-santissimo-sacramento/#jesus_amo

 

Oração de Santo Afonso Maria de Liguori para a Comunhão espiritual

“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós”

fonte:https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-04/a-oraco-de-santo-afonso-maria-de-liguori-para-a-comunhao.html

 

 

 

quarta-feira, 15 de março de 2023

AS 24 HORAS DA PAIXÃO

 Livro As 24 Horas da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo

foto:https://pt.churchpop.com/quero-te-ensinar-a-estar-comigo-a-mensagem-de-jesus-a-serva-de-deus-luisa-piccarreta/

A Serva de Deus, Luísa Piccarreta nasceu na cidade de Corato, na Província de Bari, Itália, na manhã de 23 de Abril de 1865, Domingo “In Albis” (actual Domingo da Festa da Divina Misericórdia) e no mesmo dia foi batizada; viveu sempre lá e morreu em conceito de santidade no dia 4 de Março de 1947. Os seus pais eram Rosa Tarantino e o senhor Vito Nicola Piccarreta, trabalhador de uma quinta da família Mastorelli. A pequena Luísa, a quarta de cinco filhas, era de temperamento tímido e medroso; no entanto, também era vivaz e alegre.

No Domingo “In Albis” de 1874, com nove anos, fez a Primeira Comunhão e no mesmo dia recebeu o Sacramento da Confirmação. Desde pequena que manifestava uma forte inclinação a dedicar bastante tempo à meditação e oração, tendo como elementos fundamentais da sua vida interior um amor ardente por Jesus sofredor na Sua Paixão e prisioneiro por amor na Eucaristia e uma devoção madura e sólida à Santíssima Virgem Maria. Os seus pais não prestavam atenção a estas suas afeições, até ao momento em que se começou a manifestar na sua filha uma misteriosa enfermidade que a obrigava a ficar de cama. Os médicos, não conseguindo encontrar a causa e de dar um diagnóstico, sugeriram a visita de um sacerdote. Ficaram admirados quando com o sinal da Cruz, Luísa recuperou do seu “estado habitual”, como ela própria o chamou anos depois, ao longo dos seus escritos.

Por volta dos dezoito anos, quando se encontrava em casa a trabalhar e meditava na Paixão de Jesus, sentiu um aperto no coração e dificuldade em respirar. Assustada, foi até à varanda e dali viu que a rua estava cheia de pessoas que empurravam Jesus que levava a cruz. Sofredor e ensanguentado, Jesus, então, levantou os olhos para ela dizendo estas palavras: “Alma, ajuda-me!”

Luísa entrou na sua habitação com o coração desfeito pela dor e chorando Lhe disse: “Quanto sofres, ó meu bom Jesus! Se eu pudesse ao menos ajudar-Te e libertar-Te desses lobos raivosos, oh como quereria sofrer as tuas penas, as tuas dores e fadigas em teu lugar, para, deste modo, Te aliviar mais…! Ah, meu Bem!, faz com que também eu sofra, não é justo que Tu sofras tanto por meu amor e que eu pecadora não sofra por Ti”. E desde aquele momento, repetindo sempre o seu FIAT (faça-se), tornaram-se mais frequentes os períodos em que ficava de cama até chegar à imobilidade por 62 anos.

Nesta “pequena prisão”, Jesus deu-lhe a conhecer o grande desejo do Seu Coração: que o homem viva na Sua Vontade, para regressar à ordem, ao lugar e à finalidade para a qual foi criado, isto é, aquilo que Ele mesmo nos ensinou a pedir no Pai Nosso: “Faça-se a tua Vontade assim na terra como no Céu”, deste modo depositou nela as suas maravilhosas verdades, para que por sua vez, como “Arauto do Reino”, depositária e secretária dos tesouros da Divina Vontade, desse a conhecer o Decreto Eterno da vinda do Seu Reino na Igreja e no Mundo inteiro.

A este respeito escreve S. Aníbal Maria Di Francia:

“Nosso Senhor, que de século em século aumenta sempre mais as maravilhas do seu Amor, parece que desta virgem, que Ele disse que é a mais pequena que encontrou na terra, sem nenhuma instrução, quis fazer dela um instrumento apto para uma missão tão sublime, que nenhuma outra se pode comparar a ela, ou seja, O TRIUNFO DA DIVINA VONTADE no universo, conforme aquilo que dizemos no Pai Nosso: FIAT VOLUNTAS TUA, SICUT IN COELO IN TERRA”.

Luísa, como filha da Igreja, foi-lhe sempre submissa e obediente. Desde o período de 1884 até à sua morte em 1947, esteve submetida ao cuidado e obediência de vários confessores enviados pelo Bispo da sua Arquidiocese. O seu segundo confessor, D. Gennaro di Gennaro em 28 de Fevereiro de 1899 deu-lhe a obediência de escrever tudo quanto acontecia entre Jesus e ela e as graças que continuamente recebia. Foi então que Luísa se dedicou a vencer a repugnância de tornar público aquilo que vivia no seu interior. E assim, com grande esforço, escreveu mais de 2.000 capítulos, recolhidos em trinta e seis volumes, sem contar centenas de cartas, “As Horas da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo”, e “A Virgem Maria no Reino da Divina Vontade”.

Um dos seus confessores e promotor mais importante da Divina Vontade (a doutrina que Jesus ensinou a Luísa) foi S. Aníbal Maria Di Francia que foi o Revisor Eclesiástico dos volumes (deu o seu Nulla Obstat a 19 dos 36 volumes), e primeiro apóstolo do Reino do Fiat Divino (como Jesus mesmo o chama no volume 20 do seu diário, 6 de Novembro de 1926).

Luísa morreu antes de completar os oitenta e dois anos de idade, no dia 4 de Março de 1947, depois de uma curta, mas fatal pneumonia - a única enfermidade diagnosticada na sua vida -, entrou na Vida Eterna para continuar mergulhada na Divina Vontade no Céu, como o esteve em terra. Em 1993, os seus despojos mortais foram trasladados para o Santuário de Santa Maria Greca, graças ao seu último confessor D. Benedetto Calvi. No dia 20 de Novembro de 1994 – na Festa de Cristo Rei -, a Santa Sé deu o seu “Nulla Obstat” à Arquidiocese de Trani – Barletta-Bisceglie, guiada por Sua Excelência Mons. Carmelo Cassati, para a abertura oficial da Causa de Canonização. No dia 29 de Novembro de 2005 Sua Excelência Mon. Giovan Battista Pichierri - Arcebispo atual da Arquidiocese -, encerrou a fase diocesana, recolhendo imensos documentos e testemunhos sobre a fama de santidade da Serva de Deus, iniciando assim a fase romana da Causa, através da qual o Santo Padre a elevará às honras dos altares. Fonte:http://www.passioiesus.org/pt/luisa/biografia_luisa.htm

A Serva de Deus teve várias visões e revelações
sobre os sofrimentos de Jesus e de Maria
A vida de Luísa fora muito modesta; ela possuía pouco ou nada. Vivia em uma casa alugada, assistida amorosamente pela sua irmã Angelina e por algumas mulheres piedosas. Aquele pouco que ela possuía não lhe bastava sequer para pagar o aluguel da casa. Para sustentar-se, dedicava-se assiduamente aos bordados de almofadas, tirando daí aquilo que lhe bastava para manter a própria irmã, uma vez que ela não tinha necessidade de roupas nem de calçados. O seu alimento consistia de poucos gramas de vianda, que lhe eram oferecidos pela sua assistente Rosária Bucci. Luísa nada pedia, nada desejava e vomitava imediatamente o alimento que ingeria. O seu aspecto não era o de um moribundo, mas nem sequer o de uma pessoa perfeitamente sadia. Contudo, nunca estava inerte: as suas forças eram consumadas no sofrimento quotidiano ou no trabalho e, para quem a conhecia profundamente, a sua vida era considerada um milagre contínuo.

Era admirável o seu desapego de qualquer lucro que não proviesse do seu trabalho diário, Com firmeza, ela rejeitava o dinheiro e os vários presentes que lhe eram enviados com qualquer pretexto. Além disso, nunca aceitou dinheiro pela publicação dos seus livros. Santo Aníbal, que certo dia lhe queria entregar o dinheiro derivado dos direitos de autor, ela respondeu assim: «Não tenho qualquer direito, porque o que ali está escrito não é meu» (cf. «Prefácio» ao livro L’orologio della Passione, Messina 1926). Rejeitava indignada e restituía o dinheiro que às vezes as pessoas piedosas lhe enviavam.

A habitação de Luísa parecia um mosteiro, pois nenhum curioso tinha acesso à mesma. Ela estava sempre circundada por poucas mulheres, que viviam da sua própria espiritualidade, e por algumas jovens que frequentavam a sua casa para aprender a bordar almofadas. Era precisamente desse cenáculo que saíam numerosas vocações religiosas. Porém, a sua obra não se limitava às jovens, uma vez que muitos jovens também foram convidados por ela a entrar nos vários institutos religiosos e no sacerdócio.

O seu dia iniciava por volta das cinco horas da manhã, quando à sua casa chegava o sacerdote para abençoá-la e celebrar a Santa Missa, oficiada pelo seu confessor ou por algum seu delegado: privilégio que ela obteve de Leão XIII, confirmado por São Pio X em 1907. Depois da Santa Missa, Luísa permanecia em oração de ação de graças por cerca de duas horas. Por volta das oito horas iniciava o seu trabalho, que durava até ao meio-dia; após o almoço frugal, permanecia sozinha no seu quarto, em recolhimento. À tarde – depois de algumas horas de trabalho – recitava o Santo Rosário. À noite, por volta das vinte horas, Luísa começava a escrever o seu diário e adormecia por volta da meia-noite. De manhã, encontrava-se imobilizada, rígida, contraída na cama, com a cabeça dobrada à direita, e era necessária a intervenção da autoridade sacerdotal a fim de acordá-la para as suas ocupações diárias e colocá-la sentada na cama.

Luísa faleceu com a idade de 81 anos, 10 meses e nove dias, a 4 de março de 1947, depois de 15 dias uma forte pneumonia, a única enfermidade da sua vida. Ela morreu no fim da noite, na mesma hora em que todos os dias a bênção do sacerdote a libertava do seu estado de rigidez. Nessa época o arcebispo era D. Francesco Petronelli (25 de maio de 1939 – 16 de junho de 1947). Luísa permaneceu sentada na cama. Não foi possível estendê-la e – o que constitui um fenômeno extraordinário – o seu corpo não passou pela rigidez cadavérica e permaneceu na posição em que sempre estivera.






Sem apresentar sinais de corrupção, durante quatro dias, 

seu corpo foi velado e visitado por centenas de pessoas.








Assim que se difundiu a notícia a morte de Luísa, como um regato em cheia, toda a população acorreu à sua casa e foi necessária a intervenção da polícia para conter a multidão que, dia e noite, ia ver Luísa, mulher muito querida ao coração da população. Uma voz ressoava: «Morreu Luísa a Santa!». Para conter toda a multidão que ia vê-la, com o consentimento da autoridade civil e do oficial sanitário, o seu corpo permaneceu exposto por quatro dias, sem dar qualquer sinal de corrupção. Sentada na sua cama, vestida de branco, Luísa não parecia morta; parecia que dormia, uma vez que, como já se disse, o seu corpo não passou pela rigidez cadavérica. Com efeito, sem qualquer esforço era possível movimentar a sua cabeça em todas as direções, erguer os seus braços, dobrar as mãos e todos os dedos; podia-se também levantar as suas pálpebras e observar os seus olhos brilhantes não velados. Todos a consideravam ainda viva, imersa em um sono profundo. Uma equipe de médicos convocados de forma especial declarou, depois de atentos exames do cadáver, que Luísa estava realmente morta e que portanto se devia pensar em uma morte verdadeira e não a uma morte aparente, como todos imaginavam.

Luísa tinha afirmado que nasceu «ao contrário»; por isso, era justo que a sua morte fosse «ao contrário» em relação às outras criaturas. Ela permaneceu sentada, como tinha sempre vivido, e sentada teve que ir para o cemitério, em um ataúde especialmente construído, com as partes laterais e a frente feitas de vidro, de maneira que todos a pudessem ver, como uma rainha no seu trono, vestida de branco, com o Fiat no seu peito. Mais de 40 sacerdotes, o Cabido e o Clero local participaram no cortejo fúnebre; revezando-se as irmãs carregavam-na nos ombros, e uma imensa multidão de cidadãos a circundava: as ruas estavam apinhadas de maneira inverossímil; também as varandas e os tetos das casas estavam repletos de gente, e o cortejo prosseguia com grande dificuldade. As exéquias da pequena filha da Vontade Divina foram celebradas na Igreja Matriz por todo o Cabido. Cada um procurou levar para casa uma recordação, flores, depois de ter tocado o ataúde que, poucos anos mais tarde, foi trasladado para a paróquia de Santa Maria Greca.


Funerais de Luísa Piccarreta: ataúde especialmente feito para ela. 




Em 1994, no dia da solenidade de Cristo Rei na Igreja Matriz, Sua Excelência D. Carmelo Cassati, na presença de um público numerosíssimo e de representantes estrangeiros, abriu oficialmente o processo de beatificação da Serva de Deus Luísa Piccarreta.



Datas significativas (cronologia)

1865 Luísa Piccarreta nasceu no dia 23 de abril, domingo in Albis, em Corato, Bari (Itália), e os seus pais Vito Nicola e Tarantino Filomena, tiveram cinco filhos: Maria, Rachele, Filomena, Luísa e Angela.

Depois de poucas horas do nascimento de Luísa, o seu pai envolveu-a em uma coberta e levou-a à Igreja Matriz para ser batizada. A sua mãe não sofres as dores do parto; o seu nascimento foi indolor.

1872 Recebeu Jesus eucarístico no domingo in Albis e, no mesmo dia, foi-lhe administrado o sacramento da Crisma, pela mãos de D. Giuseppe Bianchi Dottula, então arcebispo de Trani.

1883 Com a idade de 18 anos, da varanda da sua casa vê Jesus curvado sob o peso da cruz, que lhe diz: «Alma, ajuda-me!». A partir desse momento, alma solitária, viveu em contínua união com os sofrimentos inefáveis do seu Esposo divino.

1888 Torna-se Filha de Maria e Terciária dominicana com o nome de Irmã Madalena.

1885-1947 Alma eleita, seráfica esposa de Cristo, humilde e piedosa, dotada por Deus de dons extraordinários, vítima inocente, para-raios da Justiça divina, nos 62 anos ininterruptos de cama, foi Arauto do Reino da Vontade Divina.

4.III.1947 Repleta de méritos, na luz eterna da Vontade Divina terminou – como viveu – os seus dias para triunfar com os anjos e os santos nos esplendores eternos da Vontade Divina.

7.III.1947 Por quatro dias, os seus restos mortais foram expostos à veneração de uma imensa multidão de fiéis, que iam à sua casa para ver pela última vez Luísa a Santa, muito querida ao seu coração. O funeral foi um verdadeiro triunfo; Luísa passou como uma rainha, carregada sobre os ombros, no meio de alas de gente. Todo o clero, secular e religioso, acompanhou o ataúde de Luísa. A liturgia fúnebre realizou-se na Igreja Matriz, com a participação do inteiro Cabido. Na parte da tarde, Luísa foi enterrada na capela gentílica da família Calvi.

3.VII.1963 Os seus restos mortais foram sepultados definitivamente em Santa Maria Greca.

20.XI.1994 Festividade de Cristo Rei. Na Igreja Matriz de Corato, na presença de um numerosíssimo público local e forasteiro, D. Cassati abriu de forma oficial o processo de beatificação da Serva de Deus Luísa Piccarreta.


A primeira imagenzinha da Serva de Deus Luísa Piccarreta, publicada em 1948, com o imprimatur de D. Reginaldo Addazzi, O.P.



Oração pedindo a glorificação da Serva de Deus: 

« Ó Santíssima Trindade,
Pai, Filho, Espírito Santo,
louvamos-Te, e damos-Te graças pelo dom da santidade
da tua Serva fiel Luísa Piccarreta.
Pai, ela viveu na Tua Divina Vontade,
movendo-se sob a ação do Espírito Santo,
conforme ao Teu Filho obediente até à morte de cruz,
Vítima e Hóstia a Ti agradável,
cooperando na obra da Redenção do género humano.
As suas virtudes de obediência, de humildade,
de amor total a Cristo e à Igreja
levam-nos a pedir-Te o dom da sua glorificação na Terra,
para que resplandeça diante de todos a Tua glória,
e que o Teu Reino de verdade, de justiça e de amor
se difunda, até aos confins da terra,
através do carisma particular
do Fiat Voluntas Tua sicut in Caelo et in terra.
Recorremos aos seus méritos para obter de Ti,
Santíssima Trindade,
a graça particular que Te pedimos
com a intenção de cumprir a Tua Divina Vontade. Amém

Três Glórias...
Pai Nosso...
Rainha dos Santos, rogai por nós.


+ Giovanni Battista Pichierri
Arcebispo de Trani-Bisceglie-Barlettta
Trani, 29 de Outubro de 2005

 fonte:http://www.santosebeatoscatolicos.com/2015/04/serva-de-deus-luisa-piccarreta-virgem-e.html

 O  prefácio  escrito pelo confessor da serva de Deus Luísa Piccarreta

Santo Aníbal Maria di Francia foto:https://arquisp.org.br/liturgia/santo-do-dia/santo-anibal-maria-di-francia

Aníbal Maria Di Francia (1851-1927)

Aníbal Maria Di Francia nasceu em Messina (Itália) aos 5 de julho de 1851. Foram seus pais, a nobre senhora Anna Toscano e o cavalheiro Francisco, marquês de S. Catarina de Jonio, vice-cônsul pontifício e capitão honorário da marinha.

Aníbal, terceiro de quatro filhos, ficou órfão aos 15 meses pela morte prematura do pai. A amarga experiência infundiu no animo precoce do menino, uma particular ternura e um especial amor para com os órfãos e crianças abandonadas que caracterizaram não só a sua vida, mas todo o seu sistema educativo.

Desenvolveu grande amor a Jesus Sacramentado, tanto que recebeu autorização - excepcional naquele tempo - de comungar diariamente. Muito jovem ainda, diante de Jesus Sacramentado solenemente exposto, recebeu a graça especial que podemos definir como a inteligência do Rogate (Rogai): «A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai [Rogate], pois, ao dono da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita» (Mt 9, 38; Lc 10, 2). Estas palavras do Evangelho constituíram a intuição fundamental, o carisma ao qual dedicou toda a sua vida.

Dotado de grande genialidade e notáveis capacidades literárias, apenas ouviu a chamada do Senhor, respondeu pronta e generosamente, adaptando os talentos ao seu ministério. Completados os estudos, aos 16 de março de 1878, foi ordenado sacerdote. Alguns meses antes se encontrou providencialmente com um mendigo quase cego que lhe proporcionou a oportunidade de entrar em contato com a triste realidade social e moral da periferia mais pobre de Messina, as assim chamadas Casas Avignone que lhe abriu o caminho daquele imenso amor para com os pobres e órfãos que se tornou uma característica fundamental de sua vida. Com o consentimento de seu Bispo foi morar naquele gueto e empenhou todas as suas energias na redenção daqueles infelizes, que aos seus olhos se apresentavam com a imagem evangélica das ovelhas sem pastor. Foi uma experiência marcada por contradições, incompreensões e dificuldades de todo tipo, que superou com grande fé, vendo nos humildes e marginalizados o próprio Jesus Cristo realizando aquilo que definia «espírito de dupla caridade: evangelização e serviço dos pobres».

No ano de 1882 tiveram início seus orfanatos que em seguida colocou sob a proteção de Santo Antonio de Pádua, daí recebendo o nome de antonianos. Sua preocupação não consistia somente em dar aos órfãos pão e trabalho, mas, sobretudo em proporcionar-lhes educação integral especialmente no aspecto moral e religioso, oferecendo aos assistidos um verdadeiro clima de família que favorecesse o processo formativo de descobrir e realizar o plano de Deus.

Pelo seu espírito missionário desejava abraçar todos os órfãos e pobres do mundo. Mas o que fazer? A palavra Rogate abria-lhe esta possibilidade. Por isso escreveu: «O que é este punhado de órfãos que são evangelizados diante de milhões que se perdem e são abandonados como rebanho sem pastor? Eu procurava uma saída ampla, imensa e a encontrei nas adoráveis palavras de N. S. Jesus Cristo: Rogate ergo... e então me pareceu ter encontrado o segredo de todas as boas obras e da salvação de todos os homens».

Aníbal tinha intuído que o Rogate não era uma simples recomendação do Senhor, mas um comando explicito e um «remédio infalível». Razão pela qual seu carisma deve ser considerado principio animador de uma providencial fundação na Igreja. Outro aspecto a se destacar é que ele antecede o tempo ao considerar como vocações também os leigos engajados, pais, professores e até os bons governantes.

Para realizar na Igreja e no mundo seus ideais apostólicos, fundou duas novas famílias religiosas: em 1887 a Congregação das Filhas do Divino Zelo e, dez anos mais tarde, a dos Rogacionistas. Quis que os membros dos dois Institutos, aprovados canonicamente aos 6 de agosto de 1926, se empenhassem a viver o Rogate com um quarto voto. Assim o Di Francia escreveu numa suplica de 1909 a S. Pio X: «Dediquei-me desde a minha juventude à santa palavra do Evangelho: Rogate ergo. Nos meus mínimos Institutos de beneficência se eleva oração incessante e cotidiana dos órfãos, dos pobres, dos sacerdotes e virgens consagradas, com as quais se suplicam aos Corações Santíssimos de Jesus e Maria, ao Patriarca S. Jose e aos Santos Apóstolos para que queiram prover abundantemente a S. Igreja de sacerdotes eleitos e santos, de evangélicos operários da mística messe das almas».

Para difundir a oração pelas orações promoveu numerosas iniciativas, correspondia-se e teve encontros pessoais com os Sumos Pontífices de seu tempo, instituiu a Sagrada Aliança para o clero e a Pia União da Rogação Evangélica para todos os fiéis. Fundou o jornal com o significativo titulo «Deus e o Próximo» para envolver os fiéis na vivência dos mesmos ideais.

«É toda a Igreja - escreve - que oficialmente deve rezar para esta intenção, pois a missão da oração para obter bons operários é tal que deve interessar vivamente os bispos, os pastores do místico rebanho, aos quais são confiadas as almas e são hoje os apóstolos de Jesus Cristo». O Dia Mundial de oração pelas vocações, instituído por Paulo VI em 1964, pode considerar-se a resposta da Igreja à esta sua intuição.

Teve grandíssimo amor ao sacerdócio, convicto de que somente mediante a ação de numerosos e santos sacerdotes é possível salvar a humanidade. Empenhou-se fortemente na formação espiritual dos seminaristas que o Arcebispo de Messina confiou a seus cuidados. Com freqüência repetia que sem uma sólida formação espiritual, sem oração, «toda fadiga dos bispos e reitores de seminários se reduz geralmente a um cultivo artificial de padres...». Sua caridade, definida sem cálculos e sem limites, manifestou-se com conotações particulares mesmo para com sacerdotes em dificuldade e irmãs de clausura.

Durante sua vida terrena já se manifestava clara e genuína fama de santidade observável em todos os níveis, de tal modo que, - quando a 1 de junho 1927 morria santamente em Messina, confortado pela presença de Nossa Senhora que muito amara ao longo de sua existência, o povo repetia: «vamos ver o santo que dorme». Seus funerais foram uma verdadeira e própria apoteose que os jornais da época registraram com precisão não só com artigos, mas também com fotografias. As autoridades foram solícitas em permitir que fosse sepultado no Templo da Rogação Evangélica, cuja construção ele mesmo quis e que é dedicado exatamente ao divino preceito: «Rogai ao dono da colheita para que mande trabalhadores à sua colheita».

As Congregações religiosas dos Rogacionistas e das Filhas do Divino Zelo, fundadas por Padre Aníbal, estão presentes nos cinco continentes empenhadas conforme os ideais do Fundador, na difusão da oração pelas vocações através de centros vocacionais e editoras e na gestão de institutos-assistenciais a favor das crianças (Menores abandonados, meninos de rua, órfãos, surdos-mudos), centros nutricionais e de saúde, abrigos para anciãos e Casa para mães solteiras, escolas e centros de formação profissional...

A santidade e missão de Padre Aníbal declarado «insígne apóstolo da oração pelas vocações» são experimentadas hoje profundamente por todos que estão compenetrados das necessidades vocacionais da Igreja.

O Sumo Pontífice João Paulo II o proclamou Bem-aventurado aos 7 de outubro de 1990 definindo-o «autêntico antecipador e zeloso mestre da moderna pastoral vocacional».

fonte: https://www.vatican.va/news_services/liturgy/saints/ns_lit_doc_20040516_di-francia_po.html

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